Agência busca assistente de mídia

Max busca assistente de mídia

DESCRIÇÃO
Buscamos profissional para integrar nossa área de mídia.

Fazem parte do escopo da função:
– Contato/negociação com veículos diversos
– Apoio no planejamento de mídia
– Apoio na elaboração de apresentações para defesa de mídia
– Emissão de PIs
– Envio de materiais aos veículos
– Trâmites de NFs junto ao departamento financeiro

REQUISITOS
– Experiência na função em agências
– Vivência diversificada com mídia offline, online e OOH
– Formação em publicidade
– Boa capacidade analítica, organização e perfil hands on
– Excel avançado

BENEFÍCIOS
– Vale-transporte
– Vale-refeição

Enviar currículo para fabio@maxpropaganda.com.br
ASSUNTO: VAGA ASSISTENTE DE MÍDIA

Segundo encontro

FEMUG Vale do Paraíba #MEETUP2

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O Front-End Meet-Up Group do Vale do Paraíba é um encontro destinado a discussão sobre tecnologias front-end como HTML5, CSS3, JavaScript e adjacências.

Este é o segundo encontro.

Data: 23 de Agosto, 9h às 12h
Local: Depto. Comunicação Social – UNITAU
Rua do Colégio, 334 – Bom Conselho – Taubaté/SP

Para saber mais acesse: http://even.tc/femug-vp-2

Discutindo a relação…

Arregaçar as mangas e encarar

ENIC 51

Artigo de Josué Brazil

Antes de tudo devo escrever: não quero ser nem parecer pessimista, mas algumas coisas devem ser ditas. Então vamos lá!

Os números atuais da economia brasileira não são nada alentadores. Nova revisão (para baixo) do crescimento do PIB o coloca em algo próximo ou abaixo de 1%. A inflação continua resistindo e avançando. A confiança da indústria diminui e o varejo está apertado com estoques altos.

Passada a Copa do Mundo teremos que encarar o período (quase improdutivo) das eleições. A Meio&Mensagem de 28 de julho vem com matéria de capa (longa e muito boa) com a seguinte manchete: “Mercado revê estratégias para o segundo semestre”.De acordo com a Folha de São Paulo o setor de serviços também perdeu confiança na economia brasileira (folha.com.br/no1493743).

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Como disse isso tudo está aí colocado não apenas para compor um cenário de fim de mundo e promover o pessimismo, mas sim para contextualizar a grande indagação: como o mercado de comunicação do Vale do Paraíba vai encarar o segundo semestre de 2014?

A acima citada matéria da Meio&Mensagem traz informação de que as agências esperam redução das verbas e maior cobrança por resultados. Vai rolar isso por aqui também? O tempo dirá.

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Uma das carências de nosso mercado é não ter números que evidenciem o tamanho de nosso mercado e que indiquem se estamos crescendo, encolhendo ou mantendo posições.Esta ausência torna complicada uma abordagem estratégica de médio e longo prazo. Os players do setor movimentam-se apenas baseados em seus próprios números e em observações não muito amplas do mercado. Que tal lançar uma pesquisa que indique, ao menos, se houve crescimento, estagnação ou encolhimento? Ninguém precisa abrir números, só dizer como foi, em dados percentuais, esse primeiro semestre. Todos: veículos, agências e fornecedores. Seria ótimo!!!

Neste momento em que a atividade publicitária lida com grande perda de valor e a quase extinção do tão comentado glamour, nada pior que a atividade econômica perder força. Devemos estar prontos para reagir, para rever estratégias e, principalmente, olhar mais a frente e reposicionar de vez nosso ganha pão.

