Agência busca alguém com talento e disposição para enfrentar desafios e a correria.
Você deve ser profissional formado em Comunicação Social, Publicidade, Jornalismo, Marketing ou Relações Públicas. É preciso ter o domínio da língua portuguesa e conhecimento em marketing digital será um grande diferencial.
Se interessou? Envie seu currículo para trabalheaqui@momentomkt.com.br.
Um consultor de branding trabalha diretamente com a imagem da marca, considerando imagem, aquilo que a sociedade pensa sobre uma instituição, produto ou conceito.
Normalmente transformamos isso em “slogans” que são verdadeiras linhas fundamentais de compreensão de nossos trabalhos.
Temos visto um show de destruições de boas imagens construídas, seja por incompetência ou dessabores políticos no Brasil e no mundo.
Portanto, para esta última coluna do ano proponho colocar aqui minhas 7 imagens de destaque, que gostaria que retomassem o seu patamar na história, mas, também uma previsão do que acho que pode acontecer em nosso breve futuro. Vamos lá:
1- Brasil, um país de todos.
A ordem é o progresso que se impôs ao nosso país após o segundo impeachment da nossa história, parece suprimir da população seus anseios e vozes. Os desmandos e a corrupção continuam manchando nossa marca de país democrático, pacífico e colaborativo.
Há uma guerra cível latente, que poucos falam abertamente, mas, que claramente aparece no raio x da análise de imagem. Nossa política não representa mais o que a grande massa brasileira deseja, e que na minha análise se resume em outro slogan bastante óbvio “menos roubalheira, mais oportunidades.”
Gostaria que houvesse um remédio para esta marca no ano que chega, mas, não acredito nessa alopatia. Tendemos ao fim desta marca, e ao inicio de outra, mais madura, porém menos dócil, que é uma pena.
2- Petrobras, o desafio é a nossa energia.
O Brasil viveu uma euforia quando o diamante negro do nosso modelo econômico foi aparentemente alçado à principal produto de exportação do país. Revivendo um slogans da década de 50, “O petróleo é nosso.”, a Petrobras virou a marca da moda, mas caiu tão rápido quanto o orkut. E as novas medidas tomadas pelo atual governo recolocam esta empresa pública em seu “devido” lugar, perdendo a exclusividade na exploração das bacias encontradas, passa a concorrer diretamente com as gigantes do capital estrangeiro.
Para 2017, sob o ávido olhar do novo secretário de estado americano (um empresário do petróleo), esse slogan, podemos dizer que será enterrado embaixo do pré-sal.
3- Brasil, o país do futebol.
Não foi o 7 a 1 que enlameou a marca do futebol brasileiro, mas sim a mesma coisa que enlameia toda a sociedade, nossos políticos. E essa não mudou achou uma fuga. Se vestiu da competência de Tite e se manteve para os próximos anos provavelmente vencedora.
O fato é que quando pintamos de dourado algo não tão malcheiroso, isso não torna o produto melhor. Em algum momento o odor irá escapar e quem pagará será nossa própria marca.
Veja o caso da Chapecoense, passado a comoção e as bonitas homenágens que pautaram os noticiários o que sobrou de valoroso? Talvez uma boa relação entre as duas equipes que foram vítimas desse processo. No mais foi pura especulação.
Para o ano novo, espero uma imagem quieta de quem comanda o futebol. O momento não está favorável a eles, deixando o Tite fazer a limpeza que empurra a sujeira para debaixo do tapete.
4- A propaganda é a alma do negócio.
Não vou ser redundante e dizer aqui sobre as muitas críticas que faço sobre este slogan, já houveram várias outras colunas sobre o assunto. Mas o fato é que a marca propaganda, assim como toda a comunicação, perdeu um pouco do seu brilho, e precisa de reposicionamento.
Estou feliz por fazer parte deste trabalho de reposicionamento da comunicação. Para 2017, no que tange a meu compromisso com a matéria, andaremos alguns passos. A propaganda, assim como o jornalismo, precisa resgatar a verdade das coisas, entender que é fruto da comunicação que pertence a sociedade, portanto, antes de ser a artista que pinta de dourado o produto, como descrevi acima, ela é a que da nome aos bois, sem esconder aquilo que as coisas são, mas transformando o pensamento social sobre cada assunto através da conscientização.
Esse trabalho demorará décadas e só acontecerá se encontrarmos mais comunicadores que acreditem na verdade mais do que acreditam na vaidade e no dinheiro.
5- Um mundo em paz e amor.
O Slogan da década de 70, não representa mais o mundo. É preciso olhar pra isso e entender que a pacificidade, confundida com fechar os olhos e inagir, reprimiu a guerra interior nas pessoas e hoje parece querer escapar como água represada que encontra brechas e sai com pressão.
Primavera árabe, tiranos socialistas e ditadores democráticos assumindo poder e fazendo o terror reviver. Não há saída para isso, senão a consciência pelo amor ou pela dor.
Para 2017, não vejo o retorno da paz e amor, mas espero pela consciência desperta, como uma criança que espera ver o seu presente de Natal.
6- Filosofia é coisa do passado.
Para minha surpresa meu presente já estava debaixo da arvore e eu não o via. Essa é a esperança dos próximos anos! Pelo menos aqui no Brasil!
Alçados a pop star alguns professores filósofos estão na moda e se isso pegar teremos a consciência menos coisa do passado e mais presente.
