Comunicação x Pandemia: O que aprendemos até agora

por Tatiana Lacaz

1) Quem sempre se preocupou em investir em comunicação e marketing saiu a frente: A presença no meio digital com um posicionamento ligado as tendências atuais, contribui para o fortalecimento da marca, fazendo com que ela não caia no esquecimento do público.

2) Mais do que nunca foi preciso ouvir o cliente com atenção: Ouvir o seu target é imprescindível para suprir as suas necessidades, em tempos de pandemia essa premissa ganhou ainda mais atenção. Novos hábitos tomaram conta do dia a dia de muitas pessoas e as marcas que souberam identificar o novo comportamento do consumidor, conseguiram criar estratégias mais assertivas.

3) O digital é uma tendência forte, mas não substitui o off-line: Tivemos que nos adaptar ao contexto do digital, seja para assistir aula, fazer curso ou comprar os itens que julgamos serem essenciais, apesar dos inúmeros esforços de algumas empresas, a relação no meio off-line ainda faz diferença. Para muitos, a presença e o contato físico, são importantes para um melhor aprendizado e desempenho.

4) Ofereça ao seu cliente uma experiência de compra completa: Saiba como realmente encantar o seu público, crie estratégias visando as etapas da jornada de compra do consumidor e esteja pronto para atendê-lo prontamente sempre que for preciso.

Manter o investimento em Marketing é a saída mais eficaz para driblar a crise. O contexto da pandemia acelerou o crescimento dos canais digitais, valorizou as experiências em tempo real, aumentou a criação de conteúdos interativos e fez com que as marcas se tornassem mais humanas e comprometidas com o seu público.

Share and Enjoy !

0Shares
0 0

Global Data Bank anuncia chegada ao Brasil

Proposta inova na forma com que dados são coletados, protegidos, organizados e ativados

O Global Data Bank (GDB) anuncia o lançamento oficial de sua plataforma de dados que deve agitar o mercado. O GDB oferece abordagem completamente nova e segura de coletar e ativar dados, incrementando os resultados dos anunciantes e reduzindo os custos de dados dramaticamente.Baseado na ideia de que as empresas precisam assumir o controle sobre seus dados e ter a capacidade de combiná-los entre os mundos on e off-line, criando robustas segmentações e alcançando o melhor dos dois mundos, o GDB oferece todo o suporte para as empresas trabalharem seus dados de forma flexível, segura, em tempo real e com as melhores tecnologias disponíveis no mercado.

image description

GDB chega ao Brasil

O Global Data Bank é de livre entrada e participação, sem nenhum custo inicial e sem imposições contratuais custosas às empresas. Em vez disso, o GDB apenas cobra pequena porcentagem pelo uso de sua plataforma quando os dados são ativados para publicidade. Esta porcentagem vai de um terço a um quinto do que comumente cobra-se por dados de terceiros (empresas provedoras de dados – Data Providers). Isso cria um processo exponencialmente mais eficiente, com melhores opções de dados e permitindo maior fluxo dos recursos destinados à veiculação e ativação da mídia para o cliente, traduzindo-se em melhores resultados.

O GDB é uma empresa norte-americana que já nasce com operação no Brasil. Seus criadores e investidores são os veteranos de longa data em publicidade digital, John deTar e Guilherme Soter, em conjunto com a SIGNAL, sócia estratégica no mercado norte americano e que proverá tecnologia e distribuição. O GDB vem operando de forma Beta no Brasil há mais de seis meses, trabalhando com um grande portal, uma DSP local, com a multinacional AOL, a já consolidada ROIx e diversas agências e clientes diretos.

“Cada anunciante/agência/DSP tem sua própria conta no banco.E de forma segura eles podem depositar dados de diversas fontes, seja elas on ou off-line. Após isso, os anunciantes, que agem como “correntistas” desse banco, podem construir seus próprios clusters, segmentos e ativá-los em tempo real, programaticamente. Isso pode acontecer por meio de qualquer DSP no Brasil, como a AOL, Yahoo (YAM+), MediaMath, RocketFuel e Google”, diz John deTar.

“Tipicamente as empresas pagam entre 15% e 30% de todo o seu investimento no uso de dados de terceiros (thirdparty data) ao ativar uma campanha de mídia programática, e acabam se esquecendo de que o dado mais valioso é o seu próprio dado coletado e tratado (o firstparty data). Com o GDB, osclientes pagam apenas 5% pelousoda plataforma, e isso ocorre apenas quando os seus dados são ativados. Não cobramos nada adicionalmente pelos serviços de integração, coleta, organização nem tampouco pelo onboarding dos dados”, complementa Guilherme Soter. “A ideia é facilitar a vida dos anunciantes e agências, fazendo com que eles não tenham que pensar em construir sua própria Data Management Platform (DMP) ou que paguem por esse serviço sem ativação de mídia”. Dessa forma, todos podem se beneficiar da economia de escala que o GDB oferece com total segurança e privacidade total de seus dados assegurada por contrato.

“Nós não vendemos, compartilhamos ou alugamos dados. Apenas oferecemos a plataforma e as ferramentas essenciais para tornar o uso de dados eficiente para o cliente”, acrescenta Soter.

No mês de outubro de 2015, o GDB coletou mais de 11 bilhões de impressões de seus parceiros beta no Brasil, e já tem acesso a dados off-line de mais de 147 milhões de pessoas. Os resultados que os parceiros beta vêm alcançando têm sido expressivos. Em média, participantes têm atingido resultados 3,2 vezes superiores e custos de três a cinco vezes menores do que quando utilizam provedores de dados de terceiros.

Isto se traduz em um retorno 10,2 vezes maior quando uma companhia faz uso do GDB.“Estes resultados não nos surpreendem”, afirma deTar. “É o que se espera quando você reduz os custos e se concentra primariamente no uso de dados próprios ao invés de dados de terceiros, que você não sabe de onde estão vindo”.

Comercialmente, o GDB está sendo liderado por Marcelo Pincherle, vindo da Serasa Experian para assumir esta função, e que traz sólido conhecimento de ambos os mercados online e off-line de dados. Como parte da parceria tecnológica, Marcelo Nogueira, da SIGNAL, passa também a fazer parte do time comercial baseado em São Paulo.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Cláudio Garcia

Share and Enjoy !

0Shares
0 0