Vem novidade por aí

Um novo player chegará ao mercado de comunicação

Em breve o mercado de comunicação do Vale do Paraíba terá mais um player. Um novo estúdio digital com gente com experiência de mercado

Ainda não podemos adiantar mais detalhes, só o site, redes sociais e essa imagem.

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facebook: https://www.facebook.com/acredite.co?fref=ts

Site: http://acredite.co/

Mídia digital

Não interrompa uma conversa!

Todos sabem que a interatividade e a proporção na qual as notícias são veiculadas tanto em redes sociais, blogs e sites são enormes, porém, com tantas informações o receptor pode acabar por não entender a ideia em si e sua publicidade não ter os resultados que você esperava ter.

Certamente, esta é a grande dúvida da maioria dos publicitários que são contratados para construir uma rede social, um site ou até mesmo um canal no Youtube ou no Vimeo para a empresa do seu cliente. Como ser criativo e ao mesmo tempo respeitar o público, no meio de tantos pop-ups e vídeos de 30 segundos que insistem e, ao invés de propagar uma mensagem, conseguem irritar e fazer o usuário (a) ter ódio da publicidade?

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Acho que ficou bem claro a todas as pessoas que trabalham com comunicação que enfiar “goela a baixo” não é a melhor forma de se propagar uma informação ou vender um produto. Na minha humilde opinião, o contexto de gifs pulando, imagens se retorcendo e tipografias saltando da tela do computador não atraem em nada o público. A ideia de compartilhar trezentas vezes um post no Facebook forçando assim seu público a ter uma publicidade que ele não autorizou em sua linha de tempo pode se tornar desagradável, principalmente para a marca.

A ferramenta principal da internet parece ter sido esquecida ou apenas deixada de lado, uma palavra simples que pode conter várias linguagens e que pode fazer sua marca expandir cem vezes mais.
Interatividade pra que? Para mostrar que sua marca é diferente!

Um exemplo mais amplo de interatividade é conversar com seu público sem a maçante ideia de vender, vender e vender.

A primeira ideia que um social media precisa ter para atrair o público para uma fanpage no Facebook ou um canal no Youtube é a linguagem que está passando ao seu público, não adianta falar sobre seu produto com uma linguagem de conhecimento superior daquelas que não sabem nem para que o seu produto serve, assim a linguagem mais modesta com um tom de humor e simpatia pode conquistar ainda mais o seu público alvo.

Lembrando que, diante de tantos aborrecimentos em nosso cotidiano, a maiorias das pessoas entram na internet para relaxar, se divertir e para se informar, somando todo esse briefing com informações sobre o seu produto o resultado será o sucesso da sua empresa.

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Amaro Monteiro – Publicitário na empresa Inteligência Emocional contribuiu com este artigo para o Publicitando

 

 

Vaga em empresa de TI

Empresa busca estagiário

Para trabalhar em empresa da área de tecnologia da informação e gestão empresarial em constante expansão, localizada no bairro Vista Verde (zona leste), em São José dos Campos

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Necessário estar cursando nível superior em marketing, publicidade ou relações públicas.
Será responsável por todo o conteúdo publicitário, tanto textual quanto gráfico, da empresa.

Horário de trabalho flexível.

Realizará o cadastro de informações em portais de classificados em geral.
Administrará todos os canais em redes sociais da empresa, realizando a divulgação de artigos ou material relacionado ao modelo de negócio da empresa

A empresa oferece:
Salário: R$ 850,00
Benefícios: Vale Transporte

Preferencialmente residir em São José dos Campos
Para se candidatar, acesse http://cadernonacional.com.br/…/estagiario—marketing-1900…

Pesquisa sobre o uso de dispositivos móveis

Essa vem direto do painel Indicadores do Mercado do Digitalks

Estudo mostra que as mulheres preferem os smartphones para acessar as redes sociais, ler emails, navegar na web e até para assistir filme; mas na hora da compra usam os PCs e notebooks

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Sophia Mind, empresa de pesquisa e inteligência de mercado feminino da Batanga Media, realizou uma pesquisa para mapear o comportamento das mulheres nos dispositivos móveis. As preferências de acesso, a frequência de uso e o comportamento nas redes sociais foram alguns dos temas abordados. A pesquisa foi feita com quase duas mil internautas, de 18 a 60 anos. O resultado mostra que hoje quase metade das mulheres conta com um dispositivo móvel: 40% têm um smartphone, 33% smartphone e tablet e 8% possuem somente tablet.

Sem dispositivo móvel

Do total de entrevistadas, 19% delas ainda não possuem nenhum dispositivo móvel O Motivo? 70% não têm condição para comprar, 20% acham muito caro e apenas 5% não se interessam pelo produto. Deste grupo, 94% pretendem adquirir um smartphone e mais da metade alega que o principal motivo para ter o smartphone seria a facilidade no dia a dia. A Samsung aparece como a marca mais desejada (43%), na sequência a Apple (21%) e a Nokia (14%). Quanto à utilidade do produto: 58% citam a navegação na internet, 48% os envios e recebimentos de e-mails e 45% o acesso às redes sociais.

100% conectadas

Entre as mulheres com dispositivos móveis, 28% têm seu mobile há mais de dois anos e 22% pretendem trocar seu aparelho nos próximos seis meses. As funções mais citadas dos dispositivos são: 71% para acessar as redes sociais, 66% a internet e 61% para ligações.

Em comparação com o último estudo sobre mobile realizado em 2013, as redes sociais saltaram de segundo lugar para primeiro, sendo a principal função do uso em dispositivos móveis.

Quando e onde…

Os locais de uso mais citados pelas entrevistadas: em casa (91%), no trabalho (61%), deitada na cama (53%), em bares e restaurantes (28%) e em transportes públicos (24%). Quase que metade delas passa até 10 horas semanais conectadas e 25% até 20 horas. A frequência? 83% dizem acessar a web via mobile mais de uma vez ao dia e todos os dias.

Compras no mobile

Apenas 19% das mulheres participantes da pesquisa efetuam as compras pelo mobile. A compra online é feita por 68% delas via computador ou notebook. E, 63% preferem a loja física. As causas citadas para não comprar pelos dispositivos móveis são: acreditar que a compra pelo PC é mais fácil (41%), não sentir segurança (28%), falta de estrutura de alguns sites nos dispositivos móveis (25%) e preferir a loja física (20%). As que efetuam as compras pelo mobile alegam que a comodidade e facilidade são os principais motivos.

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Atividades favoritas

As entrevistadas também foram questionadas sobre a preferência- smartphone, tablet ou PC/notebook – na hora de acessar as redes sociais, ler e-mails, acessar a internet e ver filmes. O smartphone foi o vencedor em todas as modalidades, até para assistir filmes.

Os preferidos para compartilhar e baixar

Nas redes sociais: 27% compartilham suas fotos, 26% preferem escrever e 45% se dizem indiferentes. Entre os aplicativos, os mais baixados são de música (68%), redes sociais (67%) e de fotos e vídeos (63%)