Em webinar exclusivo para associados, Central de Outdoor destaca insights do Foro Alooh

Associados falaram sobre a importância de unir os meios clássico e digital para aumentar impacto das campanhas

Halisson Pontarolla, Vice-Presidente da Central de Outdoor, durante o Foro Alooh – Crédito: Divulgação

Na última quinta-feira, 02 de maio, a Central de Outdoor, maior associação de mídia exterior do Brasil e uma das cinco maiores do mundo, realizou um webinar exclusivo para associados com o tema “Insights Foro Alooh México 2024 – Entre dois mundos”. O encontro destacou os principais insights do evento de OOH latino, que aconteceu no México, para os associados que não puderam comparecer. No encontro desta quinta, cinco dos 21 associados presentes no Foro Alooh, parte da delegação da Central de Outdoor e maior brasileira no evento, compartilharam com os participantes do webinar suas percepções sobre a importância da união de meios clássicos e digitais para o sucesso das campanhas.

Durante o webinar, a Central de Outdoor abriu espaço para os associados apresentarem os destaques que captaram das palestras do Foro Alooh. Ira Rodrigues, CEO do Grupo Inteligência de Mídia, ressaltou a importância de estar presente em um evento ao lado de empresas de 25 países diferentes, absorvendo as diferenças culturais e trocando experiência e conhecimento. Ela lembrou que o Brasil tem diversidade em seus formatos, mas compartilhou fotos que tirou das ruas da Cidade do México, com formatos como paineis de LED a altura dos olhos e cabine de reciclagem, que não são comuns no OOH brasileiro.

Guilherme Meyer, CEO da VEX OOH, apresentou os destaques de três palestras: a de Chris Cowlbeck, CVO da IBO USA, que destacou a importância do associativismo para a profissionalização do meio; a iniciativa de Barry Frey, presidente e CEO da DPAA, que desenvolveu uma empresa de networking entre exibidoras e CMOs; e a palestra de Rick Robinson, CEO da PJX Media, que exemplificou a força criativa do meio clássico com campanhas inovadoras e atrativas.

Ainda abordando o meio clássico, Leandro Formigone, CEO da Amplilume Paineis OOH, reforçou seu papel em manter o reconhecimento de marca, estimular a criatividade personalizada por parte das exibidoras, para além das agências criativas, e trabalhar campanhas de forma sustentável. Ela citou como exemplo a campanha realizada para a Heineken, exibida pela Hezagono Brasil Publicidade, planejada pela BE 180 e desenvolvida pela Le Pub, do Grupo Publicis, em que foram instalados outdoors fotovoltaicos em um bar do Rio de Janeiro para gelar a cerveja a partir da energia gerada pela luz solar.

Já Leonardo Pereira, diretor executivo da Action Mídia Out Of Home, falou sobre a importância de aproveitar soluções de métricas de audiência e padronizá-las para que todos os players do mercado utilizem uma mesma linguagem para abordar os dados. Ele ressaltou que os dados são necessários para o planejamento de uma compra de mídia e que a padronização dessas métricas é a grande alavanca de crescimento do meio no Brasil.

Felipe Davis, CEO da OOH Brasil, relembrou que, apesar do evento ser voltado para a mídia exterior da América Latina, o Foro Alooh contou com a presença de empresas de países também da Europa e da Ásia, o que demonstra que o potencial de desenvolvimento da mídia exterior latina chama a atenção de todo o mundo. O Brasil, em especial, se destaca devido a velocidade de crescimento do setor e da alta porcentagem do share. Como tendência destaca a criatividade do clássico, o crescimento do DOOH, com campanhas em 3D anamórfico, e o uso de big data.

A mídia exterior está caminhando cada vez mais em direção a programática, mas os exemplos trazidos nas palestras do Foro Alooh evidenciam que é preciso combiná-la com a criatividade e oportunidades do clássico para potencializar a conversão e os resultados das campanhas.

A Central de Outdoor encerrou o webinar destacando a presença do Brasil na mídia exterior mundial. “O Brasil recebeu três prêmios no Foro Alooh, com a ECOSS OOH, nossa plataforma de automação de dados, o uso da Trace OOH pela CHICOOH+ e a campanha da Hezagono. Podemos dizer com orgulho que realmente representamos o nosso país e mostramos a força de nossa associação”, diz Halisson Pontarolla, vice-presidente da Central de Outdoor.

Sobre a Central de Outdoor

A Central de Outdoor é a maior associação de mídia OOH do país e uma das cinco maiores do mundo, que reúne empresas do ecossistema do OOH, entre exibidores de mídia, agências de planejamento e fornecedores do meio. É cofundadora do CENP (Fórum da Autorregulação do Mercado Publicitário), do CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), da Associação Latino Americana de Out of Home (ALOOH), e membro da World Out of Home Organization (WOOHO).

