Artigo aborda relação branding e perfomance

Mas afinal, existe branding sem performance?

Por Gabriela Viana*

Recentemente, estive em pelo menos dois eventos nos quais o assunto de marca e performance foram direta ou indiretamente discutidos, bem como apresentações de uma empresa sobre plataformas tecnológicas para marketing. Entre os comentários feitos durante os eventos, os que mais me chamaram a atenção foram:

— Por que empresas de tecnologia estão agora assumindo que fazem marketing?

— Grande parte do que essa empresa de tecnologia acaba de apresentar, nós nem sabemos para o que serve.

— Branding é branding, e performance é performance.

Mais de um cliente ou representante de agências de publicidade questionou a tecnologia, os impactos negativos do seu uso, a invasão de empresas de tecnologia e outras frases de estranhamento ao assunto chato da performance – e ao uso da tecnologia para garantir performance. Uma pergunta (a meu ver, retórica), não saiu da minha cabeça durante os eventos:

— Existe branding sem performance?

A abertura do IAB Branding & Performance deste ano, por exemplo, teve um manifesto do IAB a respeito de Brand Safety: como plataformas digitais e a compra programática de mídia podem garantir que comerciais das marcas não apareçam próximos a conteúdos impróprios. Também incluiu discussões sobre Fake News e o impacto que a disseminação de notícias falsas nas plataformas digitais tem, por exemplo, na política.

Com dois sinais tão claros de que a tecnologia transformou de forma radical a mídia, não deveríamos estar discutindo se cabe ou não o uso da tecnologia e dos dados na construção das marcas. Deveríamos evoluir na discussão de que, para construir marcas, são mandatórios grandes investimentos em mídia. Deveríamos estar discutindo quais as tecnologias eficientes na construção de marcas – e como usá-las.

Existem impactos negativos no uso prevalente de tecnologia? Sim, também. Estamos renegociando vários aspectos da nossa vida, nossa matéria profissional sendo apenas uma parte afetada.

Isso não quer dizer que não haja qualquer impacto negativo em como o marketing tradicional ainda é feito. Desde alocar investimento em um único tipo de mídia até considerar que a comunicação realmente vive apartada da experiência: um comercial lindo, uma experiência com a marca não tão linda.

Experiência! A comunidade do marketing não pode opor branding à performance, como se existissem como elementos isolados. Menos ainda pode seguir adiante usando a tecnologia como mero acessório – obrigatório, porém marginal. Mesmo a frase tantas vezes repetida como um mantra – “a tecnologia é apenas um meio” –, é perigosa, pois aparta. Define a tecnologia como canal e não como centro nevrálgico do que estamos presenciando como uma revolução que já está em curso.

Usemos a Netflix e a Amazon como exemplos. Outras perguntas – retóricas, novamente:

Podemos argumentar que não são grandes marcas? E podemos, realmente, questionar o quanto de tecnologia – e portanto, performance também – está envolvido em entregar a experiência de conteúdo e compras que ambas entregam?

Essas marcas não foram construídas a partir de “campanhas 360” e comerciais no horário nobre da TV. O uso da tecnologia é irreversível, simplesmente porque os consumidores aprenderam a usar – e a gostar – da experiência. Estamos falando de apenas duas marcas que já existem e são gigantes em suas áreas, não sobre marcas que ainda vão surgir. A Netflix vai tão longe quanto criar uma série baseada no perfil de uso da sua audiência. É informação em escala alterando o produto, e não a entrega do produto, nem apenas comunicando a existência do produto.

Uma estratégia de marketing baseada em dados, informação e criatividade é fundamental para criar uma experiência de impacto que seja tanto individual quanto escalável. Isso obviamente não elimina a criatividade. Pelo contrário, a coloca a serviço da entrega de boas experiências aos consumidores.

Será que nós, profissionais de marketing e agências, se pudéssemos escolher, ficaríamos só com o branding? O branding aqui entendido como: “vamos ter uma ideia bem legal e então criar uma campanha linda”? Já perdi a conta das vezes em que me pediram para indicar “alguém bom em digital”. Quantas empresas ainda estão terceirizando atividades que envolvam dados e informação sobre seus próprios clientes? Ou empresas que não fizeram distinção entre mídia e tecnologia na hora de escolher parceiros.

O uso da tecnologia não pode ser entendido como uma simples maneira de mensurar os resultados (como algo que acontece isolado no tempo). A performance faz parte da experiência do consumidor, tanto quanto a ideia criativa. Toda a experiência do consumidor com a sua marca – e o quanto desta experiência demonstra que você o reconhece e o quanto a experiência se transforma ao reconhecer esse consumidor – será determinante para a construção de marca.

Novas marcas nascem de um novo uso ou aplicação dada à tecnologia e outras marcas se transformam, e se mantêm relevantes, ao também encarar a tecnologia como um aspecto indissociável do negócio – e da marca.

