Agência abre duas vagas: estágio e assistente

Vaga para Editor de vídeo – Estágio

A Conecta Marketing em Saúde é uma das principais agências de marketing voltadas para área da saúde no Estado de São Paulo. Estamos há mais de 8 anos no mercado atendendo as principais redes de hospitais, clínicas e profissionais da saúde.

Atividades a serem desenvolvidas:

– Editar vídeos para mídias sociais com banco de imagens;
-Cortes das captações de vídeo realizadas pela equipe;
-Sincagem de audio;
-Auxílio nas captações de vídeo presenciais.

Ferramentas necessárias:

-Adobe Premiere e After Effects

Modelo de Contratação:

· Estagiário
· Salário + bolsa auxílio.

Envie seu currículo com portfólio de estudo ou profissional(se houver) para talentos@conectamkt.com com o assunto: Estágio Audiovisual

Vaga para Assistente de comunicação interna

Desafios
Atuar “in loco” em um dos clientes focado em ações internas das unidades e setores, orçar e fazer relacionamento com empresas de materiais de comunicação, produzir comunicados internos simples com ferramentas de edição de imagens, participar de reuniões no cliente afim de identificar necessidades de projetos de comunicação em geral e fazer interface com a agência para desenvolvimento. Além da criatividade e experiência técnica, a função exige um perfil comunicativo e dinâmico.

Qualificações mínimas:
· Querer somar e fazer a diferença junto à família Conecta;
· Formação em áreas da comunicação.
· Experiência prévia com comunicação interna e eventos internos.

Ferramentas necessárias:
• Ter noções de ferramentas de edição de imagens (Photoshop, Illustrator) será um diferencial.

Benefícios:
· VR – Sem desconto no Salário;
· VA – Sem desconto no Salário;
· Convênio Odontológico Uniodonto – Sem Desconto no Salário;
· Convênio Médico – Opcional.

Modelo de Contratação:
· CLT – Presencial;
· Horário reduzido – Segunda à sexta das 9h às 18h.

Candidate-se por aqui

Branding x performance: o que é mais importante para o crescimento da empresa?

Por Renan Cardarello*

Qual a melhor estratégia para alavancar sua empresa frente aos concorrentes? Muitos defendem, fielmente, as ações de branding, para alinhar os valores da marca e fortalecer a relação com os clientes. Outros, não renunciam as campanhas de performance, uma vez que costumam trazer um retorno mais rápido e impulsionar voos altíssimos do negócio. Ambas são, de fato, bastante positivas para o marketing de toda empresa – mas, é preciso analisar alguns pontos importantes para identificar qual o melhor momento de investir em cada delas.

Em uma definição mais objetiva, as campanhas de branding são intangíveis e ajudam a fortalecer a marca com o tempo. São processos contínuos que não podem ser pausados, capazes de fortalecer o posicionamento da empresa frente a seus consumidores. Quando bem implementado, cria conexões profundas com o público-alvo e desperta sensações conscientes e inconscientes nele, de forma que busque sempre sua marca ao desejar comprar o produto ou serviço ofertado.

Segundo pesquisa realizada pela Ana Couto Branding, 67% dos consumidores estão dispostos a comprar um produto de uma marca que se conecte com eles a partir de um propósito comum, o que torna o branding uma ação extremamente valiosa, mas, ao mesmo tempo, mais demorada para ser construída e permeada no mercado.

Enquanto isso, aquelas que buscam resultados mais rápidos, direcionam seus investimentos às campanhas de performance. O termo, que ganhou destaque com o avanço da globalização, abrange ações de marketing digital como Meta Ads e Google Ads, e está diretamente ligado à conquista de resultados em um curto espaço de tempo.

Muitas empresas novas que estão iniciando sua jornada de crescimento costumam priorizar esta segunda opção, como forma de obterem um crescimento mais rápido e necessário para construir sua presença no segmento. Por mais que seja realmente uma estratégia válida e importante perante este objetivo, chegará um momento em que a campanha de performance atingirá seu status quo, e demandará dos investimentos conjuntos em branding para que a empresa mantenha este patamar de destaque.

Identificar este timing é completamente subjetivo, e será diferente conforme cada negócio. Não há como estabelecer uma única regra ou momento ideal, mas, em algum momento, todo negócio precisará encontrar um ponto de equilíbrio entre essas estratégias – uma vez que ambos os conceitos estão interligados como yin e yang, podendo contribuir significativamente para um aumento de vendas do empreendimento.

