TV Conectada ganha penetração e se populariza

Estudo smartclip e Nielsen mostra que 89% utilizam TV Conectada; dispositivo ganha penetração e se populariza

  • 77% dos respondentes das Classes CDE dizem ter o aparelho
  • Apesar disso, para 57% dos entrevistados preço ainda é uma barreira
  • 80% dos respondentes declararam que utilizam TV Conectada diariamente.
  • Séries e filmes são assistidas por 93%, noticiário atinge 67%

A smartclip, companhia global especializada na distribuição de publicidade em vídeo multitelas, realizou em parceria com a Nielsen, empresa global de dados e análises da indústria de mídia, uma pesquisa com o objetivo de compreender o comportamento do consumidor na TV Conectada. O estudo revela que 89% dos participantes possuem uma TV Conectada em casa, um número significativo em relação à 2015, quando a penetração era de 32%.

O crescimento expressivo do uso dos aparelhos de televisão inteligentes veio acompanhado de grande capilaridade nas classes CDE, mostrando que o acesso não está apenas restrito à população com maior nível de renda.

Apesar de a plataforma estar presente em praticamente todos da classe A (99%) e B (95%), ela também tem presença em 77% de CDE, com destaque para a C, com 83% de utilização, mostrando que a TV Conectada é um formato consolidado para a audiência do país.

“Cada vez mais o produto se populariza, acompanhando a digitalização acelerada do brasileiro”, afirmou a líder de Measurement da Nielsen Brasil, Sabrina Balhes. “Um dado interessante é que, para driblar esse entrave, 23% dos respondentes disseram utilizar dispositivos que transformam as TVs normais em conectadas”, acrescentou.

O preço, porém, ainda é a principal barreira de utilização para 57% dos respondentes, seguido por não costuma assistir TV com frequëncia (27%), não pretender trocar de TV (19%), não possuir internet banda larga (13%) e ter TV à cabo (9%).

CONTEÚDO

O esforço para estar mais conectado deve-se à variedade de conteúdos de vídeo sob demanda disponíveis e poder assistir a o que quer na hora que quer. Não por acaso, o isolamento social, provocado pela pandemia de Covid-19, potencializou o consumo de conteúdo dos aplicativos embarcados nos devices, sejam eles gratuitos ou pagos: 80% dos respondentes declararam que utilizam TV Conectada diariamente.

Com isso, todos os segmentos de programação registraram crescimento em relação ao estudo feito em 2015: séries e filmes, passou de 69% a 93%; noticiário, de 17% para 67%; esportes, de 10% para 53%; e música e shows, de 4% para 50%. Games, que não haviam aparecido há seis anos, hoje é consumido por 26%.

Outro comportamento revelado é sobre a forma como os usuários consomem o device: 2 em cada 3 pessoas assistem com pelo menos mais uma pessoa junto. Quem não assiste sozinho, costuma estar acompanhado de familiares e amigos. Sendo assim, a média é de 2 pessoas em frente a tela.

OPORTUNIDADES

De acordo com os dados, a smart TV é o segundo dispositivo no qual as pessoas mais prestam atenção nos anúncios. Para Lilian Prado, Managing Director da smartclip Brasil, “as telas grandes retém muito mais a atenção dos consumidores. Geralmente, no momento em que estão zapeando pelos aplicativos para escolher o conteúdo que será consumido, eles estão com o foco direcionado. Não à toa que mais de 80% dos respondentes afirmaram procurar mais informações de pelo menos um anúncio que visualizaram na CTV. Motivos que fazem do device uma excelente estratégia para a veiculação de campanhas publicitárias”, afirma.

O uso de QR Codes também foi um destaque do estudo. 58% das pessoas escaneiam os códigos que aparecem na TV e 81% já realizaram, ao menos uma vez, compras através do QR Code.

O estudo, realizado em março de 2021, ouviu 500 respondentes em todas as regiões do país.

Fonte: smartclip l 4Influence – Alexandre Spínola | Paula Carone | Pérola Rodrigues

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Seja omnichannel para vender mais. Site não é cartão de visita e prateleira não é banner. Entenda.

Da presença à atitude: marcas precisam mudar comportamentos para melhorar a experiência de compra do cliente e se destacar em um cenário multicanal

*Hugo Alvarenga

Durante muito tempo se defendeu que uma empresa precisa marcar presença em diferentes canais de venda. Esse tipo de mantra causou uma corrida desordenada das organizações por novas possibilidades e vitrines. O estrondoso crescimento do e-commerce nos últimos meses, porém, mostrou que presença é insuficiente. O que adianta estar presente sem se comunicar direito, construir relacionamento ou vender o quanto precisa? Por isso, 2021 consolida uma nova era no varejo. A era da diversidade dos canais levada a sério, em que mais do que marcar presença será necessário marcar novas atitudes em cada canal.

