Software de gestão e gerenciamento é desenvolvido sob medida às empresas
A AD-IN-ONE, empresa líder em soluções de software de agência de publicidade (www.ad-in-one.com), anuncia entrada no mercado brasileiro após fechar parceria com a consultoria PlanoGestão (www.planogestao.com.br), sob o comando de Silvio Soledade e com foco no setor de comunicação. A proposta é assessorar agências de publicidade a se tornarem mais rentáveis por meio de controles administrativos, financeiros e operacionais.
O software de gestão e gerenciamento, desenvolvido sob medida, atende a todas as necessidades das agências: gestão dos processos, orçamentos, gestão dos custos, rentabilidade por jobs e por clientes, planejamento financeiro e orçamentário, gestão de projetos, gestão de documentos e armazenamento dos projetos criativos. Já foi implementado com sucesso nas gigantes globais, tais como Ogilvy & Mather, McCann, Grey, Leo Burnett, Saatchi & Saatchi e Publicis, além de focar também nas agências de pequeno e médio portes.
A parceria com a PlanoGestão visa facilitar sua entrada no mercado brasileiro e auxiliar na adaptação do software às necessidades locais, principalmente no que se refere às questões legais e tributárias. Silvio Soledade atua no setor há 20 anos, com passagens por veículos e agências. Desenvolve forte trabalho de consultoria junto a agências de publicidade, assessorias de comunicação e produtoras de audiovisual. Acumula o cargo de diretor financeiro e cultural da Associação dos Profissionais de Propaganda (APP).
“Estamos felizes em unir nossas forças com a PlanoGestão. Com o Silvio Soledade a bordo, seremos capazes de introduzir com sucesso o AD-IN-ONE no Brasil e, mais ainda, complementá-lo com os serviços de consultoria e gestão prestados por sua equipe. É uma sinergia notável na geração de valor para qualquer agência – na obtenção de uma solução de software sob medida, com excelente custo benefício e com as melhores práticas e know-how internacional, acompanhada pela experiência e conhecimento de um consultor local. O resultado certamente será a rentabilidade de qualquer agência de publicidade”, afirma Libor Cerny, managing director da AD-IN-ONE, empresa com sede em Praga, na República Tcheca.
Em sua opinião, esta combinação de esforços será extremamente potente e benéfica para as agências de qualquer tamanho e volume de negócio. “O AD-IN-ONE é uma solução perfeita para as agências de publicidade que querem gastar menos tempo na entrega de seus trabalhos, com maior rigor no controle de custos e na geração de receita, concentrando-se na sua atividade fim”, assegura. Atualmente, a equipe trabalha em tempo integral na adaptação do AD-IN-ONE para o mercado brasileiro – o que inclui a tradução, aspectos legais e tributários e outras adaptações específicas para cada país.
Sim, as entrevistas estão de volta. E voltaram com tudo. Ale Santos concedeu uma BAITA entrevista para o Publicitando falando do que mais ama fazer: contar histórias. E faz isso profissionalmente hoje em dia.
O Ale Santos é formado em Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda, Pós Graduando em Marketing e Design Digital. Cursou Estratégias de games para comunicação e Marketing e Inovação em Storytelling: do branded content à transmídia na ESPM-SP.
Game writing e designer de narrativas do Board Game Selene The Fantasy, autor do livro “Narrativas interativas: O legado dos jogos de RPG” e um dos autores do livro “Caminhos Transmídia: Novas formas de comunicação e engajamento” publicado pelo grupo Era Transmídia, juiz da edição brasileira do concurso de SCIFI “Tomorrow Project” da Intel e autor do conto “A Cor dos seus Olhos” que foi lançada, na antologia mundial publicada nos EUA.
Já palestrou sobre roteiros de jogos em eventos da saga School of Art Game and Animation de Guarulhos e na terceira edição do Fórum Transmídia. Criador e editor do blog RPG Vale, premiado 4 vezes como Top Blog profissional de games.
Atualmente é um dos autores da Storytellers Brand’Fiction, o primeiro escritório de Innovative Storytelling do Brasil.
Confira a entrevista:
1 – Como você chegou nessa atividade de storyteller?
