APP Brasil abre inscrições para o FEST’UP 2023

Evento será realizado em 23 de setembro, presencialmente na ESPM e na Belas Artes, em São Paulo, com transmissão ao vivo pelo canal da APP Brasil no YouTube.

A Associação de Profissionais de Propaganda – APP Brasil, entidade que apoia e estimula as atividades da comunicação e auxilia no aperfeiçoamento do profissional, iniciou as inscrições para o Fest’UP 2023. O evento, que conta com a presença de grandes profissionais do mercado da comunicação, será realizado em 23 de setembro, presencialmente na ESPM e no Centro Universitário Belas Artes, em São Paulo, e transmitido para todo o mundo pelo canal da APP Brasil no YouTube.

“Estratégia e criatividade além da inteligência artificial” é o tema que embasa esta edição, que terá quatro auditórios simultâneos, com mais de 40 convidados apresentando temas sobre branding, marketing, mídia, performance, arte, cultura, criatividade, inovação, diversidade, inclusão, empreendedorismo e negócios. O destaque nos temas abordados fica com a apresentação de influenciadores, trazendo para o Fest’UP contribuições de como construir carreiras, como trabalham o ecossistemas de suas marcas e como aplicam a influência junto das ações.

Agregando ainda mais novidades para esta edição, pela primeira vez, o evento será realizado em duas universidades ao mesmo tempo, ESPM e Belas Artes, proporcionando ainda mais conhecimento e interatividade aos participantes. “O objetivo do Fest’UP é agregar – seja informações, conhecimento, novidades ou tendências. Queremos proporcionar um evento sempre inovador que reflita o que está acontecendo em nosso mercado”, destaca Silvio Soledade, presidente da APP Brasil. “Este ano, vamos trazer muitas mudanças para a estrutura do evento, tornando o Fest’UP maior e mais completo”.

Além das apresentações nos auditórios, o Fest’UP traz uma curadoria especial para as salas de mentorias e oficinas, que também chegam com novos formatos. “A proposta do Fest’UP sempre foi criar um espaço acessível, divertido e interativo de troca”, destaca a vice-presidente de Educação e Desenvolvimento Profissional da APP, Renata Alcalde. “Para isso, além dos temas trazidos pelos convidados, oferecemos oficinas e mentorias para que os inscritos absorvam as melhores dicas, tirem dúvidas e se inspirem nas experiências compartilhadas com os profissionais envolvidos”.

As inscrições já estão disponíveis e podem ser realizadas neste link. O primeiro lote está disponível até 18 de agosto, no valor de R$ 65. Universidades e faculdades que estão realizando excursões para o evento podem entrar em contato com o administrativo da APP Brasil para solicitar desconto nas inscrições. O desconto será concedido mediante a quantidade de inscrições. É importante lembrar que as vagas para o presencial são limitadas.

Para viabilizar o Fest’UP 2023, a APP Brasil conta com o apoio da Globo, Extreme Reach, Kantar Ibope Media, SBT, Folha de S. Paulo, Compasso Coolab, ESPM e Belas Artes.

Fonte: Christianne Abila – APP Brasil

Prêmio Central de Outdoor, focado em ações publicitárias de mídia exterior, retorna com novas categorias

Estão abertas as inscrições para a única premiação de OOH do país

A mídia exterior mudou e, após ajudar a fomentar a modernização do meio, a Central de Outdoor anuncia a 22ª edição do Prêmio Central de Outdoor. Referência no mercado de mídia exterior, a premiação é voltada para toda a indústria e formatos do out-of-home. As inscrições para o prêmio estão abertas a partir do dia 18 de julho e devem ser realizadas até 30 de agosto. O shortlist será divulgado no dia 11 de setembro e a festa de premiação ocorre no dia 20 de setembro, no Teatro Renaissance.

Única premiação de mídia exterior do país, o Prêmio Central de Outdoor retorna após dez anos em pausa e traz novas categorias que englobam as mudanças do setor. Com o mote “Talentos brilham”, a edição possui cinco categorias. São elas: Clássico, para outdoor 9×3 e suas variações; Outside, para estáticos de todos os tipos, mas com proporção diferente de 9×3; Digital, para campanhas de DOOH; Livre, que engloba campanhas fictícias das agências; e Estudantil, para estudantes de jovens profissionais com até um ano de formação que não trabalham formalmente nas agências.

O Prêmio Central de Outdoor celebra a criatividade das agências e dos anunciantes. As inscrições são realizadas pelas agências planejadoras e de criação. Para se inscrever nas categorias Clássico, Outside e Digital, as peças devem ter sido exibidas com empresas filiadas à Central de Outdoor. Já a categoria Estudantil deve seguir o tema “A educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo”.

“O Brasil é destaque na mídia exterior no mundo todo, com sua criatividade e digitalização avançada. O Prêmio Central de Outdoor aquece o mercado e coloca luz nos talentos que dão a fama de nosso país, sendo a única premiação brasileira voltada exclusivamente para out-of-home”, diz João Batista Oliveira, presidente nacional da Central de Outdoor.

