Agência de Relações Públicas de São José dos Campos realiza ação de distribuição de preservativos durante o pré-Carnaval da cidade

Pilares Relações Públicas e Rilex Preservativos se uniram para promover a importante divulgação da proteção durante o Carnaval

Visando propagar a importância da proteção, a Pilares Relações Públicas, junto da Rilex Preservativos, promoveram uma ação interativa durante o pré-Carnaval de São José dos Campos, no interior de São Paulo.

A ativação aconteceu no último domingo, 3 de fevereiro, durante o bloco “Aí Desgramou”, da dupla sertaneja Talis e Wellinton, e contou com um público de cerca de 8 mil pessoas, segundo organizadores. O evento aconteceu na Região Oeste da cidade.

Mais de mil preservativos foram distribuídos gratuitamente para o público que também recebeu sorvetes com sabores equivalentes ao dos preservativos. Por exemplo, quem escolhia o picolé de uva, recebia também um preservativo do mesmo sabor.

A ação também impulsionou de forma orgânica a página da Rilex (@userilex), no Instagram. Ao receberem o preservativo, os foliões eram convidados a curtir a página que garantiu cerca de mil novos seguidores.

Durante todo o bloco, agentes uniformizados com o tema da ação eram responsáveis pela distribuição dos brindes, o que facilitou a identificação pelos foliões. A influencer Isabelle Pereira (@isapsilva), de Santa Branca, foi a responsável pela interação do público com a brincadeira “2 reais ou um presente misterioso?”, no qual carregava uma caixa repleta de brindes como lubrificantes e outros preservativos.

O relações públicas Guilherme Russi faz parte do time da Pilares, e foi um dos responsáveis por fazer o evento ser um sucesso. “A iniciativa da Pilares em parceria com a Rilex teve o objetivo de levar conscientização sobre as ISTs ao público. A ação foi um sucesso mais do que o esperado e distribuímos mais de mil preservativos”, destaca Guilherme.

Desafios da saúde pública

Dados de um estudo realizado pelo Ministério da Saúde mostram que mais de 38 milhões de habitantes vivem com a incidência do vírus do HIV no país e, que em 2018, segundo o último estudo, a prevalência do vírus foi de 883 mil casos confirmados, o que representa uma taxa de 5,4 a cada mil habitantes.

A ação da Rilex promovida pela Pilares Relações Públicas durante o pré-Carnaval de São José destaca o comprometimento‌ das empresas com a saúde de todos.

Ficha técnica da ação “Rilex no ritmo da prevenção”:

Planejamento: Guilherme Russi e Michelle Laboissiere

Criação: Lucas Cassimiro e Guilherme Russi

Assessoria de Imprensa: Pedro Luvizotto e Júlia Maia

Staff: Jéssica Almeida, Júlia Maia, Gabriel Rezende, Lucas Cassimiro, Michelle Laboissiere, Guilherme Russi, Franciele Alves

Agência de Taubaté busca Gestor de Contas

Akademy Marketing busca Gestor de Contas Pleno

A vaga é para trabalho remoto, home office, e o regime de contratação é PJ (MEI).

Enviar currículo com portfólio para – akademy.mkt@gmail.com

Vaga de estágio em marketing

Estágio em marketing em Taubaté

Grupo Cardoso busca estagiário de marketing para atuação em uma de suas unidades localizada em Taubaté.

Confira mais informações na arte abaixo.

 

Pesquisa revela o posicionamento dos influenciadores digitais sobre a regulamentação da profissão

Influenciadores digitais produzem conteúdo na internet e cobram por parceria com marcas. A profissão não é regulamentada, mas 80% deles gostariam que fosse

São mais de 500 mil influenciadores no Brasil com, pelo menos, 10 mil seguidores. Assim, o total de influenciadores no País supera a quantidade de engenheiros civis (455.000), de dentistas (374.000) ou de arquitetos (212.000). O contingente só fica empatado com o de médicos (502.000).

Levando em conta os influencers com mais de 1.000 seguidores, o número salta para 20 milhões, o que equivale a 10% da população brasileira. Mesmo com esse mercado expressivo, a profissão ainda não é regulamentada. Pesquisa realizada pela Influency.me, empresa especializada em campanhas com influenciadores, questionou ao mercado se a regulamentação é vista como positiva.

Pesquisa é unânime: profissão precisa de regulamentação

Participaram da pesquisa mais de 350 respondentes, contemplando todos os segmentos que atuam no marketing de influência.

De forma unânime todos eles acreditam que a profissão deva ser regulamentada. Do ponto de vista das marcas, 92% delas acreditam que a regulamentação seja importante; 93% dos assessores dos influenciadores concordam com a afirmação; 80% dos influenciadores também enxergam que regulamentação seja um bom caminho; e 81% das agências compartilham da mesma opinião.

Recentes polêmicas

Com as recentes polêmicas envolvendo influenciadores divulgando casas de aposta e jogos de azar, o debate sobre os limites da influência reascendeu.

O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) elaborou o Guia de Publicidade por Influenciadores Digitais, que traz orientações na hora de gravar publicidade. O material destaca que, ao retratar uma experiência pessoal, seja genuíno e contenha apresentação verdadeira do produto ou serviço anunciado”. Nessa atividade, o influenciador acaba sendo caracterizado como um agente de publicidade, sujeito então à regulação aplicável, em especial do Código do CONAR.

“As orientações do Conar não têm força de lei, mas são instrumentos muito importantes para guiar os influenciadores na hora da gravação de conteúdo. Os limites já impostos por outras leis brasileiras também se aplicam aos influenciadores, como a necessidade de apresentar fatos verídicos, não agir de má fé e não divulgar produtos potencialmente prejudiciais à saúde”, destaca Rodrigo Azevedo, CEO da Influency.me.

Pesquisa recente da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) destacou que 73% das pessoas físicas que realizaram o primeiro investimento, tomaram essa decisão com base em informações de influenciadores. “Um consultor financeiro precisa ter credenciais específicas que o habilitem a trabalhar nessa área. Já os influenciadores não têm, o que abre espaço para conselhos nem sempre adequados serem difundidos”, complementa o CEO da Influency.me.

Para Azevedo, a regulamentação da profissão pode ser trabalhada nos próximos anos. “É importante que possíveis leis estejam alinhadas com o dia a dia do profissional para não cercear seu trabalho e, ao mesmo tempo, garantir a segurança física, emocional e financeira de quem segue esse influenciador. A regulamentação da profissão no Brasil deve ocorrer e, sendo construída de forma conjunta pela sociedade, terá muito a acrescentar”, finaliza Rodrigo Azevedo.

Fonte: Trama Comunicação – Flávia Salmázio