O Garden promete um carnaval com muita diversão para toda a família
O Carnaval é uma das datas mais festivas do ano, e pensando nisso, e pensando nisso o Via Vale, em parceria com a Ri Happy, preparou uma programação super especial com muita diversão, animação e alegria.
Já no próximo sábado (03), a partir das 14h, tem Pintura de Rosto na One Store, que fica no piso 1 do mall, próxima a Praça de Eventos. Em seguida, às 15h, tem desfile de Princesas e Heróis com a presença do Batman e da Elsa em frente a Ri Happy. Às 14h tem Escultura em Balão e Pintura de Rosto na Kid Stok, também no primeiro piso do Garden, na entrada principal. Ainda neste sábado, a partir das 13h, o shopping recebe o torneio de Pokémon, organizado pela Genzai. As batalhas começam às 14h30, em frente à loja no primeiro piso. Para participar é preciso realizar a inscrição, das 13h às 14h, na própria Genzai.
Já no sábado seguinte, 10/02, tem o bloco do Solzinho às 15h na Ri Happy, com muita música, marchinha e animação. Pintura de Rosto na One Store, a partir das 14h e Escultura em Balão e Pintura de Rosto na Kid Stok, a partir das 14h.
Fonte: Assessoria de Imprensa Via Vale Garden Shopping
A aluna de terceiro semestre de publicidade e propaganda da Unitau, Thayná Felipe de Souza, é a nova estagiária de criação da Image Comunicação (Caçapava).
Thayná teve rápida passagem pela Pentaxial e estagiou em 2017 na ACI (Agência de Comunicação Integrada do depto. de Comunicação Social da Unitau).
Estado de São Paulo abriu 344 agências de Publicidade somente em 2017, seguido pelo Paraná com 87
Investir no mercado brasileiro em 2017 parece que voltou a ser uma boa ideia, e não por acaso é que esse crescimento faz com que a demanda por marketing e propaganda gere um aumento das agências de publicidade no país.
Em seu mais novo levantamento de dados acerca do mercado brasileiro, o Empresômetro, empresa que trabalha com inteligência de negócios, identificou que, somente no ano de 2017, foram abertas mais de mil novas agências de publicidade no país, representando um aumento de 8,7% em relação ao ano anterior, segundo a Receita Federal do Brasil.
No total, em 2017, foram 1.047 novas agências, todas elas estão em atividade, conforme medição realizada pelo Empresômetro através do Índice de Atividade Empresarial dos últimos 12 meses, isto é, são empresas novas que estão realmente em funcionamento, gerando novos negócios e alimentando o ciclo econômico. Para se ter uma ideia, em 2015 foram abertas 1.024 agências, das quais 793 estão em atividade. O índice é estabelecido verificando a emissão de notas e pagamento de tributos através de prospecção de dados públicos e análise desses dados para confirmar se uma empresa é ativa.
Somente o Estado de São Paulo foi responsável por 344 novos negócios no setor, seguido pelo Paraná com 87, Rio de Janeiro 78 e Minas Gerais 75. “O que é possível perceber através do levantamento desses dados é o que porte desses empreendimentos ficaram, em sua maior parte, como pequenas empresas, não havendo volume expressivo de empreendedores individuais, somente dois em 2017”, diz o diretor do Empresômetro, Otávio Amaral.
O que diz o mercado
Corroborando esses dados, a última Visão de Ambiente de Negócios em Agências de Propaganda (VAN PRO), índice criado pela Fenapro – Federação Nacional das Agências de Propaganda para avaliar o setor e suas expectativas ao longo do ano, identificou uma melhora significativa nos negócios.
O ano de 2017 foi visto como o ano em que Serviços, Comércio e Indústria geraram as melhores perspectivas, fazendo com que as agências consultadas pela Fenapro vislumbrem um 2018 melhor que os anos anteriores. “Os resultados da pesquisa VAN PRO no terceiro trimestre refletem a melhora de humor do mercado, como um todo, gerando esperança de um fim de ano mais positivo para as agências e um 2018 bem melhor que o biênio 2016/ 2017”, afirma o presidente da Fenapro, Glaucio Binder.
