• Formação em Design Gráfico, Publicidade e Propaganda ou Marketing;
• Experiência em criação de identidade visual e peças gráficas para comunicação como: folders, banners, outdoors, folhetos, adesivos, etiquetas, cartões de visita, papelaria, entre outros;
• Experiência em diagramação e fechamento de arquivos para publicações impressas como jornais e revistas para meios on e offline;
• Experiência em criação de posts, materiais para mídias digitais e tratamento de imagens;
• Ser pró-ativo;
• Ter senso de urgência;
• Comprometido com a qualidade e prazo de entrega dos trabalhos;
• Agilidade;
• Experiência em agência é um grande diferencial;
VAGAS PARA RESIDENTES EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, CAÇAPAVA OU JACAREÍ.
Primeiro, precisamos entender que a tecnologia vem para resolver problemas e melhorar o bem estar humano. Entendo que a Inteligência Artificial tem este fim. Mas claro que depende de como é usada e seu uso pode ser desvirtuado. Por isso, a importância de se estabelecer, primeiramente, Códigos de Conduta e Melhores Práticas para seu uso, conforme sua aplicação nos diversos setores econômicos.
Defendo a abordagem de “Soft-Law” como um mecanismo mais próximo e dinâmico da sociedade civil e da indústria até para apoiar o regulador. Pois quando queremos regular a inovação tecnológica temos grande chance de errar a mão, ou para mais (e cercear), ou para menos (e a lei não funcionar).
Logo, atualmente, além das legislações civil e autoral, que regulam o Direito de imagem e os direitos morais de autores e intérpretes, temos o Projeto de Lei 2338/2023 em tramitação no Senado, que pretende disciplinar o uso da inteligência Artificial, estabelecendo normas gerais de uso e implementação de sistemas de Inteligência Artificial.
Mas o PL está muito distante da realidade fática da indústria e da sociedade. Precisamos que as entidades associativas sejam protagonistas e proponham os Guias de Melhores Práticas e o próprio CONAR pode atualizar o Código de Conduta do Mercado para servir de Diretriz mais que apenas punir. Primeiro temos de orientar e indicar o caminho. Pois estamos naquele momento magnífico da Sociedade em que vamos dar um salto evolutivo, em que o homem cria nova tecnologia para ajudar a própria humanidade a ir para um novo patamar de desenvolvimento econômico e social. Não devemos ser contra isso, devemos dizer como fazer.
Para questões éticas temos que refletir: fere que princípios? Podemos homenagear quem já partiu? A família autorizou? A própria pessoa autorizou? Temos contratos para isso. Se esta parte estiver bem resolvida é mais uma questão de atender transparência. Ter disclaimers no comercial que digam: “feito com tecnologia de Inteligência Artificial para recriar imagem e voz em homenagem ao artista. Tal situação foi autorizada pelo mesmo ou pela família ou por quem quer que seja e datar”. E ter um canal de contato para dialogar com a sociedade para eventuais denúncias.
O problema maior da deepfake não reside no seu uso, mas em deixar claro o seu uso, no princípio da transparência. Que para mim tem de ser um dever, mais que um princípio ético.
Não podemos ter medo do novo, nem barrar a inovação. Reitero que temos de dizer como fazer. Entendo que a ética aqui tem dois pilares: uma com o artista (estar autorizado por ele ou por quem de direito ou ter uma análise sobre domínio público, se aplicável), e outra para com a sociedade, ou seja, público em geral. Aí estamos na transparência. No disclaimer que já comentei. Logo estamos, além da questão dos direitos morais, dos direitos de imagem ou direitos de pessoa falecida, pois para tudo isso já temos leis claras vigentes aplicáveis que têm que ser seguidas.
Estamos dentro de uma seara que diz respeito a um dever de que a Inteligência Artificial deve sempre deixar clara que é um robô, que a interação é robótica e não humana, para evitar confundir e ludibriar o ser humano. E isso sim é essencial de ser uma obrigação legal. Há e haverá sempre uma questão relacionada sobre o fato de que os direitos morais transcendem a vida da pessoa e devem ser preservados tal qual se viva fosse. E, nesse sentido, nos cabe perquirir se o uso pretendido no caso concreto está em consonância com os valores da pessoa em vida. Aqui a discussão é de ordem ética.
*Patricia Peck é CEO e sócia fundadora do Peck Advogados, Conselheira Titular do Conselho Nacional de Proteção de Dados (CNPD) e Professora de Direito Digital da ESPM.
Grupo AD e Shopping Jardim Oriente promovem 6ª edição da liquidação Julho Black Brasil, com descontos de até 70%
Do dia 13 ao 16 de julho, um mix diverso de lojas e produtos estarão com condições especiais para os clientes aproveitarem
A AD Shopping e o Shopping Jardim Oriente de São José dos Campos darão início à sexta edição de sua liquidação Julho Black Brasil. Com produtos e serviços de diversas categorias com até 70% de desconto, a megapromoção será realizada entre os dias 13 e 16 de julho. Na última edição, o julho Black Brasil contou com mais de 6.000 lojas participantes que, juntos, incrementaram um aumento médio de 15% nas vendas dos shoppings do Grupo AD em todo o país. Só no Shopping Jardim Oriente, os lojistas preparam ofertas especiais.
“Trazemos mais uma edição da campanha Julho Black, que tem como principal propósito gerar fluxo e impulsionar as vendas, incrementando os resultados dos nossos lojistas. Todos os anos, tanto pelos lojistas quanto pelos consumidores, essa é uma das mais aguardadas liquidações nos shoppings do Brasil”, afirma Christian Magalhães, head de Marketing do Grupo AD.
A campanha de comunicação, desenvolvida pela agência Mega Marketing de Experiência, conta, pela 6ª vez consecutiva, com a parceria bem-humorada do ator e comediante Marco Luque. O roteiro da ativação traz destaque, de forma divertida e bem-humorada, para o mix diverso de produtos participantes da liquidação e os preços imperdíveis.
Os consumidores encontrarão ofertas exclusivas nas lojas do empreendimento, nos setores de: moda, calçados, perfumaria, ótica, joalheria, entre outros com descontos de até 70%. Entre as ofertas estão: óculos de sol e armação de grau na Lovi Store Sunglasses com descontos entre 10% e 70%; na loja Valutti bota Jorge Bischoff com 30% de desconto e na loja Donna Moça, conjunto de moletom com o preço reduzido em 50%.
“O Shopping Jardim Oriente vem numa escalada boa de vendas, batendo recordes em suas campanhas, como a de namorados e mães. E acreditamos que este bom momento se mantenha, ainda mais com a liquidação Julho Black Brasil “, comentou Alexandre Balúgoli, gerente geral do Shopping Jardim Oriente.
Os empreendimentos participantes da promoção podem ser consultados no site da AD Shopping: www.adshopping.com.br.