Voltamos a falar do papel das agências

Retomamos o assunto

No nosso drops de rádio desta semana retomamos o assunto agências de propaganda, abordando de forma um pouco mais específica o papel que estas vêm desempenhando nos últimos anos.

Vale a pena ouvir

 

O papo é sobre “content house”

Mais um programete de rádio

O nosso drops de rádio desta semana tratou do surgimento das “content houses”. Não sabe o que é?! Então dá o play e entenda o que está acontecendo.

O drops do Publicitando é exibido toda terça dentro do Panorama, programa de rádio exibido de segunda a sexta na rádio Unitau das 14h00 às 16h00.

 

Novo programete

Mais um

Ontem foi ao ar pela Rádio Unitau, dentro do programa Panorama, mais um drops do Publicitando.

Desta vez o tema foi o desgaste da propaganda tradicional e a necessidade das marcas buscarem novas saídas. Confira:

 

Coluna “Discutindo a relação…”

As duas faces da moeda

Desta vez quero abordar um assunto que é controverso. E sobre o qual nem mesmo eu tenho um ponto de vista ou uma opinião definitiva.

Quero falar do modelo de agências de propaganda no Brasil no que se refere especificamente à manutenção, nas estruturas destas agências, do departamento de mídia.

Sim, pois não sei se todos sabem, mas o Brasil é um dos poucos países do mundo em que a mídia continua sendo uma área dentro da estrutura da agência de propaganda. Na maioria esmagadora dos países a mídia tornou-se empresa apartada, externa, especializada e independente.

Por aqui isso não ocorreu e não ocorre.

E por que a questão é difícil? Vamos lá!

Nos países em que a mídia deixou de ser um departamento ou área da agência houve a percepção – há umas três décadas – de que essa era uma área ténica, sofisticada e estratégica demais para permanecer apenas como mais um “pedaço” da estrutura maior. A evolução e o desenvolvimento da área de mídia acabou por levá-la para fora da agência. Surgiram empresas especializadas em planejamneto, estratégia e tática de mídia. Então, a partir do momento da cisão, o anunciante contratava planejamento de campanhas e criação em uma agência de propaganda e planejamento e estratégia de mídia em outra.

Parte importante desta saída da mídia de dentro da estrutura das agências se deve ao fato de que nos principais mercados de propaganda não ser tão fundamental (ou nem acontecer) o comissionamento pela compra de mídia.

Houve muita confusão conceitual, pois também mais ou menos na mesma época surgiram empresas especializadas apenas na compra de mídia. Ficaram conhecidas como “brokers”. Elas compravam espaços nas mais diferentes mídias em grande quantidade e negociando altos descontos e depois revendiam estes mesmos espaços para anunciantes e até mesmo para agências de propaganda. Foram danosas em muitos mercados. A Argentina, aqui em nossa região, é um exemplo de como as empresas que compravam mídia poderiam ser prejudiciais ao cenário de comunicação. O mercado de agências de propaganda quase foi extinto no nosso vizinho.

Aqui no Brasil a mídia segue até hoje sendo parte da estrutura das agências. Uma das principais razões para não termos acompanhado a mudança quase global é que aqui o comissionamento, o desconto concedido às agências de propaganda seguiu e segue existindo. E mais do que isso: segue sendo a maior forma de remuneração das agências brasileiras.

Tão pesada e importante é a comissão paga pelos veículos de comunicação às agências que muitas delas cobravam muito pouco ou, em casos mais radicais, nada pelos outros serviços – planejamento e criação, principalmente.

O fato é que hoje vemos muitas agências, redes e holdings multinacionais elogiando a decisão brasileira e pensando em rever a mudança de mais ou menos três décadas e… trazer a mídia de volta para casa. Os que defendem essa decisão dizem que o modelo brasileiro faz com que haja maior interação e envolvimento nas decisões estratégicas para os anunciantes. E isso é fato!

Fato também é que, infelizmente, ganhar pela compra de mídia fez com que as agências nacionais deixassem de saber cobrar por serviços pra lá de importantes. Conheci inúmeras casos de agências que abriam mão totalmente de cobrar pela criação para ter clientes, faturando apenas com o comissionamento. Daí minha indecisão a respeito do tema.

Por um lado é claro que ter o departamento de mídia integrado ao planejamento e à criação, principalmente, faz grande diferença em favor dos clientes. Por outro lado esse modelo existe muito em função de um certo “vício” pela receita da compra de mídia. Já faz muito, muito tempo que a figura de agenciar compra de espaços em veículos deixou de ser aquela que melhor representa e traduz o papel de uma agência de propaganda.