Hugo Alvarenga

No início da pandemia, nos EUA, quase 40% dos compradores não conseguiram encontrar os produtos que precisavam e tiveram que comprar itens de outras marcas, que normalmente não comprariam, de acordo com o Instituto Ipsos. Suas marcas preferidas até poderiam estar online, mas provavelmente não se mostraram preparadas para realizar uma entrega efetiva como faziam tradicionalmente. Primeira lição que fica: site não é cartão de visita, rede social não é relatório, prateleira não é banner. Esses meios são ferramentas poderosas para captar a atenção do consumidor e vender. Seus canais estão vendendo? Que experiência você oferece ali?

Quando alguém vem me contar muito empolgado sobre os números do e-commerce, lembro que os nossos tempos falam, por incrível que pareça, menos do comércio eletrônico e mais de uma necessidade de as marcas olharem para as novas jornadas multicanais de compra. A venda online é peça-chave, mas não exclui outras formas de venda. Restaurantes que disponibilizam produtos em supermercados, fabricantes que “pulam” o varejo e oferecem seus produtos diretamente ao consumidor, lojas que reforçam o e-commerce e transformam seus espaços físicos em ambientes de experiência com produto.

São muitos exemplos e, ao investir nos seus canais de venda, há empresas que descobrem a segunda etapa da evolução: ser plural nos canais exige ser multi em um monte de áreas. Marcar atitude além de presença em cada meio impacta na forma como você cria relacionamento, produtos, conversas, posicionamento…

Recentemente, uma famosa grife de roupas lançou um curso online sobre branding, com lista de espera para a primeira turma. Quem imaginaria que um dia o setor de moda e vestuário abraçaria a área de educação, de um jeito muito natural, sem que uma marca perdesse a sua identidade? O professor do curso, aliás, é um dos próprios sócios-fundadores da grife, ajudando a construir uma experiência de relacionamento do cliente omnichannel muito próxima das pessoas.

Imagem de Peggy und Marco Lachmann-Anke do Pixabay

O conceito omnichannel se ramifica. Dá licença para as empresas testarem canais, mas também novos produtos. Nada é estático, muito menos o portfólio de uma empresa. De uns tempos para cá, uma estratégia comum é lançar com alguma regularidade produtos em edição limitada, para gerar buzz e conhecer na prática o gosto do consumidor. Uma rede de fastfood brasileira vem se destacando nessa área. Alguns dos lançamentos de maior sucesso entram no cardápio fixo das lojas e os que não têm desempenho satisfatório são descartados. Enquanto isso, o cliente experimenta sabores diferentes e sempre volta para conferir as novidades.

Quando o próprio entregador vira canal de relacionamento

O varejo online, por sua vez, é mestre em ser omnichannel sem abandonar o mundo virtual. Há empresas que além de manter o e-commerce no site ingressam em marketplaces no Whatsapp, onde vendem desde materiais de construção e produtos para pet a passagens aéreas.

Existem supermercados brasileiros inclusive sem única loja física, com o comércio totalmente online, conseguindo maior controle de estoque e logística. Um deles firmou parceria sustentável com a Coca-Cola para substituição de garrafas de vidro, graças a seus diferenciais de logística reversa e equipe própria de entrega, que supermercados tradicionais não possuem. Um caso em que o delivery por si vira canal de relacionamento sustentável.

O e-commerce tem uma grande participação na economia multicanal. Para termos uma noção de impacto, enquanto a Ford demitiu pouco mais de 6 mil colaboradores com o encerramento da produção de carros no Brasil, os aplicativos de entrega são a primeira fonte de renda para cerca de 4 milhões de pessoas no país, segundo o IBGE.

Outros números reforçam a dimensão. Há alguns anos um estudo de Harvard com quase 50 mil consumidores nos EUA revelou que as pessoas que compravam produtos em diferentes canais gastavam 10% a mais online do que as que realizavam compras em um único canal. O estudo Riverbed Retail Digital Trends, com 3 mil pessoas nos EUA, Austrália e Alemanha, apontou que 89% dos consumidores consideram que ter uma experiência de compra digital positiva é tão importante para voltar à loja quanto o preço.

Ser omnichannel, construindo eficiência no e-commerce e em outros canais de venda, virou pré-requisito para a sobrevivência das empresas. No início da pandemia, em muitas organizações a multicanalidade foi conduzida na base do grito e do desespero. Em 2021, temos a obrigação de pensar a multicanalidade de forma estratégica.

*Hugo Alvarenga é sócio-fundador da b8one, laboratório de soluções digitais especializado em e-commerce, que cresceu 800% em faturamento em 2020 e atua para grandes marcas em 11 países.

Fonte: Ryto Comunicação Estratégica

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CBA B+G lança o estudo “Marcas Ativistas”, com lições para se engajar em causas de forma verdadeira

Documento traz informações para causar impacto positivo, seja para marcas Superativistas, Quebra-paradigmas, Ousadas ou Responsáveis

A CBA B+G, agência do grupo WPP especializada em branding, design, pesquisa e inovação, apresenta o estudo “Marcas Ativistas”, que traz um conjunto de reflexões e lições para ajudar as marcas a entenderem diferentes tipos, níveis e possibilidade de ativismo, bem como os riscos e benefícios para aqueles que decidem “levantar sua voz”.

