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APP discute Cannes
O que Cannes disse?
Na palestra “O que Cannes disse?”, Mário D’Andrea vai comentar alguns cases apresentados na premiação, além de tendências atuais do mundo da publicidade.
Em apresentação inédita para a APP Brasil, Mário D’ Andrea, jurado do evento Cannes Lions,
conta os detalhes da premiação internacional mais prestigiada da área publicitária, que aconteceu em sua 60ª edição entre os dias 16 e 22 de junho.
INFORMAÇÕES
Dia: 25 de julho de 2013
Horário: das 19h às 21h
Local: Auditório Ivandir Kotait – Sede da APP
Endereço: Rua Hungria, 664 – Jardim Europa – 12º Andar – São Paulo, SP
Telefone: 11 3813.0188
Associados APP: Gratuito
Não Associados: R$ 120,00
Estudante: R$ 60,00
Palestrante:
D’Andrea ocupou o cargo de presidente da JWT Brasil e colocou a agência entre as mais criativas do país. Coordenou a comunicação do HSBC em toda América Latina e possui grandes cases para marcas como Coca-Cola, Ford, J&J, Cadbury, Nestlé e outros.
Em 2012, ganhou o troféu “Garra do Galo” no Prêmio Contribuição Profissional pela APP na categoria Profissional de Criação.
Estágio em Publicidade
Vaga aberta na Max
A agência sediada em Taubaté procura uma pessoa dinâmica, comunicativa e pró-ativa, que tenha vontade de aprender e crescer dentro da área de publicidade.
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A quinta feira ficou ainda pior
Festival de bizarrices
Normalmente não falo de política neste blog. Quem me acompanha nas mídias sociais sabe que costumo me manisfestar politicamente em outros canais. Mas desta vez vou falar porque o assunto se mistura com comunicação.
Quinta feira é aquele dia bacana em que a gente vê, na TV aberta, propaganda política.
Normalmente já é chato, mas ontem vi um festival bizarro. Uma série de “comerciais” que, definitivamente, ofendem a minha inteligência. Me chamam de burro, estúpido e ingênuo.
O que é isso???
Como é que algum daqueles partidos que anunciaram ontem pode crer que as pessoas vão aceitar que eles sempre “ouviram” a voz das ruas e compartilham de todas as ideias levantadas nos manifestos?!
Quem aconselhou estes partidos a fazer tal comunicação? E quem aprovou, nos partidos, tais bizarrices?
Em minhas aulas sobre roteirização para TV sempre falo que os personagens devem ser o mais próximo possível das pessoas de verdade. Não foi o que vimos nos comerciais exibidos ontem. Atores contratados para simular manifestantes ficaram tão falsos que me deu vontade de gargalhar (era mais o caso de chorar).
Para mim, foi a prova cabal e definitiva de que a classe política brasileira está totalmente distante dos anseios, necessidades e prioridades do povo brasileiro. A prova de que eles continuam acreditando que podem fazer o que bem entendem e que todos, nós, vamos engolir. A prova de que eles não analisaram e não entenderam por completo o atual cenário. E sem uma boa análise de cenário você erra. Sempre!
Chega!
O povo nas ruas, em maior ou menor grau, provou que vê como as coisas estão acontecendo.
Os partidos são instituições falidas. E se o voto não fosse obrigatório (uma aberração do nosso sistema democrático) veríamos uma enorme abstenção nas próximas eleições. Enxergando de outro modo: os partidos vão deixar de ter “consumidores”. O impacto dos últimos dias já lhes retirou boa parte do “mercado”.
Passou da hora da classe política brasileira acordar. Vão pagar caro por continuar achando que somos todos idiotas!!!
A comunicação dos partidos deve refletir uma verdade. Deve refletir sua missão e seus valores. Assim como fazem as marcas. Parece que o mundo mercadológico está mais compromissado e engajado com seus consumidores do que os partidos e políticos.

