FESTEC 2026 conecta estudantes das Etecs e Fatecs ao mercado da comunicação em imersão inédita promovida pela APP Brasil e pelo Centro Paula Souza

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Evento acontece no dia 8 de abril, em São Paulo, reunindo alunos de Marketing, Design e Publicidade em uma jornada de aprendizado prático, networking e conexão com o mercado

No dia 8 de abril de 2026, das 8h às 16h30, a Fatec Sebrae, em São Paulo, recebe o FESTEC 2026 – Festival de Comunicação, Propaganda e Marketing, iniciativa da APP Brasil e do Centro Paula Souza , que promove uma imersão prática com palestras, painéis e workshops voltados a estudantes de Marketing, Design, Multimídia e Publicidade das Etecs e Fatecs. Mais informações e atualizações podem ser acompanhadas pelo perfil oficial do evento.

Inspirado no legado do Fest’Up, tradicional evento universitário promovido pela APP Brasil, o FESTEC é voltado especialmente para alunos das Etecs e Fatecs dos cursos de Marketing, Publicidade, Design Gráfico, Multimídia e Produção de Áudio e Vídeo, ampliando o acesso a conteúdos e conexões estratégicas desde a formação técnica.

Com o tema “Conecte o seu futuro: Mentes que criam o amanhã”, o festival propõe uma visão atual do mercado da comunicação, integrando criatividade, tecnologia e inovação. A programação foi estruturada para oferecer aos estudantes uma visão ampla, atual e prática do setor. Entre as palestras e painéis, o evento conta com grandes nomes do mercado, como Alexandre Peralta, Founder & CEO da Peralta Creatives, Henriane Morelli, CEO da HRI Comunicação e Marketing, e Eduardo Simon, sócio-fundador e CEO da GALERIA.Ag e chairman da Galeria.Holding, que trazem para o debate suas vivências práticas sobre criatividade, inovação, construção de marcas e os desafios atuais da comunicação.

Para Luiz Carlos Corrêa, VP de Educação e Desenvolvimento Profissional da APP Brasil, a iniciativa reforça um dos principais pilares da entidade com o desenvolvimento do setor. “Aproximar estudantes, profissionais e mercado é essencial para garantir a evolução constante da comunicação e preparar novas gerações para os desafios da área”, afirma.

Luiz Carlos Corrêa, vice-presidente da APP Brasil, reforça o papel da entidade em criar pontes entre estudantes e as demandas reais do mercado – Crédito: Divulgação

A proposta de aproximar teoria e prática ganha força com a roda de experiências, que reúne jovens empreendedores, e com o workshop prático que demonstra como transformar ideias em conteúdo relevante utilizando inteligência artificial como aliada do processo criativo.

Outro diferencial do FESTEC é o protagonismo estudantil. Agências experimentais como Perdidos no Marketing (Etec Gino Rezaghi), Marketing na Veia (Etec Caieiras), Agência IMA (Etec Benedito Storani) e Amanhã Ser Marketing (Etec Campo Limpo Paulista) participam ativamente da construção do evento, reforçando a vivência prática e o papel dos alunos como agentes de comunicação.

Para Denis Cleuder, Gestor de Big Techs do Centro Paula Souza, o FESTEC nasce de uma necessidade clara de aproximar o formato dos festivais de comunicação à realidade do ensino técnico e tecnológico. Inspirado no tradicional Fest’Up, promovido há décadas pela APP Brasil para o público universitário, o projeto foi pensado especificamente para dialogar com estudantes de marketing, design gráfico e publicidade das Etecs e Fatecs. “O principal objetivo era se aproximar desses alunos. Foi assim que nasceu o FESTEC”, explica.

Denis Cleuder, do Centro Paula Souza, ressalta a importância de criar experiências que dialoguem diretamente com a rotina profissional da área de comunicação – Crédito: Divulgação

O FESTEC 2026 amplia o acesso de estudantes do ensino técnico a experiências práticas e ao contato direto com o mercado, fortalecendo a formação de novos profissionais em um cenário de constante transformação na comunicação.

