Artigo mostra formas de segmentação no online

Conheça as 6 estratégias de segmentação mais promissoras na publicidade online

* por Rodrigo Lobato

A evolução no poder de segmentação de públicos é um fato notório na publicidade. Graças a tecnologias de monitoramento e análise de dados, as marcas hoje conhecem cada vez mais sobre o comportamento do seu consumidor. Ainda assim, se considerarmos as possibilidades quase infinitas de segmentação de dados que temos atualmente, entenderemos porque ainda é um desafio para muitos comerciantes saber quais fluxos e jornadas priorizar em suas campanhas online.

Apesar de complexa, porém, a publicidade personalizada nunca foi tão importante. Uma recente pesquisa feita pela Adlucent, por exemplo, confirmou que os consumidores respondem melhor a essa experiência – 71% dos entrevistados preferem anúncios adaptados aos seus interesses e hábitos de compras.

Por isso, para aqueles que ainda ficam inseguros com o tema, listei as 6 estratégias de segmentação mais promissoras para uma campanha de publicidade digital bem-sucedida:

#1: Segmentação por ‘Categoria de Produto

A segmentação por categoria de produtos é um dos formatos mais robustos. Ele baseia-se nas mercadorias já vistas por um potencial comprador, e permite que os anunciantes criem peças criativas únicas direcionadas a segmentos menores de público. Por exemplo, se uma loja online de itens esportivos quer impactar “corredores ao ar livre no verão”, ela pode promover modelos selecionados de sapatos ou equipamentos de corrida para pessoas que navegavam em itens dessa categoria ou de outras similares.

#2: Segmentação por ‘Inscrições’

As campanhas também podem focar em tipos específicos de usuários, como, por exemplo, aqueles que ainda não se inscreveram para receber a newsletter do seu e-commerce. Com informações coletadas por meio de uma tag personalizada ou compartilhada por um cliente, uma campanha de retargeting personalizado pode facilmente identificar e informar esse grupo de “usuários não inscritos” sobre promoções especiais para quem efetuar seu cadastro. A estratégia é útil para conquistar novos assinantes e também para evitar impactar duas vezes aqueles que já estão inscritos.

#3: Segmentação por ‘Atividade de Usuário’

As soluções avançadas de retargeting permitem executar uma campanha adicional focada em usuários, por exemplo, que não visitaram o site da loja por um longo período de tempo, ou aqueles que compraram algum aproduto específico recentemente. Táticas assim ajudam a construir uma consciência de marca e um relacionamento de longo prazo, mantendo potenciais compradores por perto. Ao mostrar nos anúncios notas de “obrigado”, descontos exclusivos ou uma mensagem sobre as próximas promoções, é possível estabelecer estratégias de longo prazo para manter sua marca ativa na mente dos consumidores, ao mesmo tempo em que retira a atenção dos concorrentes.

#4: Segmentação por ‘Frequência de Compra’

As campanhas também podem ser segmentadas por frequência de compra, considerando o número de ofertas vistas pelos visitantes e consumidores, além dos produtos adicionados ao carrinho e/ou comprados recentemente. Com base nisso os comerciantes podem executar campanhas distintas com diferentes mensagens e criativos dedicados aos usuários que compram com frequência (por exemplo, envie um desconto especial para que retornem), e também àqueles que raramente ou nunca compram no e-commerce (por exemplo, envie um código de cupom para uma primeira compra).

#5: Segmentação por ‘Valor do Produto’

Se o objetivo é aumentar as vendas de produtos com alto valor agregado ou mais caros, o retargeting personalizado também pode ser otimizado para considerar estoques específicos. Nesses casos, os algoritmos de auto-aprendizagem escolherão os itens a serem exibidos no mesmo intervalo de preços dos produtos já vistos pelo usuário

#6: Segmentação por ‘Dispositivo’

Os comerciantes também podem segmentar seus consumidores de acordo com o dispositivo de navegação que utilizam: desktop, celular, TV ou qualquer outro usado para pesquisar um produto online. As campanhas publicitárias em diferentes plataformas (cross device) permitem que os comerciantes não só abordem as pessoas em momentos mais oportunos, como também explorem melhor os horários e telas com maior propensão para determinadas conversões.