Fabi Soriano, diretora executiva da Central de Outdoor, comemora a retomada do prêmio e o crescimento da mídia exterior em todo o Brasil. “O prêmio Central de Outdoor reflete a pluralidade e a criatividade que existe em todo o país e é o termômetro dos dados que temos acompanhado de crescimento do setor, que está promovendo transformações com o apoio de ferramentas tecnológicas”.

Sobre a Central de Outdoor

A Central de Outdoor é a maior associação de mídia OOH do país, que reúne empresas do ecossistema do OOH, entre exibidores de mídia, agências de planejamento e fornecedores do meio. É cofundadora do CENP (Fórum da Autorregulação do Mercado Publicitário), do CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), da Associação Latino Americana de Out of Home (ALOOH), e membro da World Out of Home Organization (WOOHO).

Fonte: Agência ERA® – Mariana Cruz

Deepfake e Inteligência Artificial: o que chama a atenção na propaganda que une a cantora Maria Rita e sua mãe falecida, Elis Regina

Por Patricia Peck*

Primeiro, precisamos entender que a tecnologia vem para resolver problemas e melhorar o bem estar humano. Entendo que a Inteligência Artificial tem este fim. Mas claro que depende de como é usada e seu uso pode ser desvirtuado. Por isso, a importância de se estabelecer, primeiramente, Códigos de Conduta e Melhores Práticas para seu uso, conforme sua aplicação nos diversos setores econômicos.

Defendo a abordagem de “Soft-Law” como um mecanismo mais próximo e dinâmico da sociedade civil e da indústria até para apoiar o regulador. Pois quando queremos regular a inovação tecnológica temos grande chance de errar a mão, ou para mais (e cercear), ou para menos (e a lei não funcionar).

Logo, atualmente, além das legislações civil e autoral, que regulam o Direito de imagem e os direitos morais de autores e intérpretes, temos o Projeto de Lei 2338/2023 em tramitação no Senado, que pretende disciplinar o uso da inteligência Artificial, estabelecendo normas gerais de uso e implementação de sistemas de Inteligência Artificial.

Mas o PL está muito distante da realidade fática da indústria e da sociedade. Precisamos que as entidades associativas sejam protagonistas e proponham os Guias de Melhores Práticas e o próprio CONAR pode atualizar o Código de Conduta do Mercado para servir de Diretriz mais que apenas punir. Primeiro temos de orientar e indicar o caminho. Pois estamos naquele momento magnífico da Sociedade em que vamos dar um salto evolutivo, em que o homem cria nova tecnologia para ajudar a própria humanidade a ir para um novo patamar de desenvolvimento econômico e social. Não devemos ser contra isso, devemos dizer como fazer.

Para questões éticas temos que refletir: fere que princípios? Podemos homenagear quem já partiu? A família autorizou? A própria pessoa autorizou? Temos contratos para isso. Se esta parte estiver bem resolvida é mais uma questão de atender transparência. Ter disclaimers no comercial que digam: “feito com tecnologia de Inteligência Artificial para recriar imagem e voz em homenagem ao artista. Tal situação foi autorizada pelo mesmo ou pela família ou por quem quer que seja e datar”. E ter um canal de contato para dialogar com a sociedade para eventuais denúncias.

O problema maior da deepfake não reside no seu uso, mas em deixar claro o seu uso, no princípio da transparência. Que para mim tem de ser um dever, mais que um princípio ético.

Não podemos ter medo do novo, nem barrar a inovação. Reitero que temos de dizer como fazer. Entendo que a ética aqui tem dois pilares: uma com o artista (estar autorizado por ele ou por quem de direito ou ter uma análise sobre domínio público, se aplicável), e outra para com a sociedade, ou seja, público em geral. Aí estamos na transparência. No disclaimer que já comentei. Logo estamos, além da questão dos direitos morais, dos direitos de imagem ou direitos de pessoa falecida, pois para tudo isso já temos leis claras vigentes aplicáveis que têm que ser seguidas.

Estamos dentro de uma seara que diz respeito a um dever de que a Inteligência Artificial deve sempre deixar clara que é um robô, que a interação é robótica e não humana, para evitar confundir e ludibriar o ser humano. E isso sim é essencial de ser uma obrigação legal. Há e haverá sempre uma questão relacionada sobre o fato de que os direitos morais transcendem a vida da pessoa e devem ser preservados tal qual se viva fosse. E, nesse sentido, nos cabe perquirir se o uso pretendido no caso concreto está em consonância com os valores da pessoa em vida. Aqui a discussão é de ordem ética.

*Patricia Peck é CEO e sócia fundadora do Peck Advogados, Conselheira Titular do Conselho Nacional de Proteção de Dados (CNPD) e Professora de Direito Digital da ESPM.

