Metrô News lança duas edições especiais para a Black Friday

Publicações vespertina, na quinta-feira (23), e matutina, na sexta-feira (24), totalizarão 250 mil exemplares

A combinação entre a chegada da primeira parcela do 13º salário e a Black Friday promete aquecer o comércio. Por conta disso, o Metrô News, terceiro jornal mais lido na Grande São Paulo, terá programação especial para a data, oferecendo grandes oportunidades de exposição aos anunciantes. Na próxima quinta-feira (23), será distribuída edição vespertina, das 18h às 20h. Já na sexta-feira (24) haverá edição especial, com distribuição das 6h às 8h. Em ambos os casos, o conteúdo editorial terá foco em bens de consumo, esclarecendo dúvidas e dando dicas para a melhor utilização dos produtos mais presentes nos lares brasileiros.

“A Black Friday está no radar dos principais empreendimentos do comércio brasileiro e ganha força como uma das principais datas do varejo. Trata-se de momento singular para uma mídia como a nossa. Segundo dados do Ipsos Connect: EGM Multimídia, 94% da nossa audiência pertence às classes A, B e C, com 820 mil dos leitores concentrados na faixa etária de maior consumo, de 18 a 54 anos”, explica Antonio Juliani, diretor Comercial do Metrô News. Segundo o executivo, a intenção é dar aos anunciantes a chance de impactar as pessoas no final do expediente, momentos antes do início da Black Friday, que começa à meia noite, e também no início da manhã do dia de promoções. Em ambas as ocasiões, haverá grande volume de consumidores definindo suas opções de compras para a data.

Para Juliani, essas edições proporcionam a agências e anunciantes ótima relação custo-benefício, com baixo CPM e possibilidades diferenciadas de formatos. Além disso, o Metrô News oferece ao mercado transparência, com números de distribuição gratuita auditados pelo Instituto Verificador de Comunicação (IVC). Todos esses fatores tornam a proposta comercial do jornal ainda mais atrativa para investimentos publicitários.

Sobre o Metrô News

O Metrô News é o primeiro grande jornal de distribuição gratuita em São Paulo. Começou suas atividades há mais de 43 anos, com o início da operação do Metrô na cidade. Segundo dados do Ipsos Connect: EGM Multimídia, o jornal é o terceiro mais lido da Grande São Paulo, com mais de 1 milhão de leitores. No total, 94% do público impactado pertencem às classes A, B e C, sendo que 820 mil leitores estão na maior faixa de consumo, entre 18 e 54 anos. Além disso, 12% da audiência é da região metropolitana da capital paulista. A publicação pertence ao Grupo Thomeu e tem sua distribuição gratuita auditada pelo Instituto Verificador de Comunicação (IVC).

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Cláudio Garcia

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Performance e experiência do consumidor

Não existe mídia de performance sem experiência do consumidor

Por Fernando Teixeira*

Quantas vezes você já foi a um evento ou leu um artigo de um profissional de marketing falando maravilhas sobre a incrível performance de marketing e mídia de uma empresa, enquanto você lembrava da péssima experiência que teve com aquela marca? Ligações insistentes, o banner que te persegue na internet, o vídeo que cobre a notícia inteira – cenas de praticamente um filme de terror. Filme, não: um seriado de episódios diários que jogam totalmente contra a proposta de cativar e fidelizar clientes e torná-los promotores das marcas.

Corriqueiras, as situações acima ilustram o status-quo: muitas vezes os profissionais de marketing trabalham tão focados na performance que se esquecem da não-performance. Comemoram uma taxa de clique (CTR) de 1% sem pensar que isso pode significar que 99% de pessoas não ligam para a sua mensagem. Isso mesmo: consumidores que não estão nem aí! Definitivamente, não querem vê-la ou assisti-la. Nessa toada, anunciantes muitas vezes compram mídia barata e gastam o mínimo em produção para derrubar o custo de aquisição (CPA) sem perceber que, na verdade, estão gastando para entregar experiências irrelevantes a muitas pessoas.

