Requisitos:
– sólida experiência em edição de vídeo e operação de câmeras;
– conhecimento de adobe after effects;
– conhecimento de motion graphics;
– conhecimento em photoshop e illustrator.
Atividades a serem desenvolvidas: atuar no processo de produção de vídeos comerciais e institucionais desde a captação de imagens até a edição.
Salário: R$ 3.000,00
Benefícios oferecidos: vale transporte, convenio médico, convenio odontológico, refeição no local
Horários: Seg a Sex: 9h às 18h. Sábados: 9h às 13h.
Cidade: São José dos Campos
Interessados enviar CV para marketing@farmaconde.com.br
Estagiário para a área de social mídia, criação de campanhas publicitárias e marketing em Taubaté.
– Conhecimento do Pacote Adobe
– Preferência para alunos que estejam indo para o último ano
– 4 horas por dia, segunda à sexta, vale transporte + R$600,00
Interessados:
CV + portifólio se tiver: sanya_m_n@hotmail.com
Amanhã participarei de um dos painéis da SGE – Semana Global de Empreendedorismo de Taubaté, mais especificamente da mesa redonda sobre Desenvolvimento da Cultura Empreendedora nas Cidades ao lado de Carlos Santis, Rubinho Fernandes e Felipe Pinheiro. O convite foi feito pelo Lucas Resende e eu prontamente aceitei. Vou tentar falar um pouco sobre o quanto a educação superior pode contribuir para a criação de uma cultura empreendedora.
Melhorar o ambiente para abertura de empresas e negócios em todo o país é fundamental. Criar uma cultura empreendedora é altamente saudável para o país.Eventos como estes são, portanto, urgentes e determinantes.
Já empreendi. Tive duas agências de propaganda. Comecei ambas só por que queria muito ser publicitário. Não fui treinado ou formado para ser empreendedor. Não aprendi na escola. E nem havia muito apoio para quem quisesse empreender naqueles tempos, já que abri minha primeira agência em 1984 e a segunda em 1989. E confesso que volta e meia sinto muita vontade de voltar a empreender na área de comunicação.
Atualmente, na universidade e no curso em que leciono, temos a disciplina Empreendedorismo. Ela é apoiada por disciplinas como Administração em Propaganda, Economia e Pesquisa de Mercado. E procuramos incentivar nossos alunos a ter uma visão empreendedora. E vem dando certo. É claro que temos uma geração que pensa mais em construir seu próprio emprego do que em procurar um. Há também a forte presença e atuação de órgãos de apoio ao empreendedorismo. A informação para empreender está mais acessível.E isso é ótimo!
Vários de meus ex alunos criaram negócios de comunicação nos últimos 10 anos. O surgimento da comunicação digital e a criação das MEI – Micro Empresas Individuais – impulsionou a criação de empresas de comunicação. O interessante e revelador é que o formato tradicional de AGÊNCIAS DE PROPAGANDA vem perdendo espaço para outros formatos de negócios. Grossa parte dos TGs – trabalhos de graduação, o trabalho final do curso – nos últimos anos gira em torno da criação de um negócio.
As cidades também precisam aproveitar este momento de ampliação da cultura empreendedora e procurar meios para criar um cenário mais favorável. Agilizar processos, facilitar o trânsito de documentação. Desburocratizar, enfim. As cidades têm que se tornar atrativas para investidores e empreendedores.
A Revista Exame de 26/10 traz uma extensa matéria sobre o ranking das melhores cidades do Brasil para fazer negócio. Nesta matéria a pesquisa realizada pela consultoria Urban Systems aponta as 100 melhores cidades do Brasil quando o assunto é ambiente de negócios/empreendedorismo.
As três primeiras colocadas são Barueri, São Caetano do Sul e São Paulo. Foram analisados 28 indicadores para se fechar o ranking. Indicadores como nível de formação de mão de obra, PIB per capta, renda média dos trabalhadores, infraestrutura, excelência nos serviços públicos são determinantes. Entre as cidades de nossa região a melhor colocada, em 24°lugar, é São José dos Campos. Depois vem Jacareí, em 44°, e Taubaté, em 54°. O estudo mostra que as cidades da Região Metropolitana do Vale do Paraíba podem e devem evoluir.
Eventos como a SGE são ótimos espaços para troca de conhecimentos, discussão de ideias e promoção da cultura empreendedora e podem colaborar muito para que as nossas cidades atinjam posições melhores em rankings como o da Revista Exame.
A Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos reuniu nesta quinta-feira lideranças femininas da cidade para a apresentação do projeto da ACI Mulher, novo organismo criado pela entidade para incentivar a participação da mulher na vida econômica, política e social do município.
Na forma de um café da manhã, o encontro foi coordenado pela empresária Paula Dal Belo, presidente da ACI Mulher, e contou a presença de 20 pessoas. Este foi o segundo evento promovido pela ACI Mulher esta semana.
Na noite da última quarta-feira, a ACI Mulher realizou, em parceria com o movimento Linda Toda, também presidido por Paula Dal Belo, o workshop “Liderança Estratégica Empreendedora” — evento que reuniu mais de 300 pessoas no Teatro Colinas, com palestras de Murillo Reggiani, sócio-fundador da Vult Cosméticos, e Luzia Costa, proprietária da rede de franquias Sóbrancelhas, sobre estratégias de geração de negócios e sucesso mesmo em tempos de crise.
“Nossa meta na ACI Mulher é criar oportunidades, despertar talentos e formar lideranças. Lideranças positivas, que se preocupem com as pessoas, gerem resultados e atuem, na vida e nos negócios, com ética e responsabilidade”, disse Paula no café da manhã de ontem, na sede da ACI.
O presidente da ACI, Felipe Cury, abriu o encontro, afirmando que a entidade, por meio da ACI Mulher, está de portas abertas a iniciativas que visem incrementar a participação das mulheres nos negócios. “Este é um sonho antigo, que, agora, ganha foco”, disse Felipe Cury.
Workshop – O workshop “Liderança Estratégica Empreendedora” foi marcado pelo espírito de perseverança dos palestrantes. A empresária Luzia Costaacredita que eventos e palestras como essa podem estimular pessoas a empreender. “Um evento como esse traz esperança para futuros empreendedores, já que estamos passando por um período difícil. Às vezes, o que falta é um impulso, porque de ideias o brasileiro é farto”, disse Luiza, empreendedora que possui 182 estabelecimentos franqueados da Sóbrancelhas em todo Brasil.