No atual contexto social e de negócios, apenas ter um posicionamento não é mais suficiente para as marcas, que precisam construir um engajamento autêntico com uma ou mais causas para se manterem competitivas em seus segmentos de negócios. Porém, muitas ficam pelo caminho e acabam soando oportunistas ou incoerentes com seus valores reais, podendo até sofrer boicotes em um ambiente em que cada deslize pode ser fatal. Nesse cenário, “Marcas Ativistas” se propõe a indicar caminhos para evitar estratégias que podem não dar certo.

“Se bem trilhados, esses caminhos podem levar a um engajamento real e duradouro com os consumidores. As marcas estão desafiadas a construir seu território de impacto positivo, pois a simples posição baseada na troca por produtos e serviços, associada à neutralidade em relação a temas relevantes como racismo, questões de gênero, feminismo e meio ambiente já não alimenta mais o vigor de suas ofertas .Não se posicionar pode transmitir a ideia de consentimento, enquanto emitir opiniões de forma superficial pode ser lido como hipocrisia, se o discurso não vier acompanhado de ações concretas e condizentes com seu DNA”, avalia Luis Bartolomei, sócio-fundador, CEO e head de criação da CBA B+G.

As marcas não têm mais escolha: precisam se arriscar mais. “Sem dúvidas existem riscos no envolvimento de uma marca em causas relevantes para os indivíduos. Entretanto, muitos exemplos reais têm nos mostrado que agir ainda é melhor do que não se posicionar, mesmo que o impacto seja pequeno, e desde que a ação seja direcionada por verdade e transparência”, completa Carolina Barruffini, diretora de branding da agência.

Um dos aspectos que o estudo aprofunda é o tipo e nível de ativismo das principais marcas, o que ajuda a identificar o melhor perfil de cada uma. Os quatro tipos são as “Superativistas”, militantes desde sua fundação (como Patagonia, Ben & Jerry’s e outras); as “Quebra-Paradigmas”, inovadoras e pioneiras em seus negócios (Fazenda Futuro, Impossible Burger e Fenty Beauty são exemplos); as “Ousadas”, que defendem seus valores e causas de forma coerente, buscando incentivar discussões, mesmo que isso signifique não agradar a todos (Starbucks, Nike e Boticário, por exemplo); e as “Responsáveis”, empresas que têm iniciativas corporativas que beneficiam causas, mas sem engajamento de forma tão visível entre as sub-marcas (Nestlé e a iniciativa Cocoa Plan, por exemplo).

A partir das observações, a CBA B+G identificou Os Oito Passos do Impacto Positivo, que servem como guia para as marcas se engajarem em uma causa de forma perene e autêntica, minimizando riscos:

1. Desenhar um posicionamento claro e poderoso – Qual é a razão de existir e as crenças da marca? Qual seu DNA, sua personalidade e quem é o seu público-alvo?

2. Escolher batalhas – identificar as causas que a marca tem credibilidade para defender.

3. Definir os stakeholders – quem a marca impacta, de forma indireta ou direta, externa e interna?

4. Olhar para o histórico da marca (e seu momento presente) – revisitar ações, afirmações e campanhas anteriores para avaliar a credibilidade para se engajar em um assunto.

5. Definir o perfil de engajamento – onde faz mais sentido para a marca estar hoje e qual sua ambição para o futuro?

6. Identificar riscos potenciais – Quanto mais peso tiver a marca, mais ela precisa avaliar os riscos e benefícios antes de tomar qualquer posicionamento

7. Walk the talk – A marca não sobrevive de promessas, grandes discursos ou campanhas impactantes sem ações significativas e reais

8. Escutar os feedbacks – Monitorar a relação ‘promessa versus expectativa atendida’ pode determinar a saúde e a reputação da marca.

O estudo completo se encontra à disposição neste link.

Fonte: Comuniquese

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Mulheres da propaganda

Nossa homenagem às mulheres do nosso mercado

Hoje é comemorado o Dia Internacional da Mulher. E em um momento em que se discute muito a questão da diversidade e da equidade de gênero, o Publicitando resolveu trazer uma coletânea de links para você, leitora ou leitor, ficar mais por dentro de como nossa indústria está tratando esta questão.

São artigos de vários sites, blogs e publicações diversas. Dá uma boa conferida.

E fica aqui nosso abraço e todo nosso respeito a todas as mulheres de nosso mercado de propaganda e marketing.