*Rodrigo Lobato é country manager Brasil da RTB House, uma empresa de tecnologia europeia focada em oferecer um serviço completo e personalizado de retargeting baseado em algoritmos de deep learning. A RTB House opera atualmente mais de mil campanhas exclusivas para marcas globais em mais de 40 mercados da Europa, América Latina, África, Oriente Médio e Ásia-Pacífico.

Fonte: RTB House – Diego Segura

Para gerir bem o marketing

5 plataformas de gestão de dados que todo profissional de marketing deveria conhecer

De acordo com estudos recentes revelados pela empresa de consultoria Gartner, aproximadamente 2,2 milhões de terabytes de novos dados são criados todos os dias no mundo. Seguindo os níveis projetados, no ano de 2020 serão gerados cerca de 1,7 megabytes de novas informações por segundo para cada habitante do planeta. Não é preciso trabalhar com marketing digital para saber que a enorme quantidade de conteúdo que trafega na web diariamente já está ditando algumas das principais tendências no mundo nos próximos anos, não apenas no mercado de comunicação como nas mais diversas esferas de atividade.

Neste cenário, as agências e anunciantes ganharam uma infinidade de possibilidades para trabalhar suas campanhas, incluindo os assuntos do momento, as tendências de mercado e o comportamento do consumidor. A grande questão é: como organizar tanta informação e otimizar os resultados? Diversas ferramentas, plataformas e empresas, baseadas em data Science ou qualquer outra atividade relacionada a dados, desenvolvem tecnologias e métodos para organizar essas informações e transformá-las em insights e inteligência de mercado. Confira abaixo alguns serviços, pagos e gratuitos, que todo profissional que trabalha com marketing online deveria conhecer:

Keep.I
Oferece plataforma gratuita e juntando em um mesmo lugar os resultados e informações de performances individuais de canais como Facebook Ads, Twitter Ads, Instagram Ads, Bing Ads, Youtube Ads, Google Adwords e as principais DSP’s (demand side platform) como Double Click e MediaMath. A solução está disponível gratuitamente para agências de publicidade, empresas e empreendedores dos mais variados segmentos. Recentemente, anunciou planos pagos com novas funcionalidades como: Compartilhamento rápido de módulo, Exportação de Dados CSV e PDF, Exibição em formato tela cheia, Feed de comentários, Customização de KPIs, Notificações, Alertas de desempenho, Medição de Sentimento, Gerenciamento de Dashboards, Relatórios por e-mail e versão mobile.
Saiba mais: http://keepi.media/

Stilingue
Uma ferramenta para quem quer embasar as suas decisões estratégicas em dados de conversa, opiniões e influenciadores dos principais meios online. A plataforma promete capturar milhões de publicações ao vivo, a partir de notícias, redes sociais, blogs, fóruns, reviews, buscadores e diversas outras fontes de coleta por milhares de sites. O Stiligue ainda é capaz de analisar conteúdos e filtrar tendência por meio da inteligência artificial, entre outros atributos.
Saiba mais: https://stilingue.com.br/

Tail Target
A plataforma ajuda a enxergar no big data os perfis mais importantes para a empresa. Seus recursos podem ser utilizados por publishers, anunciantes, agências e lojas de e-commerce. Para isso, a ferramenta utiliza dados comportamentais por segmentação de audiência para entender o target por meio de diversos pontos de contato, como websites, apps, e-commerce e campanhas de publicidade, incluindo dados de CRM e outras informações disponibilizadas por outros provedores especializados.
Saiba mais: http://www.tail.digital/

SimilarWeb
A plataforma usa tecnologias Big data para colecionar, medir, analisar e providenciar estatísticas de envolvimento de utilizadores para websites e aplicações móveis. Suas ferramentas auxiliam desde o entendimento de como está a presença de uma marca específica no meio digital, como traz o benchmark das marcas concorrentes. Seus recursos contam com históricos e insights nas principais iniciativas do digital (SEO, Search, Geolocalização, Social e Mídia).
Saiba mais: http://www.similarweb.com.br

