Bate Boca de Criação 2015

Essa vem direto e na íntegra do blog da ACOM Unitau

Diretor de Criação da ACOM participa do  CICLO DE COMUNICAÇÃO

O mês de abril começou com tudo no Departamento de Comunicação Social da Universidade de Taubaté (UNITAU) e, na última quarta-feira, o local sediou o “Ciclo de Comunicação”, evento voltado para alunos dos cursos de Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade e Propaganda com o objetivo de promover debates acerca das atividades desempenhadas em cada profissão.

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A sala 25 se tornou um espaço pequeno para a quantidade de alunos que queriam, juntamente com profissionais de Publicidade, bater um papo sobre Criação.
Para o “Bate-Boca de Criação” foram convidados três profissionais. Lincoln Souza, diretor de arte na Agência Avalanche em São José dos Campos, Pamela Ferreira, redatora publicitária na Supera Comunicação também de São José dos Campos e, Rodrigo Abreu, diretor de criação e recém chegado à Central de Comunicação da UNITAU (ACOM).

Rodrigo, formado em Publicidade e Propaganda pela UNITAU e responsável por diversos projetos bacanas pelas agências em que já passou, conversou com os universitários sobre como começou na área de Criação e Ilustrador, identificando seus desejos e desafios, mas também, comentou a respeito das transições que ocorrem nas mídias, sobre o relacionamento que o diretor de criação precisa ter com as pessoas do atendimento, entre outros assuntos destacados ao longo do bate papo descontraído.

“Para mim, trabalhar com outras pessoas que possam te ajudar a melhorar sua peça é fundamental. A outra pessoa pode enxergar coisas que você não havia percebido antes e, assim, você pode aprimorar o seu trabalho. Essa parceria me deixa mais seguro e o trabalho se torna mais prazeroso”, comenta Rodrigo.

Para Jéssica de Morais, aluna do terceiro semestre de Publicidade e Propaganda, a conversa foi bem interessante e contribuiu para esclarecer um pouco mais sobre a profissão que escolheu.
“Eles tiraram minhas dúvidas a respeito de qual caminho seguir para chegar ao meu objetivo. Consegui entender melhor como funcionam os aspectos de trabalhar com datas, com o público”, disse a aluna.

Fonte: Caroline Santos – ACOM/UNITAU

http://acomblog.blogspot.com.br/2015/04/diretor-de-criacao-da-acom-participa-do.html

Mídia digital

Não interrompa uma conversa!

Todos sabem que a interatividade e a proporção na qual as notícias são veiculadas tanto em redes sociais, blogs e sites são enormes, porém, com tantas informações o receptor pode acabar por não entender a ideia em si e sua publicidade não ter os resultados que você esperava ter.

Certamente, esta é a grande dúvida da maioria dos publicitários que são contratados para construir uma rede social, um site ou até mesmo um canal no Youtube ou no Vimeo para a empresa do seu cliente. Como ser criativo e ao mesmo tempo respeitar o público, no meio de tantos pop-ups e vídeos de 30 segundos que insistem e, ao invés de propagar uma mensagem, conseguem irritar e fazer o usuário (a) ter ódio da publicidade?

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Acho que ficou bem claro a todas as pessoas que trabalham com comunicação que enfiar “goela a baixo” não é a melhor forma de se propagar uma informação ou vender um produto. Na minha humilde opinião, o contexto de gifs pulando, imagens se retorcendo e tipografias saltando da tela do computador não atraem em nada o público. A ideia de compartilhar trezentas vezes um post no Facebook forçando assim seu público a ter uma publicidade que ele não autorizou em sua linha de tempo pode se tornar desagradável, principalmente para a marca.

A ferramenta principal da internet parece ter sido esquecida ou apenas deixada de lado, uma palavra simples que pode conter várias linguagens e que pode fazer sua marca expandir cem vezes mais.
Interatividade pra que? Para mostrar que sua marca é diferente!

Um exemplo mais amplo de interatividade é conversar com seu público sem a maçante ideia de vender, vender e vender.

A primeira ideia que um social media precisa ter para atrair o público para uma fanpage no Facebook ou um canal no Youtube é a linguagem que está passando ao seu público, não adianta falar sobre seu produto com uma linguagem de conhecimento superior daquelas que não sabem nem para que o seu produto serve, assim a linguagem mais modesta com um tom de humor e simpatia pode conquistar ainda mais o seu público alvo.

Lembrando que, diante de tantos aborrecimentos em nosso cotidiano, a maiorias das pessoas entram na internet para relaxar, se divertir e para se informar, somando todo esse briefing com informações sobre o seu produto o resultado será o sucesso da sua empresa.

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Amaro Monteiro – Publicitário na empresa Inteligência Emocional contribuiu com este artigo para o Publicitando

 

 

Coluna Antecedentes Verbais

De Lollapalooza a Wando

Isa correta

Referência é tudo em propaganda. Mas às vezes me pergunto se publicitário sempre teve essa mania besta de fugir a todo custo da cultura de massa.

Detestar Jogos Vozares é meu direito. Mas é necessário ao menos saber de que se trata. Afinal, você tem que estar preparado pra jogar os jogos do seu público.

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Aliás, é aí que mora o pecado de muita gente: criar pra si, e não pro outro. Você não é artista. Mas ainda insiste que seu layout é uma obra da Tarsila do Amaral. E o copy é um ensaio da Virginia Woolf. Tudo isso é ego? Existe terapia e livro de autoajuda. Ah é, lembrei que você não considera best-sellers.

Ame o que quiser. Critique o que quiser. Mas conheça tudo que puder.

Enquanto isso, Valesca continua rodando firme na minha playlist.

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Muita coisa na publicidade cansa meu bom-humor.

Uma delas é a hipsterização do ambiente de trabalho – que vai desde o look do dia até o que toca na playlist.
Estaria tudo ótimo se fosse questão de gosto. O problema é que as pessoas estão pobres de referência porque não conhecem nada além do seu mundinho e se importarem muito com a minha Valesca.

Inclusive, eu vou além: tem gente que nunca pegou um ônibus.

Incluí no meu trabalho de conclusão de curso, há três anos, um trecho de uma música do Caetano. Repito a dose:
“Você precisa tomar um sorvete na lanchonete, andar com a gente, me ver de perto, ouvir aquela canção do Roberto” (Baby, 1968)