Shopee, Hyundai e Claro lideram ranking de marcas mais lembradas em junho

Mensalmente, a YouGov, especializada em pesquisa de mercado on-line, divulga as 10 empresas que se destacam na classificação “Consciência de Publicidade”

A plataforma de comércio eletrônico Shopee, de acordo com o YouGov BrandIndex, obteve o primeiro lugar no ranking do “Anunciante do Mês” em junho. Entre os dias 26 de maio e 22 de junho, a empresa melhorou a sua classificação líquida de “Consciência da Publicidade” em 8 pontos, o maior ganho entre as 435 marcas analisadas no Brasil pela YouGov, multinacional especializada em pesquisa de mercado on-line. Dividindo o pódio com a Shopee, ficaram Hyundai e Claro, segundo e terceiro lugar, respectivamente.

Vale destacar que as marcas ligadas ao setor automotivo ocuparam mais da metade das posições no ranking das 10 melhores. Além da Hyundai, as montadoras Nissan, Fiat, Toyota e Mitsubishi conseguiram melhorar em 7,3, 6,9, 6,7, 6,7, 6,3 e 5,9 pontos, respectivamente, entre seus dias de pior e melhor desempenho no período. A empresa estatal de petróleo Petrobras, uma marca intimamente ligada aos custos de combustível do país, melhorou sua pontuação de Consciência da Publicidade em 6,8 pontos, ficando em quinto lugar na classificação geral.

O medicamento para dores musculares e de cabeça “Dorflex” melhorou a sua pontuação de Consciência da Publicidade em 6,5 pontos, ficando em sétimo lugar na lista de Anunciante do Mês do Brasil em junho. Finalmente, a marca de beleza Avon ficou em nono lugar no Top 10, superando a montadora Mitsubishi por apenas alguns décimos de ponto.

Shopee conquista o Brasil com estratégia multifacetada

De acordo com o diretor-geral e comercial da YouGov na América Latina, David Eastman, que analisa o ranking de junho, não há uma única estratégia ou campanha que pareça ser responsável pelo sucesso da plataforma de comércio eletrônico no período, mas uma variedade de iniciativas omnicanal. Na mídia, a empresa usou a sua própria estatística de vendas e sobre tendências de compras em diferentes partes do Brasil para obter cobertura orgânica da sua marca. Com o evento “7.7 Aniversário Shopee”, para marcar três anos de trabalho com fornecedores brasileiros, lançou uma estratégia agressiva de descontos e promoções, complementada por um anúncio protagonizado pelo seu próprio “mascote”.

“Paralelamente, por meio da mídia social (especialmente plataformas de formato curto, como o Twitter e o TikTok), a Shopee executou campanhas inventivas de interação com o consumidor. Muitas delas estavam diretamente ligadas a produtos vendidos na plataforma (como tutorias de produtos de beleza ou recomendações de livros). Entretanto, muitas outras publicações não tinham um interesse comercial tão claro, a não ser o de criar laços mais profundos com seus seguidores (através de publicações de saudades, reações a eventos inesperados e vídeos mostrando a vida diária dos trabalhadores da plataforma)”, avalia Eastman.

Por que o setor automotivo está super representado?

Também chama a atenção na classificação deste mês, de acordo com Eastman, a forte presença dos fabricantes de automóveis e da Petrobras, todos eles (de uma forma ou de outra) ligados ao setor automotivo. “O forte desempenho da empresa estatal brasileira de petróleo pode estar ligado à sua recente decisão de reduzir novamente os preços da gasolina, depois de ter feito um corte um mês antes, em meados de junho. Considerando que a tendência, há meses, tem sido a de aumentar os custos dos combustíveis em resposta às pressões internacionais sobre os preços do petróleo, é possível que o movimento contrário também tenha melhorado a classificação de Consciência da Publicidade da Petrobras”, sugere.

Por outro lado, o diretor acrescenta, o aumento do desempenho publicitário da Hyundai, da Nissan e afins pode estar diretamente relacionado ao plano de redução de preços de automóveis do Governo Federal. Em um esforço para reavivar as compras de carros, as autoridades anunciaram no início de junho a liberação de R$ 1,5 bilhão em incentivos fiscais para a compra de carros com determinadas características. “É evidente que as cinco montadoras entre as 10 primeiras do ranking decidiram reforçar suas iniciativas de publicidade para aproveitar o programa, com bons resultados”, finaliza.

Metodologia

YouGov BrandIndex coleta dados sobre milhares de marcas todos os dias. A Consciência da Publicidade de uma marca é baseada na pergunta: “De quais das seguintes marcas você viu um anúncio nas duas últimas semanas?” Dados de pesquisas com adultos com 18 anos ou mais residentes no Brasil de 26 de maio a 22 de junho de 2023. A pontuação de Consciência da publicidade é baseada em uma média móvel de quatro semanas. A mudança nas pontuações de cada marca é calculada tomando a diferença entre os dias de maior e menor pontuação dentro do período. Saiba mais sobre a BrandIndex.

Fonte: Assessoria de Imprensa da YouGov no Brasil – Pollyana Rocha