Marketing de Comunidade vs. Performance pura: construindo fãs ao invés de buscar apenas cliques

Imagem gerada pela IA do Canva

Por Josué Brazil (com apoio de IA)

Em um cenário de marketing em constante evolução, onde os desafios se intensificam e as certezas diminuem, uma questão se destaca: como as marcas podem efetivamente engajar seu público-alvo? Com o custo de aquisição de clientes (CAC) subindo e a morte dos cookies tornando-se cada vez mais iminente, a resposta pode estar em transformar a abordagem de marketing.

Vamos explorar a diferença entre o marketing de comunidade e a performance pura e como essa transição é fundamental para garantir o sucesso a longo prazo das marcas

O que é Marketing de Comunidade?

O marketing de comunidade vai além das simples vendas e promoções. Ele se concentra na construção de relacionamentos duradouros e significativos entre a marca e seus clientes. Quando falamos em comunidades, estamos nos referindo a grupos de pessoas que compartilham interesses, valores ou experiências comuns, onde a marca atua como uma catalisadora desse pertencimento. Esse modelo não apenas promove uma conexão emocional mais forte com a marca, mas também transforma consumidores em defensores fiéis.

A importância da conversa real

Uma das chaves para o sucesso no marketing de comunidade é a capacidade de promover conversas verdadeiras. Em vez de apenas bombardear o público com anúncios, as marcas devem ouvir, responder e engajar seus consumidores em diálogos significativos. Isso cria um senso de pertencimento que vai muito além da simples transação comercial.

Performance pura: o foco nos resultados imediatos

Por outro lado, temos a performance pura, que se concentra em estratégias de marketing baseadas em métricas e resultados imediatos. Anúncios pagos, otimização de conversão e análise de dados são algumas das táticas utilizadas nesse modelo. Embora esses métodos possam gerar resultados rápidos, eles frequentemente carecem de profundidade e de relacionamento a longo prazo com o público.

O risco do Dependente de Algoritmos

As campanhas focadas apenas na performance muitas vezes dependem de algoritmos de terceiros, o que pode ser arriscado. Essas estratégias podem levar a uma abordagem de marketing impessoal, onde a marca trata os clientes como meros números em um painel de controle. Com as mudanças nas políticas de privacidade e o declínio dos cookies, as marcas que não investem em comunidades podem se encontrar em desvantagem, dependendo cada vez mais de anúncios pagos para alcançar novos clientes.

Transição do “Target” para a “Audiência Fiel”

A transição do conceito de “target” — aquele público genérico que desejamos atingir — para “audiência fiel” é crucial. Enquanto o primeiro é uma estatística ou um dado demográfico, a segunda é um grupo de pessoas que se importam com a marca e estão dispostas a promovê-la. A fidelização do cliente não é apenas sobre recompensas e promoções, mas sobre construir uma experiência autêntica que faça os consumidores se sentirem valorizados.

Conclusão: por que sua marca precisa de fãs, não apenas de cliques

No final das contas, a pergunta que cada profissional de marketing deve se fazer é: sua marca está construindo fãs ou apenas buscando cliques? O marketing de comunidade oferece uma proposta única de valor, onde o cultivamento de relacionamentos autênticos resulta em defensores da marca — aqueles que não apenas compram, mas também compartilham e falam positivamente sobre a marca.

Em um universo onde a autenticidade e a conexão pessoal se tornam cada vez mais relevantes, a construção de comunidades proprietárias se destaca como uma estratégia eficaz para garantir a relevância e a trajetória de crescimento das marcas. Portanto, ao planejar suas estratégias de marketing, lembre-se: fãs leais vencem algoritmos. Invista na sua comunidade, e o retorno virá de formas que você nunca imaginou.

