Nove em cada 10 trabalhadores da economia criativa preveem que a IA mudará suas profissões nos próximos 5 anos, aponta pesquisa

Relatório ‘Percepção da IA na Cultura e Economia Criativa’, da consultoria brasileira Deck, registrou a visão de mais 1,5 mil profissionais sobre possíveis impactos da IA.

Profissões ligadas aos diferentes setores da ‘Indústria Criativa’ no Brasil, que movimentou mais de R$ 393 bilhões no ano de 2023 e corresponde à 3,5% do PIB nacional, segundo a Firjan, já sentem os impactos do avanço da inteligência artificial. Para contribuir com o debate sobre a IA e criatividade, a consultoria brasileira Deck – Inteligência Digital para a Cultura acaba de divulgar os resultados da pesquisa inédita ‘Percepção da IA na Cultura e Economia Criativa’.

O estudo reuniu 1,5 mil profissionais da cultura e da economia criativa, atuantes em 16 áreas diferentes, como música, cinema, artes visuais, artes cênicas, design, publicidade e gestão cultural. Os dados foram coletados entre junho e setembro de 2025, de forma voluntária entre os participantes do curso de ‘Inteligência Artificial aplicada à Cultura’, promovido pela Escola Solano Trindade de Formação e Qualificação Artística, Técnica e Cultura (Escult), do Ministério da Cultura (MINC), em parceria com a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). O curso foi concebido e ministrado pela gestora cultural Beth Ponte, autora da pesquisa e consultora da Deck.

Trazendo pela primeira vez a opinião de profissionais jovens e sêniores da indústria criativa, a pesquisa aborda o uso, percepções e expectativas de profissionais da área, diante da expansão da IA generativa. A iniciativa replicou algumas das perguntas da ‘Ipsos Monitor AI’ (2025), levantamento internacional de referência com 32 países, incluindo o Brasil – permitindo uma comparação entre os resultados com foco no setor criativo.

Entre os destaques, o levantamento da Deck mostra que 93,5% dos entrevistados consideram “provável” que a IA altere a forma como seu trabalho é realizado, pelos próximos cinco anos. No comparativo com a Ipsos, esse percentual chega a 61%, comprovando que os profissionais da cultura e da economia criativa, enquanto grupo, possuem uma expectativa de transformação mais intensa e generalizada sobre o impacto da IA em sua profissão, do que a população em geral.

Essas mudanças já começam a ser percebidas nas rotinas criativas. Para Beth Ponte, é essencial olhar para os impactos da IA em setores baseados na criatividade e reconhecer a diversidade desses setores. “Ao incluir 16 diferentes setores criativos, a pesquisa evita generalizações e reconhece que a incorporação da inteligência artificial no setor cultural não pode ser pensada de forma homogênea. As realidades são diversas, assim como os impactos e os ritmos de adoção. Por isso, qualquer estratégia precisa considerar as especificidades da área (cinema, ensino, artes, editorial, museu e patrimônio, gestão cultural), faixa etária dos indivíduos, vínculos profissionais, escolaridade, gênero, cor e raça; equilibrando inovação, formação profissional e responsabilidade ética”, conta Beth.

Beth Ponte – Foto: Divulgação – Florian Boccia

Prova disso é que, apesar do uso crescente das ferramentas de IA generativa, ainda há um descompasso significativo entre adoção e compreensão do digital. Segundo a pesquisa, 62% dos ‘profissionais da cultura e da economia criativa’ afirmam não saber identificar quais produtos e serviços utilizam inteligência artificial no seu dia a dia – um percentual similar, mas superior a 56% da população nacional, segundo a Ipsos.

A familiaridade com a tecnologia também diminui, de maneira consistente, com o avanço da idade. Entre os jovens de 18 a 24 anos, 52% afirmam saber identificar produtos e serviços que utilizam inteligência artificial, enquanto a partir dos 45 anos predominam respostas de “desconhecimento” ou incerteza, que somam cerca de dois terços dos entrevistados.

Ao mesmo tempo, o estudo revela tensões e preocupações. Pelo menos 35,5% dos entrevistados consideram provável que seus empregos sejam substituídos por sistemas de IA nos próximos cinco anos. No entanto, essa percepção é mais acentuada nos setores de Cinema, Rádio e TV (44,9%) e Música (44,3%), que demonstram maior apreensão devido à digitalização e automação de conteúdo.

Ainda assim, o sentimento predominante é de otimismo: 66,2% dos participantes acreditam que a IA tem potencial para melhorar o mercado de trabalho criativo no médio prazo – resultado similar aos 65% do levantamento da Ipsos. Apesar da dualidade do assunto, a consultora da Deck e revisora da pesquisa, Letícia Fernandes, reforça que existe um interesse do setor em participar de mais capacitações e cursos sobre IA. A pesquisa também apresenta caminhos para o desenvolvimento e formação profissional em IA aplicada à cultura.