E mais! Em muitos aspectos pode significar certa distorção, uma vez que sabemos, embora muitos neguem até a morte, que coisas como BV e fome por gordas receitas pode levar a decisões não tão técnicas na hora de utilizar veículos em prol de uma anunciante.

Fica o impasse. Eu tendo a achar que há mais vantagens no modelo brasileiro. E que se as agências deixarem de ser dependentes da remuneração do agenciamento e passarem a cobrar melhor por outros serviços a coisa fica toda melhor resolvida. As chamadas agências digitais estão aí para provar que é possível e viável atuar de modo sustentável e rentável no mercado de comunicação sem ganhar comissionamento.

Coluna “Discutindo a relação…”

Caminhos e modelos

É fato que o mercado de agências de propaganda e/ou de comunicação têm sido fortemente afetado nos últimos anos pelas mudanças econômicas, tecnológicas e pelas novas exigências dos clientes/anunciantes. As agências e seus modelos de funcionamento têm sido colocados em cheque.

Como consequência natural, o mercado publicitário reage e tenta encontrar novas possibilidades de atuação e caminhos para dar conta das novas demandas e fazer frente à nova realidade.

Surgimento de coletivos, consultorias e modelos “in house” ligados a agências tradicionais são alguns exemplos. O Omnicom lançou recentemente a We Are United, agência “in house” desenvolvida para atender exclusivamente ao McDonald’s, via DDB nos EUA. Aplicaram este modelo no Brasil com a criação da Tamboré, “in house” ligada à DM9 que atende unicamente ao Walmart.

Aqui em nossa região, a RM Vale do Paraíba, já temos claros indícios e exemplos desta busca. Embora as agências de comunicação daqui tradicionalmente já operem estruturas mais enxutas e ofereçam amplo cardápio de serviços, também no nosso mercado já percebemos a existência de novos modelos de atuação. Afinal de contas, a forte pressão para manter o negócio lucrativo, mesmo com estruturas menores, também ocorre.

Vou apresentar três cases que acredito serem significativos deste cenário. Vamos lá!

Recentemente chegou ao Vale do Paraíba uma nova agência de comunicação, a BR012. Estive lá batendo papo com eles logo no início da operação. E o que ouvi foi muito interessante. A BR012 tem sede física, um charmoso e pequeno escritório em um prédio comercial novo de Taubaté. Mas neste escritório atua uma equipe muito reduzida. Basicamente os dois sócios e um redator (pelo menos era isso quando os conheci). Mesmo assim, a agência atende diversas contas, inclusive em outros estados. E isso só é possível porque a cada cliente atendido uma equipe é montada. Uma equipe de freelancers cuidadosamente escolhida de acordo com as demandas de cada cliente. O nível e a quantidade de profissionais envolvidos varia de acordo com cada projeto.

Um pouco mais “antigo” mas igualmente interessante é o modelo de rede de agências independentes ao qual a Avalanche de SJCampos está ligada. O LEAG ( Local Expert Agency Group) reúne agências num formato de colaboração e contribuição de expertises, sem que haja fusões e aquisições. Ou seja, as agências seguem sendo independentes mas se reúnem em torno do atendimento e da conquista de clientes, apoiando-se através de suas expertises e portfólios. E todos os envolvidos naquele atendimento são remunerados. Uma baita ideia, sem dúvida! Permite que a Avalanche atenda, por exemplo, clientes em outros estados.

E, bem mais recente, conheci no ano passado o Papo na Nuvem. Trata-se de uma iniciativa de coletivo de profissionais de comunicação, com foco maior em digital e sem nenhuma estrutura física. Não existe um escritório ou sede. Cada um dos profissionais é um CNPJ. De acordo com a demanda do cliente/anunciante alguns dos profissionais participantes do coletivo são acionados, trocam figurinhas (presencialmente ou não) e entregam as melhores soluções de comunicação digital. Um projeto bem diferenciado e que já vêm colhendo bons frutos e que deve evoluir nos próximos meses e anos.

Certamente outros bons exemplos devem já existir em nossa região. E outras iniciativas com outras formulações e métodos de trabalho deverão surgir. E, com o tempo, veremos quais delas serão vencedoras. O que podemos afirmar é que dificilmente veremos daqui para frente a prevalência de um único modelo.

Vale a pena ficar atento ao que virá!

