Feira de Oportunidades e Empreendedorismo da UNITAU tem música como tema
Todo mundo tem uma música preferida. Tem gente que tem até trilha sonora da vida. A música é uma linguagem universal e foi essa a temática escolhida para o nosso “Show de Business” que marca a quarta edição da Feira de Oportunidades e Empreendedorismo da UNITAU, que acontece nos dias 9 e 10 de maio. O conceito foi definido pelos estagiários de Publicidade e Propaganda da ACOM Ariel Marcon e Tiago Mariano. A identidade desenvolvida contou com a orientação do diretor de criação Rodrigo Abreu e com a colaboração do estagiário Felipe Punhagui.
O evento terá novo palco neste ano: o Departamento de Arquitetura. A programação também terá novidades. Além das palestras com professores da UNITAU e profissionais de diversas áreas, o grande diferencial é a sala “De 15 em 15”, um espaço para que nossos alunos empreendedores compartilhem suas experiências em 15 minutos. Para continuar no clima musical, esses empreendedores nos contaram qual a música que os inspiram. A coletânea virou uma playlist que estará disponível no Spotify e também tocará durante a Feira..
Para divulgar o evento, estão sendo realizados diversos pockets shows no Departamentos, uma ação planejada pelo núcleo de Publicidade e Propaganda da ACOM. Os músicos convidados são alunos da UNITAU e os estilos são variados: tem rap com a galera do JKR, sucessos do pop com Thalia, uma levada pop-rock com Os Vinis, um mix de estilos com Caique e Leandro e sertanejo com Caio Tebassi. As apresentações acontecem durante o intervalo das aulas e seguem até dia 6, próxima sexta-feira.
A Feira de Oportunidades e Empreendedorismo acontece nos dias 9 e 10 de maio, das 18h às 22h. As inscrições podem ser feitas pelo site da UNITAU e a programação pode ser conferida aqui.
Projeto será apresentado na Feira de Oportunidades e Empreendedorismo
A união de uma ideia inovadora com a vontade de facilitar a vida financeira das pessoas foi o combustível para que David Adan e Wesley Rodrigues, estudantes do 5° semestre de Ciências Econômicas da UNITAU, desenvolvessem o aplicativo Caiu do Céu.
Os alunos apresentam o projeto na Feira de Oportunidades e Empreendedorismo da Universidade, que acontece nos dias 9 e 10 de maio. Neste ano, a apresentação de iniciativas inovadoras e empreendedoras de alunos e ex-alunos é um dos focos do evento.
O projeto do Caiu do Céu surgiu de maneira despretensiosa: uma revista com tíquetes destacáveis que serviam para conseguir descontos foi a inspiração da dupla. “Vários pontos perto da faculdade tinham essa promoção dos tíquetes, mas toda vez a gente esquecia de levar a revista. Ou seja, a ideia era boa, mas queríamos passar isso para um aplicativo”, contou David.
O aplicativo funciona como uma ferramenta de descontos, em que tanto o lojista quanto os consumidores saem ganhando. O cliente encontra o lugar mais em conta para o seu bolso e compatível com o serviço desejado, e o estabelecimento ganha novos fregueses.
Para o estudante Wesley, outro ponto positivo é o aplicativo ser totalmente gratuito para os usuários. Dos comerciantes, seria cobrada somente uma porcentagem sobre a venda. “É benéfico, porque ele vai ter a propaganda e vai conseguir vender mais, atraindo clientes que não conheciam o estabelecimento dele.”
O aplicativo ainda não está disponível para os usuários, pois os alunos buscam patrocinadores para viabilizar o lançamento. Eles acreditam que a junção de diferentes cursos da Universidade poderia ser a solução ideal. “Criar um projeto interdisciplinar entre os cursos de Ciências Econômicas, de Publicidade e Propaganda e da área de Informática. Os três ganhariam, porque seria um empreendimento”, explicou David.
Wesley aproveitou para compartilhar um conselho com os interessados em iniciar seu próprio negócio e se tornar empreendedor. “Você tem de abrir sua ideia para os quatro ventos, porque uma hora ou outra alguém vai gostar.”
Quanto ao futuro, David e Wesley esperam continuar no ramo do empreendedorismo, produzindo novos projetos, ajudando e beneficiando mais pessoas.
Oportunidades
A Feira acontece nos dias 9 e 10 de maio no Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UNITAU, localizado na Praça Felix Guisard (Praça da CTI), nº 120, Centro.
O evento é aberto ao público e tem como objetivo auxiliar e preparar os estudantes para o ingresso no mercado de trabalho. Os presentes poderão participar de diferentes atividades, como palestras, oficinas e consultorias de carreira, além de conversar com profissionais do mercado e empreendedores.
