Otimismo do consumidor

Consumidor acha que economia do Brasil melhorou em 2019

Pesquisa ACI/Unitau revela que joseense está otimista com a economia do país e que espera 2019 melhor que 2018; desemprego é maior problema

A maioria dos cidadãos de São José dos Campos acha que a economia do Brasil melhorou em 2019.

Isso é o que mostra pesquisa feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por meio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação). O levantamento ouviu 382 pessoas entre os dias 23 e 26 de abril, em locais de grande circulação da cidade: praça Afonso Pena, Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e os shoppings CenterVale, Vale Sul e Colinas. A margem de erro da pesquisa é de 5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

À pergunta feita pela ACI/Unitau se a economia do país melhorou em 2019, 54,6% dos entrevistados disseram que sim, contra 26,8% que disseram não e 18,6% que não souberam responder.

Não é só. Outras duas questões servem para corroborar essa tendência de otimismo.

Primeira: perguntados como se declaram em relação à economia em 2019, 48,5% dos entrevistados se declararam otimistas e 29% declararam ter um otimismo moderado (somadas, as taxas de otimismo somam 77,5%), contra 13,7% que afirmaram não ter expectativa, 5,5% que disseram estar pessimistas e 0,7% declararam um pessimismo moderado (taxas de péssimos, somadas, de 6,2%).

Segunda: perguntados como esperam o comportamento da economia em 2019 frente ao desempenho de 2018, 66,1% esperam um desempenho melhor, 19,2% acreditam em um desempenho igual e 7,8% aguardam um desempenho pior.

“Esse cenário, somadas as diversas respostas, mostra uma expectativa positiva do joseense em relação à economia do país em 2019. Isso tem se refletido nas vendas do comércio, que estão crescentes, como mostrou o movimento deste Dia das Mães, que atingiu uma alta de 5% a 6% sobre 2018” – disse o presidente da ACI de São José dos Campos, Humberto Dutra.

Maior problema

A pesquisa ACI/Unitau perguntou ao cidadão de São José dos Campos qual o principal problema da economia do país. Para 63,8% dos entrevistados, o principal problema é o desemprego, seguido por falta de ações do governo (8,8%), taxa de juros (7,5%), inflação (6,5%) e falta de investimentos públicos (5,2%).

Bolsonaro

O levantamento mediu ainda a aprovação do governo Jair Bolsonaro, pedindo que o cidadão de São José dos Campos desse uma nota de zero a 10 à administração federal. A nota que teve o maior número de citações foi 5, atribuída por 20,2% dos entrevistados, seguida pelas notas 4 (18,2%) e 6 (15,6%). As notas de zero a 4 somam 48,8% das respostas. As notas de 6 a 10 somam 30,9%.

Nesta terça-feira, a Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos irá disponibilizar dados da pesquisa realizada em parceria com a Unitau, que aponta a opinião dos moradores de São José dos Campos sobre as mudanças na economia durante o governo do presidente Bolsonaro.

Fonte: Matéria Consultoria e Mídia – Nathália Barcelos

Consumidor está otimista para o Dia das Mães

Pesquisa ACI/Unitau revela que mais de 77% dos consumidores vão às compras para esta data especial do calendário

Uma boa notícia para o comércio: o consumidor de São José dos Campos está otimista para o Dia das Mães deste ano.

Isso é o que mostra pesquisa exclusiva feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por meio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação), divulgada hoje (07 de maio). O levantamento ouviu 382 pessoas entre os dias 23 e 26 de abril, em locais de grande circulação da cidade: praça Afonso Pena, Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e os shoppings CenterVale, Vale Sul e Colinas. A margem de erro da pesquisa é de 5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O levantamento revela que 77,5% dos consumidores da cidade pretendem comprar presentes neste Dia das Mães, contra 66% em 2018. O índice de consumidores que declararam que não comprarão presentes é de 9,9%, quase metade do patamar do ano passado (17,3%).