Google Analytics
A mais tradicional ferramenta de monitoramento do Google, a versão gratuita do Analytics pode ser instalada em qualquer site, blog ou loja virtual. A ferramenta permite que os usuários consultem as principais métricas em relatórios integrados de audiência, compare intervalos de datas, monitore dados em tempo real, combine métricas de acordo com o objetivo da comunicação, além de gerar e exportar gráficos e informações.
Saiba mais: https://www.google.com/analytics/

Fonte: Keep.i – Informações para imprensa – Rafael Frank

Como o big data pode impulsionar novos negócios

A influência da Big Data nos negócios

por Marcos Alex Rodrigues

Até alguns anos atrás, toda a informação gerada e divulgada acontecia de maneira off-line, através de cartas (mala direta), matérias em televisão, rádio, publicações em revistas, jornais, folhetins, folders e ligações (telemarketing). Aos poucos, esse cenário foi mudando e a informação começou a chegar por diversas frentes, o tempo todo.

Se por um lado isso facilitou a comunicação, por outro, há exagero na dose. Pelo menos é o que eu ando acompanhando no meu dia a dia. Com o aumento da tecnologia e com a chegada das redes sociais, a maneira de se relacionar passou por uma revolução e hoje são os consumidores e os influenciadores digitais que ditam as regras. São eles que falam abertamente o que pensam e o que não pensam; são eles que interagem com as empresas atestando ou reprovando determinados produtos ou serviços.

E embora eu acredite que algumas mudanças sejam inevitáveis e irremediáveis, é preciso ficar atento a dose, já que estas mudanças podem ser proporcionalmente drásticas se não forem bem trabalhadas, principalmente no que diz respeito a comunicação. O que parece ser ideal para a sua marca, pode ser considerado invasivo aos olhos do seu consumidor e toda a estratégia de marketing irá por água baixo.

Tudo está se transformando e ainda não temos a dimensão como isso será no futuro. Com base no meu modelo de negócio, posso afirmar que as ações online, quando executadas com parcimônia estão trazendo cada dia mais, resultados efetivos para os meus clientes. Mas também estamos o tempo todo, nos reinventando e tentando acompanhar essa evolução.

Até porquê, o aprimoramento constante das tecnologias, o acúmulo de dados e a informação (BIG DATA) favorecem esse quadro de transformação e acabamos tendo muito mais informação e conteúdo armazenado, do que imaginávamos lá trás. Poucas as informações que estão conseguindo ficar oculta aos olhos das máquinas e algoritmos, que avançam a cada vez que alimentamos browsers com buscas e curiosidades; eles são inteligentes o suficiente para conhecer nossos desejos e nossos próximos passos no mundo virtual.

O que quero realmente compartilhar com vocês é que hoje não somos os mesmos que éramos ontem e como empresários, temos a missão de analisar e tentar prever quais diretrizes teremos amanhã, com a tecnologia que estamos criando. Precisamos mudar nossos conceitos, assim como a tecnologia tem mudado a nossa maneira de se comunicar.

Sobre o autor:

Presidente da Central Mailing List, (www.centralmailinglist.com.br) Marcos Alex Rodrigues é um cientista de dados que há mais de 20 anos inseriu a comercialização de banco de dados no mercado. Hoje, além desse serviço, a empresa também trabalha com a correção, atualização, enriquecimento de database (banco de dados), disparos de e-mail marketing inteligente, SMS e geração de leads. Tudo isso, de maneira consciente, fazendo o uso coerente das informações e seguindo as regras de mercado com altos níveis de segurança. Projetos de consultoria mercadológica para a definição de público alvo atendendo as demandas dos departamentos de marketing, vendas, prospecção, retenção, fidelização, cobranças, pesquisas, TI e RH também faz parte da portfólio da empresa.

