Coluna {De dentro pra fora}

A era do Menos é Mais

Vitor coluna

Acompanho muitas discussões sobre estarmos em crise ou não. Vou aproveitar o embalo para outra provocação: menos é mais. Já ouvi tanto isso, em tantos contextos diferentes. O que seria menos é mais? Menos verba é mais. Menos tempo é mais. Menos equipe é mais. Menos atenção é mais. Menos inteligência é mais. Menos texto é mais. (?)

Essa ideia ganhou tanta força que ultrapassou as barreiras da comunicação. Na vida, no mundo, no dia a dia somos levados pelo menos é mais. É preciso entregar mais com menos tempo. É preciso pagar mais com menos dinheiro. É preciso mais resultado com menos investimento. É preciso mais qualificação com menos dedicação. Está difícil fechar essa conta, gente!

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Não vamos repetir os mesmos erros. Principalmente em “momentos difíceis”, menos não é mais em Comunicação. Ainda mais em Comunicação Interna. Por que tais decisões foram tomadas? Por que o plano de saúde mudou? Por que a porcentagem de comissão caiu? Por que não batemos a meta? Por que a equipe foi reformulada? As mudanças geram ainda mais ruídos nas crises, por isso as pessoas precisam entender claramente cada decisão. Como? Com uma comunicação transparente e efetiva com os empregados. Ela ajuda a garantir a saúde da organização e a reduzir as informações distorcidas. Além disso, esse diálogo aberto com o funcionário aumenta a credibilidade da empresa e deixa esse relacionamento mais forte. Não se deixe enganar: nem sempre menos é mais.

Já pensou se nossos políticos tivessem uma comunicação aberta e transparente com a comunidade, detalhando cada decisão e seus impactos? Teríamos menos dúvidas e mais confiança. Vamos criar um movimento pelo fim da Era do Menos é Mais?

Evento na Faculdade Bilac

Apoio para entender mídia digital

Evento na Faculdade Bilac trará palestras e fornecerá consultoria para empresas entenderem a importância das mídias digitais.

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Estadão ajuda varejistas a atrair consumidores para PDVs

Aplicativo PiggyPeg, criado pela corretora Geração Futuro, do banco Brasil Plural premia consumidores com valores e tem jornal como sócio

Um aplicativo que oferece dinheiro diretamente ao usuário. Esse é o conceito do PiggyPeg, app criado pela corretora Geração Futuro, do banco Brasil Plural, e que tem o Estadão como sócio. O conceito do app é premiar com valores creditado em conta-corrente consumidores que se dispuserem a visitar as lojas cadastradas. Em quatro meses de lançamento, já são 70 mil usuários cadastrados e 200 varejistas, entre eles redes nacionais, como Marisa, de moda feminina, e Chilli Beans, de óculos e acessórios.

De acordo com Eduardo Moreira, sócio-diretor da Geração Futuro, o conceito do PiggyPeg é de um programa de fidelidade em que o usuário não precisa trocar pontos e a “moeda” é a geração de fluxo de consumidores para as redes de varejo. O app pode ser usado tanto por grandes cadeias varejistas, que podem selecionar unidades com menor movimento para ofertar os prêmios, quanto por pequenos e médios comerciantes.

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Flávio Pestana, diretor executivo Comercial do Grupo Estado, explica que a sociedade no PiggyPeg é uma forma de o Estadão incentivar a criação de ferramentas benéficas para o varejo. “Queremos ajudar no desenvolvimento de tecnologias que melhorem a eficiência e colaborem para as vendas, afirma, acrescentando que o jornal também será parceiro de mídia do aplicativo.”

O cadastro de lojistas no aplicativo é simples. Cada loja ou filial de rede define um prêmio a ser coletado pelo cliente. Os valores geralmente começam em R$ 1, mas há casos de comerciantes oferecendo R$ 3. Uma vez na loja, o consumidor que baixou o PiggyPeg precisa ir até o ponto de coleta (geralmente um tablet), apontar o celular com o app aberto e capturar o QR Code da promoção. A pessoa poderá fazer apenas uma coleta por dia em cada unidade cadastrada. “O objetivo é fazer com que as empresas aproveitem os visitantes para gerar negócios”, diz Eduardo Moreira.