Fonte: Agência ERA®

“Curvas na Arquitetura Brasileira” chega ao Shopping Pátio Pinda

Visitada por 4 milhões de pessoas, exposição “Curvas na Arquitetura Brasileira” chega ao Shopping Pátio Pinda

A exposição itinerante, “Curvas na Arquitetura Brasileira”, do arquiteto Aquiles Nicolas Kílaris, inaugurou no Shopping Pátio Pinda no último sábado (4) e seguirá no centro de compras e lazer até o dia 3 de junho. A mostra foi idealizada para difundir a arquitetura das curvas como forma e expressão de arte e já percorreu diversos centros de compras e espaços culturais sendo visitada por mais de 4 milhões de pessoas desde 2010.

A mostra reúne 20 painéis fotográficos com imagens de projetos arquitetônicos, concepções de fachadas e áreas de lazer. Formas arredondadas, linhas sinuosas, integração com a natureza, amplitude, ventilação cruzada e iluminação natural totalmente integrada com áreas externas e jardins são algumas das especialidades do arquiteto que podem ser vistas em detalhes na exposição.

O material retrata a essência do “Estilo Kílaris”, que imprime em seus projetos residenciais e corporativos, a estética da arquitetura das curvas – inicialmente usada em grandes obras públicas – tornando-a mais acessível para todos. Dessa forma, seu “jeito de projetar” vem ganhando dia a dia cada vez mais espaço, admiradores e seguidores.

Nas faculdades de arquitetura, seus traços têm motivado debates e estudos entre alunos e professores. Profissionais da área também buscam inspiração em seus contornos para executar projetos. Nesta exposição, o arquiteto abre seus arquivos e apresenta o que cria de mais contemporâneo e inovador.

Mais sobre Aquiles Nícolas Kílaris

Arquiteto de traços contemporâneos, Aquiles Nícolas Kílaris valoriza as linhas curvas e as formas orgânicas em seus projetos. Kílaris é um nome consagrado na arquitetura brasileira, com 33 anos de experiência, e seu estilo próprio de projetar encanta também pela forte integração da arquitetura com a natureza. De origem paterna grega, sempre enalteceu e valorizou suas raízes, e uma viagem para a Grécia, quando ainda era jovem, teve influência decisiva em sua futura carreira e na estética de seu trabalho. Ao longo de sua carreira já assinou mais de 5 mil projetos realizados no Brasil e exterior, e lançou os livros “Curvas na Arquitetura Brasileira” e “Curvas na Arquitetura Brasileira volume II”, coletâneas de seus projetos que exprimem um pouco desse estilo que faz das curvas arquitetônica uma expressão de arte.

Fonte: Communicare – Camila Dezze SPP

A importância da distribuição estratégica de conteúdo no marketing B2B

Por Mário Soma*

Uma das falhas mais frequentes que tenho notado nas imersões dos novos contratos do mercado B2B, além de aspectos de branding, é a falta de atenção na distribuição de conteúdos que ressoam em todos os touchpoints das ações de marketing.

Sim, isso é crucial para o sucesso nas vendas e merece atenção. Caso contrário, muito esforço será feito em vão. Como destaca Sean Ellis, fundador da GrowthHackers, “maximizar cada touchpoint é essencial para o crescimento sustentável. Cada interação conta e molda a percepção do seu cliente sobre sua marca.”

Segundo a mais recente Pesquisa de Marketing da Forrester, 64% dos executivos responsáveis por compras no mercado B2B reconheceram que não confiam na medição de marketing de sua empresa para a tomada de decisões.

Essa “falta de confiança” é preocupante, uma vez que a jornada de compra B2B é complexa e repleta de nuances, exigindo uma estratégia de marketing que valorize cada ponto de contato como uma oportunidade única de envolvimento e conversão.

Compartilho os pontos principais dessa estratégia:

O número de touchpoints é dinâmico

A pergunta sobre o número ideal de touchpoints necessários para converter um cliente B2B revela um espectro dinâmico de respostas. Enquanto o HubSpot sugere cerca de oito, outros especialistas propõem números que variam de sete a dez. Andrew Chen, autoridade em growth, nos lembra que além da quantidade e qualidade dos conteúdos, “a otimização de cada ponto de contato da marca é crucial para a construção de uma boa estratégia de campanha.” Isso nos ensina que os pontos de contato no marketing B2B devem ser cuidadosamente projetados para promover a adoção e fidelização do usuário.

Narrativas que contamos em cada canal de comunicação

Os touchpoints representam mais do que meros canais: eles carregam as histórias que contamos e moldam como a marca é percebida. Seth Godin, um dos grandes nomes do marketing moderno, nos inspira ao dizer que “os touchpoints são as narrativas que contamos.”

Insights de um estudo B2B

A partir de um estudo com mais de 50 empresas B2B, Mike Lieberman, CEO e cientista-chefe de receita da Square 2, descobriu que, surpreendentemente, o número de touchpoints necessários supera frequentemente 40, alcançando até 50 em alguns casos.

Este resultado destaca o desafio de construir um crescimento de receita previsível e escalável. Por exemplo: o percurso, quando se inicia com anúncios de geração de demanda, precisa ser visto pelo menos três vezes ou mais, antes do lead ter alguma reação.