Vaga em marketing

Vaga para Assistente de Marketing

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Visualizar o que o usuário busca vale mais do que pesquisas enviesadas

*Por Melina Alves, CEO DUXcoworkers e DUXlab

Nas últimas décadas, as empresas investiram em pesquisas para decidir qual serviço ou produto o usuário prefere, mas agora a tecnologia com olhar humanizado permite visualizar, efetivamente, o que o cliente deseja. Segundo levantamento da Forrester, cada dólar investido em UX (experiência do usuário) pode gerar retorno de até 100 dólares, o equivalente a um ROI de 9.900%. Este é um dado importante que mostra a força deste tipo de abordagem, mas na corrida pela melhor experiência do usuário, contar com dados superficiais pode atrasar resultados. O ideal seria se as empresas pudessem ter um retrato visual daquilo que o cliente final entende como ideal, e, agora, elas podem.

Com os recursos que a Inteligência Artificial (IA) somou às análises de dados, hoje trabalhamos com módulos de co-criação com o usuário. Na prática funciona assim: o participante é convidado a interagir com cenários visuais que representam possíveis soluções, construídos a partir de suas próprias percepções e repertórios. Em vez de apenas responder perguntas, é possível reagir, ajustar, comparar e refinar essas representações. O resultado desta experiência, acompanhada de perto por um profissional humano, é uma representação visual, tornando tangível aquilo que antes ficava no campo abstrato da opinião.

Esse processo permite acessar camadas mais profundas da experiência. Tudo começa com o apoio da análise neurocientífica na cocriação realizada por meio de IA generativa. Deste modo, é possível interpretar melhor as intenções dos participantes, criando um protótipo do futuro. Assim, as empresas conquistam uma leitura mais fiel sobre expectativas, desejos e fricções ao longo da jornada do cliente. No entanto, o que está por trás desse avanço é uma mudança muito mais profunda sobre a necessidade de abandonar a dependência de métricas quantitativas para incorporar leituras qualitativas mais densas e contextualizadas.

É um outro uso para IA. Ao invés de utilizar o recurso apenas na organização de grandes volumes de dados, utiliza-se na interpretação de soluções, como para projetos de produtos digitais ou mesmo de cidades. Isso implica uma análise mais profunda das condições e contextos trazidos durante as respostas, de modo que o usuário que está respondendo à pesquisa não fica restrito àquela fatídica questão que foi normalizada nesses estudos: “qual dessas opções você prefere?”. Esse movimento menos engessado amplia a capacidade de análise e aproxima empresas de uma compreensão mais realista das expectativas e comportamentos dos usuários.

Incluir IA junto à consultoria com a co-participação do usuário permite reduzir a vulnerabilidade do pesquisador, que é guiado a partir de protocolos científicos em sua análise e recebe o suporte de inteligência coletiva especializada. Na outra ponta, reduz-se também a vulnerabilidade do participante sobre a sua opinião, que passa a ser menos direcionada entre uma ou outra opção, mais livre. Desta maneira, quando materializada, este resultado aumenta a consciência e a compreensão das empresas em relação ao que os clientes e consumidores realmente buscam ou preferem.

Essa mudança só se sustenta na combinação entre tecnologia e olhar humano: de um lado, ferramentas capazes de estruturar, visualizar e escalar dados complexos; de outro, a sensibilidade necessária para interpretar contextos, emoções e nuances que não cabem em métricas. Visualizar o que o cliente quer, nesse contexto, não é apenas um avanço tecnológico, mas uma evolução na forma como as empresas podem se orientar por dados de maneira mais tangível e organizada. Com o olhar sensível e humanizado, é possível colocar, de fato, o participante no centro do processo de pesquisa, de maneira consciente e participativa. E é este avanço que permite aos empresários qualificar a decisão com mais compreensão sobre o que o usuário busca para além das alternativas de um questionário.