Então, vamos à boa (ou à má, dependendo do ponto de vista) notícia: não vai ter branding sem performance. Escolha um caminho através do qual esta seja uma boa notícia para a sua empresa. Comece aprendendo para que servem os produtos criados pelas intrometidas empresas de tecnologia de marketing e então tome decisões sobre quais das soluções disponíveis vão ajudar a sua marca a entregar incríveis experiências de consumo.

*Gabriela Viana é diretora de Marketing da Adobe Systems para a América Latina

Conheça o “EmpregaACIT”

Novo link “Emprega ACIT” é disponibilizado em site para auxílio na recolocação profissional

A Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT), sempre atenta ao cenário financeiro e ao desenvolvimento da cidade por meio do comércio e prestação de serviços, traz mais uma novidade em seu site corporativo, o Emprega ACIT.

Dessa vez, a Associação oferece a oportunidade de busca das vagas disponibilizadas na cidade para recolocação no mercado de trabalho. Essa ferramenta para cadastro de currículos é uma parceria com o Banco Nacional de Empregos (BNE) e qualquer pessoa física pode acessá-lo para buscar novas vagas. Além disso, os candidatos podem realizar o cadastro de seu currículo profissional para possíveis oportunidades futuras.

As empresas associadas também podem desfrutar desse benefício utilizando a busca de profissionais por meio do acesso aos currículos no banco de dados. Os associados podem também realizar o cadastro de suas vagas de empregos para que sejam visualizadas por todos que estão em busca de recolocação.

Com essa nova ferramenta, a ACIT tem como objetivo auxiliar na diminuição do desemprego da cidade, valorizando a mão de obra local e incentivando as empresas a buscarem esses profissionais em nossa região. Mas, acima de tudo, criar facilidade ao concentrar em seu site mais esse facilidade tanto para as empresas associadas quanto para a comunidade local.

O link do Emprega ACIT pode ser acessado pelo site da instituição no endereço www.acitaubate.com.br.

Crédito para empreender

A partir de maio, Banco do Povo e BEJ passam a funcionar dentro da sede da ACI, no centro de São José dos Campos

Desde o dia 2 de maio, o Banco do Povo Paulista e o Banco do Empreendedor Joseense passaram a funcionar dentro da sede da Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, no centro da cidade. O BPP e o BEJ trabalham juntos e oferecem crédito de até R$ 10 mil a microempresários para compra de mercadorias e equipamentos.

Para o diretor administrativo do BPP e BEJ, José Alberto Nassur, o novo endereço dos bancos possibilita aos microempresários maior acessibilidade e melhor concentração de serviços, já que além da ACI, o prédio também dispõe serviços da Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo).

De acordo com Nassur, a mudança aconteceu para melhorar o atendimento aos empreendedores. “Nós passamos a atender ao lado da Jucesp e da Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, o que é positivo. Afinal, atendemos, em boa parte, o mesmo público e estamos no centro da cidade. Isso facilita o acesso e otimiza o trabalho do microempresário.”

Para o presidente da ACI, Humberto Dutra, é uma honra ter dentro da sede da entidade dois bancos voltados ao microcrédito. Ele ressalta também os juros cobrados pelo BPP e pelo BEJ, abaixo da média dos juros do restante do mercado. “No momento de crise, no qual os juros nos bancos oficiais e privados são bem acima da média dos juros do Banco do Povo, ter isso dentro da casa do empresário nos deixa muito orgulhoso.”

Os juros cobrados pelo BPP são de 0,35% ao mês, pré-fixados. No BEJ, os juros são de 2,7% ao mês.

Desde a inauguração do BEJ, em 1997, foram realizadas 10.428 operações de crédito na cidade. Pelo Banco do Povo foram 540 2.270.710.00 empréstimos efetuados desde 2011. Esses dados sinalizam que as ações influenciam o desenvolvimento socioeconômico e colaboram com o progresso do empresário local e expansão de oportunidades.

Antes, os bancos funcionam no Paço Municipal. A ACI é sócia do BEJ, junto com a Prefeitura de São José dos Campos, regional do Ciesp (Centro das Indústrias do Vale do Paraíba) e Univap (Universidade do Vale do Paraíba). O BEJ realiza empréstimos para compra de mercadorias e matéria-prima (capital de giro) ou mesmo para o investimento em ativo fixo (equipamentos, máquinas e reformas). O valor mínimo do financiamento é de R$ 200 e o máximo, R$ 10 mil.

