Assuntos Digitais estreando aqui

Novo articulista: Bruno César

Tenho que dizer que é um prazer escrever para o Publicitando. Sempre foi uma das minhas referências preferidas na Internet.
Bom… Me formei no ano passado em Publicidade e Propaganda pela UNITAU. Atualmente trabalho no E-commerce do Magazine Luiza e estou cursando pós graduação em Marketing Digital pela Faculdade Impacta de Tecnologia.

Muito prazer! Sou Bruno César, o novo articulista de assuntos digitais deste blog.
Confesso que adoro assuntos relacionados à tecnologia e comunicação. Estudar estas áreas do conhecimento são um grande prazer para mim. Mas vamos ao que interessa!

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Nosso novo articulista, Bruno César, sempre foi entusiasta das novas tecnologias e vai falar sobre elas por aqui.

Hoje todas as ações de comunicação estão diretamente ligadas ao digital. Não existe mais divisão entre ON e OFF, tudo faz parte de um enorme complexo de comunicação integrada. Este cenário se formou graças ao comportamento das pessoas. Hoje, todas as interações no mundo real acabam cruzando em algum momento a linha do digital. Não importa qual tipo de informação seja, todas elas estão dentro da Web.

Você pode me dizer que as redes sociais são as grandes responsáveis por todo este fenômeno. E eu te digo que é VERDADE! Mas o grande catalisador deste fenômeno cabe na palma de sua mão.

Os dispositivos móveis (smartphones, tablets, etc.) estão disseminados em todos os níveis da sociedade, causando uma verdadeira [R]evolução. A necessidade de nos comunicar em qualquer lugar e a qualquer momento fez com que estes dispositivos se tornassem indispensáveis na vida moderna.

Vai me dizer que você consegue sair de casa sem seu aparelho?!
Olhe de uma outra maneira para seu dispositivo móvel e pense nele como uma importante ferramenta de comunicação publicitária. Pois é uma mídia que possibilita um infindável número de formatos e possibilidades de interação, o que a torna (na minha opinião) a mais importante dentro do complexo de comunicação moderno.
Se “antigamente” não se podia ficar fora da Internet, hoje não se pode ficar fora dos dispositivos móveis!

Bem-vindos à [R]evolução Mobile.

Inteligência de Mercado com Carla Barreto

Inteligência de Mercado e Benchmarking

Para quem ainda não conhece o Benchmarking : “é um método utilizado pelas empresas para melhorar a sua gestão, mediante a realização contínua e sistemática de levantamentos, comparações e análises de práticas, processos, produtos e serviços prestados por outras empresas, normalmente reconhecidas como representantes das melhores práticas.”

Existe uma relação de simbiose entre a Inteligência de Mercado e o Benchmarking, essa análise detalhado de dados coletados, podem e devem ser utilizados também para projetar a empresa com a gestão dessas informações. Quando se é feita a coleta de informações seja pela equipe de vendas, pesquisa de campo, filtros ou alertas, é possível delinear algumas posturas, métodos e inovações da concorrência. E o que fazer ao compreender que existe no mercado práticas superiores, fora ou dentro da empresa, que podem projeta-la para um patamar melhor ?

Estabelecer metas e objetivos de onde se pretende chegar, e quais resultados quer se obter com práticas semelhantes com os da concorrência é um bom método de se tornar uma empresa exemplar. Além de analisar os concorrentes, tudo que é visto em outro setor ou empresa como algo útil de ser renovado, transformado e colocado em prática pode ser decidido de também ser utilizado para alcançar saltos de produtividade e inovação.

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Tipos de benchmarking

Benchmarking competitivo: está relacionado com os processos e gestão de empresas concorrentes.

Benchmarking genérico: consiste na comparação de parâmetros da funcionalidade das empresas, em aspectos como o tempo que um determinado produto demora a chegar ao cliente, desde que foi requisitado.

Benchmarking funcional :relativo a um processo de atuação da empresa, como a distribuição.

Benchmarking interno, que é tomar como referência as práticas e processos de outros setores dentro da própria empresa, e tentar apropriá-los ou melhorá-los para outros setores.