Então, existem vários tipos e níveis de storytellers. Há aqueles casuais, que contam histórias despretensiosamente para seus filhos dormirem ou em sessões de jogos com os amigos. Eu sempre fui um desses, graças ao RPG. Há cerca de 17 anos eu jogo a versão table-top ou de mesa que você dispõe apenas de um dado e uma história para se divertir.
Quando terminava a faculdade eu já estava tentando aproximar minha profissão com esse hobby, fiz um curso na ESPM de estratégias de games para comunicação e marketing e já havia lido algo remotamente sobre o storytelling empresarial. Foi quando conheci o Fernando Palacios que abracei a jornada do storyteller e, ela nunca termina é sempre um processo de aprender cada vez mais sobre como contar suas histórias.
No mundo dos games eu também estava passando pelo mesmo processo, conhecendo pessoas do meio, escrevendo artigos para sites e dando palestras. Fui conquistando confiança para projetos, neste mês acabei de fechar o design da narrativa de um serious game para uma psicóloga em SP, veio de um contato que conheci há 4 anos em um evento de games, que também me contratou para seu jogo, Selene The Fantasy.
Nessa e em qualquer outra área da inovação o CV entra em segundo plano, o primeiro é o contato e ele é feito em cursos, conversas, cafés e coisas do tipo. Networking também é um processo a médio ou longo prazo. Desde meu primeiro contato com o Palacios e Martha eu fiz uns 3 cursos com eles e pude também experimentar a visão sobre inovação, branded content e transmídia que eles tem. O Palacios é pioneiro no estudo do storytelling empresarial aqui na América Latina então estar próximo a ele é como beber água direto da fonte, foi um divisor de águas na minha carreira. Meu primeiro conto escrito logo após esses primeiros meses de contato acabou sendo escolhido para representar o Brasil em uma antologia internacional de Ficção Científica. Após um ano veio o convite para trabalhar com a Storytellers e de lá para cá já se passou outro ano e vários projetos bacanas.
Ale Santos
2 – Como você define ou explica o storytelling?
“Você pagaria para assistir/ler/jogar essa história? Se sim… é Storytelling” Lembro que essa é a definição mais precisa que já tive, é do Fernando Palacios.
A minha definição particular é “Storytelling não é contar histórias. O Storytelling – escrito assim, com S capitular – é saber que a narrativa e o gameplay podem trabalhar juntos para criar grandes experiências.
Essa frase é parte do nosso manifesto transmídia, cada integrante da Storytellers tem a sua e quem conseguir o cartão de todos pode ter uma visão bem ampla de tudo.
3 – Há várias possibilidades de uso e/ou aplicação do storytelling. Fale um pouco sobre isso.
As histórias moldaram nosso mundo, vivemos e criamos regras sociais com base nelas. Nos agrupamos em torno de mitos seja em games ou seja em torno de um time de futebol. Tudo tem uma ficção, mesmo que mínima é como o espírito do jogo enunciado por Huizinga. Então usar uma história pode evocar níveis de comunicação extremamente íntimos de cada indivíduo, a psique que Jung diz, “produzir fantasia todos os dias”.
A frase do Olivetto se aplica aqui; A gente tira a publicidade da vida, transforma em publicidade e devolve para a vida.” A diferença é que histórias não precisam ser reais, mas precisam criar realidade ou um senso dela.
Tudo que tem um contexto fica mais envolvente e mais divertido. Na escola educadores criam fantasia para falar de coisas chatas para crianças, nas empresas histórias podem ser utilizadas no lugar de palestras (já trabalhei em um roteiro de teatro pra treinamento empresarial). O que o cinema tenta fazer agora é expandir suas histórias para engajar mais pessoas dentro do seu mundo ficional e assim aumentar os ganhos.
O turismo também só tem a crescer quando existe uma história sobre o lugar. E quando não tem… você pode inventar uma. O livro “Da Vince Code” criou um roteiro turístico em Paris, aonde as pessoas podem visitar os locais que o personagem passou. Ah, e como esquecer do passeio à Nova Zelandia para conhecer a Terra Média. São exemplos interessantes e é apenas o começo, um storytelling bem feito pode ir além das fronteiras que conhecemos na comunicação em 30 segundos – mas dá pra fazer em 30 segundos, só que é outra história.