Falta de criatividade: mercado publicitário sofre com a defasagem de profissionais mulheres no setor de criação

A presença feminina no mercado publicitário

O aumento da presença feminina nas agências de publicidade

Femvertising: O novo papel da mulher no marketing e na publicidade

https://propmark.com.br/especial-dia-da-mulher/agencias-explicam-como-fomentar-presenca-feminina-nos-seus-quadros/

https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2019/01/21/dois-anos-depois-mulheres-sao-26-na-criacao.html

http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2009/resumos/R4-1206-1.pdf

https://seo10digital.com.br/historia-mulheres-propaganda/

 

 

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Marcas devem valorizar a particularidade emocional de cada consumidor na Black Friday

Segundo análise da Kantar, entender como os consumidores se relacionam com suas decisões de compra ajudam as marcas a terem sucesso nas vendas

A pandemia causada pela Covid-19 gerou uma mudança no comportamento de compra por parte dos consumidores, o que tornou ainda mais desafiador fazer campanhas assertivas e estratégicas. Por isso, a Kantar acaba de realizar uma análise qualitativa, seguindo a metodologia NeedScope, com o objetivo de ajudar as marcas a entenderem os diferentes perfis dos shoppers durante a Black Friday, que esse ano, no Brasil, será no dia 27 de novembro.

Image by mmi9 from Pixabay

“O NeedScope traz como principal ponto o fato de que cada consumidor tem uma particularidade ao se relacionar emocionalmente com as compras na Black Friday. De acordo com cada necessidade emocional percebida, dentre as 6 existentes no modelo, é possível entender que shoppers buscam canais, promoções e mensagens que melhor se conectam com a necessidade emocional daquele momento”, afirma Karina Collenghi, gerente de contas da Kantar e especialista em NeedScope.

A executiva explica que, por exemplo, um shopper de necessidade emocional vermelha para a Black Friday tende a aproveitar e interagir com todas as ações possíveis, já que ele precisa de energia e dinamismo para encontrar boas oportunidades. Diferente do shopper de necessidade marrom. Esse, por sua vez, prefere ficar mais tranquilo e tenta encontrar apenas o que lhe convém de verdade nesse período de compras frenéticas.

Por isso, pela análise da metodologia NeedScope, que usa modelos de arquétipos da psicologia analítica, a Kantar descobriu também que o maior desafio das marcas na Black Friday é manter o seu posicionamento. Com um movimento que tende a ser mais ousado, enérgico e dinâmico, muitas marcas podem tentar fazer algo seguindo essa linha e, assim, perder a clareza da sua ação versus o seu posicionamento do dia a dia.

“É importante saber ativar as promoções utilizando das simbologias que estão dentro do posicionamento da marca, evitando confundir os consumidores e até mesmo se apagar dentre tantas marcas que acabam falando no mesmo tom e não se destacam entre si”, afirma Karina.

Deste modo, na Black Friday as marcas precisam explorar o arquétipo que se conecta com o próprio posicionamento dela. Se a marca tem uma personalidade mais amigável, feliz, tranquila, que transmite informações genuínas, ela já atrai consumidores com essa mesma personalidade. Ao acionar os movimentos da Black Friday, a marca precisa se manter fiel ao seu posicionamento de forma clara para não confundir os seus consumidores.

O NeedScope traçou os 6 perfis dos consumidores, com base em conexões emocionais, de forma agrupada, considerando as características dos arquétipos que se dividem em cores – o que vale para o tipo de posicionamento que as marcas devem ter durante a Black Friday de acordo com seu público:

VERMELHO – tipo de shopper/comprador que se joga na Black Friday e gosta de ser estimulado por todo o evento, sendo capaz de agarrar ótimas oportunidades;
ROXO – existe um sentimento de superioridade nesse território. É um perfil que busca os negócios de forma competitiva, para tentar tirar a melhor negociação possível do vendedor;
AZUL – compradores/consumidores que, de maneira calma, fazem suas estratégias de compra. O intuito deles é buscar uma experiência que tenha muitos benefícios. Existe um planejamento do que ele pretende comprar e o que ele realmente vai conseguir um bom negócio;
MARROM – existe uma passividade nesse território. Essas pessoas acabam sendo ‘levadas’ pela Black Friday e acompanham de forma passiva até acharem algo que possa atender as necessidades deles;
LARANJA – é o consumidor que adora fazer parte de um evento grande. Para eles a Black Friday tem a ver com dividir a experiência e as boas compras com outras pessoas;
AMARELO – é o de pessoas que entendem a experiência da Black Friday como uma super diversão, sendo um evento espontâneo e surpreendente. O que será que a Black Friday pode trazer?

Fonte: Tamer Comunicação – Karina Rodrigues

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Marcas que investem em propósito e responsabilidade social têm resistido melhor à pandemia

Análise da Kantar também mostrou que campanhas engajadas geram mais buzz online

Um dos legados que a pandemia deixará é o da importância que os consumidores dão à responsabilidade e ao propósito das marcas. No Brasil, a expectativa dos consumidores foi que as marcas se engajassem em relação à pandemia na quarentena, que começou no final de março: segundo o Barômetro Covid-19, principal pesquisa sobre o tema, na época, 25% dos brasileiros esperavam que as marcas servissem de exemplo e guiassem a mudança.

Foto de Serpstat no Pexels

Três meses depois, em meados de junho, perguntamos para os entrevistados quais marcas estavam adotando ações positivas para a sociedade em relação ao tema da pandemia gerada pelo coronavírus. Entre as mais citadas estão Ambev, iFood, Banco do Brasil e Magazine Luiza.

