Vaga de estágio em mídia

Agência busca estagiário de mídia

A Mestra busca um(a) estagiário(a) de mídia criativo(a), organizado(a) e com vontade de aprender. Na agência, você vai mergulhar no universo da publicidade, participando do planejamento, execução e acompanhamento das campanhas nos mais diversos canais.

O que você vai fazer:

– Apoiar no planejamento e distribuição de mídia on e offline (TV, rádio, digital, OOH, etc.);
– Auxiliar no contato com veículos e fornecedores;
– Organizar planilhas e cronogramas de mídia;
– Monitorar resultados e preparar relatórios de desempenho das campanhas;
– Contribuir com ideias para otimização de estratégias de mídia.

O que se espera de você:

– Estar cursando Publicidade e Propaganda, Marketing, Comunicação Social ou áreas correlatas;
– Ter interesse por mídia e estratégia publicitária;
– Ser proativo(a), curioso(a) e com boa organização;
– Ter domínio do pacote Office (especialmente Excel);
– Conhecimentos básicos em mídia digital são um diferencial!

O que a agência oferece:

– Bolsa-auxílio compatível com o mercado;
– Auxílio transporte;
– Ambiente colaborativo e cheio de aprendizado;
– Oportunidade de atuar com grandes marcas e campanhas de impacto.

Local: São José dos Campos/SP
Modelo de trabalho : híbrido

Se identificou? Envie seu currículo para temosvagas@mestracomunicacao.com.br com o assunto “Estágio de Mídia – Seu Nome”

Coluna “Discutindo a relação…”

Criação e Mídia: quando a união faz a força das ideias

Por Josué Brazil (com ajuda de IA)

Imagem gerada através de IA do Canva

No universo da publicidade, a relação entre as áreas de Criação e Mídia é, muitas vezes, retratada como um jogo de forças, cada uma com suas prioridades e visões. Entretanto, quando há integração real e colaborativa entre esses dois pilares, o resultado é sempre mais estratégico, eficaz e memorável para marcas e produtos.

A Criação pensa o conceito, a linguagem, o impacto emocional. Já a Mídia é quem garante que essa mensagem chegue às pessoas certas, no momento ideal, com a maior eficiência possível. Quando essas duas áreas trabalham em sintonia desde o início de uma campanha — e não em etapas isoladas — o potencial de inovação e performance se multiplica.

Uma campanha começa antes do briefing criativo

Muitas vezes, o erro está na estrutura tradicional do processo: a Mídia faz seu planejamento, entrega o briefing, e a Criação desenvolve a campanha com base nesse roteiro. Mas as campanhas mais relevantes dos últimos anos mostram que quando Criação e Mídia co-criam desde o início, o pensamento ganha novas dimensões.

Um exemplo emblemático dessa integração é o case “Real Beauty Sketches”, da Dove. Criada pela Ogilvy Brasil, a campanha utilizou vídeos emocionantes mostrando mulheres se descrevendo para um retratista forense, revelando o quanto as percepções pessoais são distorcidas. O conteúdo era poderoso, mas o que fez dele um fenômeno global foi o planejamento de mídia digital altamente estratégico: a veiculação começou no YouTube com foco em influenciadoras e comunidades sensíveis ao tema da autoestima feminina. O resultado? Um dos vídeos mais compartilhados da história da internet à época, com mais de 180 milhões de visualizações.

Mídia como parte da ideia criativa

Outro grande exemplo dessa integração aconteceu com a campanha “Tweeting Potholes” da Ponto de Partida (Panamá). A agência criou sensores em buracos reais nas ruas da cidade, que tuitavam automaticamente menções às autoridades locais sempre que um carro passava por eles. Além da criatividade e da tecnologia, o sucesso da ação veio de um plano de mídia ousado: alavancaram os tweets como mídia espontânea e contaram com o engajamento de influenciadores locais. O impacto foi tão grande que levou o governo a iniciar reformas viárias rapidamente.

Nesse caso, a mídia não foi apenas o canal de veiculação — ela era a própria ideia.

A união gera performance

Além dos grandes cases, mesmo em campanhas do dia a dia, a integração entre Criação e Mídia pode ser o diferencial entre uma ideia comum e uma campanha com resultados extraordinários. Um bom criativo que entende de mídia pode propor formatos e soluções inovadoras para o meio. Um bom profissional de mídia que entende de criação pode encontrar oportunidades únicas de amplificar o conceito da campanha, seja em DOOH (Digital Out Of Home), mídia programática, ativações de guerrilha ou branded content.

Essa aproximação também é estratégica no momento de mensurar resultados: ao cruzar dados de mídia com aprendizados criativos, é possível otimizar campanhas com muito mais inteligência, adaptando mensagens por canal, momento ou perfil de audiência.

Áreas complementares

Criação e Mídia não são rivais, nem operam em paralelo. São áreas complementares que, quando trabalham juntas desde o início, entregam campanhas mais relevantes, mais criativas e mais eficazes. Essa colaboração é o caminho para a propaganda que não apenas encanta, mas também performa. Afinal, uma grande ideia só é grande de verdade quando encontra o seu público — e é aí que a mágica acontece.