“Os números dessa nova rodada de pesquisas da parceria entre ACI e Unitau revelam uma reação da economia neste início de ano e um otimismo do consumidor” disse o presidente da Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, Humberto Dutra.

A pesquisa aponta que o tíquete médio deste Dia das Mães deve girar até R$ 200, segundo revelaram 79,8% dos entrevistados, com 34,5% deles esperando gastar de R$ 100,01 a R$ 200. Esses índices repetem a tendência de 2018.

Na lista de presentes, segundo o levantamento ACI/Unitau, a preferência é por roupas e acessórios (40,5%), seguida por calçados (11,8%), perfumes e cosméticos (9,5%), bolsas e acessórios (8,8%) e joias e perfumes (7,8%). Outras opções, somadas, como dinheiro, viagens, jantares e flores, por exemplo, somaram 14% das citações dos consumidores entrevistados.

Formas de pagamento
Na forma de pagamento, a maioria dos consumidores disse que pretende pagar à visa (63,3%, contra 59,9% registrado em 2018), usando dinheiro (47,3%) ou cartão de débito (15,7%). O cartão de crédito é preferido de 29,7%. O crediário, de 9,7%

Fonte: Matéria & Mídia – Nathália Barcelos

Varejo: retomada e confiança

Retomada econômica do Varejo: sua empresa está pronta para se destacar nesse cenário?

por Robinson Idalgo *

O Varejo está acostumado a enfrentar períodos de instabilidade, avanço e recuo, consciente de que a conjuntura política interfere diretamente nas projeções do mercado. Por isso, é especialmente otimista a visão que o empresariado tem tido nos últimos tempos sobre o setor.

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O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mensalmente, foi o maior para o mês de março desde 2012 e aumentou em 10,9% na comparação com o mesmo mês de 2018. Isso mostra que, embora a reforma da Previdência e seus impactos ainda sejam pontos de interrogação para quem atua no varejo, é esperado um crescimento, ainda que lento, dentro do mercado.

Se a boa onda no comércio tem sido retomada, quem estiver mais preparado e acompanhando as tendências do segmento certamente obterá mais sucesso. E aqui entra a necessidade de se ter uma gestão empresarial precisa, com o uso de um ERP na nuvem, por exemplo.

Criar rotinas para o controle do estoque, orçamentos, vendas e emissão de notas fiscais garante que o micro ou pequeno negócio alie eficiência e organização no gerenciamento. Essas ferramentas, algumas disponíveis até gratuitamente, também permitem conciliação bancária (com movimentações registradas em documentos com formato OFX), controle de logística e algo que penso ser muito vantajoso: integração com marketplaces e e-commerces.

Considerando que 75% dos jovens entre 16 e 22 anos fazem compras em lojas virtuais ou em sites de revenda, conforme pesquisa da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) de agosto de 2018, estar com a marca nessas plataformas não é só uma questão de “estar conectado às novas gerações”; é recalcular rotas para explorar o perfil de novos consumidores, estando no mesmo ambiente de compra e até mesmo expandido a área de atuação do negócio, por meio de uma logística de entrega eficiente.

Destaco ainda a perspectiva de crescimento em lojas físicas. Apesar de saber que a recuperação tem sido mais vagarosa, até o final do ano, a CNC projeta saldo positivo de 102 mil postos de trabalho formal no varejo e abertura de 23,3 mil novos pontos de venda.

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Ou seja, ter em mãos recursos que sirvam de alavanca para direcionar o negócio nesse cenário me parece ser fundamental. Com certeza, um ERP se torna bastante efetivo nesse sentido, pelo fato de gerar informações de venda, do que deu certo e do que não deu, comparando mês a mês, como se diz no ditado popular, “como a banda está tocando”.

