Uma nova forma de entender o comércio

Conheça o Comércio Digital, pensado para a entrega de experiências sensacionais

*Por Maurício Trezub

A certeza de que a experiência proporcionada ao consumidor irá reger os negócios hoje e nos próximos anos é algo latente, porém, fica o questionamento sobre como fazer essa entrega, do ponto de vista do empresário. O varejo e a indústria vão passar por uma transformação digital e, para que isso aconteça, as empresas vão precisar, necessariamente, da soma de diferentes tecnologias. A pessoa física se digitalizou, mas as empresas só passaram a olhar agora para este consumidor digital e a pergunta que deve ser feita antes de qualquer investimento é: qual experiência de compra o meu público quer ter?

A verdade é que o varejo vai precisar de uma combinação de soluções perfeitamente integradas para entregar aos seus clientes experiências sensacionais – afinal, não se busca nada menos do que isso! Não falo apenas de e-commerce, mobile ou ERP especializado, mas sim da fusão desses três agentes, integrando a loja física ao ambiente de vendas online e ao celular do consumidor. Assim, a sua empresa vai conseguir aplicar na prática o conceito de Comércio Digital. O resultado, sob a perspectiva dos negócios, é veracidade das informações, segurança de gestão e planejamento estratégico apurado, além de encantamento e fidelização dos clientes.

Essa capacidade de integrar o físico ao virtual, por meio de pacotes de soluções tecnológicas, para entregar a melhor experiência ao consumidor – o que chamamos de Comércio Digital – pode ser empregada de acordo com o que o público gostaria de ter no relacionamento com a sua marca. Lembra da minha pergunta inicial? Então, este é o ponto de partida para entender quais tecnologias melhor vão te atender.

Será que o seu cliente quer comprar via e-commerce, agendar um horário e apenas fazer a retirada do produto na loja física? Como isso funcionaria internamente na sua empresa? Imagine que você tem uma hamburgueria (pois é! Por que não uma lanchonete com e-commerce? A inovação está disponível para todos). O cliente entra no seu e-commerce e faz um pedido que, pela integração com o seu software de gestão, cai diretamente nas ordens de serviço da cozinha, de acordo com o horário escolhido para a retirada do lanche. O mesmo ERP, integrado ao hardware, envia a informação para a emissão automática do cupom fiscal. O cliente, então, passa na loja, pega o seu pacote e a sua nota – sem gastar tempo no atendimento do balcão e com uma experiência completamente diferente do que está acostumado.

O problema na implementação da estratégia digital é que não existe bala de prata. Cada segmento vai ter que pensar as experiências que fazem sentido para o seu segmento. Um armazém de vinhos vai construir experiências diferentes de uma loja de eletrônicos, que vai ser muito diferente de um supermercado que em quase nada se assemelharia a uma boutique de moda. Mas então por onde devo começar? Você deve começar redesenhando as experiências de forma a criar um fluxo de interação com o consumidor removendo todas as etapas que geram atrito (frictionless) e usando todos os canais por onde o consumidor deseja se relacionar com sua empresa: loja física, celular, televendas, chat-vendas ou um navegador web. Por atrito, entenda todas as experiências ruins que temos hoje como, por exemplo: filas, troco, papel, demoras, locomoção, formulários de cadastro, erros, lentidão e etc.

Se o futuro do consumidor é a experiência que uma marca lhe proporciona, o futuro das empresas é ter à disposição dos seus negócios soluções integradas, que orquestrem as novas necessidades de um público totalmente digitalizado, fazendo dessas experiências uma realidade acessível e duradoura. Isso é muito mais do que comércio eletrônico, é um novo Comércio Digital, pensado para o relacionamento constante e de qualidade com o consumidor.

*Maurício Trezub é diretor de e-commerce da TOTVS

Fonte: RMA Comunicação – Marina Escarminio

O e-commerce e a experiência do consumidor

Como o e-commerce tem mudado as características de compra em nome da experiência do consumidor

*Por Maurício Trezub

Ter a possibilidade de comprar de forma fácil e rápida, comparando produtos, preços e especificações em tempo real, é cada vez mais parte da rotina dos consumidores, que estão ainda mais conectados ao mundo virtual e demandando novas posturas das empresas. Essa busca por experiências diferenciadas de compra é o que faz com que o varejo físico procure por uma estratégia multicanal para se aproximar mais do cliente.