ABA anuncia propósito e estratégia de atuação para os próximos anos

A nova comunicação expande a visão do ‘marketing para transformar’ e empodera os associados da entidade

Com o conceito “ABA. Com você, a gente faz diferença”, a Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) lança campanha institucional, que marca uma nova visão, positiva e protagonista, no mercado da comunicação e do marketing. Esse movimento é resultado do projeto ABA 2020, criado para definir os rumos futuros da Associação, produzindo uma agenda estratégica e de impacto que envolve questões críticas dos negócios, e também da sociedade, de forma interligada.

Para isso, a entidade foi ouvir seus associados e principais stakeholders sobre suas expectativas e desafios, para que pudesse liderar e atender às demandas determinadas pelos novos modelos de negócios. Durante sete meses, realizou pesquisas quali e quanti, reuniões, calls e depoimentos online para geração de insights e construção do propósito, para, a partir daí, desenvolver a estratégia e planos de ação. A ABA definiu sua causa, o motivo pela qual ela existe, para assim definir seu propósito: “Mobilizar o Marketing para Transformar os Negócios e a Sociedade”.

A ABA entendeu que tinha um espaço na sociedade que só ela podia assumir, e que uma liderança transformadora seria a única maneira de construir um futuro de possibilidades e prosperidade, pois é onde se cria diariamente referenciais acerca das melhores práticas e do estado da arte do marketing e da comunicação. Além de ser reconhecida pelo mercado e governo pelas discussões de temas críticos para a liberdade de expressão no que tange o consumo responsável, a ABA reúne profissionais e líderes de marketing de grandes empresas, que constituem a riqueza de um conjunto multissetorial.

Peça da nova campanha ABA. Com você, a gente faz diferença, com João Branco, presidente da ABA e diretor de Marketing do McDonald´s

“Nossos esforços, a partir desse momento, estarão voltados ao alcance do novo propósito, através da mobilização do mercado para promover um ambiente de negócios livre e responsável; da construção de uma agenda propositiva que alinhe todos os atores do mercado da comunicação; da promoção das melhores práticas globais em marketing, regulatório e desenvolvimento de talentos; e da pavimentação dos caminhos do futuro da comunicação e do marketing de forma coletiva”, afirma Sandra Martinelli, presidente executiva da ABA.

“Nossa associação comprovou sua imensa capacidade de realização em diversas ocasiões recentes. Porém, a soma de todas as experiências ao longo dos anos nos dá a convicção de que o trabalho em conjunto nos permitirá ir muito além, elevando a geração de valor a um patamar sem precedentes. Conduzir todo esse movimento de reorientação das iniciativas da ABA de forma bem-sucedida tem sido imensamente gratificante”, conclui Martinelli.

A parceira da ABA para o desenvolvimento do projeto estratégico e para as pesquisas qualitativas foi a Consultoria Amélie, de Olga Martinez e Anne Hamon, e a campanha é assinada pela agência Heads, que engloba o novo logo, peças publicitárias, spots para rádio e anúncios on e offline, e coordena ainda a mudança visual dos materiais gráficos. A pesquisa quantitativa foi feita pela Ideafix, de Suzel Figueiredo, e algumas das quali pela Perception Fly Frog.

Peça da nova campanha ABA. Com você, a gente faz diferença, com Gabriela Onofre, Diretora de Marketing Global/Latam para cuidados femininos da Johnson & Johnson, e Conselheira da ABA

A ABA também reformulou toda a sua plataforma digital – Portal, LinkedIn, Twitter, Instagram e Facebook – alinhando-os ao seu propósito.

O lançamento da campanha ocorre oficialmente, nesta sexta-feira, 01 de setembro.

Para saber mais, acesse www.aba.com.br e os canais da ABA no Facebook, Twitter, Instagram e LinkedIn.

Fonte: In Press Porter Novelli Assessoria de Comunicação – Maria Juliana Buso

Clear Channel e In Loco Media promovem integração inédita entre out of home e mobile

Parceria oferece campanhas digitais que alcançam a mesma audiência nos dois meios por meio do retargeting

A Clear Channel, uma das maiores empresas de mídia out of home no mundo, e a In Loco Media, primeira rede de publicidade mobile baseada em localização indoor do mundo, firmam parceria e promovem, pela primeira vez, a integração das mídias Out-of-Home (OOH) e mobile. O objetivo é oferecer aos anunciantes campanhas em OOH e mobile, direcionadas a mesma audiência, por meio do retargeting. A junção das duas mídias possibilita o planejamento de campanha de forma unificada por meio do serviço que ganhou o nome de Clear Channel Mobile Extended Media.

A novidade apresenta diferenciais concretos ao mercado na busca pela efetividade das campanhas e despertando interesse, por exemplo, da Globo, que contratou a ferramenta para a campanha de lançamento da série Filhos da Pátria, que estará disponível, a partir do dia 3 de agosto, pelo Globo Play. A ação terá duração de uma semana, com veiculação no Rio de Janeiro.