Isso porque o comerciante ou o prestador de serviço para ter condições de consultar os dados sem precisar se debruçar em planilhas trabalhosas. Tudo se presta, então, para o desenvolvimento de ações de marketing e de CRM mais apuradas, consolidadas e que, consequentemente, geram melhores resultados.

Especialistas de mercado analisam que não é hora de fazer apostas, mas de se juntar ao empresariado que deposita confiança no setor. Faça um exercício de memória apontando o que pode melhorar dentro de sua empresa, inclusive ouvindo a opinião dos colaboradores, e tire suas próprias conclusões.

*Robinson Idalgo – fundador do Sistema Grátis – sistema de gestão (ERP) grátis. Mais informações no site: www.sistemagratis.com.br

Transformação digital já é realidade no varejo brasileiro

Investimento em transformação digital já é realidade no varejo brasileiro, afirma estudo da SBVC

Por outro lado, cultura organizacional é principal dificuldade para a implementação da transformação digital.

Desenvolvido pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) em parceria com Oasis Lab Innovation Space, o estudo “Transformação Digital no Varejo Brasileiro” faz uma radiografia de como andam os investimentos em transformação digital, automação e treinamento dos funcionários que atuam nas empresas do varejo brasileiro, assim como ferramentas de inteligência artificial nos pontos de venda.

Entre as principais conclusões que o estudo identificou, está a melhora da percepção dos consumidores em relação à loja física, segundo opinião dos varejistas. A experiência do consumidor e a rapidez em sua tomada de decisão aumentaram. Porém para as empresas do varejo, os investimentos em ferramentas utilizadas para a contribuição na transformação digital nas lojas físicas não traduzem em redução de custos, mas sim retorno financeiro de longo prazo e diferencial competitivo. Esse investimento em T.D., segundo os varejistas entrevistados, resumem-se em média 0,42% sobre o faturamento bruto.

Investimento TD

Ainda de acordo com a análise feita pela SBVC, 100% dos varejistas acreditam que líderes são co-criadores, e trabalham em parceria com seus funcionários. “Para verejistas, cultura de co-criação entre funcionários e líderes é essencial para o desenvolvimento cultural, digital e de relacionamento, que de alguma forma transparece ao mercado”. assegura Hélio Biagi, Fundador e CEO OasisLab Innovation Space.

Outro tema que merece atenção especial dos varejistas são as start-ups, 20% já investem em parcerias, e 80% pretende investir nos próximos 12 meses. “Sem dúvida são conclusões reveladoras e que sugerem uma reflexão para as empresas. Num momento em que eficiência e produtividade máxima tornam-se palavras de ordem, investir em parcerias passa a ser obrigatório”, afirma Eduardo Terra, presidente da SBVC.

Metodologia

Para a avaliação, as empresas ouvidas foram divididas por faturamento: 41% delas tinham faturamento até 500 milhões; 18% com faturamento entre 500 milhões e 1 bilhão de reais e 41% com faturamento acima de 1 bilhão de reais. E representam os maiores players do mercado, de 7 diferentes segmentos do varejo, como moda, calçados e artigos esportivos, super, hiper, atacarejo e conveniência, lojas de departamento, artigos do lar e mercadorias em geral, drogarias e perfumarias, foodservice, livrarias e papelarias e outros segmentos.

Download do Estudo

Sobre a SBVC – Fundada em 29 de maio de 2014, a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) é uma organização sem fins lucrativos, aberta, multissetorial e com atuação complementar às demais entidades de classe do varejo. Sua missão é contribuir para o aumento da competividade do varejo, por meio de conteúdos e estudos de mercado, promovendo networking entre executivos do varejo de todos os segmentos. A entidade tem como objetivo defender os interesses do segmento e promover ações sociais. A SBVC é sustentada por quatro pilares fundamentais: Conteúdo, Relacionamento, Responsabilidade Social e Apoio Técnico.

Fonte: SBVC – Fernanda Besnosoff – Coordenadora de Estudos e Pesquisas