“Em um contexto de grandes transformações tecnológicas, é essencial pensar em ações de capacitação para setores e profissionais afetados. Essa é inclusive uma das principais recomendações da UNESCO na publicação ‘Recomendações sobre a ética da Inteligência Artificial’. Por isso, a pesquisa também aponta que esse é o momento de priorizar estratégias como o ‘reskilling’ (requalificação profissional) e o ‘upskilling’ (aprimoramento de competências)”, explica Letícia.

Leticia Fernandes – Foto: Divulgação – Luke Garcia

Entre as principais demandas citadas pelos entrevistados estão formações voltadas à automação de tarefas e processos de trabalho (65%); à elaboração e gestão de projetos culturais com uso de IA (64,8%); e à aplicação prática de ferramentas em áreas específicas, como música, audiovisual e design (64,4%). Questões relacionadas a direitos autorais, propriedade intelectual e regulação das IA’s também aparecem como prioridade para 57% dos profissionais.

Em meio ao ‘Ano da Criatividade no Brasil’ (2026), instituído pela World Creativity Organization, os resultados do estudo contribuem para o debate sobre uso e adoção da IA entre empresas e profissionais da cultura e economia criativa.

Clique aqui e acesse gratuitamente o estudo “Percepção da IA na Cultura e Economia Criativa” na íntegra.

Confira os top insights da pesquisa de ‘Percepção da IA na Cultura e Economia Criativa’ abaixo:

93,5% consideram ‘provável’ ou ‘muito provável’ que a inteligência artificial altere a forma como seu trabalho é realizado nos próximos cinco anos;

  • 35,5% consideram provável a substituição de seus empregos por IA nos próximos cinco anos, com maior percepção de risco nos setores de Cinema, Rádio e TV (44,9%) e Música (44,3%);
  • 62,3% dos respondentes utilizam ferramentas de inteligência artificial generativa com frequência;
  • 66,2% acreditam que a IA tem potencial para melhorar o mercado de trabalho criativo nos próximos anos;

A pesquisa contou com respostas de 1555 profissionais de 16 setores da cultura e da economia criativa. Áreas de atuação mais representadas: Gestão e/ou produção cultural (31%), Cinema, rádio e TV (11%), Ensino e/ou pesquisa (10,3%), Artes visuais e fotografia (9%), Música (8%) e Artes Cênicas (7,6%);

Vínculos profissionais: 55,5% trabalham de forma autônoma em diferentes formatos (MEI, freelancer, empresa própria) e 25,4% possuem vínculo empregatício fixo (CLT ou serviço público);

Perfil dos respondentes: A amostra da pesquisa é composta majoritariamente por adultos entre 35 e 54 anos (55,5%), com participação significativa de jovens e jovens adultos entre 18 e 34 anos (26,3%). Em termos de escolaridade, 84,5% dos respondentes possuem graduação completa ou pós-graduação. Quanto à composição de gênero, 55,1% se identificam como mulheres, 41,4% como homens, 1,7% como não bináries, e 2,5% com outras identificações. Em relação à cor/raça, 47,6% se declararam brancos, 48,5% negros (sendo 33,3% pardos e 15,2% pretos), 1,2% indígenas e 1,1% amarelos;

Fonte: Antonio Anselmo – Assessoria de Imprensa

Empresa de São José dos Campos lança tênis em collab com a Diadora

Tênis da Diadora em collab com a PONTZ é um modelo icônico do casual esportivo. Foto: divulgação.

PONTZ assina parceria inédita e lança tênis casual esportivo; no Brasil, a marca italiana é licenciada pelo Grupo Oscar

Lançado originalmente em 1980, um dos tênis mais icônicos da Diadora ganha uma nova versão, fruto de uma parceria inédita com a PONTZ, empresa sediada em São José dos Campos (SP). Em edição limitada, o modelo resgata o DNA esportivo da marca italiana, licenciada no Brasil pelo Grupo Oscar.

“É um projeto especial, uma iniciativa pioneira, pois nunca fizemos nada parecido com uma empresa desse segmento. Pensamos no modelo, em como aplicar a essência da PONTZ e combinar isso com a história e a tradição da Diadora. Estamos muito felizes com o resultado e a parceria”, disse Thiago Tavares, gerente de produtos da Diadora.

Renato Souza, líder da PONTZ, ressalta que o lançamento não tem objetivos comerciais, mas o propósito de fortalecer a cultura da empresa, que atua em todo o país e conta atualmente com cerca de 350 colaboradores. A parceria também celebra o encerramento da fase de estruturação da empresa e a nova fase de crescimento, além dos ótimos resultados alcançados no último ano no mercado de consórcios, cotas contempladas e seguros.

Renato Souza, da PONTZ, e Thiago Tavares, da Diadora. Foto: divulgação.

“Nossa expectativa é que o mercado conheça cada vez mais o sistema de consórcio e cotas contempladas, além do maior interesse da população em preservação de vida e bens, por meio dos seguros. Para a PONTZ, 2026 será um ano especial. Sentimos que a nossa árvore está com raízes muito fortes. O momento é de cultivar e crescer”, afirmou Souza.

Collab

O tênis da Diadora que leva a assinatura da PONTZ é produzido no Brasil, mas mantém a identidade e a releitura de modelos clássicos da coleção internacional. Ícone da marca desde seu lançamento, o modelo segue em linha graças à versatilidade, transitando de looks mais despojados a composições mais sofisticadas.

Com toque macio, é estruturado com espuma, para oferecer conforto, e a palmilha foi desenvolvida com densidade mais alta para o uso prolongado. O solado de borracha garante maior aderência e durabilidade. “O tênis apresenta texturas que reforçam um visual mais refinado. Ele foi pensado para acompanhar o dia inteiro, com foco absoluto no conforto”, finalizou Tavares.

A edição do tênis da Diadora em collab com a PONTZ é uma edição limitada aos funcionários e parceiros.

Sobre a PONTZ

A PONTZ é uma empresa brasileira que atua no mercado de consórcios, cotas contempladas e seguros gerais. Com atuação nacional e mais de 350 colaboradores e consultores certificados pela ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio), a empresa consolidou-se como referência em ética, inovação e cuidado com as pessoas.

Comprometida com a comunidade, é patrocinadora master do São José Esporte Clube (futebol masculino) e do PONTZ São José Basketball (basquete feminino), ambos em todas as categorias de base. Também patrocina uma promessa do esporte olímpico BMX, a jovem atleta Dani Damásio, que acumula títulos no Brasil e no exterior.

Fonte: Renata Del Vecchio

Empresa busca Assistente de marketing

Vaga para Assistente de marketing

A vaga é para trabalhar na Gcont Contabilidade em Pindamonhangaba

Descrição da vaga

Atuará nas atividades internas e demais funções pertinentes ao cargo. Necessário conhecimento na área de atuação.

Candidate-se por aqui

Raiz Latina Cosmética pela primeira vez em Shopping

Raiz Latina Cosmética abrirá pela primeira vez em Shopping com promoções especiais

A novidade da marca chegará no Shopping Jardim Oriente no dia 1° de fevereiro, a partir das 14h. Clientes receberão análise capilar gratuitamente, descontos nas linhas de lançamento e brindes

A empresa Raiz Latina de cosmética, com sede em São José dos Campos (SP), irá abrir seu primeiro ponto de venda em um shopping. O quiosque será inaugurado no próximo dia 1° de fevereiro (domingo), a partir das 14h, no Shopping Jardim Oriente, zona sul da cidade. O quiosque ficará em frente ao Hipermercado Shibata.

Para a inauguração, a Raiz Latina irá fazer gratuitamente, com equipamento específico, avaliação capilar onde a pessoa poderá conferir a qualidade do fio e da raiz do cabelo. E o profissional de beleza irá orientar o tipo de tratamento.

O quiosque da Raiz Latina contará com mais de 130 itens das linhas de cosmética capilar da linha tradicional a linha premium RL, com produtos para profissionais da beleza e home care.

A empresa aproveitará a inauguração do shopping para lançar novos produtos como: o sabonete corporal em barra frutado floral gourmand e perfumaria Voga

A Raiz Latina tem mais de 20 anos no mercado de beleza capilar. Conta com indústria própria, com sede em São José dos Campos (SP). A marca começou com vendas para profissionais cabeleireiros e distribuidores. Em 2020, partiu também para a venda on line.

Agora, inaugurará sua primeira unidade física em shopping onde comercializará para profissionais cabeleireiros, barbeiros, distribuidores e consumidores finais.

“Nosso objetivo é realizar um atendimento diferenciado e oferecer um mix variado das nossas linhas capilares. Ter um ponto físico é a realização de um sonho, é estar mais perto dos nossos consumidores e uma oportunidade para que mais pessoas conheçam a Raiz Latina”, declarou Telma dos Santos, CEO e proprietária da Raiz Latina.

Serviço – Inauguração – Quiosque Raiz Latina

Quando: 1° de fevereiro (domingo)

Horário: 14h às 20h

Local: corredor em frente ao Hipermercado Shibata

Ação Promocional: Clientes receberão análise capilar gratuitamente e ainda, descontos nas linhas de lançamento e brindes. (@raizlatina.oficial).