Uma empresa que entende o panorama geral de seu segmento e sabe a hora certa de apostar no branding e na performance terá grandes retornos nesses investimentos. Porém, aquelas que não compreenderem a importância destes conceitos, não priorizarem verbas adequadas para ambas, não disporem de um departamento de marketing dedicado a essa tarefa e, principalmente, falharem em disseminar essa essencialidade em sua cultura, dificilmente conseguirão consagrar o nome da marca no mercado.

Obter sucesso na união dessas campanhas envolve muita pesquisa de mercado e imersão para entendimento da marca e de seus valores. E, em se tratando do branding, cada empresa terá seu próprio modelo e custos variáveis a partir disso. Já o trabalho de performance, por sua vez, pode ser mais difícil de ser implementado, principalmente pelas informações em massa que muitos “especialistas” compartilham nas redes sociais. Muitos deles ensinam que ganhar dinheiro aprendendo Meta Ads ou Google Ads é fácil – o que não é o caso – e, consequentemente, saturaram o mercado com profissionais ruins.

Pode parecer um cenário desestimulante, mas a verdade é que é possível conquistar excelentes resultados com estas campanhas se, acima de tudo, as empresas tiverem um entendimento claro do que cada uma faz e como funcionam. Com isso, estes termos devem ser permeados na cultura da empresa, para que as pessoas que trabalham nela estejam alinhados com o marketing e os motivos pelos quais essas estratégias serão seguidas.

Tanto o branding quanto a performance são fundamentais para alavancar os negócios em seus segmentos, e devem caminhar juntos nessa trajetória de destaque. O momento certo de investir nelas irá variar conforme cada objetivo e empresa, o que exigirá muito planejamento e organização para que estas campanhas consigam complementar uma a outra e, dessa forma, destravar o diferencial competitivo da empresa.

*Renan Cardarello é CEO da iOBEE, ecossistema de soluções em marketing digital.

Planejamento de campanha: adotar segmentação contextual ou baseada em interesses? Depende.

Por Fernanda Acácio*

A segmentação contextual tem sido um modelo utilizado pelas marcas desde os primórdios da publicidade digital. No entanto, antes das regulamentações de proteção de dados, como a LGPD, no Brasil, e a GDPR, na Europa, os dados de usuário estavam prontamente disponíveis, permitindo a exploração de soluções alternativas. Agora, com o uso de cookies de terceiros perto do seu fim, a indústria enfrenta novos desafios e busca maneiras de identificar e direcionar públicos-alvo sem ferir a privacidade do usuário.

Fernanda Acacio

De acordo com a pesquisa State of Data Brasil: 2023, realizada pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, 48% dos profissionais ainda não se sentem preparados para o fim da extensão aos cookies de terceiros, e apenas 17% disseram tem informação suficiente e se sentem aptos para as mudanças. Com isso, os modelos de segmentação contextual estão ressurgindo como uma possibilidade para anunciantes que procuram promover uma experiência positiva para seus consumidores.

Esse formato não apenas possibilita alcançar audiências baseadas no contexto ou em categorias de interesse, mas também proporciona mais segurança e proteção para as marcas. Além disso, avanços em inteligência artificial (IA) estão abrindo novas possibilidades para o modelo. Já há dois anos, 61% dos publishers esperavam ver um aumento no orçamento para compra de campanhas com segmentação contextual.

A ascensão da IA na tecnologia publicitária, especialmente os modelos de aprendizado de máquina capazes de processar e aprender com grandes volumes de dados, ampliou a escala, velocidade e precisão das soluções contextuais. O maior avanço foi o processamento de linguagem natural, permitindo que os programas compreendessem a linguagem de forma semelhante aos humanos, podendo categorizar o conteúdo com base em seu significado semântico.

A segmentação baseada em interesses também está evoluindo com a IA. Embora grande parte da identificação do usuário nessa abordagem ainda seja determinística, usando identificadores como endereços de e-mail, a identificação probabilística emprega a IA para combinar vários sinais e dados a fim de prever se um indivíduo se encaixa em um determinado segmento de público. Essa identificação é menos precisa, mas oferece escalabilidade e pode preencher as lacunas de reconhecimento.

A vantagem dessa segmentação é que ela preserva e analisa o comportamento passado de um consumidor para determinar o valor de uma impressão. Assim, é possível criar campanhas com mensagens diferentes, dependendo de onde este usuário se encontra no funil de vendas. No entanto, essas soluções também podem continuar a segmentar consumidores que não são mais relevantes, desperdiçando impressões que não levarão a conversões.