Mais recentemente, na oitava onda realizada no final de agosto, 32% dos entrevistados ainda querem que as marcas guiem a mudança; 23% que mostrem que a crise pode ser derrotada; e 16% que sejam práticas e realistas. “Com a evolução do cenário esse desejo por parte dos consumidores se amplia, mas ainda é necessário que as marcas estejam engajadas na mudança e sejam líderes”, afirma Luciana Piedemonte, diretora e líder de Brand Strategy da Kantar Brasil.

Campanhas engajadas no Brasil geram mais buzz online

Nessa mesma linha, a Kantar Brasil analisou o começo da pandemia com sua ferramenta de inteligência de dados e identificou que os maiores picos de mensagens no Twitter foram gerados durante campanhas socialmente responsáveis e com propósito.

Logo no começo da pandemia, no fim de março, a Magazine Luíza conseguiu vários picos de buzz online ao lançar uma campanha de frete grátis para produtos relacionados à pandemia (como máscaras, álcool em gel e nebulizadores); já o iFood, teve um número recorde de mensagens nesse mesmo período ao anunciar seus fundos de auxílio a restaurantes e entregadores; em maio, o Banco do Brasil protagonizou outra elevação no número de mensagens ao estrear sua campanha de apoio a empreendedores e pequenas empresas durante a pandemia; já a Ambev teve um grande pico em março ao anunciar a produção de 500 mil unidades de álcool gel para distribuir a hospitais da rede pública nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro e no Distrito Federal.

Algumas das marcas citadas pelos consumidores no Barômetro também tiveram um crescimento em menções durante a pandemia em relação aos três meses anteriores: Ambev teve quase o dobro de posts nas redes sociais enquanto Banco do Brasil teve um crescimento de 240%.

“A pandemia e todas as suas dificuldades confirmaram que os consumidores procuram muito mais em uma marca do que apenas descontos. O jeito como ela se comporta em relação à comunidade à sua volta e, por consequência, seus problemas diários, determina o nível de engajamento que as pessoas têm com ela”, diz Luciana.

Dentro da análise da Kantar, foi identificado que todas as marcas avaliadas tiveram um volume de mensagens acima da média nos primeiros meses da pandemia, e marcas de varejo com forte presença online, como Magazine Luiza e Americanas, tiveram um sentimento positivo acima da média. Isso pode ter acontecido por essas marcas conseguirem aliar propósito com um modelo de negócio – com forte presença digital – muito utilizado pelos consumidores durante a pandemia.

Fonte: Tamer Comunicação – Karina Rodrigues

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Ranking global e inédito de publicidade revela que os consumidores preferem seus anúncios no TikTok

Kantar divulga lista completa no Media Reactions, novo estudo que mede a percepção dos consumidores em relação à publicidade no mundo, incluindo o Brasil

A Kantar, empresa líder mundial em dados, insights e consultoria, divulga neste mês o primeiro ranking global de equity de publicidade. O ranking, que mede a percepção dos consumidores em relação à publicidade em diferentes ambientes, foi publicado em Media Reactions. O TikTok, plataforma social que ganhou ainda mais atenção durante a pandemia, lidera o ranking inédito global no quesito plataformas digitais.

O estudo Media Reactions, que entrevistou 4.000 consumidores e mais de 700 profissionais de marketing, incluindo o Brasil, fornece uma métrica global de “equity de publicidade”* para canais de mídia, assim como redes sociais, publishers e aplicativos mobile. Ele contém diagnósticos detalhados que também ajudam os anunciantes a entenderem o impacto que as diferentes plataformas terão em suas campanhas e suas marcas. Os aprendizados do estudo incluem:

Divisão online-offline:

Os consumidores preferem canais offline para receber publicidade e tendem a considerá-los como de melhor qualidade, mais confiáveis e menos intrusivos do que os canais online. Em geral, os canais de mídia em que os consumidores afirmam preferir consumir publicidade globalmente e no Brasil são:

O cinema lidera a lista em 4 dos 7 países avaliados (Austrália, Alemanha, Reino Unido e EUA), enquanto eventos patrocinados lideram o ranking no Brasil e na China. Os meios de comunicação impressos e os anúncios digitais OOH também são bem avaliados entre os consumidores.

Embora os formatos online sejam geralmente menos aceitos do que os formatos offline, as percepções dos consumidores são mais favoráveis para conteúdos patrocinados por influenciadores, anúncios em podcasts e anúncios de TV por streaming.

Entre todos os formatos, a publicidade na TV e em vídeo online continua a dominar a exposição a anúncios. Enquanto nosso estudo explorou uma variedade de ambientes, os consumidores claramente têm visões entusiasmadas e um pouco polarizadas entre os formatos. O estudo revela que alguns são considerados divertidos, de boa qualidade, relevantes e confiáveis, enquanto outros não agradam pela excessiva saturação e repetição.