Com o Clear Channel Mobile Extended Media, agências e anunciantes poderão veicular campanhas nos 100 relógios digitais da Clear Channel localizados na capital fluminense. A partir deste momento, as pessoas impactadas no OOH recebem um novo anúncio ao abrir um dos 600 aplicativos móveis parceiros da In Loco, sendo redirecionadas para um website promocional ou mapa que indica a loja mais próxima.

A aliança entre as duas empresas tem potencial imenso, permitindo milhões de impactos semanais por meio do circuito de relógios digitais e no mobile. Muito além dos números, o serviço permite um caminho inédito, promovendo a execução de ações multiplataformas e facilitando o planejamento de mídia.

“De um lado temos os smartphones da rede In Loco, que são mais de 55 milhões no Brasil, e, do outro, o OOH, com 88% de exposição do público ao meio. Juntos, oferecemos opções de campanhas cada vez mais criativas e com foco preciso”, explica André Ferraz, CEO da In Loco Media.

Lizandra Freitas e André Ferraz

De acordo com Lizandra Freitas, CEO da Clear Channel, atualmente vivemos uma cultura multitela em que a complementariedade de mídia se tornou essencial para um bom plano. “É inegável que hoje as pessoas passam a maior parte do tempo fora de casa. E neste trajeto, cada vez mais longo, estão sempre conectadas por meio de seus smartphones. A parceria inédita com a In Loco coloca o Out of Home em um patamar sem precedentes, reforçando o nosso compromisso constante com a inovação para o meio”, enfatiza.

Fonte: Tatiane Oliveira – Lucia Faria Comunicação

Mercado cresceu pouco

Mercado publicitário registra baixo crescimento em 2016

Estudo feito pelo Meio & Mensagem, em parceria com o Kantar Ibope Media, traz ranking com os maiores anunciantes, agências e principais setores econômicos

Dominado por crises, 2016 foi complicado para toda a cadeia produtiva brasileira. Movido por grandes setores da economia, o mercado publicitário também foi afetado, mas em menor escala na comparação com o PIB, que teve queda de 3,6%. Os investimentos publicitários foram marcados por grandes oscilações, incluindo retração nos recursos destinados à mídia por parte de alguns dos principais anunciantes. Esse movimento, comprovado por dados, pode ser conferido no ranking Agências & Anunciantes, que o Meio & Mensagem veicula com exclusividade nesta segunda-feira (29). O estudo feito em parceria com o Kantar Ibope Media considera o volume dos investimentos publicitários no País e traz os setores econômicos que mais se destacaram, além dos 300 maiores anunciantes e das 50 maiores agências.

“Tivemos um ano difícil, com recessão. E apesar da redução de investimentos no meio publicitário, conseguimos registrar um crescimento médio de 2%. Alguns setores se destacaram, agências conquistaram novas e robustas contas e alguns anunciantes retomaram os gastos com mídia”, ressalta José Carlos de Salles Gomes Neto, CEO do Meio & Mensagem.

Entre os setores econômicos, o de Comércio e Varejo está na liderança, apesar da retração de 6% dos investimentos destinados em mídia (R$ 7,5 bilhões). Em seguida, aparece a área de Serviços ao Consumidor, com R$ 4 bilhões, e o de Higiene Pessoal e Beleza, com R$ 3,9 bilhões. A Indústria Farmacêutica, ocupando o quarto lugar, movimentou R$ 3 bilhões, registrando 3,7% de crescimento. Ainda entre os dez principais setores, estão Mercado Financeiro e Seguros; Alimentação; Veículo Peças e Acessórios; Bebidas; e Serviços de Telecomunicação e Cultura, que inclui também os segmentos de Lazer, Esporte e Turismo.

Já no setor de anunciantes ocorreu um recuo nos investimentos em mídia das principais empresas. Os cinco primeiros colocados, mantiveram suas posições em relação a 2015. A Genomma Lab, companhia de produtos farmacêuticos e cosméticos, ocupa a primeira posição acumulando R$ 1,3 bilhão destinados à publicidade, apesar da retração de 12,7% em relação ao ano anterior. Em segundo lugar está a Via Varejo ao investir R$ 1,1 bilhão contra R$ 1,3 bilhão em 2015. A Unilever, terceira colocada, também reduziu os recursos em 10,2%, investindo R$ 988 milhões. Na sequência, entre as 10 principais, vem Hypermarcas, Caixa, P&G, AMBEV, Telefonica, Divcom Pharma e General Motors.