O nosso entrevistado desta semana é Gerson Monteiro. Ele é Gerente de Comunicação, Tecnologia e Eventos do Colégio Progressão. Também é correspondente do jornal O Estado de S.Paulo e Fotojornalista da Agência Estado, além de Gestor de Conteúdo Freelancer.
Acompanhe abaixo o que ele tem a nos dizer:
1 – Fale um pouco de sua formação e do início de sua carreira?
Iniciei meus trabalhos em comunicação mais precisamente em 1995, quando comecei a estudar sites e a sua estrutura (lembra do HTML, das tags <html><head><title>Meu primeiro job</title></head><body>Oi!</body></html>?). Naquela época as fontes eram muito restritas, quase não existia literatura sobre o assunto. Produzia os sites no bloco de notas, era bem trabalhoso. Aí com a evolução da própria internet o trabalho foi sendo conhecido e abrindo portas, fui trabalhar na sucursal de anúncios/classificados da Folha de S.Paulo em Taubaté. Um dia fui conhecer a redação da Folha em SJC e gostei do que vi – obrigado pela oportunidade, senhor L.E., você foi aquele anjo que todo mundo recebe na vida, gostaria que você soubesse. Mais adiante a coisa evoluiu até que me surgiu a oportunidade de permutar (sim! em comunicação muitas vezes precisamos nos submeter a isso) um curso pré-vestibular e na sequência já estava matriculado no curso de Jornalismo da Universidade de Taubaté (Unitau).
Gerson é Gerente de comunicação, repórter e fotojornalista.
O início do curso foi bem bacana e logo de cara cheguei com a ideia de “montar uma tv para internet”. O que hoje você faz com o celular e automaticamente, naquela época (2001) existiam pouquíssimas experiências na área e sempre me achei “inovador”, pois nos bancos da faculdade ninguém falava disso, nem mesmo os professores – que até hoje servem de muita inspiração aos calouros. Nisso abandonei um estágio/contrato em rádio para tocar um projeto pessoal que era um portal para estudantes de jornalismo e recém formados (pretendo retomar isso algum dia, hoje necessito de tempo para organizar) que me rendeu um Prêmio Expocom.
Depois de passagens por jornal diário, por assessorias de imprensa e rádio, terminei a faculdade trabalhando com edição de imagem numa emissora de TV local em um período e no outro era contratado do Colégio Progressão onde criei o site e segui na assessoria de comunicação. Formado, optei em ficar apenas no colégio.
Mais adiante (2009) fiz MBA em Gerência Empresarial, também na Unitau, que apurou meu olhar enquanto gestor. Nessa época acumulei a gerência administrativa do colégio onde implantei alguns processos organizacionais. Na sequência retomei a gerência de comunicação acumulando da área de tecnologia. Com os resultados, hoje tenho três departamentos sob a minha responsabilidade: comunicação, tecnologia e eventos. Costumo dizer que os três estão interligados, pois sempre atuei de forma direta ou indireta nessas três áreas – na época da faculdade eu organizava as viagens para o Intercom (congresso nacional de comunicação), ajudava na organização dos eventos do Departamento de Comunicação da Unitau… posso dizer que muito do que sei eu aprendi na Agência de Comunicação Integrada, que naquela época era comandada pela Renata, Karina, Aline, Lúcia, Expedito, sob o olhar próximo dos professores Eliane Freire, Robson Bastos, Ângela, entre outros.
No Estadão iniciei em 2010 fazendo uma cobertura fotográfica da enchente em São Luiz do Paraitinga, sendo o primeiro fotojornalista a entrar na área atingida pela cheia do Rio Paraitinga – que apesar da tragédia histórica e prejuízos financeiros, não teve sequer a perda de um vida graças aos heróis dos grupos de rafting. Fiz a última matéria nacional antes da queda do ministro dos esportes Orlando Silva – uma denúncia sobre gastos para a construção de um centro esportivo que nunca existiu, o ministro já era investigado por desvios de dinheiro público, e a apuração me rendeu a manchete do jornal, sendo a última reportagem sobre o então ministro que foi substituído por Aldo Rebelo. Outra cobertura importante que fiz foi sobre um obra milionária em área de proteção ambiental que me rendeu uma “fuga” do cenário por uns tempos – é o famoso coronelismo, donos de grandes fortunas e capazes de fazer o que for necessário para garantir seus lucros, deixando sempre em segundo plano a sociedade, os recursos naturais, etc. Depois trabalhei na cobertura da reintegração de posse do Pinheirinho em São José dos Campos – nunca vivi experiência maior de adrenalina, as famílias que resistiam sendo retiradas das casas e eu ali, acompanhando tudo de dentro do acampamento, eu ainda inexperiente na situação (aliás, ainda me acho inexperiente), reportando ao vivo para todo o Grupo Estado (rádio, site, jornal, agência)… uma experiência incrível!
