APP Ribeirão realizou a 22ª edição do Fest’in em evento presencial

O Fest’in – Festival de Inovação e Criatividade deste ano reuniu universitários e profissionais do mercado para o ciclo de palestras

Fest’in 2023: APP Ribeirão promove bate-papo e concurso social com o mercado publicitário – Crédito: Divulgação

A Associação dos Profissionais de Propaganda de Ribeirão Preto (APP Ribeirão) promoveu a 22ª edição do Fest’in – Festival de Inovação e Criatividade. O evento aconteceu no dia 20 de maio, no Dabi Business Park, localizado em Ribeirão Preto (SP), e reuniu cerca de 150 participantes, entre universitários e profissionais, promovendo interação e aprendizado com renomados especialistas. Além da premiação do Concurso Social, a APP Ribeirão teve como objetivo neste ano proporcionar diálogos e painéis com 18 profissionais do mercado e com mais duas palestras que proporcionaram um ambiente propício para a troca de conhecimento e aprimoramento profissional.

Com o tema “100% Detox”, o Fest’in é um evento destinado a estudantes e profissionais que atuam no mercado de comunicação, visando proporcionar a atualização nas áreas de comunicação, inovação e criatividade. O festival reúne profissionais de diferentes setores da comunicação, que são referências em suas respectivas áreas de atuação. Durante o evento, esses profissionais compartilham experiências únicas por meio de palestras, cases e workshops, os quais são abertos ao público em geral. O objetivo é promover a troca de informações e o aprendizado, oferecendo oportunidades de crescimento para os participantes.

Destaque do Fest’in, os painéis e palestras contaram com a presença de profissionais experientes e duas palestras máster, ministradas por profissionais da DM9 e Olgilvy. Diego Guerhardt, diretor associado da DM9, compartilhou com os participantes sua trajetória profissional, apresentou cases de sucesso e forneceu dicas para os futuros profissionais. Já Teco Cipriano, diretor executivo de criação da Olgilvy Brasil, compartilhou os princípios da agência em que trabalha e detalhou como ter sucesso em cases na área de publicidade, além de interagir de forma dinâmica com o público.

No evento, o painel “Criatividade e inovação em tempos de ChatGPT” contou com a participação de Rodrigo Merlo (Arena), Alexandre Marques (Mov), André Patrocínio (Etus), Raul Otuzi (Onlime) e foi mediado por Edu Soares (APP). Durante a manhã, também ocorreu o painel “A minha, a sua, a nossa boa Mídia de cada dia”, com a presença de Rita Gomes (Versão BR), Natália Bravo (Ideatore), Isabela Crepaldi (Grupo EP) e com mediação de Silvia Bianchi Machado (6P).

Já no período da tarde, o tema discutido foi “Diversidade na Publicidade: os reflexos na construção de marca” no painel com Daniel Goraieb (Onlime), Lucas Vasconcelos (ETUS), Gika Bacci (Unimed), Janaína Rangel (Grupo Santa Emília), e a mediação foi feita por Aline Pileggi (MOV). Logo em seguida, aconteceu o painel “Produção de vídeo: da TV ao digital, sucesso de audiência”, com a participação de Jonas Salomão (Grupo RS), Anaísa Toledo (Lumme), Maurício Abravanel (SBT),e mediação de Toni Valente (APP).

No encerramento do evento, foi realizada a premiação do concurso social, que teve como tema “Fique atento: Pode ser um relacionamento Tóxico”. O primeiro lugar ficou com a campanha “Escape”, desenvolvida pelos estudantes do Uni-FACEF, que conta com o apoio do Clube da Borboleta. Agora, a campanha passará por uma curadoria para ser veiculada no período do Dia dos Namorados, em junho. Em segundo lugar, a campanha “Acorde! Antes que Seja Tarde”, criada pelos alunos da Barão de Mauá, recebeu o prêmio prata. E, em terceiro lugar, ficou a campanha “Não Caia nessa Brincadeira”, também desenvolvida pelo Centro Universitário Barão de Mauá.

Ao todo, 33 campanhas foram inscritas no festival, com 12 delas selecionadas para o shortlist. O Fest’in proporcionou um ambiente de troca de conhecimentos e networking entre os participantes, fortalecendo o setor da publicidade e estimulando a criatividade e inovação.

Fonte: Agência ERA de Comunicação e Conteúdo – Mariana Cruz

Vaga para estagiário de criação 

Vaga para estagiário de criação na Qualicom
(presencial em Taubaté, com possibilidades de modelo híbrido )

AQualicom é uma empresa de comunicação que abraça a diversidade, respeitando todas as pessoas. Busca alguém que tenha um espírito criativo, seja questionador, entendedor e queira aprender, além de técnicas de criação, como a comunicação interna funciona no dia a dia do mundo corporativo.

Requisitos 
• Cursando partir do 4º semestre de Publicidade e Propaganda ou Design Gráfico
• Experiência com ferramentas de criação Adobe (Illustrator, Photoshop e InDesing)
*Edição de vídeo em Premiere e AfterEffects são grandes diferenciais

Atuações técnicas 
• Compreender um briefing de comunicação
• Desdobrar conceitos criativos visuais e campanhas
• Fazer as alterações necessárias nos projetos após feedbacks internos e externos (ser atencioso e criterioso)
• Compreender o uso de cores, fontes e outros elementos gráficos
• Assegurar que os elementos gráficos e os layouts finais sejam visualmente atraentes e identifiquem a marca
• Organizar as entregas e estabelecer prioridades

Enviar currículo com portfólio para marcelo@qualicomcomunicacao.com.br com título “Estágio para criação” até o dia 31/05. Envie também o seu portfólio, caso já possua alguma criação. Vale atividades fictícias.