Apesar da preferência dos consumidores por receber publicidade offline, o foco da comunidade de marketing permanece no engajamento digital. As prioridades dos profissionais de marketing em relação a plataformas estão, portanto, em desacordo com as preferências dos consumidores. As plataformas de anúncios preferidas da indústria são (em ordem de preferência) anúncios em vídeo online, anúncios na TV, anúncios em redes sociais, anúncios na TV por streaming e stories em redes sociais.

Ranking global de plataformas digitais

Em uma seleção de plataformas digitais globais, a Kantar também mediu a opinião dos consumidores sobre publicidade nas plataformas sociais/de conteúdo que eles usam. Com base em 11 variáveis, o TikTok ficou no topo do ranking global em equity de publicidade. As marcas de mídia digital que ficaram nas cinco primeiras posições para publicidade são:

Tabela 2: Plataformas globais de anúncios digitais preferidas dos consumidores:

Dentro do ambiente digital, consumidores e profissionais de marketing concordam em relação às plataformas digitais confiáveis, como Google, Instagram e Twitter. No entanto, os consumidores geralmente são mais positivos em relação à publicidade naquelas mais novas, como o TikTok, enquanto os profissionais de marketing preferem marcas mais estabelecidas, como o YouTube.

Em contraste com os rankings gerais de canais, o equity de publicidade é geralmente maior para as marcas globais de mídia digital do que para marcas de mídia locais (herança offline). Parece que as “falhas gerais” dos anúncios online são um problema menor para a maioria dos ambientes digitais premium incluídos em nosso estudo.

Perspectiva de investimento publicitário

Durante a pandemia da Covid-19, 60% das empresas relatam ter reduzido seus gastos com marketing, com 30% tendo reduzido muito**. A pandemia resultou em um maior foco em Propósito da Marca e Transformação Digital. Talvez como consequência, os profissionais de marketing agora avaliam a adequação da campanha e a receptividade publicitária antes do ROI e de considerações de custos ao tomar suas decisões de investimento de mídia.

As mudanças de investimento têm estado em grande parte alinhadas com a mudança de hábitos de mídia dos consumidores, que durante a pandemia se tornou mais digital do que antes. A alocação de investimento/recursos para canais digitais aumentou como resultado da Covid-19. O investimento em mídia offline em geral diminuiu em resposta ao isolamento entre a maioria das grandes sociedades.

Parece que as mudanças que aconteceram em 2020 vão acelerar ainda mais em 2021, especialmente para vídeos online. As plataformas globais mais propensas a se beneficiar são YouTube, Instagram, TikTok e Google. Espera-se que a TV se recupere junto com a OOH digital. Para a maioria das outras mídias offline, o ambiente de negócios desafiador de 2020 parece continuar até 2021.

Situação 1: Mudanças planejadas na alocação de investimento/recursos (alteração para aumento líquido planejado)

“O Media Reactions 2020 traz luz sobre o fato de que ter um publisher premium no mix pode sim garantir melhores resultados para a performance de uma campanha”, comenta Maura Coracini, diretora de Mídia&Digital da Kantar. “Saber as fortalezas que cada plataforma e canal de mídia podem “emprestar” para a sua marca facilita uma maior aceitação da publicidade e ajuda a ganhar maior relevância entre os consumidores. É natural que os investimentos de mídia se movam cada vez mais para o digital – principalmente com o aumento do uso dessas plataformas na pandemia – porém a saturação, a repetição e o excesso de segmentação em alguns ambientes podem jogar contra a marca no final do dia. As plataformas de mídia precisam gerenciar seu equity de publicidade tendo consumidores e profissionais de marketing em mente, garantindo que a experiência seja positiva para as duas pontas do ecossistema”.

Fonte: Tamer Comunicação – Karina Rodrigues
Assessora de Imprensa

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Pesquisa aponta crescimento de 11% das redes sociais

Número de usuários de redes sociais crescerá mais de 11% no Brasil até final de 2025

Uma pesquisa da plataforma Statista, feita no segundo semestre deste ano, revelou que o Brasil aparece em quinto lugar no ranking dos países em que o crescimento de usuários de redes sociais irá ser ainda mais significante após este ano de quarentena.

Divulgada pelo Cuponation, sistema de descontos online, o estudo aponta que entre 2020 e o final de 2025 o aumento de usuários brasileiros em todas as mídias será em torno de 11,59%, passando para 157.85 milhões de indivíduos ativos no fim da projeção.

No início deste ano, o Cuponation havia realizado essa mesma pesquisa, revelando que até 2023 essa estimativa seria de 20%. À época, os usuários brasileiros se posicionavam em média em 95 milhões, e chegariam a 114.5 milhões.

No entanto, com a chegada da pandemia, as suposições mudaram: com os brasileiros dentro de casa e com menos tarefas do dia a dia para realizar na quarentena, a população digital das redes sociais bateram recordes de 141.45 milhões de pessoas ativas apenas na metade de 2020 – o que representa um aumento de quase 40% acima da projeção.

Dentre as 20 nações presentes na primeira pesquisa citada, China ocupa o topo do ranking com 926.84 milhões de pessoas conectadas atualmente, e a previsão para daqui 5 anos é que esse dado seja de 1. 135.13 milhões. Veja a pesquisa completa no infográfico interativo do Cuponation.