Costumo brincar que não sou exemplo, pois não sei descansar. Basta uma folga para eu cutucar algum assunto e escrever sobre ele para o jornal. Basta ler algo bacana para buscar a solução de algum problema no colégio. Vivo ligado 24 horas, não sei e não consigo me desligar – acho que nem quero, pois vivo bem assim, é o que me faz feliz. Lembro até hoje de uma frase que li na entrada do Senai (ah, sou Ajustador Mecânico formado… se algum dia a Comunicação não me atender mais, posso trabalhar com mecânica, ferramentaria e afins… rsrs) que era algo como “faça do seu trabalho a sua diversão”, eu faço de tudo isso a minha diversão.
Em 2015, passados 15 anos da faculdade e a ideia inicial de TV na internet, conquistei (junto com minha equipe) um prêmio nacional realizado pelo Sistema de Ensino Poliedro, o Prêmio Excelência por Iniciativa Inovadora, que foi a TV Progressão (www.progressao.tv). Fazemos TV com nosso próprio conteúdo diário produzido em sala de aula por professores e alunos. Viramos uma verdadeira redação. Essa conquista me confirmou a importância de não desistir dos projetos. O que em 2001 foi uma “simples viagem” da minha cabeça, hoje é uma realidade a pleno vapor e com resultados muito positivos.
2 – Que habilidades são mais exigidas no dia a dia de um coordenador de comunicação?
As habilidades necessárias para um gestor de comunicação penso que começa na disposição pela busca de coisas novas, não parar, não esperar acontecer, mas estar adiante sempre. Habilidades técnicas, pois não adianta querer cobrar de algum colaborador uma tarefa que sequer sei realizar. É importante o gestor ter a noção técnica e de espaço para as funções desempenhadas pela equipe, pois na ausência de um integrante é hora de sair da sua cadeira e pular para a cadeira do lado que é da produção. A mais importante acho mesmo que é a capacidade de inovação, inovar sempre.
3 – Você também atua como correspondente de um grande jornal. Como consegue lidar com as duas atividades?
Acredito que o profissional de Comunicação hoje em dia não pode pensar em apenas ser o especialista, ele deve dominar tanto a emissão quanto a recepção da informação. Atuar na gestão de comunicação de uma empresa e na reportagem de outra empresa é um desafio que não me vejo mais fora dele. A mim deu a experiência do refino do tratamento das informações, pois se de um lado eu dependo da informação para escrever bem, de outro preciso ser o mais eficiente possível para dar a oportunidade de um retorno bacana quando trato bem um colega da imprensa. Sempre encontro com amigos e colegas que me agradecem por ajuda-los na produção de alguma pauta – se não posso atender os colegas, sempre indico quem possa atende-los, sei bem o “desespero” por ter que fazer a pauta virar e não ter o personagem. Embora quem está de fora da situação possa ver como atividades concorrentes, seja pelo tempo ou pela dedicação, eu vejo que para mim elas me completam, pois vivo a pressão de resultados o tempo todo, mas ao mesmo tempo tenho a “fuga” do outro lado da informação – isso que me fascina, me faz bem, me realiza.
4 – Que dicas daria para quem está buscando espaço no mercado de comunicação no Vale do Paraíba?
Para quem está começando eu diria que, embora o mundo seja capitalista e a gente precise da grana, não pense na grana agora. Ela é a consequência da gestão de seu investimento. Investir hoje pode ser mais importante que tudo o que você investiu ontem ou pretende investir amanhã.
Ex-ACOM irá atuar com marketing digital na Evolute Cursos
Vanessa Almeida, estudante de Publicidade e Propaganda da Universidade de Taubaté (UNITAU) parte pra um novo desafio profissional. Depois de dois anos na Central de Comunicação (ACOM), Vanessa segue para a agência Web4br, onde irá atuar no marketing digital da Evolute Cursos, um braço da agência.
Vanessa passa a atuar na Evolute Cursos
Durante sua temporada na ACOM, a futura publicitária atuou em diferentes áreas da propaganda desde o atendimento, passando pela criação, planejamento, redação e fotografia e desenvolveu trabalhos para importantes eventos da Universidade, como o CICTED, Feira de Profissões e de Oportunidades e Empreendedorismo.