4 – O que é preciso para ser um bom storyteller?
É uma pergunta difícil, temos ótimos storytellers em várias dimensões. Tarantino, Stan Lee ou Hideo Kojima são de meios diferentes e com perfis totalmente distintos, mas uma coisa em comum: paixão.
Parece besteira, mas um escritor sabe quando sua obra está acabada. Uma história nasce como uma necessidade, ela precisa sair pro mundo, então sua obrigação é criar o caminho pra ela… esse caminho é o telling. Ele precisa ser lapidado cada vez mais ou você mesmo vai perceber que sua mensagem está mancando.
O escritor Argentino Jorge Luis Borges diz, “Arte é Fogo + álgebra” isso define para mim tudo o que um bom storyteller tem que ter. Tem que ter fogo, em grande intensidade e tem que dominar a álgebra pra controlar as chamas.
5 -E a propaganda? Como vem usando o storytelling? Há bons cases nacionais?
O storytelling tem uma dinâmica diferente da propaganda tradicional. Ele é um processo que geralmente cria algo maior do que a propaganda está mostrando para as pessoas. É só uma questão de pensamento. Um autor conhece a vida dos seus personagens como se fossem vizinhos. Mas o mercado de comunicação tem olhado bastante pra isso e aumentando a intensidade e profundidade da ficção que cria em suas peças. Podemos encontrar personagens mais marcantes e até um princípio de enredo, conflito e dramatização nos anúncios mais recentes.
Mas enquanto eu estava escrevendo isso me peguei pensando “Qual o último anuncio que me impactou ?”. Eu chego a passar mais de um ou dois meses apenas usando Netflix, Xbox e Youtube. E se essa parcela de pessoas como eu começar a crescer?
Essa é uma questão de roteiristas americanos apontam para o Brasil. Alguns dizem que o modelo de sustentar a TV com propaganda está diminuindo e dando espaço para coisas como product placement e outras formas de Branded Content. É difícil e petulante tentar prever o futuro, mas mesmo o Kotler já disse recentemente “invista nas histórias”.
Pra conhecer mais cases e artigos sobre o tema visitem a redação da Storytellers – www.storytellers.com.br
Electronic Lounge da APP explica mídia programática
“Mídia Programática para Campanhas de Performance e Branding”
Convidado: Edvaldo Acir, Managing Director da Rocket Fuel Brazil.
Edvaldo Acir é o Managing Director da Rocket Fuel para o Brasil e a América Latina. Ele também ocupou cargos de liderança em empresas como a FOX International Channels, Grupo Abril/ UOL, Terra Networks da Telefônica, Movile do Naspers Group e Vizury Interactive. O profissional já ganhou os prêmios Tela Viva Móvel (2009), Ibest (2005) e foi Presidente do Comitê de Adtech & Data do IAB. É Mestre em Multimeios pela UNICAMP, possui MBA pela USP e é Professor do MBA da BSP.
Descrição: Edvaldo Acir vai esclarecer dúvidas em torno do termo “Mídia Programática”, mostrando os benefícios e possibilidades que o serviço disponibiliza para campanhas de Performance e Branding em multiplataforma digital (Display, Mobile, Social e Vídeo). Real Time Bidding (RTB), Inetligência Artificial, AdNetworks, DSPs, SSPs, AdExchanges e outros pontos serão abordados pelo Managing Director da Rocket Fuel Brazil.
Quando?
16 de abril das 19h30 às 21h
Onde?
Espaço Cultural Zé Rodrix da APP – Rua Hungria, 664 – 12º andar
Inscrições:
Associados APP: GRATUITO
Não Associados: R$ 120,00
Preço com desconto especial à parceiros: R$ 80,00 (SINAPROSP, ABRADI, SEPEX)
Agência situada em Taubaté decide encerrar operações após apenas quatro meses de funcionamento. Apesar de ter desenvolvido vários vídeos e revistas para clientes diversos os sócios acharam por bem encerrar as atividades da agência.
O fechamento oficial ocorreu dia 08 de abril, quarta passada.
Vítima da crise ou falta de planejamento adequado?