Índia e Indonésia são os países que estão em segundo e terceiro lugares da lista, com estimativas de 490.3 milhões e 256.11 milhões para o final do levantamento. Canadá ocupa o último lugar, com projeção de 32.07 milhões de pessoas.

Fonte: Comuniquese – Giovanna Rebelatto

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Confira o levantamento realizado pela Rakuten Advertising

Black Friday 2020: Metade dos brasileiros é influenciada por cupons e cashback

Levantamento realizado pela Rakuten Advertising mostra que ações promocionais de marca na web visando as principais datas do varejo do último trimestre deste ano serão fundamentais na decisão de compra dos consumidores

Com a pandemia da Covid-19, os hábitos dos consumidores pelo mundo mudaram consideravelmente. No Brasil, não foi diferente com as plataformas online se transformando na primeira opção de compra de muitos brasileiros, com muitos deles experimentando o e-commerce pela primeira vez. Essa mudança de comportamento deve impactar as estratégias das marcas na web, especialmente no último trimestre do ano, período que contempla duas das principais datas do varejo: a Black Friday e o Natal. Entre as apostas com grandes chances de retorno está o investimento em ações de marketing e publicidade digital, com destaque para sites de cupons e programas de cashback. Isto é o que aponta a pesquisa global O Caminho para a Retomada: os Picos de Venda para 2020 Repensados, realizada pela Rakuten Advertising e que ouviu 8 mil pessoas ao redor do globo, sendo mil no Brasil, entre os meses de junho e julho deste ano.

O estudo buscou entender quais foram os primeiros impactos no comportamento de compra das pessoas diante da pandemia e quais as expectativas para outubro, novembro e dezembro. De acordo com o levantamento, 50% dos brasileiros são influenciados por cupons e cashback. Outra descoberta relevante é que a maioria é sugestionável quando o assunto é a publicidade neste tipo de data promocional: 56% estão abertos, a depender do tipo, 38% estão abertos, independente da forma e 6% não estão abertos. É importante ressaltar que 86% dos consumidores disseram que pretendem continuar comprando online na Black Friday e no Natal, sendo que 31% planejam fazer isso usando um dispositivo móvel.

Portanto, investimentos em publicidade e marketing digital nunca foram tão fundamentais para as empresas. Nesse contexto, o marketing de afiliados virou uma das principais ferramentas para o enfrentamento da crise diante da pandemia, assim como uma tática bastante relevante para ganhar escala na Black Friday e Natal. “Com as pessoas navegando mais tempo pela internet nesta pandemia, o marketing de afiliação é extremamente atrativo para as empresas enfrentarem este período de alta do varejo. Sabemos que a Black Friday deste ano será muito maior que todos os outros anos devido a esta grande migração das pessoas que passaram a optar pelas compras online via celular ou PC. Os cupons e cashback são algo que realmente influenciam os brasileiros no momento da compra. Por isso, as marcas devem olhar para estratégias deste tipo ”, explica Luiz Tanisho, VP Global e country manager da Rakuten Advertising no Brasil.

Cupons e cashback e os benefícios para as marcas
É preciso ressaltar que o levantamento apontou para um significativo aumento das vendas online no Brasil desde o início da pandemia e que mesmo o país vivendo um momento incerto com relação aos próximos passos da economia, 69% dos brasileiros não diminuiriam o cenário de gastos planejado nestas datas promocionais, mesmo se voltassem a um isolamento mais rígido.

Mas isso não significa que o consumidor brasileiro saia comprando sem antes fazer uma avaliação. Na verdade, ele é mais motivado e influenciado quando deparado com algum tipo de benefício, seja um desconto, uma parte do dinheiro de volta, frete grátis, etc. isso porque é um momento de bastante atenção aos gastos e toda economia é válida.

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Segundo a pesquisa, 43% dos consumidores são motivados pelo frete grátis para realizarem sua compra no e-commerce. Também já citamos que 50% dos respondentes disseram que são influenciados por cupons e cashback, mas o mais interessante é que somente 20% responderam que sofrem influência quando tem extrema necessidade para comprar algo e 14% acabam realizando uma compra quando recebem o salário. Ou seja, sites de cupons e cashback são muito mais eficazes quando o assunto é influenciar uma decisão de compra.

Um exemplo de site especializado em descontos com cupons e cashback que faz parte da rede da Rakuten Advertising no Brasil e que tem tido um desempenho muito acima da média diante deste novo cenário de alta das compras na web é o Cuponomia, que apresentou um crescimento considerável de vendas em diversos segmentos desde o início da pandemia.

A categoria de celular e smartphone, por exemplo, cresceu mais que três vezes desde março, com aumento de 359%, outra categoria que também registrou aumento foi a de cursos e aulas, com 224% de aumento nas vendas. Outros setores que dobraram o número de vendas no período foram informática (126%), farmácias (118%), utilidades domésticas (118%), animais e pet (89%) e alimentos e bebidas (78%).