Até pouco tempo atrás, comprar online se resumia em buscas, avaliação de preços e conveniência. Mas, para se reinventar no mercado e crescer, é preciso compreender que o consumidor está mais empoderado e se adaptar ao dia a dia dele é entender que irá transformar a maneira de pensar a venda no ponto físico, desde o atendimento, à interação até à forma de mostrar os produtos nas prateleiras. E nesse ponto, o varejo físico tradicional precisa entender a importância da mobilidade para poder acompanhar essas características na velocidade com que as coisas acontecem e evoluem.

A jornada de compra hoje em dia deve fugir de ser algo muito sistemático. Hoje, muitas marcas procuram atrair a atenção dos consumidores, porque sabem que eles têm o conhecimento sobre o produto de muitas formas, seja pelas redes sociais, blogs, sites, e-mail marketing ou por uma propaganda na TV. E buscar a novidade é o que move a transformação digital do varejo, então, é natural que as empresas procurem formas de melhorar sua presença digital para que as experiências dos clientes sejam sensacionais.

O varejista que quer começar a se movimentar nessa direção pode apostar em tecnologias que facilitem essa nova vivência, tanto para o consumidor quanto para o gestor da loja e o próprio vendedor. Por exemplo, a vitrine virtual, que proporciona um atendimento diferenciado no ponto de venda físico, fugindo de uma compra convencional e surpreendendo o cliente nos pequenos detalhes. Desta forma, o consumidor percebe que está no lugar certo e absorve cada vez mais as vantagens do e-commerce dentro de uma loja física.

Imagine que o cliente está dentro de um empório procurando por uma determinada marca de vinho. Ele passa pela vitrine virtual, visualiza os produtos, busca por informações sobre o vinho e pode entender melhor sobre o produto, além de visualizar possíveis combinações com outras mercadorias da loja que a própria vitrine sugere, como um queijo, por exemplo. Ao escolher o produto, o consumidor pode pegá-lo e ir diretamente ao caixa, ou, melhor ainda, chamar um vendedor e ser atendido com um PDV móvel, ou pagar diretamente pelo e-commerce da loja e agendar a entrega na sua casa.

Se a escolha for chamar o vendedor, o processo pode ser finalizado por meio de um PDV móvel. O vendedor fará a compra ser mais dinâmica, uma vez que ele tem em suas mãos as informações sobre o estoque e outros setores da loja, simplificando a relação com o cliente e finalizando os pedidos e pagamentos de forma totalmente remota e direta.

As vitrines virtuais podem ser colocadas desde lojas pequenas a espaços de grande circulação, como aeroportos, metrôs, petshops, supermercados e shoppings. Outra forma de disponibilizar as ofertas é por meio de um QRCode. Com ele, é possível escolher o produto e comprá-lo apenas com um clique. Os painéis mostram as imagens das mercadorias, o cliente escolhe o que quer levar e, para finalizar a compra, posiciona o celular em frente ao código que, automaticamente, o direciona à loja virtual da empresa. Ao finalizar o pedido, esse código gerado aparece na tela do celular com a opção para pagamento feito pelo cartão de crédito. A entrega dos produtos pode ser feita em casa horas depois ou em qualquer outro lugar que for cadastrado.

Algumas empresas já investiram nessa tecnologia, como o supermercado Pão de Açúcar e a Submarino. O mercado está se reformulando e os ambientes, cada vez mais integrados, proporcionam vendas mais estratégicas. As informações que são oferecidas permitem um refinamento do posicionamento das mercadorias nas prateleiras das lojas e, até mesmo, mais entendimento do comportamento e do perfil de cada consumidor. Isso faz com que as empresas repensem a relação loja x cliente, identifiquem novas oportunidades e trabalhem na fidelização do consumidor. Quanto mais digitalizarmos o ambiente de consumo para nossos clientes, mais parceiros e procurados seremos.

*Maurício Trezub é diretor de e-commerce da TOTVS

Fonte: RMA Comunicação – Marina Escarminio

Em 2017, a Black Friday gerou um aumento de 135% no volume de visitas ao varejo físico em todo o Brasil

Estudo feito pela In Loco mostra que a Black Friday deste ano também se consolidou no varejo físico

As pessoas saíram muito mais às ruas na última Black Friday. Na sexta (24), o volume total de visitas aos locais mapeados pela In Loco foi 135% maior do que a média dos dias comuns do mês de novembro de 2017. O dado indica que o dia de promoções trazido ao Brasil pelo varejo online superou as fronteiras do e-commerce e se consolidou também no mundo físico.

Os locais com maior destaque no aumento do fluxo de visitas foram os locais da categoria livraria (+159%) e lojas de eletrônicos (+148%). A elevação das visitas no mundo físico conversa com picos de crescimento de até 32% na busca na web** pelos principais produtos relacionados a estas categorias de locais (livrarias, comércios de smartphones e tablets). “O aumento do fluxo de visitas registrado pela In Loco demonstra que o brasileiro está aderindo a Black Friday do varejo físico”, revela André Ferraz, CEO e cofundador da In Loco.