Fonte: Alline Carvalho

Artigo trata dos pecados da era digital

7 pecados capitais da era digital

por Paulo Marcelo, CEO da Resource

A Transformação Digital, embora muito divulgada, estudada e debatida, está em construção. A sociedade já é digital e as empresas ainda não. Por isso, merece todo o cuidado para que seja bem-sucedida. É muito importante contar com um parceiro que ajude o cliente a conduzir essa jornada de maneira assertiva, promovendo o engajamento de todos os colaboradores, com o comprometimento do board da empresa. O sucesso dessa transformação depende fundamentalmente das pessoas.

Dessa forma, o cliente dessa nova era, empoderado, contrata mais do que serviços ou soluções, ele quer resultados. E para que eles sejam atingidos, é preciso conhecer algumas armadilhas que podem comprometer o nível de excelência do digital. Listei a seguir sete entraves que devem ser evitados.

1- Não integrar a visão corporativa à estratégia digital
A construção da estratégia digital deve permear todas as áreas de negócio e integrar a estratégia da corporação. É preciso ter clareza sobre onde a empresa pretende chegar, desenhar uma jornada de Transformação Digital e integrar esse plano à visão da companhia. Todos devem unir esforços para uma ação conjunta com um objetivo comum: modernizar processos, produtos e serviços para colocar a corporação em linha com as atuais expectativas de clientes e parceiros. A transformação não acontece sozinha e visa fortalecer a competitividade e o posicionamento da empresa.

Paulo Marcelo

2- Não ter o comprometimento do CEO e do C-Level
Contar com o apoio do CEO na construção de uma estratégia digital não é mais o suficiente para o sucesso. É preciso contar com a sua liderança e o comprometimento efetivo do C-Level. É fundamental também priorizar e sustentar continuamente os investimentos, além de medir resultados. Somente dessa forma, a empresa será bem-sucedida na integração da sua cultura ao digital. CEO e C-Levels devem estar engajados na promoção do conhecimento aos seus colaboradores, participar ativamente de eventos que objetivam disseminar a nova cultura. Bons exemplos trazem incentivo e credibilidade.

3- Não contagiar as pessoas com a nova cultura
As mudanças na cultura da empresa para um modelo de evolução digital requerem a modernização de processos que muitas vezes esbarram em resistências. Portanto, é importante contagiar as pessoas com a cultura digital, mostrando todos os benefícios que esse novo modelo pode proporcionar no desenvolvimento de suas funções. Dessa forma, é possível evitar a formação de silos de evolução e estender a transformação para todas as áreas da empresa. A comunicação é essencial para garantir uma adesão consistente e ganhar a confiança de todos.

4- Não fortalecer as competências para a nova era
A transformação digital trouxe a necessidade de agregar novas competências para atingir os objetivos de negócios 4.0. Essa renovação não significa necessariamente uma ruptura com o modelo existente. A estratégia é unir todas as competências do time da casa, trazer novas, investir em talentos, preservando a essência da companhia. A execução de uma estratégia digital acontece por meio da motivação das pessoas, que usam a tecnologia para alcançar resultados com mais eficiência.

5- Não buscar o simples e cair na armadilha do complexo
Este é um dos maiores pecados em uma estratégia de transformação. Um dos protagonistas da era digital é a metodologia Ágil, que proporciona a realização de entregas rápidas, por meio do conceito de MVPs (Mínimo Produto Viável). Essa vantagem de poder aumentar a quantidade de novas versões disponibilizadas aos clientes permite que erros apareçam mais rapidamente e, ao mesmo tempo, sejam solucionados na mesma velocidade. Assim, é possível simplificar o desenvolvimento e acelerar ainda mais o compromisso com as entregas.

