ABComm estima crescimento de 3% no e-commerce durante o Dia das Mães

Associação prevê um faturamento de R$ 6,7 bilhões para data

O Dia das Mães está logo ali – 14 de maio – e chega com a perspectiva de impulsionar o varejo digital neste ano. A expectativa estimada pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), que leva em consideração os 15 dias que antecedem a data sazonal, é de 3% de crescimento comparado com 2022, totalizando R$ 6,7 bilhões de faturamento.

No ano anterior, o faturamento foi de R$ 6,5 bilhões, totalizando 13.700 pedidos e ticket médio em torno de R$474 reais.

Atualmente, as compras online representam mais de 10% de todo o segmento do varejo nacional, segundo levantamento da ABComm. Para Mauricio Salvador, presidente da associação, o baixo crescimento nas vendas nos primeiros meses do ano se deve a um conjunto de fatores, como a incerteza em relação à economia, incluindo a aprovação de pacotes fiscais e outros temas que impactam o segmento.

“Nos últimos dois anos, tivemos a adesão de milhares de novos consumidores on-line, e a tendência é que as pessoas mantenham esses novos hábitos de compra, principalmente em datas comemorativas como o Dia das Mães, que sempre aquecem os canais digitais”, ressalta Alexandre Crivellaro, diretor de inteligência de mercado da ABComm.

Fonte: NB Press Comunicação

E-commerce deve crescer 8% na Black Friday 2022

Pesquisa mostra que intenção de compras aumentou em relação ao ano passado; Copa do Mundo impulsiona crescimento

A Black Friday é uma das datas mais importantes para o calendário do comércio varejista. Devido aos diversos descontos e vantagens em produtos, muitos consumidores ficam propensos a se aventurar nas compras durante esse período. Isso quem mostra são os números: de acordo com pesquisa realizada pela Conversion, 96% dos brasileiros entrevistados disseram que pretendem fazer compras na Black Friday deste ano, segundo a análise da pesquisa, isso mostra um crescimento de 8% na intenção de compras em comparação com o ano de 2021.

“Apesar do mercado de e-commerce ter sofrido algumas baixas neste ano, devido à alta da inflação e dos juros que atingiram o setor varejista com um todo, a expectativa em relação às vendas de final do ano são positivas, e a Black Friday dará fôlego ao setor. Além disso, a Copa Mundo com certeza servirá de incentivo para o comércio eletrônico nacional, como apontam os dados”, diz o CEO da Conversion, Diego Ivo.

Dentre os diversos tipos de produtos disponíveis com descontos, as cinco categorias que se destacaram com maior intenção de compra pelos entrevistados foram: Smartphones (15%), Eletrônicos e eletrodomésticos (15%), moda e acessórios (12%), calçados (11%) e cosméticos (9%).

Perfil dos consumidores

O perfil do consumidor mudou com a popularização dos aplicativos de compra e a facilidade que o e-commerce traz. Isso se reflete em 43% dos consumidores entrevistados optaram por fazer as compras de Black Friday em sites, seguido por 30% que preferem comprar por aplicativos e 27% que ainda preferem fazer suas compras em estabelecimentos físicos, segundo a pesquisa feita pela Conversion.

Ainda em relação ao perfil do consumidor, 17% dos entrevistados se dizem atraídos a fazer compras pelos preços atrativos por conta dos descontos, outros 12% aproveitam a data para fazer compras em apenas lojas conhecidas e 7% priorizam produtos aprovados e com selos de qualidade.

Apesar de ser um evento favorável às compras, a Black Friday ainda é prejudicada por empresas mal intencionadas, que aproveitam a ocasião para aplicar golpes ou distorções de ofertas, as fraudes. E os dados comprovam: de acordo com a pesquisa, 75% dos entrevistados disseram ter medo de fraudes.

Ticket Médio

O valor médio de compras durante a Black Friday também apresentou números bastante interessantes, segundo a pesquisa 32% dos entrevistados pretende gastar entre R$1.000 e R$3.000, outros (20%) optaram por compras no valor entre R$500 a R$1.000 e, por último 17% disse preferir gastar entre R$150 e R$300.

Em relação aos meios de pagamento preferidos pelos entrevistados, cartão de crédito lidera (32%) seguido pelo Pix (18%), cartão de débito (16%) dinheiro em espécie (12%) e, por fim, carteiras de pagamento, como o PicPay e PayPal, (11%). Esses números ainda revelam que o meio favorito ainda é o cartão de crédito pela facilidade de parcelar compras de alto valor para não impactar fortemente no orçamento pessoal de cada consumidor.

E-commerces favoritos dos brasileiros entrevistados

A pesquisa também buscou entender quais são os e-commerces preferidos para as compras nesta Black Friday. Entre os players mais citados, Americanas S.A. aparece na liderança com (41%) das menções, seguida da Amazon (28%) e do Mercado Livre (25%).

