Vaga para analista de comunicação

Analista de Comunicação Interna

analistas e gerentes de redes sociais

Graduação em Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Marketing ou Relações Públicas;

Experiência comprovada em comunicação interna preferencialmente em indústrias de grande porte;

Experiência com linguagem jornalística e execução de material publicitário;

Redação própria e domínio de Pacote Office.

Inglês fluente (imprescindível).

Interessados que preencher os requisitos enviar o currículo para vanessa@gruporesolve.com.br e especificar no Assunto Vaga Analista de Comunicação Interna.

Coluna {De dentro pra fora}

A Comunicação Interna da sua empresa é um investimento ou um custo?

Vitor coluna

Quando os orçamentos se apertam, a primeira área que sofre, na maioria das vezes, é a Comunicação. Por quê? Talvez a própria área não esteja se levando a sério.

Trabalho em agência, então tenho contato com diversos perfis (e tamanhos) de clientes. Ultimamente, percebi um movimento bem positivo para quem tem uma visão mais cuidadosa com Comunicação Interna. Em momentos de crise, as medidas tomadas são mais radicais. E, como a gente sabe, quando essas mudanças acontecem sem preparação e sem informação, o caos toma conta da situação. As áreas de Comunicação que têm compromisso com as estratégias das empresas já se atentaram a isso. E são as agências que sentem os reflexos.

Enquanto diversos setores reclamam da crise, a demanda de comunicação cresce. Com prazos cada vez mais curtos, claro. Mas é o que já disse: sem comunicação (estratégica), qualquer mudança vira um caos.

Leve a sério.
E, agora, você deve estar pensando: investimento ou custo? Então, responda para você mesmo: a Comunicação Interna da sua empresa colabora para a organização alcançar os objetivos estratégicos ou ela apenas faz comunicados sobre datas comemorativas? Essa resposta é o segredo.

Muitas vezes, o problema é ainda mais delicado: as áreas de Comunicação nem sabem quais são os objetivos estratégicos da empresa. Sem esse alinhamento, é impossível elaborar um planejamento de comunicação estratégico e coerente. Não que as datas comemorativas não sejam importantes, mas nós podemos investir tempo, dinheiro e energia em projetos bem mais impactantes para o resultado da empresa. Esse posicionamento vai determinar se a sua comunicação é um custo ou investimento. E, de coração, eu torço muito para que seja um investimento. Afinal, eu quero que nossas áreas de Comunicação sejam cada vez mais reconhecidas, mais estratégicas, mais profissionalizadas e fundamentais para o andamento da organização.

Vamos nessa? Não custa nada pensar diferente.

Coluna {De dentro pra fora}

O primeiro storytelling a gente nunca esquece

Vitor coluna

Sem dúvida, ele é o queridinho da vez. Eu me lembro de ter ouvido falar dele há uns 4 anos – pelo menos – em uma das aulas do Josué. E acho extremamente engraçado ver o mercado todo agitado e querendo fazer story hoje. Para mim, não parece ser algo tão novo. Mas tudo bem, um bom story ainda vale muito a pena. Então, eu sempre me empolgo quando surgem essas oportunidades. Abro parêntese para lembrar que aqui eu falo do mercado corporativo. E é exatamente nesse segmento que o desafio começou. O conceito de storytelling eu aprendi em sala de aula e até hoje me lembro dos diversos exemplos que a turma toda assistiu. Depois, o grupo de amigos ainda trocou mais alguns exemplos e, para fechar, eu e a Isa decidimos abordá-lo em nosso TCC. Então, fomos ouvir redatores que já tinham feito stories e entender um pouco mais sobre o processo de criação. Não existe uma fórmula, claro. Mas existem ingredientes. O ponto de partida, o ponto de virada, o clímax, o desfecho, são exemplos.

Com as entrevistas, eu entendi melhor como dar vida ao que estava dentro da cabeça. Mas tudo ainda continuava a ser teoria.

Agora é pra valer!
Muitos anos depois, finalmente, eu me deparei com o desafio de fazer um story. Foi uma mistura de medo com ansiedade. E tinha um agravante: era um storytelling corporativo. Minha primeira interrogação foi: Isso vai funcionar, gente? E, durante todo o processo, eu ainda me questionava muito. Foi uma oportunidade de colocar a teoria toda em prática, mas também de achar um novo jeito de se fazer story, já que os funcionários eram o público. Fui amarrando as mensagens com as histórias de vida que recebi e, então, tinha o roteiro do primeiro storytelling da minha vida. Bingo! Só que não. Estava fácil demais. O cliente retornou dizendo que não tinha verba para fazer vídeo. Gente, e agora? No meu limitado pensamento, story só ia funcionar em vídeo. Então, fui caçar um formato mais barato para adaptar o vídeo. Afinal, quem disse que só pode ser vídeo?

Quadro a quadro.
Depois de quebrar a cabeça um pouco, cheguei no formato de histórias em quadrinhos. E as barreiras cresciam: o cliente queria que a marca tivesse mais relevância na história. Ixi, para mim, a graça da coisa era exatamente deixar a marca em segundo plano. Fui ajustando até o ponto em que o cliente aprovou e eu achei que ficou interessante.

Nessa primeira experiência, eu já descobri que storytelling corporativo pedia uma narrativa um pouquinho diferente. O tempero da marca, infelizmente, precisava ser caprichado. Depois desse episódio, outros vieram. Assim, fui descobrindo diversos formatos para encaixar a técnica do storytelling. E é isso que eu gostaria de reforçar ao contar essa história toda: invente novos formatos para técnicas que já existem. Ultimamente, eu tive a oportunidade de fazer um storytelling que era corporativo, mas (até que enfim!) poderia ser um vídeo. Eu fiquei bem satisfeito com o resultado, mas, se eu não tivesse sambado tanto antes para aprender a moldar a técnica, tenho certeza de que não teria ficado tão legal.

Desde meu primeiro story (que precisava ser impresso, pra Vale Fertilizantes) até o último (que poderia ser um vídeo, pra 3M), eu me envolvi nas histórias e me diverti muito amarrando a mensagem corporativa aos acontecimentos da vida.

Antes de pensar que é impossível para o seu cliente ou para o segmento em que você atua, procure maneiras diferentes de fazer. Molde a técnica aos recursos que você tem, acredite, divirta-se e coloque vida.

Vaga para comunicação interna

Estágio na área de Comunicação Interna e Desenvolvimento de RH

procuraestagio1

Cursando 2° ou 3° ano do Superior em Administração de Empresas, Comunicação, Marketing ou Psicologia;

Irá acompanhar os processos de comunicação interna, mídia de comunicação interna, suporte para processos de treinamento e recrutamento;
Mandatório habilidade com pacote Office, PPt, mídias on line e boa escrita;

Possuir Inglês Intermediário;

Horário de Trabalho: Das 08h ás 15h;
Bolsa Auxílio R$ 1.100,00 + Almoço + VT;

Interessados cadastrar e anexar o currículo no site www.impactorh.com.br , logo após entrar em contato nos telefones (12) 3354-0093 (12) 3354-0095 falar com: Jackeline, Vanessa, Gislaine ou Silviani. Ligue e agende sua entrevista. IMPACTO RH
Rua General Carneiro, nº 435 Centro – Jacareí (Prédio Vermelho em frente a Escola de Inglês CNA)