Já os shoppings e lojas de departamento tiveram, respectivamente, aumento de 119% e 77% no fluxo de visitas, indicando que o consumidor, além de buscar promoções específicas, também saiu em busca de oportunidades de compra em ambientes mais abrangentes.


As compras não planejadas da categoria supermercado ganharam espaço: durante a Black Friday, foi registrado um aumento de 39% no fluxo de visitas em relação ao mesmo período do mês no restante do ano. É interessante observar que a data foi capaz de aquecer as vendas da categoria mesmo no final do mês (dia 24/11), período que costuma ter um volume de vendas mais baixo em supermercados e mercearias.

O brasileiro também aproveitou a data para avaliar produtos de maior complexidade, seja comprando ou pesquisando: concessionárias e lojas de carros seminovos registraram 26% mais fluxo de visitantes que num dia comum.

Um dado surpreendente foi o crescimento de visitas em farmácias e drogarias: +140% visitas na Black Friday, impulsionado pela tendência de compras de conveniência que inclui itens de higiene, perfumaria e cosméticos nesse tipo de estabelecimento.

Fonte: GrupoCASA – Yonara Santana/Vanessa Mayumi/Nathalia Crivellaro

Black Friday na nossa região

Black Friday movimenta o comércio no Vale do Paraíba
Via Vale Garden Shopping está otimista com a data e preparou diversas ações atrativas para o consumidor

A Black Friday está se aproximando e o comércio da região do Vale do Paraíba está otimista com a data. Diversas lojas e centros comerciais já estão se preparando com campanhas e promoções para lá de vantajosas e a expectativa é grande.

Imagem: Freepik

Uma recente pesquisa realizada pelo Google e Ibope mostra que 87% dos entrevistados pretendem realizar compras na edição deste ano da Black Friday, programada para o próximo dia 24 de novembro, uma sexta-feira. O valor que cada um dos entrevistados afirmou que irá gastar esse ano é cerca de R$1071,00. Foram entrevistados 1.211 consumidores entre os dia 27 de outubro e 4 de novembro.

O Via Vale Garden Shopping, em Taubaté, está otimista com a chegada da data e espera que uma boa fatia desses consumidores compareçam ao empreendimento para aproveitar as ofertas. “Os lojistas participantes estão preparando ações bastante impactantes para a Black Friday. Algumas lojas estarão com descontos de até 80% em peças selecionadas, o que impacta de maneira positiva o consumidor. Nosso objetivo é movimentar o Garden, trazendo ao público descontos reais, que irão valer a pena”, enfatiza Bruna Marcon, responsável pelo Marketing do Via Vale.

O levantamento mostra ainda que os smartphones são os preferidos na hora de fazer a compra ficando com 38%. A categoria de eletro eletrônicos é a que mais desperta interesse no consumidor, ficando com 65% da intenção de compras. Na sequência, vêm roupas e calçados com 47%. A consolidação da data no Brasil também faz com que os compradores fiquem mais maduros, ou seja, aguardam a data por saber que os descontos são bons, guardam dinheiro e fazem as compras à vista.

 

Ações do Via Vale

Para a data, o Via Vale Garden Shopping preparou diversas ações, juntamente aos lojistas, para promover ótimos descontos aos clientes e com isso e estabelecimento estima um aumento de 12% em relação ao ano anterior. “A primeira ação que iremos fazer é estender a Black Friday. No Garden ela começará no dia 24, mas vai até o dia 26, ou seja, o consumidor terá um final de semana inteiro para aproveitar os descontos oferecidos nas lojas do shopping”, explica Bruna.

Uma outra campanha que está sendo realizada pelo Via Vale que promete chamar bastante a atenção dos consumidores é o “Leva o Print”. Trata-se de uma ação onde no período da Black Friday, o lojista colocará um produto com um desconto bastante atrativo e que seja bastante desejado, essa publicação será divulgada nas redes sociais do shopping e quem tirar um print da tela e levar na loja em questão, garantirá aquele desconto.

Nos dias da campanha o Garden também trabalhará com alguns horários diferenciados. Na sexta-feira (24) a Lojas Americanas abre das 7h às 00h e as lojas Renner, Havan e Riachuelo das 8h às 23h. Já no sábado (25) todas as lojas funcionam das 10h às 23. No domingo (26) o horário de funcionamento das lojas do shopping será normal, das 13h às 20h.