O vai e vem de profissionais na área de comunicação segue em ritmo acentuado. Confira algumas das últimas trocas de posição do mercado de comunicação e marketing.
Arison Sonagere, sócio proprietário da Atributo Branding e articulista deste blog, assumiu na semana passada a coordenação do curso de Publicidade e Propaganda da Anhanguera SJC. O desafio será reposicionar a marca e encontrar novos caminhos para o curso. Uma de suas primeiras ações foi lançar uma fã page chamada NPP/SJC com o objetivo de interagir com o mercado.
Há novidades também pelo lado CCR. Moisés Rosa acaba de assumir o posto de Analista de Comunicação na CCR NovaDutra.
E a jovem publicitária Débora Carvalho é a mais nova contratação da CoreBiz, agência sediada em São Paulo. Ela assume posição como designer. Débora já tem passagens por Verge Parceria Estratégica (Taubaté) e Focusnetworks – OnLife Marketing Transformation (SJCampos).
Muito se fala sobre uma revolução digital que mudará o jeito como nos relacionamos com o mundo. O futuro com a internet das coisas parece reservar a todos uma conexão virtual que identifica nossos passos e controla cada vez mais aceleração do comprar e vender. A big data conhecerá tão bem as individualidades que o tropeçar em anúncio será substituído pelo tropeçar no consumo e promoverá a formação dos desejos latentes através dos seus clicks em redes sociais e inteligência artificial transformará toda essa prática de venda em autônoma, quase que deixando para escanteio a necessidade da relação humanizada, podendo ser substituída pela relação racionalizada.
No entanto, o que não parece estar presente nesta equação e que pode mudar muito o que as previsões desse futuro almejam é o fator da angústia juvenil e sua natural rebeldia criativa.
Está energia psíquica que naturalmente movimenta as gerações e muda o modo de pensar, pode exigir um modo diferente de lidar com os valores que atribuímos às coisas e desvalorizar em muito está automação do meio de viver.
Sinto que as expressões artísticas da juventude já deixam claro essa resignação, ou melhor a ressignificação, e esta não se parece em nada com a grande expectativa que o mercado ostenta para este futuro tecnológico.
Tenho reparado no caminho que os criativos das agências de propaganda têm tomado para fugir deste mundo que os incomoda e os aprisiona. Muitos deles deixaram o mundo de glória das agências para viver seus pequenos sonhos artísticos, que graças a internet ganharam fãs e patrocinadores. São canais de ensino, produtos manuais e arte pela arte.
Imagem: Pixabay
A solução que parte deles encontrou é a volta para as “artes e ofícios” agora conectada pela grande rede e patrocinada por nichos de prestigiadores do mundo analógico.
Algo tão revolucionário quanto o pensamento de William Morris que peitou a revolução industrial mantendo sua arte por manufatura, com um design que sobreviveu aos séculos.
Criativos encontram formas de viver através da sua arte e encontram ressonância na internet, porque há um grande público que já despertou desta Matrix em que ela nem ao menos tenha chegado.
É fato que a grande massa será levada por essa enxurrada digital, mas se o meu empirismo estiver certo ainda haverá romantismo em meio a tanta racionalidade, é que como diz o filme Jurassic Park: “a vida sempre encontra uma maneira.”
Desenvolvimento de layouts para campanhas online e off-line, criação de logotipos, identidade visual e conteúdos para mídias sociais.
Desejável: Ensino superior COMPLETO em: Comunicação Social ou Design Gráfico. Domínio em programas gráficos. Conhecimento em edição de vídeo. Conhecimento básico em Marketing e tendências de moda.