Por outro lado, embora a publicidade contextual não leve em consideração o histórico do consumidor, essa estratégia funciona bem no ambiente atual, em que a jornada do consumidor é rápida. Ou seja, campanhas que necessitam de uma compreensão mais profunda da jornada do consumidor podem se beneficiar mais da segmentação baseada em interesses. Já aquelas que precisam ser operadas imediatamente podem contar com a segmentação contextual, que é mais versátil.

Isso mostra que a escolha do melhor modelo de segmentação depende, na verdade, do que está sendo anunciado e dos objetivos da campanha. Ambas as soluções continuam a ter o seu lugar no ecossistema que prioriza a privacidade. A diversidade de soluções é a combinação necessária para acelerar as estratégias de publicidade digital e a competição entre a segmentação contextual e a baseada em interesses impulsiona inovações que beneficiam os interesses de marcas e consumidores. A busca pelo modelo mais adequado eleva o setor a novos patamares e contribui para a evolução de campanhas, com mais impacto e personalização.

*Fernanda Acácio é CEO da plataforma global de publicidade MGID.

CenterVale Shopping tem Política Pet Friendly

A empresa é amiga dos animais há mais de 5 anos e desenvolve iniciativas que promovem o respeito, responsabilidade social e preservação do Meio Ambiente.

O Dia dos Animais é lembrado em 4 de outubro e a melhor forma de festejar essa data é demonstrando carinho e respeito por todos eles. Segundo o Instituto Pet Brasil, somos o terceiro país do mundo no ranking dos animais de estimação, com 149,6 milhões de exemplares. Isso significa pelo menos 70% da população tem um pet em casa ou conhece alguém que tenha. Os cães lideram essa estatística e por isso tem aumentado a preocupação das empresas em promover a inclusão deles em espaços com grande circulação de pessoas. É o caso do CenterVale Shopping, que há mais de 5 anos desenvolve uma Política Pet Friendly, com várias iniciativas que visam não somente o bem-estar dos bichinhos, como a responsabilidade social e preservação do Meio Ambiente.

O centro de compras é o único de São José dos Campos que tem uma Praça de Alimentação Pet para que os animais e seus tutores possam se acomodar com todo o conforto durante as refeições. Localizada no Piso Vale, em frente aos elevadores, oferece mesas, cadeiras, cata caca, bebedouro e um lindo espaço instagramável para os clientes registrarem momentos especiais com seus pets. No mesmo local há um coletor de tampinhas de garrafas plásticas em forma de pata, onde são armazenadas. De lá seguem para 3 ongs de proteção aos animais, parceiras da Prefeitura de Jacareí no projeto “Tampinhas Solidárias”, que fazem a separação e entregam para o Grupo Alto Tietê (uma recicladora), que compra o material e faz o pagamento em sacos de ração para alimentar animais em situação de vulnerabilidade. A empresa por sua vez as repassa para as indústrias de plástico como Resina PCR, que tem muitas utilizações dentro da cadeia produtiva dessa economia circular. O CenterVale é o único posto de arrecadação de tampinhas em São José e somente este ano foram recolhidos 402 quilos.

Dispensers com sacos plásticos também estão espalhados em várias áreas do shopping, e em caso de xixi os donos dos animais podem acionar os funcionários para que o local seja sinalizado e a limpeza realizada imediatamente. Totens também alertam para as regras de convivência, que devem ser seguidas à risca pelos tutores.

Outra iniciativa bem bacana no sentido de acolher bem os animais, é que no SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) os clientes tem à disposição carrinhos para transporte dos pets. No final do mês o sistema do setor aponta quem mais utilizou o equipamento para presentear com uma recordação bem fofinha. Em caso de empate um sorteio é efetuado. O cliente é acionado para enviar uma foto do seu pet, que depois de encaminhada segue para revelação, sendo que duas cópias são produzidas- uma vai para o mural do Pet do Mês e outra ilustra um azulejo decorativo que é ofertado ao consumidor.

“Tanto o shopping, como os lojistas estão preocupados em receber bem os cães e seus donos, seja exibindo o selo pet friendly nas vitrines para que eles possam adentrar as instalações com tranquilidade ou oferecendo bebedouros, banquinhos e toda estrutura para tratá-los com todo o carinho”, explica o Gerente de Marketing, André Santi.

Importante lembrar que os tutores são os únicos responsáveis pelo bom comportamento dos seus animais. As regras de convivência dos pets durante o passeio no shopping podem ser consultadas no seguinte link dentro deste site.

Fonte: Alameda Comunicação – Patrícia Lima