*Melina Alves é pesquisadora e designer de experiência, fundadora e CEO da DUXcoworkers, que desenvolveu a plataforma DUXlab, combinando consultoria humanizada, pesquisa e tecnologia para análises qualitativas de dados. Encantada com o poder do ‘bom uso’ da tecnologia, tornou-se pioneira no Brasil a profissionalizar o tema, criando a primeira consultoria de UX fundada com dentro dos princípios do coworking. Foi uma das empreendedoras eleitas pelo programa 10.000 women da Goldman Sachs e FGV em 2013 pelo desenvolvimento de negócios de impacto a partir do incentivo à liderança feminina.

Dia da Pin-up transforma Shopping Jardim Oriente em palco de cultura, estilo e protagonismo feminino

O evento cultural será realizado no dia 21 de abril, a partir das 15h e terá bate papo, performances, desfile, exposição e experiência interativa

O Shopping Jardim Oriente, em São José dos Campos, recebe o “Dia da Pin-up”, no dia 21 de abril (terça), das 15h às 18h, na Praça de Alimentação.

O evento cultural propõe uma imersão no universo retrô, com forte inspiração na estética dos anos 50 e no movimento pin-up contemporâneo, que ressignifica a feminilidade, autenticidade e expressão individual. O evento que contará com um bate papo é gratuito.

O evento é idealizado e será apresentado por Senhorita La Rodriguez (Larissa Rodrigues), pin-up joseense que reunirá experiências interativas, performances e conteúdo cultural. A realização do evento dialoga com a data de 22 de abril, reconhecida como “Dia da Pin-up”, no município de São José dos Campos, instituído por meio de legislação (Lei nº 10.960/2024) da qual La Rodriguez é coautora, evidenciando sua atuação e reconhecimento da cultura pin-up para a cidade.

“O evento tem o propósito da valorização da mulher em sua pluralidade, criatividade e potência cultural. Mais do que um evento temático, o “Dia da Pin-up” se posiciona como um movimento de expressão, pertencimento e valorização da identidade feminina dentro de um contexto artístico e contemporâneo”, declarou Larissa Rodrigues.

Roda de Bate Papo

O evento contará com musical temático, trazendo clássicos do rockabilly e jazz, criando uma atmosfera imersiva ao evento. O público acompanhará a roda de bate papo, com as convidadas que atuam no universo pin-up, abordando temas como saúde, beleza, moda, fotografia, maternidade e profissão. Entre os nomes confirmados estão: La Constance (Carla Siqueira), pin-up e representante comercial de saúde e beleza; Eloisa Grecco, profissional da saúde e beleza; Lady Von Day (Dayla Domingos), estilista e empreendedora; Lady Pachelli (Priscila Pachelli) e Vania Antoniazzi, fotógrafas especialista em beleza pin-up; e Mirella Fonzar,(jornalista e fundadora do conceituado site UNIVERSO RETRÔ.

Interação com o público: Um Dia de Pinup

Um dos momentos de maior interação será a ação “Pin-up por um dia”, onde uma participante da plateia será escolhida para passar por uma transformação completa, incluindo produção de maquiagem ao vivo, figurino e um “flash” ensaio fotográfico profissional, proporcionando uma experiência prática e simbólica da estética pin-up.

Desfile e Exposição de Fotos

O evento também contará com desfile de moda temática, apresentações artísticas de performance pin-up e exibição de trabalhos fotográficos e ilustrativos, ampliando o olhar sobre a construção dessa identidade cultural.

Outro destaque é a presença do antigomobilismo, com participação do TREZEMERMO, clube joseense, conectando carros clássicos ao imaginário pin-up e enriquecendo a experiência visual do público.

“O Shopping Jardim Oriente se sente honrado em sediar um evento cultural como este, trazendo um pouco do universo feminino de uma época marcante de feminilidade e posicionamento da mulher”, falou Glaucia Aciaritto, gerente de marketing do Shopping Jardim Oriente.

Serviço – Dia da Pinup

Data: 21 de abril, terça.
Horário: 15h
Local: Praça de Alimentação
Evento e Estacionamento: gratuitos