Publicidade digital nas TVs conectadas: o novo território estratégico para marcas e anunciantes

Para Vice-Presidente de Vendas da US Media, crescimento da CTV exige campanhas personalizadas, integração com Retail Media e uso de IA para otimizar conversão e engajamento

A evolução das TVs conectadas (CTV) está reformulando o modo como o conteúdo é consumido e transformando o cenário da comunicação digital. Diferentemente da televisão convencional, esse novo ambiente permite segmentações precisas com base em comportamentos de navegação, histórico de visualização e interesses de compra. Nesse contexto, empresas que apostam em estratégias integradas, aliando inteligência artificial, interatividade e dados de varejo, têm conquistado melhores resultados.

Segundo Bruno Belardo, VP de Vendas da US Media, a CTV deixa de ser um canal isolado para assumir protagonismo em uma jornada digital mais ampla. “A publicidade em CTV precisa estar conectada a diferentes pontos de contato com o consumidor. Quando bem estruturada, ela une alcance qualificado e tecnologia para entregar mensagens relevantes no momento ideal”, afirma.

O avanço do modelo AVOD (Advertising-Based Video on Demand), no qual os usuários aceitam assistir a conteúdos gratuitos com inserções publicitárias, reforça o cenário. Hoje, quatro em cada dez residências com televisão no Brasil utilizam plataformas de streaming, segundo a Pnad Contínua/IBGE. Já a Comscore aponta que 32% dos telespectadores procuram mais informações online após serem impactados por anúncios exibidos em smart TVs.

Precisão, contexto e tecnologia como aliados

“Diferente da TV aberta, a CTV possibilita a personalização em larga escala. Não se trata mais de atingir uma grande audiência com a mesma mensagem, mas sim entregar a mensagem certa, para a pessoa certa, no momento certo. Isso maximiza o impacto e o retorno do investimento publicitário. Dados comportamentais, IA e machine learning se combinam para criar anúncios adaptáveis e dinâmicos, levando em conta o histórico de visualização, as preferências e o contexto de consumo de cada usuário”, comenta o executivo.

Por outro lado, a fragmentação do mercado de CTVs, com sua ampla gama de dispositivos e plataformas, torna a mensuração da audiência um desafio. Garantir que os anúncios alcancem o público-alvo requer soluções tecnológicas avançadas. “Recursos como dados contextuais, sincronização entre dispositivos como Household Sync e ferramentas de mensuração como o Nielsen Streaming Signals são essenciais para otimizar campanhas e atribuir informações demográficas aos espectadores com precisão”, completa Belardo.

“Seja um anúncio de alimentos exibido durante um programa culinário ou uma ação de marca esportiva durante transmissões ao vivo, a personalização por contexto gera mais identificação com o público”, explica Bruno. Atualmente, 45% dos usuários esperam que os anúncios reflitam seus gostos pessoais e hábitos cotidianos, também de acordo com levantamento da Comscore.

Outro diferencial competitivo surge da união entre CTV e Retail Media. Ao cruzar dados de consumo com comportamento digital, as empresas conseguem montar campanhas mais assertivas e com alto poder de mensuração. Soluções como Shoppable Ads, que permitem ao espectador acessar ofertas via QR Code na própria tela, têm ganhado força por encurtar o caminho entre impacto e compra. Não à toa, a projeção do GroupM é que, em 2025, o investimento global em Retail Media ultrapasse o da publicidade televisiva tradicional, atingindo US$176,9 bilhões e representando 15,9% da verba publicitária mundial.

Mídia integrada e complementação de canais
Para Bruno Belardo, o verdadeiro potencial da CTV está em sua capacidade de atuar em conjunto com outros canais. “Hoje, nenhuma mídia dá conta, sozinha, de acompanhar toda a jornada do consumidor. A combinação entre diferentes formatos, do alcance massivo da TV tradicional à precisão da CTV, passando pela conversão do Retail Media, a mídia out-of-home reforçando a presença da marca no cotidiano do consumidor e a mensuração do digital, é o que garante campanhas mais eficientes e conectadas com o comportamento real do público”, afirma.

Com 78% dos brasileiros com acesso a TVs conectadas consumindo conteúdos com frequência diária (Pesquisa TV Conectada Brasil, 2023), a missão atual é capturar a atenção de uma audiência cada vez mais exigente. A CTV já se firmou como peça estratégica para marcas que desejam aliar criatividade, dados e tecnologia para gerar impacto real e mensurável.