“Acredito que as vendas offline têm migrado para o online por conta do isolamento. Isto deve modificar a forma como os consumidores estão acostumados a comprar. Esse período também reforça a necessidade de economia. As ofertas com cupons e cashback surgem como opções para comprar de forma consciente e poupar dinheiro”, afirmou o diretor de marketing do Cuponomia, Ivan Zeredo.

Para ter acesso ao relatório completo acesse aqui.

Metodologia da pesquisa
A Rakuten Advertising conduziu um questionário online em junho e julho de 2020, por meio da plataforma Qualtrix. Foram contabilizados 8.673 respondentes adultos (+18) , divididos em 12 regiões: (Reino Unido (1015), França (1025), Alemanha (1011), Brasil (1016), Austrália (511), Canadá (516), China (508), Hong Kong (532) Nova Zelândia (509), Singapura (508), Coreia do Sul (507) e Estados Unidos (1015).

Fonte: VIANEWS Hotwire – Thalita Arifa

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Marcas investem 20% mais em influenciadores, apesar de polêmicas

Pesquisa mostra que no primeiro semestre 90% das empresas ampliaram recursos destinados ao marketing digital

A postura dos influenciadores digitais na pandemia rendeu várias polêmicas e resultou no cancelamento de contratos milionários. Mas também serviu para abrir debate sobre o papel desse profissional, deixando claro que a ascensão desse formato de marketing digital continuará a crescer juntamente com as redes sociais. A tendência, contudo, é que se refine e se consolide. É o que revela pesquisa recentemente da Adaction e da Inflr, companhias especializadas em mídias digitais.

Image by Markus Winkler from Pixabay

De acordo com o estudo “Tendências para o Marketing”, na contramão do mercado, houve aumento de 90% nos recursos destinados para a internet. E as marcas investiram 20% mais em campanhas com influenciadores digitais. Um sinal desse movimento foi o incremento de receita da Inflr, que atingiu R$9,1 milhões durante a quarentena.

A startup, que nasceu justamente da necessidade de oferecer serviços especializados em ações com influenciadores digitais, desenvolveu a primeira plataforma que conecta anunciantes à influenciadores dentro de um marketplace.

Nela, os anunciantes promovem seus produtos e serviços utilizando a influência dos ‘famosos’ junto a seus seguidores nas redes sociais. A plataforma gera relatórios em tempo real com os dados de cada campanha, para que as marcas e agências não dependam de relatórios manuais, enviados pelos próprios influenciadores.

Já a Adaction atua como veículo de comunicação de mídia digital e também tem crescido pela grande procura pelo marketing de performance – estratégia do meio online focada na conquista de melhores resultados por meio do uso de dados.

“No primeiro levantamento que fizemos, em março, vimos uma retração forte dos investimentos como um todo, mas em seguida, houve a realocação de verba, com a adequação das campanhas para a nova realidade trazida pelo isolamento”, explica Thiago Cavalcante, sócio da Adaction e diretor de novos negócios da Inflr.

Após a queda de 60% dos investimentos em marketing ocorrida em março, houve uma retomada em abril (+14%), maio (+17%) e junho (+14%), sendo que, praticamente o total deste incremento está relacionado a campanhas via internet. “Os influenciadores têm mostrado papel fundamental no acesso dos consumidores a novos canais enquanto estão distantes das lojas físicas durante a quarentena”, diz Cavalcante.

Image by Paul Henri Degrande from Pixabay

Esse acolhimento fez a diferença, inclusive, quando o assunto é faturamento. De acordo com a pesquisa, quem não lançou mão de nenhuma ação via web, sentiu uma queda 20% maior das vendas no período mais crítico do isolamento.

Cavalcante lembra que esta é uma tendência que veio para ficar. “As pessoas estão cada vez mais conectadas. O marketing digital já supera 50% dos investimentos em campanhas por ser mais assertivo. As empresas estão agora descobrindo o poder do marketing de influência que deve se refinar e se consolidar”, complementa.

Segundo o especialista, é preciso, entretanto, que haja certa cautela nas campanhas com influenciadores para evitar que estas sejam vistas como invasivas pelo consumidor. “Uma boa campanha agrega soluções de inteligência artificial a influenciadores digitais. Nelas a tecnologia evita a superexposição e a sensação de que alguém está querendo tirar vantagem de um momento tão difícil para o país”, diz.

E destaca que, para isso, a inserção do influenciador deve ocorrer apenas no momento certo e com a mensagem corretamente adaptada a cada situação. “É um meio legítimo de publicidade que vai amadurecer”, avalia.

Até 2023, mais de 60% dos orçamentos em publicidade devem ser alocados para o ambiente online. Enquanto mercados mais maduros já estão consolidados, o Brasil ainda tem um espaço considerável para crescer tanto em acesso como nas mídias. O País já é o sétimo mercado do mundo em marketing digital e deve fechar o ano movimentando algo perto de US$ 18 bilhões nessas plataformas.

Fonte: Compliance Comunicação – Rachel Cardoso

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