Como fazer

Os interessados no crédito devem comparecer ao Banco do Povo Paulista e ao Banco do Empreendedor Joseense e realizar um cadastro. Será feita uma análise da microempresa para verificar se ela está dentro das regras solicitadas para que a aprovação seja efetuada. Para mais informações, acesse os sites www.bancodopovo.sp.gov.br e http://www.bejcredito.com.br ou compareça às unidades, à Rua Francisco Paes, 56, centro. BPP e BEJ funcionam das 9h às 17h.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia

Mauricio de Sousa seleciona crianças de todo o Brasil

Mauricio de Sousa seleciona crianças de todo o Brasil para interpretar, pela primeira vez em carne e osso, a Turma da Mônica
Escolhidos vão estrelar o primeiro filme de trilogia nos cinemas, ‘Laços’, que narra o amor incondicional do Cebolinha pelo seu cão desaparecido Floquinho, em aventura com Mônica, Magali e Cascão

O desenhista Mauricio de Sousa seleciona crianças de todo o Brasil para interpretar os personagens mais famosos da ficção infantil brasileira, também conhecidos em outros 29 países: Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão. Esta é a primeira vez em mais de 50 anos, desde que foram criados, que os integrantes da Turma da Mônica sairão dos quadrinhos, de onde fazem parte do imaginário de gerações de brasileiros, para trilogia nos cinemas em carne e osso (ou ‘live action’). Os interessados em atuar no primeiro filme, intitulado ‘Laços’, podem se inscrever gratuitamente pelo site turmadamonicaofilme.com.br, até 15 de maio.

Baseado na graphic novel homônima mais vendida no mercado brasileiro, o longa ‘Laços’ narrará a história de amor incondicional de uma criança pelo seu cãozinho de estimação e a importância da amizade. No roteiro, Floquinho desaparece e o seu dono, Cebolinha, conta com a ajuda dos amigos Mônica, Magali e Cascão em um plano infalível para encontrá-lo. A história une o clássico dos personagens do Mauricio de Sousa a uma narrativa repleta de emoções e perigos, roteirizada e desenhada por Lu e Vitor Caffagi. O filme, que chegará aos cinemas do Brasil e da América Latina em junho de 2018, é uma coprodução da Quintal Digital e Latina Estúdio com a Mauricio de Sousa Produções.

As inscrições dos candidatos devem ser realizadas por seus responsáveis legais, sendo que as idades mínima e máxima exigidas são de 8 (oito) e 12 (doze) anos completados em 2017, respectivamente. É obrigatório que os candidatos apresentem boa frequência na escola e aproveitamento escolar satisfatório em instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC). O site do filme disponibilizará formulário pelo qual deverão ser enviados até três fotos junto com link do YouTube, em até 1 (um) minuto de duração, com performance artística de livre escolha da criança relativa ou não aos personagens dos quadrinhos. Para concluir o cadastro, os representantes também deverão disponibilizar os seus contatos (telefone e e-mail), além informações sobre perfis e medidas pessoais dos aspirantes. Não é exigido o registro profissional para atores, popularmente conhecido por ‘DRT’.

Todo o processo seletivo, gratuito, será realizado na cidade de São Paulo e os locais serão informados com antecedência aos candidatos pela produção do longa. Envolve audições e testes de atuação artística, entre maio e julho, além de oficinas e laboratórios de vídeo, em agosto. Possíveis despesas com transporte, acomodação e alimentação de candidatos e seus responsáveis legais durante esse período deverão ser arcadas de forma exclusiva pelos participantes.

As crianças serão avaliadas por uma banca liderada pelo diretor de ‘Laços’, Daniel Rezende, e que também será composta por produtores da Quintal Digital e da Latina Estudio. Todas as etapas de produção são supervisionadas pelo pai da Turminha, que se diverte diante de uma ansiedade incontida em ver as suas criaturas humanizadas. “Será que abriremos mão do roteiro original e o Floquinho virá com pelagem branca ou manteremos o esverdeado que o consagrou? E o Cebolinha, virá só com poucos fios de cabelos espetados ou lhe daremos uma cabeleira mais generosa?”. A brincadeira também questiona a percepção dos fãs sobre a adaptação que o cinema exige.

Critérios
“Como seria se a Turminha existisse de verdade?”. Esta é a questão que, segundo o produtor executivo Cao Quintas, norteia todo o trabalho da equipe de produção. Desde a criação do primeiro personagem – o Cebolinha em 1960 – Mauricio de Sousa sempre se pautou pela observação do cotidiano de gerações de crianças e da família dentro e fora do Brasil. “São hábitos, características e tipos diversos, que traduzem a identidade social de vários povos dentro e fora do Brasil, como a dislalia do Cebolinha e o prazer pela comida ainda na infância representado pela Magali, o amor pelos animais de estimação como Floquinho, entre outros aspectos”, explica o desenhista. Quintas ainda ressalta o resgate dos valores universais que os personagens transmitem. “O filme mostrará a origem dos Laços que mantêm a Turminha unida há mais de 60 anos”, revela.