Dança das cadeiras

Veja a movimentação de maio

Confira as movimentações de profissionais de comunicação, marketing e propaganda neste mês de maio.

Patrick de Chiara acaba de assumir o cargo de Coordenador de marketing na Binah Propaganda, agência situada em SJCampos.

Mayslon Carvalho recebeu uma promoção para Estrategista Criativo na Agência Provoca, localizada em Taubaté.

Felipe Quirino passa a atuar como Analista de marketing na Poliedro Educação.

Tinho Learte passa a fazer parte do time de Social Media da SXS Marketing, empresa também localizada em SJCampos.

Coluna Propaganda&Arte

Não deixe o ChatGPT ler esse artigo

Por R. Guerra Cruz

Bem-vindos, caros leitores! Hoje, embarcaremos em uma viagem que nos lembrará de um filme de ficção científica épico, enquanto exploramos o impacto revolucionário da IA no nosso próprio órgão mais maravilhoso – o cérebro humano!

Imagine-se em um mundo onde as máquinas ganham vida, desafiam nossas noções de realidade e impulsionam o potencial do nosso intelecto. Sim, estou falando daqueles filmes de ficção científica que nos levam a questionar nossa própria existência e nos mostram as possibilidades ilimitadas da IA. De “Blade Runner” a “Ex Machina”, a inspiração cinematográfica nos ajuda a mergulhar nessa discussão intrigante.

Mas, deixemos de lado as projeções cinematográficas por um momento e concentremo-nos em uma realidade igualmente empolgante: o impacto da IA no desenvolvimento do cérebro humano. Vamos explorar como a IA está moldando nossas mentes de maneiras surpreendentes e como, de certa forma, esse hype pode ter seus dias contados.

Impacto no cérebro (Ai, ai, é muita IA pra minha cabeça)

A IA tem sido apontada como uma das maiores revoluções tecnológicas dos últimos anos, e seu potencial para transformar diversas áreas é inegável. Na arte, por exemplo, já é possível encontrar obras criadas inteiramente por máquinas, desde pinturas até composições musicais, passando até por campanhas publicitárias. (Agora ficou sério). Isso levanta questões importantes sobre a relação entre criatividade humana e inteligência artificial, e sobre o papel que cada um deles desempenha no processo criativo.

Mas não é só na arte que a IA tem impacto. Estudos recentes mostram que a tecnologia também pode influenciar o funcionamento do cérebro humano, tanto em aspectos positivos quanto negativos. É um assunto complexo e fascinante que merece ser explorado com cuidado e atenção.

Humanos 0 x 1 Máquinas

Diversos estudos têm sido realizados para investigar o impacto da IA no desenvolvimento do cérebro humano. Por exemplo, pesquisas demonstraram que o uso de ferramentas de IA para resolver problemas complexos pode promover o desenvolvimento de habilidades cognitivas, como o raciocínio lógico e a resolução de problemas. Os indivíduos expostos a essas ferramentas demonstraram um desempenho aprimorado em tarefas cognitivas semelhantes, mesmo quando não estavam utilizando a IA.

Além disso, estudos de neurociência têm investigado como o cérebro humano interage com sistemas de IA. Pesquisadores têm utilizado técnicas de imagem cerebral, como a ressonância magnética funcional (fMRI), para analisar as alterações nas redes neurais do cérebro durante a interação com sistemas de IA. Esses estudos têm revelado que certas áreas do cérebro responsáveis pelo processamento de informações e pela tomada de decisões podem ser ativadas de maneira diferente quando a IA é utilizada.

Humanos 1 x 1 Máquinas

Mas nem todos estão iludidos com esse futuro cheio de máquinas inteligentes, como se elas fossem superiores a nós.

No livro “O verdadeiro criador de tudo – Como o cérebro humano esculpiu o universo como nós o conhecemos” (editora Crítica), o neurocientista Miguel Nicolelis apresenta um argumento provocativo sobre as limitações do mundo digital em reproduzir com fidelidade os processos mentais humanos, bem como a capacidade criativa e inventiva que possuímos. Nicolelis levanta preocupações sobre a possibilidade de a inteligência ser moldada e empobrecida pelos algoritmos.

Nicolelis destaca que o sucesso dos sistemas digitais ao longo das últimas décadas tem levado a uma percepção de que o funcionamento analógico do cérebro é inferior. Ele ressalta que, quando o cérebro realiza algo, ele o faz utilizando matéria orgânica, um conceito que tem sido negligenciado em nosso cotidiano cada vez mais digitalizado. O neurocientista enfatiza que nem tudo pode ser reduzido a um algoritmo digital, especialmente a maioria dos fenômenos naturais, o que explica a incerteza das previsões meteorológicas.

Como professor e pesquisador na Universidade Duke, nos Estados Unidos, Miguel Nicolelis traz à tona uma reflexão importante sobre a relação entre o cérebro humano e a tecnologia digital. Suas colocações destacam a necessidade de valorizar e compreender a singularidade dos processos mentais e criativos humanos, mesmo em um mundo cada vez mais dominado pela inteligência artificial e pelos algoritmos. Essa reflexão nos convida a considerar a importância de preservar e nutrir nossa capacidade inata de criação e inventividade, mesmo diante do avanço tecnológico acelerado.

“Quando o cérebro realiza alguma coisa, ele realiza usando matéria orgânica. E esse é um conceito que desapareceu da nossa convivência diária. Nem tudo pode ser reduzido a um algoritmo digital. Ao contrário: a vasta maioria dos fenômenos naturais não pode. Por isso que previsão do tempo é tão incerta” disse Nicolelis.

É ChatGPT, parece que o jogo virou… Bem, ainda não, mas vai virar (e você será o último a saber).