Vaga para diagramador

Diagramador

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Residir em Sao Jose dos Campos
Superior Completo ou Cursando em Publicidade e Propaganda, Marketing ou Outros
Domínio do Softwares: Adobe CC (Indesign, illustrator, photoshop)

Horário: Segunda a sexta 08:00 as 18:00
Salario: 1700,00
Benefícios: VT + VR

Vaga temporária

Interessados e DENTRO DO PERFIL, encaminhar currículo VIA ANEXO, para o e-mail: coordselecaojac@grupoourho.com.br

Global Creativity Report 2016

Cannes Lions divulga resultados do Global Creativity Report 2016

Relatório aponta números do Festival deste ano e mostra o Brasil em posição de destaque. Grey Brasil entrou na lista de Innovation Agency of the Year

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O Estadão, representante oficial do Cannes Lions Festival Internacional de Criatividade, informa que a organização do evento divulgou esta semana os resultados do Global Creativity Report, que aponta o ranking e as análises do Festival deste ano e que é visto dentro do mercado como padrão de referência para a excelência criativa em todo o mundo.

Segundo os dados, o Cannes Lions 2016 recebeu um recorde de 43.101 inscrições de 91 países. Os 24 prêmios Lions foram avaliados por 387 jurados e 61 países levaram troféus para casa. Entre os destaques do documento está São Paulo, que ficou em terceiro lugar entre as cidades com melhor desempenho individual, atrás somente de Nova York e Londres.

“Estamos muito satisfeitos em anunciar os resultados do relatório deste ano que servem de barômetro para os trabalhos mais inspiradores e criativos no mundo. Juntamente com o Festival de oito dias em junho, temos o prazer de oferecer conhecimento inestimável e conteúdo instigante para impulsionar o crescimento do negócio”, disse José Papa, diretor-gerente de Cannes Lions.

O Global Creativity Report mostra os trabalhos premiados, destaca os países e cidades, agências e networks mais criativos do mundo e identifica as tendências e temas mais relevantes da comunicação de marca. O relatório incorpora resultados do Cannes Lions, Lions Health, Lions Innovation e o novo Lions Entertainment.

Auckland, Nova Zelândia, assegurou um quarto lugar impressionante, passando de 19ª posição em 2015, confirmando a ascensão da Ásia-Pacífico no ranking das cidades. Tóquio ficou em 6º lugar, Melbourne em 160º, Bangkok em 170º e Mumbai em 200º, enquanto que Sydney teve queda consistente, ficando em 130º neste ano (9º em 2015 e 8º em 2014).

A Samsung ocupou o primeiro lugar no ranking de clientes (segundo em 2015). A Burger King assegurou o segundo lugar (havia sido quinto em 2015) e a Microsoft ficou em terceiro lugar. O ano de 2016 também foi forte para os mercados emergentes, Este ano, pela primeira vez, recebeu inscrições da Moldávia; além do primeiro Leão para El Salvador, Bangladesh, Arábia Saudita e Croácia e um primeiro ouro para Taiwan, em Entertainment Lions.

samsung-1163504_640Quatro agências da América do Sul figuraram na lista de Innovation Agency of the Year: Maruri Grey, Guayaquil, Equador, ocupou o segundo lugar; J.Walter Thompson Costa Rica, San José, em quinto; Grey Brasil, São Paulo, em oitavo; e McCann Lima, Peru, na 11ª posição. Três agências brasileiras entraram no top ranking de Health Agency of the Year: Havas Life, São Paulo, na sexta posição; Triunfo Sudler Brasil, Campinas, no 12º e McCann Health, São Paulo, na 17ª posição.

Os criativos com melhor desempenho também constam do relatório, incluindo diretores de arte, redatores, diretores de criação e diretores. Nicolas Hardy, da Argentina, tornou-se o diretor número um, uma primeira vez para o país, e Atul Kattukaran é o primeiro diretor indiano a figurar no top 10.

O Global Creativity Report também apresenta listagens completas para prêmios especiais, incluindo Agency of the Year, Network of the Year, Holding Company of the Year e Independent Agency of the Year, e estão disponíveis no Cannes Lions Archive onde o relatório pode ser acessado na íntegra mediante uma taxa de assinatura. Informações adicionais podem ser encontradas em: www.canneslionsarchive.com.

A edição 2017 do Cannes Lions Festival Internacional de Criatividade acontece entre 17 e 24 de junho, Cannes, França.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

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Coluna Propaganda&Arte

Como a música pode salvar os comerciais de TV

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A TV aberta nunca desafinou tanto no Brasil. Se antes ela era questionada sobre seus números inflados, hoje sofre com a queda de anunciantes e até gera dúvidas quanto a sua relevância para o público, uma vez que mais de 80% dos brasileiros consideram a internet o meio mais importante em sua rotina, principalmente usando smartphones. (Fonte: IAB Brasil)

Segundo informações do PNT – Painel Nacional de Televisão, a audiência da TV aberta vem caindo consideravelmente nos últimos cinco anos. Destes dados vale ressaltar o declínio de 16% da maior emissora brasileira, enquanto a TV paga se mostra forte com um crescimento de 135%. Apesar disso, o brasileiro tem navegado muito mais do que zapeado, mesmo nos canais pagos.

Por isso, como publicitário e eterno estudante, divago…

Que estamos vendo menos TV tradicional, isso nós já desconfiávamos. Que o smartphone virou a “segunda tela”, nós também percebemos. Diante dessa confusão, orquestrada principalmente pela revolução tecnológica, o que pode ser feito para reconquistar a atenção dos comerciais de TV? Ainda mais na TV aberta?

A resposta pode estar em uma das artes mais antigas do mundo: a música.

Empresas de telefonia, estão apostando em temas musicais repetitivos, com diversas versões e estilos, para conquistar o gosto do público e gerar lembrança de marca. Hora eletrônica, hora uma mistura de sons tecnológicos, nos vemos em um tipo de jogo em que devemos preencher, em nossa cabeça, as notas faltantes da melodia já conhecida.

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Nesse momento, acontece algo diferente. Nossa atenção é atraída, paramos de olhar para o celular, mesmo que por instantes e interagimos de alguma forma com a TV. Foi aí que deu aquele “estalo”: a ideia que inspirou esse artigo! (sim, até as ideias tem som).

Será que eles perceberam que o sucesso dos comerciais agora depende muito mais da música?
Se a TV está ligada, mas ninguém olha para ela, porque estão jogando ou checando aplicativos de mensagens nos celulares, é preciso fazer alguma coisa! Fazer barulho! De preferência um barulho bom. Aí você percebe que algumas marcas estão fazendo algo nesse sentido, criando linguagens sonoras fortes e próprias, como por exemplo grandes bancos e telefonias, mas ainda assim, é muito pouco.

Resumo da ópera: chegou a hora de investir mais em jingles, usar nossa criatividade e musicalidade brasileira em trilhas realmente interessantes. É preciso dar ouvidos às novas tendências e comportamentos dos consumidores, caso contrário o comercial de TV vai se tornar um show cada vez mais sem graça em que o público vai embora, bem no meio da música.

E você? Qual melodia de comercial não sai da sua cabeça ultimamente?