De casa nova, de novo!

Na Taterka

A publicitária Juliana Matheus começou a dar expediente em novo endereço. Ela está a partir de hoje na Taterka.

A competente publicitária iniciou sua trajetória em Sampa – ela formou-se em propaganda no Vale do Paraíba, mais especificamente na Unitau – pela Ogilvy Brasil e estava como planner na Banco de Eventos até receber convite da Taterka para atuar como Supervisora de Planejamento.

A Taterka atende os seguintes clientes: BMW Motors, Bosch, Lan Airlines, McDonald’s (Brasil e América Latina), Natura (Brasil e América Latina), Porto Seguro, Saraiva, Tecnisa e Yuny Incorporadora. No mercado brasileiro, a agência está entre as 25 maiores agências do ranking nacional.

Juliana Matheus passa a atuar como Supervisora de Planejamento na taerka

Juliana Matheus passa a atuar como Supervisora de Planejamento na taerka

 

 

Coluna {De dentro pra fora}

Redator e Planejador = BFF

Vitr Coluna

Sem dúvidas, redação e planejamento precisam ser best friends forever. Um não consegue andar sem o outro ao lado. Diferentemente de propaganda (na maioria das vezes), o conteúdo de CI é mais complexo e pesado. São muitas informações a serem transmitidas. Tudo precisa ser muito bem pensando, organizado e dividido, senão corremos o risco de bombardear o funcionário de informações e acabar não comunicando nada.

Para pensar estrategicamente em conteúdo e em estrutura de campanha, precisamos sentar juntos e definir alguns pontos:

• Mensagem principal
• Prioridade das informações
• Tempo necessário para compreensão

A partir dessas informações, definimos a estrutura adequada para a campanha, pensando na verba, na realidade do público, na importância do assunto e no tempo necessário para retenção da mensagem. Ufa!

Agora, já pensou se o planejamento decide definir as fases de uma campanha sozinho? O redator teria que encaixar as mensagens nessas fases, respeitando o raciocínio do planejador. Tudo sem trocar uma ideia, sem discutirem juntos? Impossível! O planejador não consegue definir sozinho a melhor maneira de dividir essa mensagem geral. Da mesma forma, o redator precisa de alguém que sempre o lembre das limitações do cliente e do projeto. A conta só fecha com os dois juntos. Redator cede um pouco. Planejador cede um pouco. Portanto, se eles não se entendem, o projeto não anda. Se essa dupla aí não pensar mais ou menos igual, qualquer decisão vira uma discussão infinita.

Se você é redator, seja melhor amigo do planejador. Se você é planejador, tenha paciência com o redator, no final ele vai entender seus argumentos.

Agora, se você não é redator nem planejador, sai de perto! Deixe esses dois se entenderem.

Discutindo a relação…

Com quantos dados se faz um mercado

Josué coluna correto

Quero retomar um assunto sobre o qual já escrevi aqui e que constantemente retomo em minhas aulas, bate papos e conversas por aí: a falta de informação, de pesquisas e de dados concretos em nosso mercado.

Essa ausência de dados confiáveis ocorre em vários segmentos de nossa atuação.Vou detalhar um pouco melhor isso.

Faltam dados de pesquisa para melhor definição dos planejamentos de comunicação e também do planejamento de mídia.Pesquisa de mercado e pesquisa de mídia são fundamentais para uma estratégia de comunicação eficaz. Não temos muita pesquisa de mercado em nossa região. É raro ver um cliente investir nisso para ter claro conhecimento de seu mercado e de seu público consumidor. Do mesmo modo, com raríssimas exceções, as agências operam seus planejamentos de mídia sem muita informação das penetrações dos veículos regionais.

Caminhos

Também faltam informações sobre o tamanho de nosso mercado de comunicação. Não sabemos exatamente quantas agências de comunicação existem no mercado. Temos mais facilidade (e olhe lá) em listar os veículos que temos a disposição. Não sabemos o quanto o mercado de comunicação movimenta (em reais) por ano, por semestre ou por mês.

Muitos alunos já me procuraram perguntando em que lugar eles poderiam encontrar dados que lhe mostrassem a realidade do mercado valeparaibano de comunicação: quantas agências, quantos veículos,principais anunciantes, volume investido em comunicação, volume investido em mídia etc.E a resposta que sempre dou, meio sem graça, é que  não há um lugar em que se reúnam tais informações.

Operar planejamentos de comunicação sem dados concretos e confiáveis é confiar demais no feeling e na intuição. Não tenho nada contra o feeling e sei que ele é parte importante da nossa atividade. Mas não podemos ficar só com ele, pois, quem viveu só de feeling, foi Morris Albert.

morris

O cantor e compositor Morris Albert, autor do sucesso “Feelings”.

No curto espaço de tempo em que ministrei aulas na Cásper Líbero tive a oportunidade de lecionar ao lado de dois profissionais de mídia de grandes agências brasileiras, McCann e Fischer. E me deliciava de ver e ouvir sobre a quantidade de informações de pesquisa que eles recebiam para definir seus planejamentos de mídia. Outro mundo…

Em minhas aulas de planejamento de mídia tento induzir os alunos a buscar sempre dados de pesquisa, mesmo que sejam os chamados dados secundários, ou seja, aqueles provenientes de outras pesquisas e de outros mercados. isso ajuda, mas nem sempre resolve. Tento ensiná-los a usar o Mídia Dados (publicação do Grupo de Mídia, há inclusive uma versão free para Ipad), o site do IBGE e os sites de alguns veículos que disponibilizam informações interessantes (um bom exemplo é o www.publiabril.com.br).

Midia1

Acredito fortemente que só com uma cultura de busca constante de dados confiáveis que orientem e balizem nossas decisões estratégicas de comunicação é que poderemos oferecer aos anunciantes resultados mais expressivos. E temos que buscar formar essa cultura em nosso mercado entre os principais players: agências, anunciantes e veículos.

Afinal de contas, parafraseando o famoso escritor, um bom mercado de propaganda se faz com homens e números!

Bate papo proveitoso

Falou de planejamento

Fernando Griskonis passou sua experiência em planejamento ao público

Fernando Griskonis passou sua experiência em planejamento ao público

O publicitário e sócio diretor de planejamento da Molotov, Fernando Griskonis, esteve ontem no Depto. de Comunicação Social da Unitau palestrando para o pessoal do segundo semestre de publicidade e propaganda. O convite partiu do professor Carlos Santis, que combinou a palestra  em seu horário de aula pois o mesmo estava acompanhando o evento em que Philip Kotler palestrou ontem em São Paulo.

O papo foi extremamente proveitoso e todos gostaram do conteúdo e da troca de ideias.