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Patricia Cordeiro em foto da época em que atuou no marketing da TV Vanguarda

É hora de lembrar que temos que partir para a briga! Temos que trabalhar mais e não só pelos nossos negócios e sim pelo mercado e atividade como um todo. Trago aqui o comentário feito no post da entrevista do Jair Rodrigues (essa causou mesmo) feito pela nossa querida Patricia Cordeiro. Vale a leitura:

“Que bela entrevista! Sou fã do Jair desde que trabalhamos (eu bem menos que ele) na extinta KS Propaganda, em Taubaté, quando comecei minha carreira profissional, como estagiária. De lá pra cá vi muita coisa do mercado do Vale do Paraíba, São Paulo e agora da região de Campinas. E digo a vocês: não há outro caminho senão um trabalho sério de desenvolvimento de mercado. Pra que vocês não se desesperem, as agências daqui sofrem com a proximidade de São Paulo, e têm problemas comuns, porém, pouco foi feito em conjunto. Agora, o pontapé inicial foi dado. Agências, veículos, anunciantes sentados na mesma mesa pra entender o modelo ideal de negócio da região. É preciso explicar ao mercado anunciante qual é o valor de uma agência e de profissionais competentes. É preciso explicar pras agências, e seus diretores, como se ganha respeito trabalhando de forma ética, criativa, investindo em pesquisas e valorizando o trabalho de seus profissionais. É preciso explicar aos profissionais que só tem valor quem constrói uma carreira de muito trabalho e transparência. Há esperança, mas há também muito trabalho. O mercado será de quem tiver forças e determinação pra fazer a lição de casa.
Um abraço saudoso (que palavra antiga) aos amigos do Vale do Paraíba.”

Simbora arregaçar as mangas porque o bagulho promete ser ainda mais louco neste segundo semestre!

Coluna Social Media – Tuani Carvalho

Pelo direito de viver em banda larga

“Na minha época não era assim, a gente conversava!!!”
“Pára de mexer nesse celular e vai viver a vida!!!”
“Uma geração de alienados”
– bradam, raivosos, no Facebook direto de seus smartphones na Starbucks mais próxima de você.

Coluna Social Media

Coluna Social Media

Você já deve ter lido na sua timeline algo do tipo. Gente defendendo “viver a vida de verdade”, compartilhando aquele vídeo “impressionante” de como as redes sociais afetam as nossas vidas (sempre de forma negativa).

Eu acredito que foi-se o tempo em que estar na internet era praticamente hibernar dentro do quarto, sem luz, rodeado de pacotes de salgadinho e dos restos mortais da pizza de 3 dias atrás. Todos já passamos – e sobrevivemos – à época da internet discada em que tínhamos hora marcada para sentar em frente àquele trambolho mágico. O mundo hoje é outro completamente diferente daquela caverna em que vivíamos.

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Sou cria da Geração Y e como a maioria das pessoas que eu conheço, vivi em épocas completamente distintas: brinquei de boneca e de queimada, tive um computador em que só usava o Paint, presenciei o auge dos finados Orkut e MSN e hoje vivo nesse turbilhão de novidades que surgem a todo momento de forma ativa e constante.
E, por isso, não vou jamais endossar o coro daqueles que subestimam a vida em banda larga.

Com o avanço tecnológico que nos atingiu feito uma avalanche nos últimos anos, é possível postar uma foto no Instagram, compartilhá-la simultaneamente no Twitter e no Facebook enquanto faz um check-in no Foursquare e dá uma olhadinha no Tinder pra ver se tem um boy magia por perto.
Estar sempre com o seu smartphone em mãos não quer dizer que você não esteja vivendo a sua vida, curtindo a sua viagem, aproveitando o seu jantar romântico.

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É claro que existem casos extremos e a influência da internet na vida das pessoas é, sim, algo que deve ser estudado e compreendido.
Mas, será que é realmente – ou exclusivamente – culpa da ferramenta? Será que as respostas para os exageros não estão em quem a maneja?
Quero dizer: entender – do ponto de vista psicológico mesmo – o que leva ao desespero por atenção; à carência; à violência; à reclusão, à depressão?

Resisto em acreditar que uma pessoa equilibrada em suas relações interpessoais e conflitos internos se torne refém de uma telinha brilhante e abra mão de sua “vida real” por causa dessa lavagem cerebral que tentam nos fazer acreditar que sofremos diariamente.

A nossa maneira de se relacionar com o mundo e com quem está por perto se transforma a cada dia e em muitos aspectos a internet aproxima mais do que afasta e desinibe mais do que cala, educa mais do que aliena. Mas essas histórias raramente são contadas. “Lutar contra o sistema” é bem o tipo de coisa que as pessoas tem gostado de fazer ultimamente, mesmo sendo, elas mesmas, partes integrantes e colaboradoras desse modelo de comportamento.