6- Adotar todo e qualquer tipo de tecnologia sem planejamento e avaliação de necessidades
Quando a decisão de construir uma estratégia digital é tomada, é preciso, primeiramente, avaliar o cenário atual e os principais objetivos que a empresa pretende atingir com as mudanças. A Transformação Digital não é um remédio para todas as dores do negócio. Definido o desenho da jornada digital, é hora de agregar as tecnologias que irão contribuir para o seu sucesso. Não se pode cair na armadilha de querer adotar todas as inovações que não estejam diretamente relacionadas com as necessidades de modernização dos negócios e, consequentemente, dos seus resultados.

7- Não eleger Agentes de Transformação Digital
Dependendo do porte e da atuação da empresa, é muito importante eleger Agentes da Transformação Digital, originados do time de C-Levels da companhia. Eles serão fortes aliados do CEO no compromisso de permear a nova cultura em toda a companhia e manter todas as pessoas informadas e engajadas. Os agentes devem trabalhar para que a Transformação Digital seja implementada em ciclos rápidos e cuidar para que os investimentos sejam constantes no digital. Dessa forma, o processo será consistente, contínuo, executado, aferido e controlado.

Fonte: Gabriel Cruz – Planin Comunicação

IA versus homem

Matrix corporativa: a inteligência artificial vai roubar o meu emprego?

Tecnologias inteligentes de automação já estão presentes em praticamente todas as indústrias. Na de publicidade isso não é diferente, e até mesmo a criatividade já pode ser replicada por máquinas.

por Rodrigo Lobato*

A Inteligência Artificial (IA) facilita muito a vida dos comerciantes, isso é fato. Como reflexo, hoje já não existem muitas indústrias onde os robôs ainda não estejam presentes. Um anúncio recente da Coca-Cola, por exemplo, indicou que a empresa pretende usar bots para atividades como criar músicas para anúncios, escrever scripts, postar nas redes sociais e comprar mídia. E esta é apenas uma das inúmeras iniciativas tecnológicas que estão em andamento e que nos mostram o quanto a revolução das máquinas está mexendo com a indústria da publicidade. E neste cenário de mudança, um questionamento recorrente é: qual será o futuro da força de trabalho humana?

Para se ter uma ideia, um novo relatório da PwC apontou que 38% dos empregos dos EUA serão substituídos por robôs ou algum tipo de Inteligência Artificial até o início de 2030. E embora possa parecer reconfortante pensarmos que características humanas como a criatividade e a empatia ainda são elementos exclusivamente nossos, experiências reais já nos mostram que a prática não é bem assim. E as máquinas não apenas já competem com os seres humanos, como também os superam em inúmeras funções.

Analistas de dados ou algoritmos de autoaprendizagem?

Vejamos a indústria de comércio eletrônico, por exemplo. Existem inúmeras tendências que nós, humanos, conseguimos prever facilmente. Sabemos que a Black Friday, por exemplo, traz um crescimento de vendas incrível. De fato, análises da RTB House mostram que na Black Friday as campanhas são mais de 100% melhores do que a média. Além disso, as terças e quartas possuem conversões mais altas do que outros dias da semana – até 40% a mais do que no sábado.

Mas apesar de serem informações muito úteis para o planejamento das campanhas, o público real não funciona apenas com base nessas restrições simplistas. Os padrões de compra podem ser extremamente específicos e combinar critérios múltiplos. É por isso que o marketing digital hoje é todo voltado para a segmentação individual, com anúncios moldados com base nos interesses e desejos mais pessoais de cada um. E, infelizmente, os seres humanos não conseguem perceber as mudanças mais sutis no comportamento de um comprador online. Já os robôs, não só identificam esses padrões, como fazem isso em tempo real e em larga escala.

Dados da RTB House com foco em retargeting personalizado também indicam que os algoritmos baseados em deep learning – um ramo altamente inovador de métodos de Inteligência Artificial que imitam o cérebro humano – podem responder a milhões de pedidos de compra e venda de anúncios por segundo. Isso é, obviamente, muito mais do que qualquer ser humano poderia analisar. Além disso, as máquinas não dormem, o que lhes permite observar o mercado 24 horas por dia, sete dias por semana e ajustar suas atividades sempre que preciso. Assim fica difícil competir.