FESTEC 2026 — Festival de Comunicação, Propaganda e Marketing

Dia: 8 de abril de 2026

Horário: Das 8h às 16h30

Local: Fatec Sebrae — Alameda Nothmann, 598 — Campos Elíseos — São Paulo (SP)

2026: movimentações em marketing esportivo aquecem o jogo para a Copa do Mundo

Imagem gerada pela IA do Canva

Por Walney Barbosa*

É fato: a contagem regressiva para a Copa do Mundo FIFA de 2026 já começou!

E, como em todo grande evento esportivo global, o apito inicial acontece muito antes da bola rolar e os torcedores apaixonados entrarem em campo. Nos bastidores, marcas, plataformas e patrocinadores já estão se estruturando para disputar a atenção, relevância e conexão com o público em um jogo cada vez mais orientado por aqueles que são os reais do momento: os dados.

Isso acontece porque, se antes o marketing esportivo era concentrado em grandes patrocínios e campanhas sazonais específicas, agora o jogo (literalmente) mudou e o cenário atual revela uma transformação significativa: o engajamento passou a ser contínuo, digital e altamente personalizado.

Para 2026 veremos essa lógica se intensificar, impulsionada pela proximidade do maior evento do futebol mundial. É nesse novo ecossistema que não é exagero afirmar que os dados são o novo “camisa 10” das campanhas de marketing. Isso acontece porque, com o avanço das tecnologias de análise e inteligência artificial, as marcas conseguem mapear com mais precisão os interesses, hábitos e emoções dos fãs. Não se trata, portanto, apenas de saber quem assiste aos jogos, mas de entender pontos cruciais, como:

  • Quais conteúdos geram mais engajamento
  • Em quais momentos o torcedor está mais propenso a interagir
  • Como diferentes perfis se conectam com seleções, atletas e causas

Esse scanner permite a criação de campanhas mais relevantes, segmentadas e contextuais, se tornando um diferencial competitivo em um ambiente que já está saturado de estímulos.

O fato é que a jornada do consumidor esportivo já não começa na abertura do torneio, ela é construída meses, ou até anos, antes. Dados de comportamento mostram que o interesse por seleções, atletas e competições cresce gradualmente, criando uma janela estratégica para marcas se posicionarem com antecedência.

Um exemplo claro vem do ciclo da Copa anterior: ativos digitais ligados ao futebol, como fan tokens, registraram picos de valorização e engajamento até seis meses antes do torneio, impulsionados pela expectativa dos fãs. Além disso, alguns dados indicam que o interesse pela Copa do Mundo FIFA de 2026 já está em expansão. Entre diferentes gerações, a intenção de acompanhar o torneio cresceu em relação à edição anterior, como no caso dos Millennials, que passaram de 41% para 47% de interesse . Esse avanço reforça que o engajamento não apenas aumenta, mas se amplia para novos públicos ao longo do tempo.

Nesse contexto, as plataformas digitais, redes sociais e streaming transformaram o consumo esportivo em uma experiência fragmentada, porém constante. Isso significa que campanhas isoladas perdem força frente a narrativas de longo prazo, que acompanham o torcedor em diferentes momentos da sua rotina.

Outro ponto de atenção para quem atua no setor é o fato de que o marketing esportivo está migrando de uma lógica de exposição para uma lógica de pertencimento. Afinal, não basta aparecer durante os jogos, é preciso “fazer parte da conversa”. Dessa forma, as marcas que se destacarão são aquelas que conseguirem criar experiências digitais imersivas; participar de pautas culturais e sociais ligadas ao esporte; e ativar comunidades e não apenas audiências.

Outro fator inegável e que ganhará ainda mais força com a proximidade dos jogos é o papel dos criadores de conteúdo. Influenciadores esportivos, torcedores apaixonados e perfis especializados têm se tornado canais estratégicos para marcas que buscam autenticidade. Ou seja, ao invés de campanhas centralizadas, veremos uma descentralização da comunicação, estratégias aplicadas a múltiplas vozes, formatos e plataformas amplificando narrativas.

