Guichê Virtual abre vaga para estágio
A vaga é para SJCampos e para atuar em relacionamento com clientes.
Confira:
ACI faz evento de moda para incentivar vendas de final de ano
Para ajudar a capacitar a equipe de vendas, já pensando no aumento do movimento no fim de ano, a Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos promove um workshop sobre Varejo de Moda, no próximo dia 31. O curso tem o objetivo de atualizar e reciclar as práticas de atendimento.
Questões como qual a melhor maneira de abordar seu cliente ou a melhor forma de fidelizar o relacionamento com o seu público final serão respondidas pelas especialistas Ana Vaz e Patrícia Sant’Anna.
A programação começa com uma oficina ministrada por Ana Vaz, consultora de imagem pessoal e profissional, estilo, moda e etiqueta. Ela vai abordar o tema “Ferramentas de relacionamento de clientes – aprendendo a vender a tendência”.
Ana afirma que é necessário observar o cliente e atender de maneira precisa. “É preciso fazer da venda um atendimento personalizado, sendo assertivo. Mesmo que o cliente não peça esse tipo de conselho selecionar peças que façam ele se sentir bem é o ideal”, disse a consultora.
Quem dá continuidade ao evento é a diretora de pesquisas da Tendere, Patricia Sant’Anna vai abordar três tópicos: contemporaneidade – varejo de moda com presença on e off line; empatia no dia-a-dia do varejo; e economia criativa como estratégia de varejo de moda.
O evento é aberto a empresários, gerentes de lojas, vendedores, consumidores e estudantes, e acontece na última segunda-feira do mês, dia 31, das 14h às 18h30, no auditório do hotel Nacional Inn, em São José dos Campos. Os ingressos estão à venda na sede da ACI para associados (R$ 70), não-associados (R$ 110) e para estudantes dos cursos moda, publicidade, marketing e design (R$ 55).
Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Nathália Barcelos
Sem diálogo, não existe relação
Sabe quando você analisa aquele casal conhecido que não consegue estabelecer um diálogo e pensa: Hum, essa relação não vai longe. Talvez essa seja a realidade da comunicação das empresas com seus empregados. Sabe aquela relação que só existe por obrigação? É triste, não é?
A Comunicação Interna, além de tudo que já escrevi nos outros posts, precisa ser mais que uma emissora de mensagens. Ela precisa provocar reflexões e estabelecer um diálogo com os empregados. Hoje em dia, quase ninguém é mais (só) ouvinte. São todos emissores. E tem mais: quem sustenta uma relação apenas por obrigação?
Os perfis profissionais mudaram. São diversas gerações coexistindo no mercado, porém todo mundo quer participar e sentir-se parte do todo. Falar, opinar, construir e ter convicção de que está sendo ouvido. Logo, se a comunicação da sua empresa não abrir espaço para o diálogo, esqueça o engajamento.
Fala-se muito de ambientes e processos colaborativos no mundo corporativo. Em comunicação, também falamos muito de colaboração. Comunicação Interna não vai escapar! O desafio é grande, pois quando se abre espaço para o diálogo é preciso ouvir coisas que nem sempre estamos dispostos (como empresas). E, mais que ouvir, as empresas precisam se posicionar e também dialogar. Logo, a liderança precisa estar cada vez mais preparada em sua função de comunicar e alinhada ao discurso institucional.
Outra parte do desafio é como estabelecer esse diálogo. Quais canais usar? Como usá-los? Sem dúvida, a comunicação face a face sai na frente. Mas ela não dá conta do trabalho sozinha. É preciso repensar os processos de comunicação das empresas com os empregados, garantir mais voz aos funcionários, pensar em canais mais colaborativos e realmente discutir essa relação. Antes que a situação chegue ao limite.
Bola dentro, Mark
por Josué Brazil
Está cada vez mais claro para todo mundo do mundinho do marketing e da comunicação que buscar e encontrar soluções de comunicação que gerem experiências agradáveis e positivas para o consumidor e faça-o viver emoções é essencial.
Muitas vezes não precisamos de ideias e ações complicadas e sofisticadas para atingir tais objetivos.
Prova disso é a ideia que o pessoal do Facebook teve para marcar e comemorar seus 10 anos de existência: o vídeo retrospectiva de dez anos do usuário. O Look Back. Uma tremenda bola dentro: simples, fácil de participar e altamente emotivo.
Em menos de uma semana minha timeline ficou cheia de vídeos carregados de boas lembranças, histórias, fotos e posts de amigos, colegas e ex-alunos. Como não se emocionar vendo as fotos de formatura, de nascimento do filho, da aprovação do TCC, das férias e dos churrascos e aventuras.
Ações deste tipo são a prova de que a tecnologia tem que estar a serviço das pessoas. O que importa são sempre as pessoas. E o impacto que uma ação deste tipo gera jamais poderá ser medido apenas por likes e compartilhamentos. Vai muito além disso! Vi vários comentários agradecendo pessoalmente ao fundador do Facebook.
E agora acabo de ler que a rede social do Mark vai permitir que os usuários editem seu vídeo caso não tenham gostado da versão feita pelo aplicativo. Leia aqui: http://bit.ly/1nd5bFw.
Pura diversão, emoção e entretenimento para os usuários da rede social. E um valor adicionado sem tamanho para a marca.
Tremenda bola dentro, Mark!