O planejamento de mídia subsidiado por máquinas

Ao longo dos últimos anos o planejamento de mídia mudou pouca coisa em seus fundamentos básicos. Porém, o número de indicadores que precisam ser analisados antes, durante e depois de uma campanha explodiu. Hoje, cerca de 2,5 quintilhões de dados são produzidos diariamente e, de acordo com o IDC, menos de 0,5% deles são coletados, analisados e, de fato, utilizados.

Nesse novo cenário, as atividades que formam a espinha dorsal de qualquer processo de compra e venda de mídia, incluindo relatórios, auditoria, verificação periódica, etc., já podem ser totalmente automatizadas, permitindo que os especialistas se concentrem puramente na estratégia e na criatividade. Além de obter informações altamente precisas, é possível analisar rapidamente os crescentes conjuntos de dados coletados. No retargeting personalizado, por exemplo, as decisões sobre os produtos que devem ser exibidos nos anúncios geralmente são feitas em menos de 10 milissegundos – e isso é mais rápido do um piscar de olhos.

Por fim, a incorporação de algoritmos de autoaprendizagem possibilita analisar as pessoas individualmente, e não a partir de uma segmentação ordinária por grupos. Isso permite que os anunciantes comprem mídia considerando um cenário muito mais específico, sem aquela tradicional dúvida sobre onde um anúncio será colocado – agora a discussão é para quem o banner será mostrado.

Diretores de arte versus algoritmos

Por mais incrível que possa parecer, a Inteligência Artificial também está se fortalecendo para enfrentar o universo criativo. Recentemente a agência McCann-Erickson do Japão promoveu uma batalha interessante, colocando o primeiro robô Diretor de Arte do mundo, chamado AI-CD β, contra um homólogo humano, o Diretor Criativo Mitsuru Kuramoto. Ambos receberam a tarefa de criar um anúncio que seria julgado por votação popular.

Embora o computador tenha sido capaz de dirigir a peça publicitária com sucesso, analisando um banco de dados tagueado e também comerciais de TV antigos, a humanidade aparentemente triunfou nesse desafio. Kuramoto ganhou 54% dos votos populares em comparação com sua concorrente, a IA, que ficou com 46%. Mas temos que admitir que estamos muito próximos do empate.

Uma luz no fim do túnel

Somente o tempo nos dirá se a IA poderá se tornar ainda mais criativa e eficaz do que as mentes humanas, e como isso irá influenciar os locais de trabalho. Por enquanto, sabemos que a tecnologia felizmente também impulsionará o surgimento e o crescimento de muitos novos empregos – incluindo algumas categorias inteiramente novas.

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, 65% das crianças que entram na escola primária hoje acabarão em empregos que atualmente não existem. Alguns papéis se tornarão extintos, outros serão criados. Mas no fim do dia, pelo menos no setor de marketing, é inegável que quando os algoritmos são capazes de aprender com os dados, definitivamente fica mais fácil para as marcas entenderem e se comunicarem de forma eficaz com os clientes.

*Rodrigo Lobato é country manager Brasil da RTB House, uma empresa de tecnologia europeia focada em oferecer um serviço completo e personalizado de retargeting baseado em algoritmos de deep learning. A RTB House opera atualmente mais de mil campanhas exclusivas para marcas globais em mais de 40 mercados da Europa, América Latina, África, Oriente Médio e Ásia-Pacífico.

 

RP estagia no Grupo Solar

Aluna de sexto semestre trabalhará com mídias sociais

A aluna de relações públicas da Unitau, Luísa Barbosa Siqueira, acaba de assumir como estagiária de social media do Grupo Solar.

O Grupo Solar é dividido em três vertentes de atuação: Solar Social, Solar Music e Solar Digital. A primeira vertente faz a ponte entre aqueles que querem ajudar e as entidades/projetos sociais/instituições que precisam ser ajudados. A segunda trabalha na área musical fazendo projetos para artistas e assessorando na parte digital. A terceira e última vertente é a que faz/cuida de toda a divulgação via mídias sociais das empresas, projetos e pessoas atendidas pelo grupo.