Copa do Mundo influencia Black Friday de 2022

Não há dúvidas de que a Copa do Mundo tem grande relevância para os brasileiros. O calendário de jogos com datas bem próximas à Black Friday impactou, de forma positiva, para o aumento da intenção de compra deste ano, ainda segundo a pesquisa realizada pela Conversion, 91 % dos entrevistados pretendem assistir aos jogos.

Destes, 70% disse estar propenso a comprar algum artigo relacionado ao evento esportivo. Dentre os artigos mais procurados encontram-se acessórios de moda, como camisas, (57%), material esportivo, bolas e luvas (41%), eletrônicos, com grande destaque para televisores, (28%), smartphones (27%) e calçados, como chuteiras, (23%).

Consumo consciente na Black Friday 2022

O consumo consciente, tema em ascensão no mundo todo, já impacta a Black Friday. Segundo a pesquisa, 82% dos entrevistados disseram que dão preferência a marcas que mostram responsabilidade socioambiental, contra apenas 18% que afirmaram não se preocupar com esse tipo de propósito. “Para além do objetivo de aumentar as vendas, a Black Friday também pode ser uma oportunidade para as marcas gerarem percepção de valor para seus públicos, e a responsabilidade socioambiental será cada vez mais cobrada pelos consumidores, especialmente os mais jovens”, finaliza Ivo.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa realizada pela Conversion foi conduzida entre 12 e 13 de outubro de 2022 e foi respondida por Homens (42,64%) e Mulheres (57,36%%) de idades entre 18 e +54, residentes no Brasil. A margem de erro é de 5% e o nível de confiança é 90%.

Fonte: Assessoria de imprensa Conversion

Dicas para incrementar o e-commerce

Três dicas para impulsionar o e-commerce nas datas comemorativas do varejo

O profissional do varejo entende o valor que as datas comemorativas proporcionam para o negócio, seja para trazer equilíbrio na sazonalidade (meses de alta versus meses de baixa) ou para alavancar as vendas e liberar estoques.

No Brasil, o Natal por exemplo, desponta como a data comemorativa mais importante para o comércio eletrônico, que concentrou 10% de todo o faturamento da categoria em 2018, segundo o estudo Webshopper da Ebit Nielsen. Outro dado interessante desse levantamento é que a Black Friday superou o tradicional vice-campeão em vendas do mercado, o Dia das Mães, alcançando um faturamento de R$ 2,6 bilhões, o que representa 4,9% do total, enquanto o Dia das Mães atingiu R$ 2,11 bilhões (4% do total). Além disso, em 2018, o ticket médio mais alto foi precisamente da Black Friday (R$ 608), seguido pelo Cyber Monday (R$ 494) e o Natal (R$ 475).

No último ano, no entanto, o Dia do Consumidor surge como uma ótima oportunidade para o varejo. De acordo com pesquisa Google, 35 mil pessoas já conhecem a data: 35% acharam que as promoções estavam boas e 65% encontraram promoções que procuravam.

Para acompanhar o ritmo do mercado e aproveitar as oportunidades que as datas comemorativas trazem, os e-commerces devem se planejar antecipadamente com estratégias eficientes com o objetivo de alcançar o desejado equilíbrio entre performance, resultado para o negócio e experiência de alto nível para as pessoas em toda a jornada de compra e interação com a marca.

Ao longo dos últimos anos eu tive a oportunidade de vivenciar de perto muita estratégia eficiente, mas também algumas crises durante eventos como a Black Friday. Por isso o meu objetivo é compartilhar alguns aprendizados que tive ao longo da minha carreira e observando nossos clientes na Worldline.

A primeira dica é: planeje-se! Independentemente do segmento e porte, isso é fundamental para todo varejista: saiba quais datas terão o máximo da sua energia e investimento, quais produtos/serviços serão ofertados e qual será a sua estratégia de relacionamento pós-data comemorativa.

Você, como gestor de e-commerce, deve estar preparado para um alto tráfego no e-commerce, por isso, é importante ter muita atenção com as datas de freezing (datas que o site não pode sofrer ajustes) para não comprometer a experiência do usuário.

Na prática, é necessário realizar testes no e-commerce para identificar como a plataforma se comporta com uma quantidade de acessos muito maior. Normalmente esses testes são feitos pelo menos um mês antes da campanha com o objetivo de avaliar a capacidade de processamento e navegação.

É importante ainda reforçar a infraestrutura de logística, capacitar e orientar todos da equipe para atender aos pedidos que sofrerão alta, além de comunicar todos os fornecedores, especialmente àqueles que atuam com sistemas antifraude, a fim de preparar todas as ferramentas para um comportamento do consumidor que pode parecer incomum.