De acordo com CAMP (1998) existem etapas do benchmarking:
1. Identificar comparativos
2. Definir métodos e coletar dados
3. Determinar a lacuna do desempenho
4. Projetar níveis de desempenho futuro
5. Comunicar descoberta dos marcos de referência e obter aceitação
6. Estabelecer metas funcionais
7. Desenvolver plano de ação
8. Implementar ações específicas e monitorar progresso
9. Recalibrar marcos de referência

Na aplicação de métodos mais eficazes para ser referencial no mercado é extremamente útil utilizar a inteligência de mercado como forma direcional na busca de informações e gestão de cenários prospectivos, e ao absorver essa coleta aplicar de forma efetiva a ideia do benchmarking na busca de melhores práticas, formas de trabalho, execução, logística e planejamentos futuros. Ao observar com uma lente atenta,é possível compreender com tudo que é visto ao redor, que até o concorrente pode trazer aprendizado e informação fundamentais para o êxito na criação de uma empresa modelo de inovação e constante melhoria.

Fontes: http://www.portaldaempresa.pt/CVE/pt/Gestao/AvaliacaoMercado/Benchmarking/
http://www.significados.com.br/benchmarking/
http://versatilrp.wordpress.com/2013/05/23/inteligencia-competitiva-benchmarking-nao-e-plagio-corporativo/

Carla Barreto

Carla Barreto, articulista de Inteligência de Mercado

Mudanças no mercado publicitário

Saídas e entradas

Em um dia desta semana que acabou, pela manhã, uma amiga de profissão me perguntou: “o que está acontecendo com o mercado de agências? Tem muita gente saindo ou “sendo saído”do do emprego.”

Confesso que a pergunta me pegou de surpresa. Principalmente porque era pertinente. Realmente nos últimos 15 ou 20 dias houve intensa movimentação no mercado publicitário, notoriamente nas agências, com muita gente deixando postos. Muitos me contataram por email ou inbox do Facebook comunicando que estavam deixando sua posição atual por vontade própria ou porque haviam sido desligados.

Tive que parar um tempo para pensar. E a resposta que esbocei na hora para a amiga que fez a pergunta ainda me parece a mais plausível. Acredito que seja um movimento natural de maturação do mercado e dos profissionais. Explico: muitos dos que estão agora trocando de emprego ou abandonando um cargo começaram muito cedo. Normalmente como estagiários. E quando a gente começa é natural agarrar a oportuniadde que nos oferecem, sem questionar muito as condições para atuar e se desenvolver na função. Queremos dar o pontapé inicial na profissão.

Acontece que depois de um tempo – e esse tempo vai variar de profissional para profissional – a pessoa percebe que não é bem aquilo que almeja profissionalmente. Percebe também que tem potencial para mais. Passada a fase inicial de estágio e aprendizagem muitos desejam descobrir novas funções e mercados.E as empresas percebem que aquele profissional não conseguiu atingir um nível que julgavam adequado para atuar em seus quadros.

Podemos somar a isso o fato de a geração de jovens profissionais ser muito menos apegada ao “emprego”. Quando a coisa deixa de ser legal, bacana, eles desapegam facilmente. Não teremos mais – apenas em honrosas exceções – funcionários de longa carreira em uma única agência.E vale a pena acrescentar que salário conta pra esta turma, é claro, mas não é tudo. Vale o desafio, o ambiente de trabalho, a mudança e a descoberta de que podem fazer outras coisas dentro da profissão.

Há um último fator a acrescentar: a competição. Ela aumentou muito. O mercado cresceu pra todo mundo. E todo mundo quer atrair talentos. Buscar gente boa e competente para atuar em seus quadros. Novas agências surgiram e se consolidaram em espaço bem mais curto de tempo.Outra coisa: há pouco tempo não tinhamos agências de outras disciplinas de comunicação com força suficiente para disputar mão de obra com as agências de propaganda tradicionais. Hoje temos! Destaque para as chamadas agências digitais. Elas tem atraído diretores de arte, atendimentos, planejadores e, pasmem, redatores!