O aplicativo PiggyPeg está disponível para iPhone e Androide e pode ser baixado nas respectivas lojas virtuais.Ao fazer o cadastro, é preciso informar nome, CPF, idade e sexo, entre outros dados. A retirada de valores poderá ser feita sempre que se juntar ao menos R$ 20. O dinheiro será transferido para a conta-corrente informada.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa

Coluna Alerta Spoiler

‘’ Pois eu não pertenço a um mundo onde nós não terminamos juntos. Não mesmo. ‘’

Coluna Alerta Spoiler
Comet, mas para cá chegou como ‘’Eu estava justamente pensando em você’’

Um mistura de 500 dias com ela e do Brilho eterno de uma mente sem lembranças, ganhamos mais um delicioso filme de romance, ou que conta uma historia sobre o amor e não de amor. No decorrer do longa, vemos nitidamente a mistura dos personagens dos filmes citados, várias referencias em inúmeras situações.

Por exemplo, a toca que Dell usa, muito semelhante com a do Jim Carey no Brilho eterno de uma mente sem lembranças. Outro exemplo é o reencontro de Kimberly e Dell no trem, o que nos lembra muito o reencontro de Summer e Tom no 500 dias com ela.

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Até mesmo em características dos personagens você consegue viajar no universo de um dos dois filmes. Comet é simplesmente a mistura exata e mesmo assim consegue ser um filme único.

No primeiro contato que se tem com o filme, acredita-se que será mais um clichê com direito a bastante mimimi e uma trilha das boas pros dias chuvosos. Mas ai é que tá, a trilha boa para dias chuvosos você acerta, mas no clichê você erra muito feio.

O longa foge de tudo que é comum, desde sua produção até no jeito que se conta a historia de Kimberly e Dell.
Tudo começa quando Dell vai até um evento que acontecera no cemitério, todos de Los Angeles irão para ver uma chuva de meteoros que acontecera e será vista de lá.

Por um acaso da vida, quando Dell se vira, seu olhar se encontra com o de Kimberly que já está acompanhada. Dell é um cara descontraído e que fala tudo que vem em sua mente, diferente de Kimberly, uma garota tímida que fala muito pouco e tem uma leve pitada de loucura em suas atitudes, como o próprio Dell identificou de primeira.

Ele fica inconformado dela estar com um cara aleatório, e não estar com ele, e bom, não quer deixar aquela oportunidade passar e acaba que a vida dá um jeito de os colocar perto de novo, criando situações maravilhosas na mesma noite.

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A linha de tempo do filme te deixa um pouco confuso, mas quando está para chegar no fim tudo começa a fazer sentido. Você chega a se questionar se os momentos que você estava vendo dos dois são divididos em várias vidas ou tem uma certa continuidade.

O longa não segue com um começo meio e fim, você entende a historia de amor dos dois por lembranças do Dell de outras épocas vividas por ambos. Na verdade o filme se passa dentro de um sonho dele e só no final você consegue compreender o motivo.

O filme inteiro é um plot twiste, quando você acha que está tudo bem algo vira tudo de cabeça para baixo e assim vai indo. Mas é impossível não se apaixonar pelos personagens, construídos com uma doçura e com um cuidado inacreditável. Mas, você também consegue sentir bastante raiva dos mesmos, em algumas situações.

O final fica extremamente aberto. Você não consegue saber se os dois ficam ou não juntos, o roteirista teve um cuidado com todos esses detalhes, a chuva de meteoros que foi a que os juntou está presente de alguma forma em todos os momentos do filme, nos mostrando o grau de importância que essa noite teve na vida dos dois.

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Dell, acaba deixando Kimberly, e ela acaba ficando noiva do ex namorado Jack. Mas, Dell tem que lhe contar sobre o tal sonho estranho que ele teve, e em todas as suas lembranças era como se fosse uma eterna chuva de meteoros. Na verdade, a historia de amor de Kimberly e Dell foi tão intensa quanto uma chuva de meteoros.

‘’YEAH, provavelmente irei me apaixonar por você.’’