Já que minha utopia está na moda, vou lançar uma proposta: Que tal votarmos no Leandro Karnal em 2018 ao invés do Justus ou do Bonsonaro!?
7- A esperança é a última que morre.
A frase retirada do mito grego o qual Pandora abre seu jarro (caixa) e liberta os males do mundo restando apenas a esperança, mostra que se hoje os males estão a solta tem um que ainda não foi liberto e carregamos dentro da gente. Esperar pacivamente é um mal que precisa ser reparado. Precisamos construir o nosso destino, mesmo contra tantas adversidades. Temos um ano novo se aproximando, mas os fatos antigos não mudarão se não buscarmos mudarmos nossos propósitos. Principalmente nós os comunicadores.
Por isso para fechar o ano de 2016 e deixar um “slogan” para a chegada de 2017 deixo uma frase que um bom amigo me falou e que pelas minhas pesquisas se trata de um provérbio Romano, sem um autor determinado.
O Publicitando retoma as entrevistas e conversa com a publicitária, pesquisadora e autora Vivian Corneti.
A Vivian é publicitária pela Universidade de Taubaté, Mestre em Comunicação Social pela UNISINOS na Linha Cultura, Cidadania e Tecnologias da Comunicação (2014) e doutoranda em Comunicação e Culturas Contemporâneas na Universidade Federal da Bahia UFBA, na linha Cibercultura, sob a orientação do Prof. Dr. André Lemos. Tem experiência em comunicação interna e serviço público. Atualmente desenvolve pesquisas que contemplem as tecnologias de acessibilidade que permitem a inclusão de deficientes físicos na internet. Suas principais áreas de interesse são: inclusão social; cibercultura; cidadania; identidades culturais; ciborgues; tecnologias acessíveis; Teoria Ator-Rede; usos e apropriações da internet; comunicação interna; endomarketing; gestão de pessoas e atendimento.
Ela lança, na terça-feira, 20, o livro Ciborgues Midiatizados, em Pindamonganhaba. Confira sua entrevista ao Publicitando:
1 – Como surgiu a ideia inicial para o livro?
Desenvolvi uma pesquisa sobre a relação entre tecnologia, comunicação e pessoas com deficiência no Mestrado, o resultado final foi muito satisfatório. Fui indicada pela Universidade como melhor dissertação do ano e participei da seleção nacional de melhores pesquisas realizada pela COMPÓS – Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação. Penso que o conhecimento que transita no meio acadêmico deve ser compartilhado e disseminado com a sociedade, daí então resolvi publicar o livro.
A autora Vivian Corneti e sua obra
2 – Foi difícil conseguir a publicação?
Infelizmente sim. Publicar um livro ainda é um processo um tanto quanto burocrático e caro. Infelizmente são poucos os incentivos de financiamento e tive que arcar com todas as despesas por conta própria. O primeiro passo foi contatar uma editora confiável. Não é tão simples pois a editora conta com o crivo de um comitê editorial que pode aceitar ou não a publicação da obra. Por sorte meu trabalho foi aceito e hoje, finalmente, meu livro já está a venda em diversas livrarias do Brasil.
3 – Você é graduada em publicidade e propaganda. Como esta formação inicial está presente na obra?
Minha formação está presente em todas minhas pesquisas. Desde que me formei pela Unitau passei a observar a comunicação de uma forma muito especial, pensando especificamente em seu poder transformador. No caso das pessoas com deficiência isso é ainda mais relevante, já que a mídia tem o poder de disseminar com intensidade aquilo que é pensado pela sociedade. A questão de inclusão, por exemplo, se faz presente em diversos anúncios, filmes, novelas e campanhas.
4 – Tem planos para outras obras?
Com certeza! Atualmente estou cursando Doutorado em Comunicação pela Universidade Federal da Bahia e irei me esforçar muito para publicar também em livro o resultado da minha tese. Enquanto esse dia não chega, tenho participado de muitos eventos acadêmicos onde compartilho as etapas do andamento da pesquisa.
O livro Ciborgues Midiatizados está disponível para compra na internet, no site da Editora Appris, da Livraria Cultura, da Amazon e da Livraria Travessa, e também nas lojas físicas das livrarias Cultura e Saraiva.
Zoomin.TV firma parceria com Rubicon para campanhas premium de vídeo
Acordo vale para inventário premium em vídeo para Brasil e Argentina em pre-roll, formato intext e vídeos em reach media
A Zoomin.TV, maior rede horizontal de conteúdo e distribuição de vídeo online no mundo e a quinta maior audiência de vídeo no Brasil, segundo o comScore, anuncia parceria com a Rubicon, empresa que atua na automação de publicidade digital. O objetivo é expandir a oferta de qualidade de inventário premium em vídeo online no Brasil e em 2017 para a Argentina.
“Só neste ano, a Zoomin.TV triplicou seu faturamento, contratou 12 novos profissionais e entregou mais de 200 milhões de ad views. Além disso, se tornou uma das maiores empresas no Brasil no segmento de vídeo online”, afirma Paulo Leal, diretor geral da Zoomin.TV Brasil. O inventário premium conjunto já está disponível para o mercado brasileiro. A Zoomin.TV, nesta parceria com a Rubicon, pretende aumentar seu inventário em 33% em vídeo e atender até 40 novos anunciantes na plataforma premium da Rubicon.