Clube de Criação do RJ, Central de Outdoor, Associação Brasileira de Marketing & Negócios e Grupo de Mídia do Rio de Janeiro lançam “O Rio é ROI”

Campanha desenvolvida para veicular em mídia OOH tem o objetivo de incentivar os cariocas a falarem mais sobre negócios

Campanha “Rio é ROI” tem objetivo de incentivar os cariocas a falarem mais sobre negócios – Crédito: Divulgação

O Clube de Criação do Rio de Janeiro, a Central de Outdoor, a Associação Brasileira de Marketing e Negócios (ABMN) e o Grupo dos Profissionais de Mídia do Rio de Janeiro lançam a campanha “O Rio é ROI” em parceria. O principal objetivo é incentivar os cariocas a falarem mais sobre negócios e valorizar os atributos únicos da cidade. A iniciativa faz parte de uma ação da Central de Outdoor para deixar um legado na cidade e a campanha será divulgada em todo o Brasil, onde a associação de mídia OOH tem veículos associados.

A partir de uma pesquisa liderada por Fátima Rendeiro, Diretora de Relações com o Mercado do Grupo de Mídia do Rio de Janeiro, foram identificadas as fortalezas do Rio que comprovaram a riqueza cultural, inovativa e sustentável da região, que muitas vezes ficam à margem da mídia tradicional. Essa campanha tem como missão estimular os cariocas a falarem mais sobre o Rio de Janeiro e sua potencialidade de negócios, especialmente aqueles relacionados à própria cidade. Para isso, foi utilizada uma sigla fundamental do mundo corporativo, incorporando-a aos atributos da cidade: o ROI (Return of Investment). O objetivo é despertar a curiosidade do público e tornar inevitável o aumento das discussões sobre o tema, uma vez que nem todos conhecem o significado da sigla. Paralelamente, a campanha destaca as oportunidades e vantagens de fazer negócios no Rio de Janeiro.

“O nosso objetivo era tentar fazer o carioca falar mais sobre negócios. Então, a gente trouxe uma sigla que nem todo mundo entende, junto de um atributo incrível que orgulha a cidade. Ao perguntar para alguém o que a sigla significa, a conversa se inicia”, explica Bruno Pinaud, presidente do Clube de Criação do Rio de Janeiro, sobre a campanha.

Thomaz Naves, presidente da ABMN – Associação Brasileira de Marketing e Negócios e diretor comercial e de marketing da Record Rio, apresentou o potencial da cidade e os principais números da indústria criativa do Rio, que tem um papel fundamental como produtora de riqueza e desenvolvimento econômico. “O audiovisual hoje é a décima maior atividade econômica da cidade e a indústria criativa representa 4,6% do PIB nacional. Quatro, entre as dez maiores empresas do país, estão no Rio. Somos hoje um ambiente de negócios cheio de oportunidades. E além disso, somos desejáveis: em 2023, por exemplo, fomos a cidade mais filmada na América Latina e uma das mais filmadas no mundo, superando Paris em número de diárias de filmagem autorizadas em espaços públicos”, diz Naves.

Felipe Davis, diretor de Novos Negócios da Central de Outdoor, CEO da OOH Brasil e conselheiro do Conar, destaca que em todas as convenções, a Central de Outdoor sempre busca deixar um legado para a cidade e, desta vez, a campanha publicitária desenvolvida para circular na mídia exterior de todo o país, foi um dos principais destaques do encontro. “A gente veio para esta cidade usufruir de tudo de maravilhoso que tem o Rio, mas estamos felizes em deixar essa campanha como legado”. E contou a origem do projeto dizendo que tudo começou durante a reunião de pauta da convenção, juntamente com o CCRJ, ABMN e Grupo de Mídia RJ, com o objetivo de mostrar para todo o Brasil um Rio de Janeiro que é também capital de negócios, sendo o segundo PIB do Brasil, e cenário de várias possibilidades para a mídia OOH e DOOH. “Junto com as nossas centenas de exibidores associados, vamos divulgar esta campanha para todo país. A campanha “Rio é ROI” foi lançada no palco e ao sair do evento todos já foram impactados por ela através da mídia OOH. É a força do associativismo para promover importantes pautas das cidades”.

Para o criativo Flávio Medeiros, vice-presidente do CCRJ, a campanha reforça a vocação do Rio como cidade criativa: “O Rio está entrando em uma nova fase. Temos grandes eventos como o Web Summit, temos novos pólos de inovação e tecnologia sendo criados e temos o privilégio de trabalhar em uma cidade solar e com um povo que gosta de estabelecer conexões reais”.

Clube de Criação do Rio de Janeiro, Central de Outdoor, ABMN e Grupo de Mídia lançam campanha “O Rio é ROI” durante a 34ª Convenção Nacional da Central de Outdoor – Crédito: Divulgação

Ficha Técnica:

Criação: Bruno Pinaud, Flávio Medeiros e José Luiz Vaz.
Coordenação de produção: Karina Rei
Finalização: Wesley Lemos e Cláudio Mata
Associações envolvidas: Grupo de Midia – Antonio Jorge Pinheiro e Fátima Rendeiro, CCRJ – Bruno Pinaud e Flávio Medeiros, ABMN – Thomaz Naves, Central de Outdoor – Fabi Soriano e Felipe Davis
Aprovação: Felipe Davis

Fonte: Agência ERA® – Mariana Cruz