Entre as maiores agências, a Y&R mais uma vez ocupa a primeira posição do ranking, apesar da queda de 13,1% de seu faturamento na comparação com 2015. Seguida de AlmapBBDO, WMcCann, Ogilvy Brasil e Publicis. Contudo, o grande destaque entre as 50 ficou com a Talent, que subiu 14 posições, pulando da 20º para o sexto lugar. Ainda de acordo com o ranking, a agência, que atende clientes como Ipiranga, Claro, Alelo e Telefonica, movimentou R$ 864,4 milhões somente no ano passado, representando um aumento de 85,2% em relação ao período anterior.

Ainda entre as dez primeiras do estudo, na sétima posição está a My Propaganda, que obteve crescimento de 12%. Leo Burnett Tailor Made, Lew’Lara\TBWA e Africa fecham o top 10.

Acesse o link para conferir a metodologia, ranking dos maiores anunciantes, maiores agências e setores que mais investiram.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira

Nova parceria da Zoomin.TV

Zoomin.TV firma parceria com Rubicon para campanhas premium de vídeo

Acordo vale para inventário premium em vídeo para Brasil e Argentina em pre-roll, formato intext e vídeos em reach media

A Zoomin.TV, maior rede horizontal de conteúdo e distribuição de vídeo online no mundo e a quinta maior audiência de vídeo no Brasil, segundo o comScore, anuncia parceria com a Rubicon, empresa que atua na automação de publicidade digital. O objetivo é expandir a oferta de qualidade de inventário premium em vídeo online no Brasil e em 2017 para a Argentina.

“Só neste ano, a Zoomin.TV triplicou seu faturamento, contratou 12 novos profissionais e entregou mais de 200 milhões de ad views. Além disso, se tornou uma das maiores empresas no Brasil no segmento de vídeo online”, afirma Paulo Leal, diretor geral da Zoomin.TV Brasil. O inventário premium conjunto já está disponível para o mercado brasileiro. A Zoomin.TV, nesta parceria com a Rubicon, pretende aumentar seu inventário em 33% em vídeo e atender até 40 novos anunciantes na plataforma premium da Rubicon.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira

Coluna “Discutindo a relação…”

Comunicar bem só faz bem

A comunicação é sempre muito discutida e falada dentro das empresas. A maioria dos presidentes, CEO’s e gerentes sempre destacam sua importância em variados momentos e conversas no dia-a-dia empresarial.

Infelizmente, nem sempre esse discurso se transforma em ações concretas. Mais do que isso: nem sempre as indústrias, empresas comerciais e prestadoras de serviços enxergam a comunicação como elemento constituinte de seu planejamento estratégico. Essas formas de pensar o uso da comunicação são bastante comuns em nossa região.

Já há, é verdade, honrosas exceções a essa regra. Alguns empresários e executivos já pensam a comunicação como elemento essencial da estratégia de mercado de suas empresas. Algo tão importante quanto a logística, as vendas e a maneira de administrar o fluxo de caixa.

A verdade é que a comunicação deveria ser um dos pilares do pensamento administrativo. E tratamos aqui não só da comunicação externa – aquela que se dirige ao consumidor final de seus produtos e/ou serviços, ou mesmo aos intermediários – mas também a interna aquela dirigida aos que trabalham na empresa.

A comunicação externa é capaz de criar imagem corporativa, imagem de marca e motivação para a compra. Imagem corporativa e imagem de marca são importantes (até essenciais) para qualquer tipo de empresa, mesmo aquelas que não tenham produtos voltados diretamente ao consumidor final. Já a motivação para a compra é determinante para empresas quem vendem produtos e serviços diretamente ao usuário final (varejo e prestadores de serviços).

Já a comunicação interna é fundamental para motivar as equipes de sua empresa e para fazer com que todos tenham claro quais são os objetivos, metas e até mesmo a missão de sua corporação. As empresas em alguns casos investem bastante em treinamento, mas pouco ou nada em comunicação interna.

Os cursos de administração deveriam ter disciplinas da área de comunicação, comumente encontradas nas grades curriculares dos cursos de comunicação social em suas diferentes habilitações (basicamente jornalismo, relações públicas e publicidade e propaganda). O mesmo deveria ocorrer nos diversos MBA’s e pós-graduações.
Você que é dono ou dirige uma empresa de qualquer segmento e/ou porte deveria começar a pensar de forma mais estratégica a sua comunicação interna e externa.

Afinal de contas, boa comunicação só trás benefícios. Boa comunicação só faz bem.