Jornada repleta de oportunidades e desafios

A transição de um lead para o processo de vendas envolve uma série de etapas, incluindo múltiplas visitas ao site e e-mails, esclarecendo a complexidade das ofertas dentro da jornada de compra. Isso significa que a jornada para o tão esperado ‘sim’ é repleta de oportunidades e desafios em todo o ciclo do marketing B2B.

Por fim, a eficiência do processo de vendas depende não apenas da geração de mais leads, mas de aprimorar a qualidade e a eficácia das interações no marketing B2B.

*Mário Soma é CEO e Head B2B da Pólvora Comunicação

Projeção inédita aponta volume de investimento em mídia via agências de publicidade em R$ 57 bilhões em 2023

Valor é resultado de projeção feita pelo cruzamento da base do sistema Cenp-Meios, do Cenp, com a base de Investimento Publicitário da Kantar IBOPE Media

O Cenp (Fórum de Autorregulação do Mercado Publicitário) apoiado pela Kantar IBOPE Media realizou uma projeção inédita sobre os investimentos em mídia do mercado publicitário brasileiro feitos via agências de publicidade. A nova leitura aponta um volume de R$ 57,5 bilhões movimentados por essa indústria ao longo de 2023. O painel “Projeção de Investimentos em mídia via agências de publicidade” leva em consideração o ponto forte de cada base de comparação na análise dos investimentos: o rigor técnico e a profundidade do Cenp-Meios com a abrangência e capilaridade nacional da base de Investimento Publicitário da Kantar IBOPE Media.

A metodologia da projeção dos investimentos das agências foi desenvolvida pelo consultor do Cenp Marcelo Coutinho, professor da EAESP-FGV e ex-diretor de Serviços de Análise do IBOPE NetRatings e de Inteligência de Mercado do Terra-Telefônica. A premissa para o desenvolvimento inicial desta projeção foi trabalhar somente com o investimento feito via agências de publicidade e com dados já aceitos pelo mercado. “Chegamos ao total através de uma combinação dos resultados do Cenp-Meios, obtidos por meio do sistema de pedidos de inserção (PIs) de 336 agências de publicidade (base dos dados consolidados de 2023) nos meios de comunicação, com tabulações especiais da Kantar IBOPE Media, que cobrem o que é veiculado por cerca de quatro mil agências que existem no Brasil”, explica Coutinho.

Para calcular o montante total foram feitas tabulações separadas, na base das veiculações contabilizadas pela base de Investimento Publicitário da Kantar IBOPE Media, dos valores brutos (preços de tabela) englobando somente as agências que fazem parte do Cenp-Meios de um lado; e, do outro, as demais agências. Esta tabulação demonstrou que as agências que fazem parte do Cenp-Meios são responsáveis por 49,5% do investimento bruto, contra 50,5% das demais agências. Desta forma, a mesma proporção entre o investimento registrado pelo Cenp-Meios e o faturamento bruto destas 336 agências na base Kantar IBOPE Media foi aplicada sobre as demais.

A projeção não levou em conta o investimento direto feito por anunciantes nos meios de comunicação sem passar por agências de publicidade. “Tivemos o cuidado de fazer a projeção do resultado por meio, já que sabemos que algumas negociações de campanhas envolvem diversas mídias e fazer um simples comparativo do desconto médio das agências para todos o os meios poderia ampliar eventuais distorções”, destaca o consultor do Cenp.

Segundo Marcelo Coutinho, por se tratar de um dado que sai diretamente dos sistemas de faturamento das agências para a base do Cenp-Meios – que passou recentemente por verificação pela KPMG, que assegurou sua fidelidade -, é uma suposição razoável aplicar a mesma proporção verificada entre o faturamento das agências do Cenp-Meios na base Kantar IBOPE Media sobre as agências que, embora não façam parte do sistema Cenp-Meios, também têm suas veiculações monitoradas pela Kantar IBOPE Media. “Trata-se de uma extrapolação que tem como ponto de partida os dados do Cenp-Meios, cuja origem é bastante fidedigna, funcionando como um ‘censo’, que é o investimento em mídia destas 336 agências, que representa quase a metade do volume total, sobre a outra metade deste volume.”

Coutinho observa que ainda existe muito para ser aperfeiçoado com o desenvolvimento de indicadores sazonais, projeções de tendências e uma maior granularidade dos dados, por exemplo com análises regionais. Ele também destaca a complexidade de mensuração da Internet. Dessa forma, para não fugir do princípio básico que foi a utilização de indicadores já consagrados pelo mercado, no caso da Internet foi utilizado o dado da Kantar IBOPE Media, referendado pelo IAB, que 67% de tudo que foi investido no meio digital se deu por via agências.

Luiz Lara, presidente do Cenp, destaca a importância da iniciativa e seu potencial de aprimoramento para que o mercado tenha, com o passar do tempo, dados que contemplem sua real dimensão. “Trata-se de um primeiro tijolo em uma longa construção para chegarmos em uma avaliação mais próxima da realidade do montante do investimento em mídia feito pelas agências, ao mesmo tempo que temos que acompanhar a própria evolução dos meios e seus usos pelos consumidores”.

Confira mais detalhes da “Projeção de investimentos publicitários em mídia via agências de publicidade”: