Nuvem Shop é premiada

Nuvem Shop é escolhida como uma das melhores plataformas de e-commerce do Brasil
A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico entregou os prêmios de Inovação Digital 2017, onde reconheceram os profissionais e cases que se destacaram no mercado.

A Nuvem Shop foi escolhida na categoria Melhor Plataforma de E-commerce do Brasil no prêmio promovido pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, na 3ª Edição do Prêmio ABComm de Inovação Digital 2017.

Alejandro Vázquez, Chief Customer Officer (CCO) e co-fundador da Nuvem Shop, celebrou: : “Ficamos muito felizes por termos sido premiados com este reconhecimento. Era difícil já que participavam todas as plataformas do país, mas é muito bom saber que quem nos escolheu foi o pessoal de nosso ecossistema. É uma satisfação saber que isso veio dos nossos próprios clientes e parceiros, ainda mais com o respaldo da prestigiada ABCOMM.

A ABComm é uma das maiores referências institucionais do e-commerce no país e promove anualmente o Digitalize-me 2017 em São Paulo, onde também fizeram a cerimônia de entrega dos prêmios.

“Acredito que por sermos uma plataforma completa, para todo e qualquer empreendedor criar sua loja virtual, e por nos dedicarmos à educação do empreendedor e a melhorar sempre o produto e serviço, é que chegamos até aqui. E esperamos que seja só o começo. salientou Vazquez.

Sobre a ABComm

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCOMM) reúne representantes de lojas virtuais e empresas nas áreas de tecnologia da informação, organização de eventos, portais de notícias e serviços de marketing para trocar experiências e abrir espaço para que micro e pequenas empresas tenham participação nas discussões sobre o mercado digital brasileiro.

Sobre a Nuvem Shop

A plataforma da Nuvem Shop permite que todo tipo de empreendedor crie e gerencie sua própria loja virtual profissional, possibilitando que eles alavanquem suas vendas pela internet através de treinamento, aplicativos e ferramentas de marketing online integradas com suas respectivas lojas.

A Nuvem Shop desenvolve continuamente novas funcionalidades e integrações para que os empreendedores possam impulsionar suas vendas e melhorar a experiência de compra de seus consumidores.

Fonte: Partner Press & RP

Zoomin.TV contrata sete novos colaboradores

Profissionais chegam para reforçar novo hub criativo, o Zoomin.TV LAB

O Zoomin.TV LAB, novo hub criativo focado no desenvolvimento, produção e distribuição de midia de branded vídeos e native ads para anunciantes da Zoomin.TV, anuncia a contratação de sete novos profissionais. Para atender a crescente demanda dos clientes chegam, na área Comercial, Natalia Bastogi (ex-Samba Ads), Bianca Leite (ex-Samba Ads), Lucas Ruffo (ex-Traffic Sports) e Sérgio Lima (Ex-IG e UOL).

Já para o Departamento Editorial de Vídeo foram anunciados Jéssica Macedo, com especialização em Cinema nos Estados Unidos; Luis Naretto Garcia, video maker e editor há 20 anos. E Helena Cintra assume a posição de gerente de Engajamento e Social Media.

Com apenas três meses de funcionamento o Zoomin.TV LAB já conta com dez cases produzidos para grandes marcas e desponta como uma das principais fontes de negócios da Zoomin.TV. A previsão é de atingir a receita de R$ 45 milhões em 2017. Empresas como Chevrolet, Sebrae, Petrobras, Banco do Brasil, Banco Original, Caixa Econômica, Ministério dos Esportes, Vale, Budweiser, Panasonic, Embratur, SupperCell, entre outras, já utilizam a nova solução em video branding.

Sobre a Zoomin.TV: Maior e mais completo modelo de negócio para conteúdo em vídeo online do mundo. A operação da Zoomin.TV é full service e inclui produção e distribuição de matérias em grandes portais e sites do Brasil. Além disso, oferece estratégias de branded content e monetização de campanhas publicitárias de vídeo em diversos formatos, native ads e otimização digital de canais do YouTube para publishers. A empresa é a única do Brasil homologada pelo YouTube para venda de anúncios e monetização dos canais na plataforma. Sediada na Holanda, está presente em 20 países com produção de conteúdo e em 26 mercados com venda de publicidade online. Seu conteúdo alcança todos os meses mais de 4 bilhões de visualizações globalmente. No Brasil há cinco anos, a Zoomin.TV conta com mais de 80 grandes anunciantes por mês. São distribuídos diariamente mais de 50 vídeos exclusivos para mais de 100 publishers.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira

As possibilidades de trabalho no mercado de games

Entenda sobre a atuação do desenvolvedor de jogos na área de tecnologia

Os jogos eletrônicos no Brasil deixaram de ser apenas passatempo de adolescente. Hoje, eles também são uma das alternativas de negócio de maior rendimento. E quando se fala em criar seu próprio jogo, parece mais interessante ainda.

Henrique Sanches, docente da área de tecnologia da informação do Senac São José dos Campos, afirma que um dos motivos que levam ao crescimento surpreendente do mercado de jogos é o fato da atividade ser agradável. “Por incrível que pareça, um dos principais motivos da procura pelo desenvolvimento de games é que ele é divertido. Além disso, o mercado de mobiles cresceu muito e vários desenvolvedores estão mais focados nesse ramo, devido ao alto número de usuários”, explica.

Segundo o docente, para quem deseja entrar nessa área, o fundamental é gostar de tecnologia e investir em um curso de desenvolvimento de games. Pois, por mais que o jogo seja simples, como um aplicativo de celular para entreter e passar o tempo, é preciso seguir algumas regras básicas. “Etapas como a concepção da ideia e do roteiro, criação do design do jogo (personagens e cenários), programação dos códigos, criação e aplicação de efeitos e sons, testes e lançamento, só são realizados com conhecimento técnico. Por isso, uma especialização é necessária para o seguir neste mercado”, afirma Henrique.

As possibilidades de atuação são inúmeras. O profissional independente é conhecido como desenvolvedor indie. Neste caso, ele precisa conhecer um pouco de todas as etapas de desenvolvimento de um jogo, roteiro, design, programação, som, e todos os outros detalhes, já que a responsabilidade do jogo toda é dele.

Já em empresas, o profissional pode atual como roteirista, designer de games, programador, animador, editor de som e vídeo, tester, que é o responsável por testar diversos aspectos do jogo e relatar os erros ou os pontos a serem melhorados. Existem também profissões específicas de programação, que o desenvolvedor de games pode colaborar, como programador de web ou de redes, programador de algoritmos de inteligência artificial usados em jogos e os chamados combat designers, que projetam o combate entre o jogador e o computador, entre outros.

Por fim, o docente do Senac São José dos Campos enfatiza a necessidade de dominar uma segunda língua. “O inglês faz parte do cotidiano de um profissional da área, pois diversas empresas não são do Brasil. Uma outra dica para quem deseja entrar nessa área é estar sempre estudando e se atualizando sobre as novas tecnologias para aplicar em seus jogos”, finaliza.

Tecnologia da informação

O Senac São José dos Campos oferta em sua programação diversos cursos na área de TI, como o Games 2D – Criando o seu primeiro jogo, que visa capacitar os alunos para o desenvolvimento de jogos 2D, utilizando conceitos de lógica de programação aplicados ao desenvolvimento de jogos digitais e introduzindo a utilização de imagens e áudio criados especificamente para esse tipo de jogo. A turma tem início previsto para o dia 4 de abril e término em 11 de maio, com aulas às terças e quintas-feiras, das 13h30 às 17 horas.

Para informações sobre esse e outros títulos e, como se inscrever, entre em contato com a unidade pelo telefone (12) 2134-9000, pessoalmente ou acesse o portal www.sp.senac.br/sjcampos.

Fonte: KMS Comunicação – Natalee Neco

Queda de fronteira

As barreiras e fronteiras estão caindo

Na última quarta feira aconteceu o Ciclo de Comunicação 2017 no Departamento de Comunicação Social da Unitau. Este evento tem como finalidade aproximar ainda mais os alunos dos cursos de jornalismo, publicidade e propaganda e relações públicas do mercado de trabalho.

Acompanhei mais de perto os eventos do Ciclo destinados ao curso de publicidade e propaganda, uma vez que, como talvez a maior parte de vocês saiba, sou professor e coordenador deste curso.

Duas coisas me chamaram a atenção nos painéis e palestras que ocorreram ao longo da quarta feira (manhã e noite). E ambas tem relação com a quebra de fronteiras.

A primeira coisa é o sentimento muito presente de que as fronteiras entre as habilitações de Comunicação Social estão se apagando pra valer. Ou seja, os alunos ouviram do mercado que é preciso ter habilidades e expertise de todas as habilitações. Não é o caso de se saber de tudo ou tentar saber de tudo. Não. Mas a ideia é ter uma formação integrada e generalista.

Isso implica, inclusive, no desenvolvimento de um número maior de habilidades durante a passagem pela faculdade/universidade.

A segunda coisa a me chamar a atenção é o fato de as barreiras geográficas estarem ruindo. Agências de comunicação (ou de propaganda) começam a incluir em seu portifólio de clientes empresas de outras regiões do país. Clientes de porte significativo, vale ressaltar. Podemos dizer que as agências estão sediadas em nossa região, mas estão se transformando em players de maior abrangência territorial. As três agências que participaram do Ciclo de Comunicação (especificamente em publicidade e propaganda) são todas de Taubaté (Molotov, Simari e BR 012) e todas atendem contas de outras regiões do Brasil. E em cada uma delas há pelo menos uma conta de porte.

Creio que as agências digitais foram as primeiras a trilhar tal caminho. Algumas delas, talvez pela proximidade com a internet e os meios digitais, não viam a distância ou a não presença física como barreira. E isso deve ter despertado o mesmo desejo e ambição nas agências ditas tradicionais. E parece que vem dando certo para várias delas.

Fatores como custo menor (a crise gerou uma oportunidade para agências com menor estrutura), agilidade de decisões, equipes com boa qualidade de pessoal e muita vontade de atender contas de maior porte vêm fazendo com que agências aqui do Vale do Paraíba vençam licitações e concorrências por trabalhos de anunciantes que, antes, só seriam atendidas por agências das capitais.

A queda das barreiras geográficas configura-se como uma enorme oportunidade para que as agências de nossa região desenvolvam trabalhos de maior visibilidade e possam ampliar seu faturamento. Como consequência, há a possibilidade de que elas experimentem um ciclo de crescimento e aprimoramento.

Vale a pena ficar de olho para ver se estas duas tendências (se é que podemos cahamá-las assim) se concretizem totalmente a médio e longo prazo.