De acordo com Rezende, o principal critério para seleção levará em conta a similaridade entre essas personalidades dos quadrinhos com as características dos candidatos. “Nós não queremos, e nem conseguiríamos, moldar a espontaneidade dessas crianças àquilo que já existe na ficção. Por isso estamos em busca do que há de mais próximo entre o mundo real com a criação do Mauricio. É uma troca entre esses dois lados”, explica. As outras qualidades que serão avaliadas nos candidatos são talento artístico, desenvoltura em cena e interação entre atores.

Questionado sobre as futuras cobranças dos fãs, Rezende afirma: “Manteremos boa parte das características dos personagens, mas é certo que o público pode esperar por novidades. Isso porque o cinema explora bem o sentido visual e trabalha com imagem em movimento, diferente dos quadrinhos. Então, estamos avaliando como serão as passagens de câmeras e dos atores em cena, assim como figurinos e maquiagem, por exemplo. Temos uma equipe que já pesquisa e desenvolve vários testes de adaptação”.

Rezende diz que existe grande possibilidade de novos personagens serem criados especialmente para o filme ‘Laços’ e manda um recado para adultos e crianças. “Nem eu, nem o Mauricio de Sousa, incentivamos a competição entre os candidatos que vão participar da seleção. Por favor, entendam muito mais como um processo em que se busca extrair a similaridade da ficção com o mundo real do que com uma disputa”, afirma.

Em agosto deste ano, Daniel Rezende estreará nos cinemas o filme ‘Bingo: O Rei das Manhãs”, cinebiografia de Arlindo Barreto, que interpretou o palhaço Bozo em programas infantis de TV nos anos 80. O profissional já foi indicado ao Oscar pela edição de ‘Cidade de Deus’, em 2004, e ganhou o prêmio BAFTA, da Britsh Academy of Film and Television Arts, também como editor.

@SigaOFloquinho
O filme ‘Laços’ já tem o seu primeiro ator escalado no elenco. Trata-se do cãozinho da raça Lhasa Apso que dá vida no mundo real ao Floquinho. Atualmente, o animalzinho vivencia uma rotina diária de treinamentos em São Paulo para estrear na telona. “Estamos socializando o Floquinho, por meio de brincadeiras e alguns truques de adestramento. A intenção é ensina-lo a entender a linguagem humana, para que possa se comunicar de forma mais natural nos sets de filmagem”, revela Elias de Oliveira, treinador do Floquinho, que possui mais de 41 anos de experiência na área e acumula experiências em trabalhos com animais em cinema, televisão, comerciais e internet.

O cãozinho de estimação do Cebolinha ficou imortalizado nos quadrinhos por ter uma farta pelagem, para lá de original, na cor verde, fato que espalha dúvida por onde passa e permite esconder objetos da Turminha de diversos tamanhos. “Estamos desenvolvendo alguns testes para dar vida às características originais dos quadrinhos e tenho certeza de que os fãs vão adorar o resultado. Se na vida real o cãozinho já tem todo um charme, imagina quando estiver sendo visto na telona? Será incrível!”, finaliza Rezende.

Os fãs podem interagir e acompanhar a rotina do Floquinho por meio do perfil oficial @SigaOFloquinho no Facebook e Instagram.

Sobre Quintal Digital e Latina Estúdio
A Quintal Digital desenvolve trabalhos destinados ao entretenimento em família, como as séries de animação Alladin e Turma do Pateta, para a Disney, e o longa-metragem Anastacia, da Fox Estudios. Já a produtora Latina Estudio atua com coproduções internacionais, por meio de filmes reconhecidos nos principais festivais audiovisuais do mundo, como Cannes, Veneza, Havana e Gramado. Os premiados Tony Manero e Post Mortem, do diretor chileno Pablo Larraín, fazem parte do line up da produtora.

Sobre a Mauricio de Sousa Produções
A Mauricio de Sousa Produções (MSP) é a maior empresa de produção de quadrinhos do Brasil, com mais de 50 anos de história e responsável por uma das marcas mais admiradas do país, a Turma da Mônica. Na área editorial, possui um dos maiores estúdios do setor no mundo – são mais de 300 títulos até hoje. A companhia responde por 80% das vendas de histórias em quadrinhos do mercado brasileiro. E ainda há outros números impressionantes: são mais de 400 personagens criados e mais de 1 bilhão de revistas vendidas. Não à toa, as revistas da Turma da Mônica participam de forma tão importante da alfabetização informal de milhões de brasileiros. A MSP investe em tradição com inovação e produz hoje conteúdos em todas as plataformas com a mais alta tecnologia, alinhando educação, cultura e entretenimento. No licenciamento, a empresa trabalha com uma média de 150 empresas que utilizam seus personagens em mais de 3 mil itens.

Fonte: Casa do Bom Conteúdo – Rodrigo Cabral – Marcelo Affini