Luísa cuidará do planejamento, postagem, mensuração e reports. Anteriormente ela havia atuado na ACI (Agência de Comunicação Integrada do Depto. de Comunicação Social da Unitau) e está atuando na ACOM, assessoria de Comunicação da Unitau, onde permanecerá apesar das novas atividades no Grupo Solar.

Um curso para ajudar a cuidar de seu tempo

Tem dificuldades em administrar seu tempo?

O workshop “Administre seu tempo: um bem tão precioso!” trará algumas dicas de como organizar melhor o seu dia.

As vagas são limitadas e as inscrições acontecem até dia 30/06/17

Mais informações e inscrições no link: https://www.epontocomunicacao.com.br/administracao-tempo

Descontos para associados da ACIT.

Agência abre diversas vagas

A MaCost abre vagas em atendimento, planejamento e criação

A agência esta à procura de Diretor de Arte, Redator, Atendimento, Analista de Mídias Sociais e Planejamento com experiência mínima de 2 anos. Para completar a equipe, procura também um Estagiário de Arte (com habilidades em pacotes de edição de imagens) e um Estagiário de Atendimento – ambos cursando a partir do 2º ano.

Para participar da seleção, envie seu currículo até 10/07 para: atendimento@macost.com.br Se estiver concorrendo a uma vaga na criação, envie também seu portfólio.

NÃO SE ESQUEÇA DE COLOCAR A ÁREA DE INTERESSE NO ASSUNTO DO SEU EMAIL.

Curso trata da análise da comunicação

Curso é oferecido pelo Grupo de Planejamento

A análise de comunicação, como início da estratégia, é o primeiro passo de um planejador. Saber fazer uma boa análise e conhecer sua técnica é requisito na carreira dos bons profissionais de planejamento.

O curso
O curso aborda os fundamentos de uma análise de comunicação que gere insights para estratégias criativas. Portanto, ensina a fazer uma boa análise de comunicação além do beabá. Se o papel da comunicação é dar significado a produtos e marcas, uma análise bem feita revela seus significados, como ela funciona, levanta hipóteses e pode direcionar o produto criativo.

Quem?
Nelson Kuniyoshi
Provocateur – Planejamento FCB

Quando?
Dia 29 de junho
Das 19h30 às 21h

Onde?
FCB
Av. das Nações Unidas, 12.901
São Paulo

Quanto?
Associados: R$ 250
Não-associados: R$ 300

Inscrições aqui

Vencedores do Top Marketing 2017

ADVB celebra os vencedores

A ADVB (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil) celebra nesta quarta-feira, 21 de junho, a partir das 19h30, no Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo, os vencedores do Top de Marketing 2017, prêmio que chega à 45ª edição com nova metodologia.

As empresas que serão homenageadas são: Avon, Banco do Brasil, Café 3 Corações, Delanno, Faber Castell, Freecô, Gafisa, GM Mercosul (Brasil-Argentina), Habib’s, HDI, Intercement, Magazine Luiza, Hipermarcas (Maracugina), Mercedes Benz, Motorola, Nextel, Ourocard, Pag Seguro Moderninha, Proibida, Publicis, Record TV, Sapore, Shopping Cidade São Paulo, Sicredi, TNT, Wikihaus e Zap Imóveis.

Metodologia – Uma equipe de especialistas analisou as estratégias de marketing adotadas pelas empresas, em 2016, em cada uma das categorias pré-definidas, que representam o conjunto do mercado, definindo, através de metodologia própria, cujos produtos ou serviços tiveram os melhores resultados. A análise foi realizada por meio de consulta a fontes diretas e indiretas, estudo documental, entrevistas e avaliação de matérias de conhecimento público divulgadas em revistas e jornais especializados. Após este processo, foi realizada uma pesquisa entre profissionais da área, líderes empresariais e formadores de opinião para a escolha do Top de Marketing, validando a escolha pela análise técnica.

Fonte: CommunicaBrasil – Carla Espino