Esse custo de “não-CPA” ou “não-CTR” pode não ser contabilizado, mas tenha certeza: a conta chega. Cada experiência não relevante, não personalizada e intrometida da marca, torna mais difícil (e mais caro!) converter os não-consumidores. Mais do que isso, o efeito rebote é imediato: com esse tipo de experiência negativa que insiste em persegui-lo, o consumidor passará a odiar a marca.

O nível de exigência dos consumidores de hoje é outro. O sarrafo está lá em cima. Empresas nativas digitais como Amazon, Facebook, Airbnb, Uber e tantas outras oferecem uma experiência tão boa e consistente ao longo do tempo que acabam por se tornarem o “novo normal” em padrão de referência.

Vivemos uma era de experiências acumuladas. Todos os impactos positivos com a marca, em interações de milésimos de segundos, contam. As experiências negativas também. Quando tratamos especificamente da publicidade digital isso é ainda mais acentuado, pois – enquanto consumidores – cada vez menos aceitamos a interrupção da propaganda. Como resposta, recorremos aos bloqueadores de pop-up e pagamos por serviços para não ter propaganda. Não é que a propaganda virou vilã, mas sim que ela é simplesmente irrelevante para uma imensa audiência impactada pela campanha.

Para resolver esse desafio, a propaganda precisa da tecnologia. Esse casamento é essencial para entregar mensagens personalizadas, pessoa por pessoa, no contexto correto, no momento certo, no melhor site, pelo melhor custo para a marca. Hoje, graças à automação da publicidade, isso é possível ser feito em escala e com baixo custo. A automação para o marketing, a inteligência artificial e o aprendizado das máquinas são os elementos tecnológicos que viabilizam essa sinergia entre publicidade digital e consumidores. São estes recursos que ajudam o marketing a entregar o que as pessoas querem, na hora em que elas desejam, culminando na entrega de boas experiências e em maiores oportunidades de negócios. Bom para consumidores, bom para as marcas.

O ponto de partida para o perfeito desenrolar da experiência com publicidade digital está no conhecimento que as marcas têm de seus consumidores, suas audiências, e de como se comportam no ambiente on-line. Só depois disso a mídia é acionada. A compra de mídia com base em dados (data-driven) é assim: cresce conforme se adquire conhecimento, e não conforme foi negociada a verba.

A mensagem que as pessoas recebem deve ser personalizada, uma a uma. Depois do clique, a vida continua no site e nos apps. Nesses ambientes, o consumidor deve ser recebido com a mesma mensagem que viu na mídia. Um site deve se transformar em milhares de sites, um para cada audiência, levando-as até a conversão. Tudo isso contribui para o desenho de um ciclo virtuoso para a marca: mais conhecimento do público, novas experiências, campanhas, interações e – chegamos lá – performance/conversão.

Para entregar esse marketing sem rupturas, os gestores da área precisam entender de tecnologia. Devem aprender sobre sistemas, plataformas e dados. O novo marketing passa obrigatoriamente por APIs e integrações. É um marketing cirúrgico, pensado nos detalhes, podendo atingir mais ou menos gente até encontrar seu ponto ótimo – o ponto da melhor experiência para o consumidor e performance para a marca.

Como isso nem sempre significa comprar mais veiculação, muitas vezes os incentivos dos vendedores de mídia podem não estar alinhados com os do anunciante. É por isso que as marcas devem ser protagonistas, exigir transparência na cadeia e se estruturar com pessoas e plataformas. Terceirizar toda a operação de marketing pode significar deixar os incentivos da cadeia dominarem, cada um do seu jeito. O resultado é a proliferação do status-quo: a comemoração cega da performance de 1%, enquanto se gasta dinheiro da marca com mensagem que não interessa.

*Fernando Teixeira é head de advertising da Adobe para a América Latina.