Jornal vai circular com som

Direto do AdNews

No próximo domingo, 21, o leitor que abrir o jornal O Estado de S.Paulo vai ouvir ópera. A propaganda inusitada é resultado de ação inédita em jornais brasileiros, criada em parceria com a Eugênio Marketing Imobiliário.

De acordo com comunicado enviado pela empresa, o impresso terá uma sobrecapa promocional no caderno Economia & Negócios do empreendimento Luzes da Mooca da Cyrela. Quando o leitor manusear e abrir o caderno, tocará uma ópera, graças a um chip instalado, acionado quando entra em contato com a luz. Em razão dessa sensibilidade, toda a montagem do anúncio será feita entre sábado e domingo.

O encarte terá uma tiragem especial de 10 mil exemplares, com distribuição dirigida para assinantes na região do empreendimento e para assinantes em bairros estratégicos da Capital (investidores e formadores de opinião).

“A ideia surgiu em uma reunião de briefing com a agência e o cliente e foi totalmente viabilizada pelo Estadão, com a participação de todo o nosso time: Projetos Especiais, Comercial, Compras, Processos/Operações, Pré-impressão e Distribuição”, explica Roberto Proença, gerente de Desenvolvimento de Negócios e Projetos Especiais do Grupo Estado, acrescentando que case é fruto de um trabalho intenso e de parceria que o Grupo Estado mantém com as agências e anunciantes.

Revista já teve até vídeo

Apesar de ser inédito em jornal, em revista, esse tipo de anúncio já foi até superado. Em agosto, a DPZ criou um anúncio com áudio e vídeo para a BM&F/Bovespa, que circulou na revista Época Negócios com um MP4 Player. A peça era um convite às principais lideranças do mercado para o lançamento da campanha “Quer ser sócio?”, que aconteceria no dia 17 de agosto, no Espaço BM&F/Bovespa (relembre).

Nos Estados Unidos, a rede de TV CBS, em parceria com a Pepsi, colocou um micro-chip com cerca de 40 minutos de áudio e vídeo na revista Entertainmet Weekly. Ele rodava assim que o leitor virava a página, então era possível assistir a trechos de seriados novos e consagrados da CBS e um anúncio da Pepsi para promover um lançamento.

Redação Adnews

Planejamento de Mídia

Essa é uma área que ainda levanta muitos questionamentos e dúvidas. Por isso, vamos apresentar aqui as funções principais do planejamento de mídia na estrutura das agências, assim como no desenvolvimento de campanhas de comunicação.

Plano-de-Midia-Online

1- Responder pelas atividades gerais de planejamento, tais como:

– discutir o briefing com o restante da agência;

– estratégia e planpo anual de mídia;

– administrar a verba de mídia, com revisões periódicas.

2 – Responder pelas recomendações gerais de tática de mídia:

– indicar os veículos;

– indicar projetos/propostas/eventos especiais (integração off/on).

3 – Responsabilizar-se pelas reservas e execução das programações de mídia

4 – Ajustar com o cheking dos meios as compensações de possíveis falhas

5 – Analisar:

– informações de mercado;

– informações gerais de mídia;

– informações gerais de concorrência;

– pesquisas de mídia;

– pesquisas de comunicação e de consumo;

– oportunidades de mídia;

6 – Responder pelo relacionamento com os veículos:

– relacionamento externo: clientes, veículos e fornecedores de informação;

– relacionamento interno: atendimento, criação e pesquisa de mercado.

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E como estrutura, num nível de excelência, o departamento de mídia deve constituir-se de:

– Diretoria de mídia;

– Planejamento de Mídia;

– Pesquisa de Mídia;

– Concorrência/Avaliação;

– Compras de Mídia.