Por fim, a Copa de 2026 será um marco não apenas pelo espetáculo esportivo, mas pelo nível de sofisticação das estratégias de marketing envolvidas e empresas que utilizarem dados de forma inteligente terão vantagem na construção de campanhas mais eficientes e mensuráveis.

Portanto, mais do que investir grandes verbas, será essencial investir melhor: com precisão, timing e relevância.

*Walney Barbosa é Diretor de Delivery da Okiar, consultoria de pesquisa brasileira.

Mais uma vez no shortlist do Festvideo

A Outracena, produtora de SJCampos, está mais uma vez no shortlist do Festvideo, edição 2026, com o filme do natal de 2025 do Vale Sul Shopping.

Para a produção foi construída uma praça de 400m2, com árvores, bancos, playground, e um fundo cenográfico de 320m2, em um estúdio de 1.000 m2 em São Paulo, onde a produtora contou uma emocionante história sobre gentileza, que foi a mensagem escolhida pelo shopping no natal de 2025.

Foram mais de 97 profissionais envolvidos, uma equipe incrível, elenco, figurino, maquiagem, cenografia, canção original, montagem, color, tudo feito com muito detalhe.

Nesse link você assiste ao filme 
E quem quiser ver um pouco sobre o que rolou por traz das câmeras, tem o making of nesse link

De job pontual a conta fixa: um case fictício sobre construção de recorrência

Imagem gerada pela IA do Canva

Por Josué Brazil (com apoio de IA)

Esse é o terceiro e último texto da série que iniciamos na última terça feira. Você pode ler os textos anteriores aqui e aqui.

Quando se fala em transformar clientes pequenos em contas recorrentes, a teoria é clara — mas é na prática que as nuances aparecem. Para ilustrar esse processo, vale observar um case fictício, mas bastante próximo da realidade de muitas agências e profissionais independentes.

Tudo começa com a “Padaria Nova Estação”, um negócio de bairro que procura uma agência para criar uma campanha simples de inauguração. O pedido inicial é direto, com orçamento limitado e foco em panfletagem e redes sociais básicas. Um típico cliente pequeno, com demanda pontual e expectativa restrita.

A primeira virada acontece na entrega. Em vez de apenas executar o job, a agência apresenta não só as peças, mas uma leitura do posicionamento da marca, sugestões de linguagem e um pequeno direcionamento estratégico. Esse movimento amplia a percepção de valor. O cliente não vê apenas “posts”, mas começa a enxergar construção de marca.

Após a campanha inicial, a agência não encerra o contato. Pelo contrário: realiza um follow-up estruturado, apresentando resultados (mesmo que simples) e propondo ajustes. Pequenas melhorias são sugeridas — frequência de postagem, padronização visual, testes de promoções. Aqui, o cliente ainda não tem contrato, mas já percebe continuidade.

Com o tempo, a relação evolui para um modelo mensal básico. Nada sofisticado: gestão de redes sociais e apoio em ações promocionais. O ponto-chave é que o serviço passa a impactar diretamente o fluxo de clientes da padaria. Quando o dono percebe aumento no movimento em dias de campanha, a lógica muda — deixa de ser custo e passa a ser investimento.

A partir daí, novas frentes são incorporadas: campanhas sazonais, identidade para embalagens, parcerias locais. A agência passa a participar de decisões mais amplas, e não apenas da comunicação. Esse é o momento em que a dependência estratégica começa a se formar — no melhor sentido possível.

Esse tipo de evolução não é exceção. Segundo a Bain & Company, empresas que priorizam relacionamento com clientes têm crescimento de receita significativamente superior ao mercado. No caso da padaria, o que começou como um job pontual se transforma, ao longo de meses, em uma conta recorrente com previsibilidade de receita.

Aprendizado

O aprendizado aqui é claro: grandes contas não surgem prontas. Elas são construídas na soma de boas entregas, visão consultiva e relacionamento consistente. E, muitas vezes, estão escondidas exatamente onde poucos estão olhando — nos pequenos clientes que ainda não descobriram o próprio potencial.