Este movimento das agências especializadas força as agências tradicionais a buscar gente para repor as perdas. E também tem havido muita contato de agências comigo para que possa indicar jovens estudantes de propaganda com talento para essa ou aquela área.

No fim, antes de pensar que o mercado está mal e que tem gente perdendo emprego prefiro crer que o mercado está bem, obrigado, e que toda essa movimentação de saída e entrada é parte de um momento de maturação e reacomodação de peças. E que isso vai beneficiar jovens que relamente têm talento e garrafa vazia pra vender, pois vão ter ganhos salariais e encontrar lugares e desafios mais interessantes.

Assim seja! E vocês, o que pensam?

Josué Brazil

Inteligência de Mercado com Carla Barreto

O passado e o futuro da Inteligência de Mercado

O Conceito de Inteligência de Mercado ou Inteligência competitiva surgiu em meados dos anos 80, com a criação de bancos de dados para o armazenamento de informações , que fornecia uma ferramenta para o Marketing, além das Pesquisas de Mercado.
Alguns métodos foram surgindo para auxiliar o Marketing nas empresas , tais como:

• Data Warehouse – o próprio banco de dados
• Data Mining – cavar as informações
• CRM(Customer Relationship Manager)- Gerenciamento do Relacionamento com o cliente.

A Base dados, os softwares, as planilhas e os relatórios garimpados cheios de informações extramente úteis não eram por si só produtivos na aplicação da Gestão do Marketing. Era necessário entender como utilizar essas informações. O acesso a elas foi possibilitado através da tecnologia, porém era preciso muito aplicar a inteligência de forma precisa, funcional e criativa.

Com isso, profissionais especializados que possam compreender de que forma utilizar as informações, fazem a diferença no momento em que vivemos; do “agora”, de informações frescas e atualizadas o tempo todo, que redirecionam decisões, e que precisam ser controladas em tempo real.

A Revista Época Negócios aponta que : “As 500 maiores empresas americanas têm uma área – ou um profissional – para monitorar a concorrência que, na maioria das vezes, tem o nome de Inteligência Competitiva. No Brasil, cerca de 20% das 500 maiores empresas têm uma área ou profissional dedicado a acompanhar, monitorar e apresentar relatórios de “Inteligência Competitiva”. No entanto, os nomes da função, no Brasil, podem ser: Inteligência Competitiva, Inteligência de Mercado, Serviços de Marketing, Pesquisa e IC, entre outros, com atividades por vezes muito diferente das dos colegas americanos.”

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No Brasil as empresas mais competitivas possuem um sistema de Inteligência: A Embraer possui 13 áreas de Inteligência Competitiva.

O futuro das empresas como vemos claramente está na sua diferenciação no mercado que quanto mais imersa no mundo digital de forma estratégica traz os devidos resultados. É saber como usufruir de forma mais eficaz as mídias sociais, que podem ser utilizadas como ferramentas para a Inteligência competitiva . No livro Manual de Marketing em Mídias Sociais, os autores Barefoot e Szabo , trazem esse conceito competitivo: ” Preste atenção no que os seus concorrentes estão fazendo. Se eles estiverem todos frequentemente as mesmas feiras de negócios, você também deve frequentá-las. Se eles estiverem usando blogs corporativos e inserindo comentários nos websites mais importantes da indústria, então você deveria estar fazendo o mesmo. Avaliar as atividades online dos seus concorrentes é a prova de fogo para o valor do marketing em mídia social na sua área. Se os seus concorrentes já estiverem colhendo os benefícios, não espere mais para entrar no jogo. Se eles estiverem atrasados, essa pode ser a sua chance de se tornar um líder na área.”

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Carla Barreto de Deus
Articulista de Inteligência de Mercado

Fontes:

http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG80520-8373-10,00.html

http://www.ricardoalmeida.adm.br/planejestrmkt5.pdf

http://im-br.blogspot.com.br/2012/10/nova-tendencia-monitoramento-da.html