Principal fonte: Tudo que você queria saber sobre propaganda e ninguém teve paciência para explicar – Capítulo de Mídia – Edson Benetti

Artigo sobre redes sociais

O Poder das Redes Sociais 

Por Jossiano Leal

Enquanto muitas empresas ainda parecem não crer no poder que as mídias sociais tem, vou citar alguns exemplos que aconteceram comigo recentemente para provar o quão importante elas tem sido.Exemplo 1: A Copa do Mundo na África do Sul estava bombando e a Paquetá Esportes faz uma promoção via Twitter para quem acertasse os resultados dos jogos do Brasil. Aposto, no jogo contra a Costa do Marfim, em 3 a 1 para o escrete canarinho. Finzinho do jogo, 3 a 0 para a Seleção e Drogba faz um gol. Eu discretamente comemoro, e ganho uma camisa oficial da Seleção da Argélia, entregue em casa pelos Correios.

Exemplo 2: Libertadores da América, semi-final entre Inter e São Paulo. O Banco Santander, patrocinador da competição, faz uma promoção nas principais redes sociais, Twitter, Orkut e Facebook, onde sorteia ingressos para a área Vip. Ganho o sorteio, e de acordo com o enunciado da promoção do Twitter e confirmado pelo telefone na ligação que recebi, e também por e-mail, seriam um par de ingressos para o jogo. Com isso, resolvi levar comigo o meu irmão, que já tinha um ingresso, o qual ele cedeu para a nossa irmã, que não é sócia do Inter.
Chegamos então no dia do jogo junto à tenda do Santander, conforme instruções recebidas por e-mail. Ao chegarmos, foi informado que só o meu nome constava do sistema e que não teria direito ao segundo ingresso, no caso, do meu irmão.
Abri o meu N95 e mostrei os dois e-mails para o senhor Celso, da Group Comunicação (agência que cuida do marketing do banco), e o mesmo teve bom senso e boa vontade, liberando o credenciamento do meu irmão.
E se eu não tivesse um smartphone e não tivesse como comprovar que eu tinha direito a um par de ingressos para o jogo? Meu irmão, que tinha um ingresso para a arquibancada superior e cedeu o mesmo para a minha irmã para me acompanhar na Torcida Santander, não teria visto o jogo por uma falha interna de comunicação?

Enviei a reclamação para o banco e fui respondido rapidamente com um pedido de desculpas.

Exemplo 3: Em agosto assinei o serviço de TV por assinatura da Sky, que dava na época um desconto razoável para quem era cliente da GVT. No dia da instalação, como o instalador demorou mais que o previsto, me atrasei para o trabalho, e publiquei no Twitter algo como “Valeu Sky, por fazer eu me atrasar para o trabalho”. Em poucos minutos recebi uma resposta no Twitter pedindo desculpas.

Dois dias depois recebi uma fatura por e-mail e achei estranho, já que não conhecia o sistema de cobrança da empresa, e reclamei novamente no Twitter. Novamente tive resposta rápida, informei meu código de cliente e em poucos minutos estava recebendo uma ligação me explicando todo o processo de cobrança e da fatura. Não satisfeita, a Sky ainda me enviou por e-mail todas as informações passadas pelo telefone. Agilidade nota 10.

Exemplo 4: Não encontrei os chocolates Bis sabor limão no supermercado que costumo ir, o Zaffari da Otto Niemeyer. Pelo site do Zaffari, relatei que gostaria de poder comprar tal chocolate. Me ligaram, e em 3 dias, estava disponível no súper o Bis Limão. E meu comentário no Twitter e no Facebook sobre isso gerou várias respostas de gente que resolveu experimentar este chocolate, elogiando ou criticando, de acordo com o gosto de cada um.
Exemplo 5: O clicRBS mudou o seu layout. Comentei no Twitter que não tinha gostado do posicionamento das notícias e em alguns minutos recebi uma mensagem do site dizendo que várias outras pessoas também compartilhavam da minha opinião, e que estavam trabalhando para corrigir isto.
Há também as empresas (e órgãos públicos) que ainda não estão se importando com o feedback, usando as mídias só para informar. E ainda as que só dão retorno quando conveniente, como uma rede de restaurantes que respondeu rapidamente quando perguntei sobre entrega, mas ignorou minha pergunta de porque eles não aceitavam vale-refeição à noite, mas aceitavam no almoço.
Alguém ainda duvida do poder das redes sociais?