Mafu está contratando Atendimento
Veja detalhes sobre a vaga na arte abaixo
Sobre a vaga
Agência de marketing em crescimento e está procurando uma pessoa comunicativa, organizada e com vontade de aprender, para atuar na linha de frente do comercial, ajudando no contato inicial com leads e no agendamento de reuniões.
Essa pessoa será responsável por conversar com potenciais clientes, entender se faz sentido avançar e organizar a agenda comercial da agência.
Responsabilidades
Requisitos
Diferenciais (não obrigatórios)
Remuneração
Fixo + Variável
O que oferecemos
Ambiente de aprendizado real em marketing e vendas
Contato direto com a liderança da agência
Possibilidade de crescimento profissional
Processos simples e objetivos (sem burocracia)
Como se candidatar
Enviar currículo + uma breve apresentação contando:
Por que você quer trabalhar com vendas/marketing
Sua experiência com atendimento ou comunicação
A Naativa Comunicação está em busca de uma pessoa para ocupar o cargo de Gerente de Contas Pleno
O que vai fazer:
* Atender e encantar clientes ativos (ponte estratégica)
* Conduzir leads e novas oportunidades
* Organizar demandas com o time (design, social, tráfego, audiovisual)
* Liderar e supervisionar projetos: cronogramas, prazos e entregas (com equipe e fornecedores)
* Elaborar e apresentar propostas personalizadas
* Acompanhar indicadores de performance (social e tráfego pago) e propor melhorias
Requisitos:
Experiência em agência / gestão de contas
Excelente comunicação, organização e proatividade
Visão estratégica e liderança no dia a dia
Modelo & Diferenciais:
Formato PJ
Home Office com flexibilidade
Comissionamento por desempenho (upsell, novos contratos e leads qualificados)
Espaço real para crescimento e protagonismo
Como se candidatar (somente por e-mail):*
Envie currículo, disponibilidade e pretensão salarial para: vagas@naativacomunicacao.com.br
Assunto: Gerente de Contas Pleno
Por Fátima Leal*
Durante décadas, o funil de vendas foi a principal metáfora para explicar o caminho do consumidor: muitos entram no topo, poucos saem na base, convertidos em clientes. Simples, linear e previsível. Mas esse modelo ruiu. No lugar de um percurso ordenado, temos hoje uma jornada complexa, fragmentada e imprevisível. O funil, como conhecemos, chegou ao fim.
O consumidor atual não caminha em linha reta. Ele pesquisa, compara, muda de ideia, volta atrás, consulta redes sociais, amigos e influenciadores. Às vezes, descobre a marca depois de desejar um determinado produto. Em outros casos, entra em contato com a empresa várias vezes antes mesmo de considerar uma compra. Por vezes, acaba descobrindo uma nova marca, sem mesmo procurá-la. Dessa forma, a jornada deixou de ser um funil para se tornar uma rede de caminhos cruzados, onde cada ponto de contato importa.
Nesse novo cenário, estratégias mais integradas e contextuais, como o Retail Media, ganham protagonismo. Por conectar ambientes físicos e digitais, ele permite que as marcas estejam presentes nos momentos certos da jornada, independentemente da ordem em que esses momentos acontecem.
Portanto, as empresas que insistem em mapear suas estratégias com base no funil tradicional estão ficando para trás. A nova lógica exige flexibilidade, personalização e escuta ativa. As marcas que se destacam são aquelas que constroem relacionamentos antes de converter vendas. O foco deixa de ser “empurrar” o consumidor para a próxima etapa e passa a ser “estar presente” em todos os momentos que importam.
Atualmente, ao invés de funis, as empresas estão adotando modelos circulares ou espirais, como o flywheel (roda giratória), que coloca o cliente no centro e gira em torno de experiência, retenção e recomendação. O pós-venda, antes ignorado como etapa final, se tornou ponto de partida para novas oportunidades de negócio.
Nesse cenário, a integração entre Marketing, Vendas e Atendimento também se tornou essencial. Não faz mais sentido termos departamentos isolados tentando “passar o bastão” em cada etapa. As equipes precisam agir de forma conjunta, compartilhando dados em tempo real e alinhando discursos para garantir uma experiência contínua e relevante.
É nesse contexto que o Retail Media também se posiciona como um elo entre marcas e consumidores, oferecendo dados de compra reais e pontos de contato que acompanham o cliente dentro e fora do ambiente de varejo. Ao integrar mídia, jornada e intenção, ele reforça a presença das marcas em momentos decisivos.
Outra mudança importante é o papel da tecnologia. Plataformas de CRM, inteligência artificial e análise de comportamento estão ajudando as marcas a entenderem melhor seus consumidores, anteciparem necessidades e personalizarem suas ofertas. Mas tecnologia sem empatia não sustenta relacionamento. As empresas precisam usar os dados para ouvir, e não apenas para vender.
Vale concluir que o fim do funil não é o fim das vendas. É o começo de uma nova abordagem, mais humana, fluida e centrada no cliente. Uma era onde o sucesso não depende apenas de atrair e converter, mas de cultivar, surpreender e reter. O consumidor já mudou — cabe às marcas acompanharem esse movimento.
*Fátima Leal – Diretora de Key Accounts e Agências da Unlimitail, joint venture entre o Grupo Carrefour e o Grupo Publicis que desenvolve e oferece soluções modernas em Retail Media para Europa e América Latina.