Investimento pesado no Rio de Janeiro

TIM reforça rede e investe em tecnologia de ponta no Rio de Janeiro
Operadora amplia sua infraestrutura e implementa soluções inovadoras que ficarão de legado para a cidade e o país

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A TIM realizou uma série de melhorias e investimentos para reforço de cobertura no Rio de Janeiro. A companhia implementará soluções tecnológicas inovadoras e de vanguarda para oferecer uma melhor experiência aos brasileiros e visitantes, além de deixar um legado de infraestrutura aos cariocas em pontos importantes da cidade. A TIM ampliou, ainda, sua capacidade de rede em locais distribuídos estrategicamente nas rotas de mobilidade urbana e pontos de grande concentração durante as disputas do megaevento esportivo que acontecerá na cidade, visando fornecer uma boa experiência no uso de rede de voz e dados.

“Este será o primeiro grande evento de envergadura mundial para a tecnologia 4G e, seguramente, o mais conectado da história. A TIM espera, entre visitantes e residentes, que cerca de 70% do tráfego navegado virá de usuários da rede 4G, e 30% aos usuários da rede 3G. Para garantir a entrega de um serviço de alta qualidade, estamos trazendo tecnologia de ponta e o que há de mais moderno para nossos clientes, além de ampliar de forma significativa nossa cobertura. Queremos ser protagonistas no uso de soluções inéditas no Brasil. O investimento realizado no Rio de Janeiro será modelo para as demais regiões do país no futuro”, anuncia o Chief Technology Officer da TIM Brasil, Leonardo Capdeville.

Uma das novidades é a adoção do serviço de conexão móvel de alta velocidade agregando duas faixas de frequências distintas (2600 MHz e 1800 MHz), que vai oferecer uma experiência única em banda larga móvel. A junção das frequências permite o aumento significativo da velocidade de download de dados. Outro destaque, que fará parte do portfólio da empresa é o Cloud RAN, que será aplicado na região da Barra da Tijuca que receberá competições esportivas. Considerando a grande quantidade de elementos de rede instalados no local, esta solução amplia a capacidade da rede, otimizando o uso dos recursos de forma mais inteligente.

Também, em parceria com a Huawei, a operadora terá o projeto ‘Key Event Assurance’, para prover monitoramento e mensuração na adequação de recursos à alta demanda de voz e dados. A solução também ajuda na prevenção contra possíveis falhas ou sobrecarga de rede, com monitoramento e identificação de necessidades de atuação em tempo real.

“A Huawei está muito entusiasmada em colaborar com a evolução das redes da TIM no Brasil, principalmente no Rio de Janeiro. Ao adotar as tecnologias de redes mais avançadas do mercado como Cloud RAN e Carrier Aggregation, a operadora está bem posicionada para oferecer serviços inovadores e de qualidade aos seus clientes. Com o serviço Key Event Assurance, também está adotando a mais avançada metodologia para garantir as comunicações em grandes eventos e preparar sua rede para picos extremos de tráfego de voz e dados. Esperamos continuar apoiando a TIM na trajetória de sucesso de sua transformação digital e na construção de um mundo melhor conectado”, diz Huang Hailin, vice-presidente da Huawei do Brasil.

A TIM lançará, ainda, o projeto piloto de uma solução inovadora, que permite a realização de chamadas de alta definição de voz e de vídeo baseado em IMS (IP Multimedia Subsystem), o VoLTE, além do WiFiCalling. A tecnologia possibilita que a voz trafegue sobre a rede 4G, por meio de protocolo IP fim a fim, de um smartphone até o outro, aumentando de forma significativa a qualidade da conexão. Já o WiFi Calling permitirá a melhoria de cobertura Indoor onde o sinal estiver disponível. A operadora é pioneira no desenvolvimento da solução na América do Sul e disponibilizará o serviço, em conjunto com a Huawei, para um grupo de clientes do Rio de Janeiro e, posteriormente, para todo o Brasil.

Outros investimentos
Além das ações nos locais destinados para as competições, a TIM vai reforçar a cobertura em toda a região metropolitana do Rio de Janeiro, com destaque para as áreas de maior circulação de turistas, que poderão usufruir a tecnologia de quarta geração na frequência de 1800 MHz, a mais utilizada no mundo e também adotada pela companhia para expandir sua rede 4G, na qual é líder com 513 cidades cobertas no país. Ao todo, os clientes poderão contar com 1.100 estações rádio base 3G ativas e 1.250 estações em 4G no Rio de Janeiro até o fim desse ano.

Para suporte ao visitante de outros países, a TIM está ampliando seus acordos de roaming 4G que irão ultrapassar 60 operadoras de 30 países (85% do tráfego atual de roaming), somados aos acordos existentes para as redes 3G e 2G que ultrapassam 340 operadoras em 160 países.

A TIM vem apostando na combinação de diferentes tipos de tecnologias para atender às demandas crescentes de tráfego de dados. Para isso, conta com investimento R$ 14 bilhões (2016-2018), focado na infraestrutura de rede. “Continuamos a investir fortemente na expansão e qualidade da cobertura no Rio de Janeiro, implementando novas tecnologias, como o biosite. A TIM já instalou 100 biosites no município e a previsão é dobrar este número até o final do ano. E tudo isso ficará de legado para a cidade”, complementa Capdeville.

O biosite é uma solução sustentável patenteada pela TIM. Trata-se de uma estrutura similar a um poste e que camufla as antenas da operadora – acomodando todos os equipamentos de telecomunicações (2G, 3G e 4G) em seu interior – além de abrigar outros mobiliários urbanos, como iluminação pública e câmeras de segurança. O projeto simplifica as etapas necessárias para ampliar a rede de telefonia em regiões de grande concentração, como é o caso do Rio de Janeiro, e contribui para diminuir a poluição visual nas cidades.

Fonte: Alameda Comunicação – Tawana Miquelino

De olho em seu consumo de internet

Você sabe o quanto de internet consome?
Docente do Senac Guaratinguetá explica como é medido o consumo de dados na hora da navegação

binary-1327493_640O uso de dados da internet tornou-se preocupação de muitos consumidores, após a notícia sobre a limitação do serviço por operadoras de telefonia. A partir de então, a procura por informações sobre o uso de dados na hora da navegação deixou uma interrogação: você sabe quanto de dados consome?

O docente da área de tecnologia da informação do Senac Guaratinguetá, Mateus Monteiro Brebal Hespana, explica com o que e como os usuários gastam os dados, que são medidos em bytes – unidade de medida de volume de dados. “Conteúdo de áudio, vídeo e imagens são os campeões em consumo de plano de dados. Acredita-se que um usuário que acessa com frequência as redes sociais e os serviços de streaming de vídeo, gaste, aproximadamente, 75% de sua franquia”, revela o especialista.

Ainda segundo Mateus, o consumo de dados pode mudar de acordo com o dispositivo de acesso. Tudo porque o tamanho do conteúdo replicado na tela implica diretamente no consumo do plano. “Uma foto que visualizamos no Facebook pelo notebook tem dimensões bem superiores à mesma imagem visualizada ou pré-visualizada pelo smartphone, gastando, desse modo, muito mais dados de internet”, explica.

Entenda as unidades de medida de dados
O docente explica qual o valor de cada unidade de medida de dados. Confira:

Byte (B) é a segunda menor unidade de medida e representa 8 bits;
Megabyte (MB) representa 1024 bytes (B);
Gigabyte (GB) representa 1024 megabytes (MB);

Geralmente, a quantidade de dados que as franquias entregam mensalmente aos usuários são medidas em Gigabytes (GB);

Fonte: KMS Comunicação e Marketing – Bruna Sales/Thaís Mazini

Global Data Bank anuncia chegada ao Brasil

Proposta inova na forma com que dados são coletados, protegidos, organizados e ativados

O Global Data Bank (GDB) anuncia o lançamento oficial de sua plataforma de dados que deve agitar o mercado. O GDB oferece abordagem completamente nova e segura de coletar e ativar dados, incrementando os resultados dos anunciantes e reduzindo os custos de dados dramaticamente.Baseado na ideia de que as empresas precisam assumir o controle sobre seus dados e ter a capacidade de combiná-los entre os mundos on e off-line, criando robustas segmentações e alcançando o melhor dos dois mundos, o GDB oferece todo o suporte para as empresas trabalharem seus dados de forma flexível, segura, em tempo real e com as melhores tecnologias disponíveis no mercado.

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GDB chega ao Brasil

O Global Data Bank é de livre entrada e participação, sem nenhum custo inicial e sem imposições contratuais custosas às empresas. Em vez disso, o GDB apenas cobra pequena porcentagem pelo uso de sua plataforma quando os dados são ativados para publicidade. Esta porcentagem vai de um terço a um quinto do que comumente cobra-se por dados de terceiros (empresas provedoras de dados – Data Providers). Isso cria um processo exponencialmente mais eficiente, com melhores opções de dados e permitindo maior fluxo dos recursos destinados à veiculação e ativação da mídia para o cliente, traduzindo-se em melhores resultados.

O GDB é uma empresa norte-americana que já nasce com operação no Brasil. Seus criadores e investidores são os veteranos de longa data em publicidade digital, John deTar e Guilherme Soter, em conjunto com a SIGNAL, sócia estratégica no mercado norte americano e que proverá tecnologia e distribuição. O GDB vem operando de forma Beta no Brasil há mais de seis meses, trabalhando com um grande portal, uma DSP local, com a multinacional AOL, a já consolidada ROIx e diversas agências e clientes diretos.

“Cada anunciante/agência/DSP tem sua própria conta no banco.E de forma segura eles podem depositar dados de diversas fontes, seja elas on ou off-line. Após isso, os anunciantes, que agem como “correntistas” desse banco, podem construir seus próprios clusters, segmentos e ativá-los em tempo real, programaticamente. Isso pode acontecer por meio de qualquer DSP no Brasil, como a AOL, Yahoo (YAM+), MediaMath, RocketFuel e Google”, diz John deTar.

“Tipicamente as empresas pagam entre 15% e 30% de todo o seu investimento no uso de dados de terceiros (thirdparty data) ao ativar uma campanha de mídia programática, e acabam se esquecendo de que o dado mais valioso é o seu próprio dado coletado e tratado (o firstparty data). Com o GDB, osclientes pagam apenas 5% pelousoda plataforma, e isso ocorre apenas quando os seus dados são ativados. Não cobramos nada adicionalmente pelos serviços de integração, coleta, organização nem tampouco pelo onboarding dos dados”, complementa Guilherme Soter. “A ideia é facilitar a vida dos anunciantes e agências, fazendo com que eles não tenham que pensar em construir sua própria Data Management Platform (DMP) ou que paguem por esse serviço sem ativação de mídia”. Dessa forma, todos podem se beneficiar da economia de escala que o GDB oferece com total segurança e privacidade total de seus dados assegurada por contrato.

“Nós não vendemos, compartilhamos ou alugamos dados. Apenas oferecemos a plataforma e as ferramentas essenciais para tornar o uso de dados eficiente para o cliente”, acrescenta Soter.

No mês de outubro de 2015, o GDB coletou mais de 11 bilhões de impressões de seus parceiros beta no Brasil, e já tem acesso a dados off-line de mais de 147 milhões de pessoas. Os resultados que os parceiros beta vêm alcançando têm sido expressivos. Em média, participantes têm atingido resultados 3,2 vezes superiores e custos de três a cinco vezes menores do que quando utilizam provedores de dados de terceiros.

Isto se traduz em um retorno 10,2 vezes maior quando uma companhia faz uso do GDB.“Estes resultados não nos surpreendem”, afirma deTar. “É o que se espera quando você reduz os custos e se concentra primariamente no uso de dados próprios ao invés de dados de terceiros, que você não sabe de onde estão vindo”.

Comercialmente, o GDB está sendo liderado por Marcelo Pincherle, vindo da Serasa Experian para assumir esta função, e que traz sólido conhecimento de ambos os mercados online e off-line de dados. Como parte da parceria tecnológica, Marcelo Nogueira, da SIGNAL, passa também a fazer parte do time comercial baseado em São Paulo.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Cláudio Garcia