Caso a equipe de antifraude não esteja alinhada com a ação entenderá esse movimento como suspeito e tornará a aprovação da compra lenta e, em alguns casos, levará o banco a entrar em contato com o cliente para confirmar a transação e, enfim, aprovar a compra. Neste meio tempo, o consumidor tem a opção de desistir do pedido, abandonar o carrinho e comprar do concorrente.

Mais do que oferecer uma experiência simples e conveniente, você precisa fidelizar. Com isso, a segunda dica é: faça da venda uma experiência positiva. E isso se dá por meio da navegação fluída no site, comunicação simples, facilidade de compra, incluindo diversidade nas formas de pagamentos e eficiência na comunicação entre e-commerce e adquirente. Essa é a fase em que você se questiona: meu gateway suporta o volume maior de transações durante o período da ação? Os bastidores de funcionamento do seu site devem estar muito orquestrados, para que não haja erro de comunicação no meio do processo.

Aqui ressalto a importância de contar com parceiros capacitados. Certifique-se que seu gateway conta com o certificado PCI Compliance e se ele é válido para o Brasil. Isso significa que ele funciona dentro das normas locais e atende a todos os requisitos para funcionar no país.

A terceira é tenha redundância! O que isso significa? Basicamente conte com um plano B para todo o seu serviço de venda: gateway, adquirente e antifraude. Você não quer que uma compra não seja aprovada porque um dos seus servidores ou parceiros não suportaram o seu volume de vendas. Para se ter uma ideia da importância deste processo, os e-commerces estruturam um “war room” em datas de grande movimento no varejo composto por TI, logística, financeiro, mercado, negócios, atendimento, comunicação. Isso, para que todo mundo esteja pronto para atuar em caso de crise.

Por fim, as oportunidades ao longo do ano são muitas, e, por isso, é indispensável se preparar para essas datas importantes do varejo. Planeje e gerencie o seu e-commerce sempre valorizando a experiência do seu público-alvo para que o ano seja de conquistas e resultados extraordinários no seu negócio e na sua carreira.

Thais FischbergThais Fischberg está à frente da operação América Latina da Worldline, empresa líder em meios de pagamento na Europa. No Brasil atua como gateway especializado em operações globais de grande porte.

Fonte: Tamer Comunicação – Lucas Hensou
Assessor de Imprensa

E-commerce brasileiro triplicou o número de transações durante a Black Friday

Comparativo entre Black Friday e semana anterior foi a maior de sete mercados mundiais

Dados exclusivos da Adyen, fintech responsável por processar os pagamentos de alguns dos maiores e-commerces do país, como Netshoes, Dafiti e Amaro, mostram que o Brasil ficou novamente em destaque global na Black Friday. Durante o dia 24 de novembro, o volume de transações do e-commerce brasileiro na plataforma da Adyen triplicou em relação ao volume apresentado na sexta-feira anterior (17/11).

Esta é a maior taxa de aumento em comparação com sete grandes mercados onde a Adyen atua, incluindo EUA, que no mesmo período viu um aumento de 2,3x; a Grã-Bretanha, com 1,9x; Alemanha com 1,7x, e França (1,5x). Esse número também supera o crescimento de 2016, quando o volume de transações em comparação à semana anterior à Black Friday cresceu 2.5 vezes.

O levantamento mostra também que o consumidor brasileiro foi o que mais investiu nas compras, com um ticket médio 1,8 vezes maior em relação à sexta-feira anterior. Nos outros mercados avaliados, esse crescimento também ocorreu, mas ficou entre 1,1 e 1,3 vezes maior. “Este número pode indicar uma tendência do brasileiro a aguardar a Black Friday para investir em produtos de ticket médio mais alto, como dispositivos eletrônicos. Além disso, como os descontos são expressivos nas lojas online, o consumidor também acaba aumentando o número de itens que coloca em seu carrinho em comparação a uma data regular do varejo”, diz o vice-presidente Sênior da Adyen para a América Latina, Jean Mies.

Um grande facilitador dessa adesão à Black Friday é a forma como os e-commerces investem na experiência de compras, que precisa ser rápida, eficiente e com tecnologia robusta, capaz de lidar com altos picos no volume de acessos e transações. Essa experiência inclui o processo de pagamentos, que precisa inovar a cada ano para atender às necessidades de segurança, mobilidade e personalização do consumidor. Novas tecnologias anunciadas este ano no Brasil, como Pagar com Google, Account Updater e pagamento em débito sem autenticação, são alguns exemplos de como a tecnologia de pagamentos está facilitando a vida de quem faz compras online – e a Adyen foi a primeira a oferecer estes serviços aos e-commerces do país.

Fonte: Smart PR – Rodrigo Sérvulo