Muito desse cenário se dá pela rendição da mídia tradicional à integração com o digital, novas ferramentas possibilitando a métrica do online como já feito nas mídias “físicas” e isso norteará o mercado publicitário, com novas possibilidade para novos empreendedores que demonstrarem conhecimento e dinamismo na missão de oferecer o serviço de publicidade nesse ano recém-iniciado.
“A expectativa é que, com os eventos que ocorrerão em 2018, entre Copa do Mundo, eleições, entre outros, além do aperfeiçoamento das mídias digitais, da métrica online e da publicidade focada, o crescimento nesse setor continue”, conclui Amaral.
Fonte: Descomplica Agência de Mídias – Janaína Fogaça
Bananas Music Branding lança pesquisa para descobrir como a música afeta a experiência de compra
Apesar do crescimento do investimento em music branding por parte das empresas, um dos grandes desafios que o mercado ainda enfrenta, uma vez que música é uma experiência subjetiva e emocional, é conseguir medir os resultados que a trilha sonora traz para a marca, seja em termos de branding, produtividade dos vendedores ou, o mais importante, no aumento de vendas.
Poucas ainda são as pesquisas que trazem resultados importantes. Um exemplo, é a pesquisa recente conduzida pela HUI Research mostrando que uma trilha sonora composta por músicas (incluindo desde as mais conhecidas até algumas novidades) que casem bem com a marca e a atmosfera esperada do ambiente tendem a aumentar as vendas em até 9,1% em relação a uma trilha que contém apenas as músicas mais conhecidas e que não tem nenhuma ligação com a marca.
Com esse desafio em mente, o Bananas Music Branding se tornou a primeira startup de music tech obstinada em descobrir como a música afeta a experiência de compra, aplicando metodologias de design thinking, testes A/B e análise de dados.
Unindo tecnologia e emoção, o Bananas se propõe a aumentar a performance do varejo a partir da experiência, entregando não apenas a trilha sonora como um fator emocional para fortalecer a identidade da marca, mas também como uma ferramenta que influencia e impacta na performance de vendas, no comportamento dos consumidores e na produtividade da equipe de vendas.
O segredo do Bananas é ter desenvolvido um sistema de curadoria musical que inicia em uma fase de concept e inputs emocionais sobre a marca e se encerra em um dashboard de análise e cruzamento de dados que mede o real efeito da música na loja e cria playlists otimizadas com base no sucesso das vendas.
Desde o início da operação, o Bananas sempre soube da importância de entregar dados consolidados nos relatórios de performance da trilha sonora das marcas. Por isso, logo após desenvolver um player de reprodução musical, o primeiro grande investimento a ser feito em tecnologia foi no desenvolvimento de um Dashboard onde é possível analisar em tempo real as lojas que estão ativas e utilizando o player, as playlists mais ouvidas e, também, as músicas mais curtidas ou mais puladas em cada loja. Com isso, a equipe de curadoria recebe os feedbacks e consegue ajustar a trilha sonora da loja em tempo real.
Com a necessidade de sempre melhorar sua tecnologia e mostrar o real impacto da música nas vendas, no final de 2017 o Bananas se associou à Plugbuy – startup de controle de fluxo no varejo – para rodar um projeto piloto de 3 meses em um dos seus maiores clientes – as lojas Gang, marca de moda jovem do RS. O objetivo do MusicX é cruzar e analisar diferentes variáveis para entender como a música influencia no comportamento de compra dentro de uma loja. O experimento inédito coloca à prova muitas verdades que existem no mercado a respeito da influência da música nas vendas.
As primeiras análises do experimento trouxeram resultados interessantes sobre o comportamento dos consumidores, ainda que não sejam conclusivos sobre o impacto direto da música sobre as vendas.
Um dos resultados diz respeito à língua. Por 15 dias, foram testadas duas playlists de forma randômica – uma apenas de músicas em português e outra em inglês. Nas análises iniciais, observou-se que o tempo de permanência dos consumidores em loja foi superior em ambas as lojas no momento em que tocavam as playlists contendo apenas músicas em português.
Outros experimentos que foram feitos:
Loja em silêncio x Loja com música
Playlists criadas por bots x playlists criadas por humanos
Playlists com músicas de batida mais acelerada x músicas mais calmas
Apesar dos resultados ainda serem muito incipientes, foi possível observar que a música impacta no comportamento das pessoas dentro da loja, mas não que isso seja responsável efetivamente pela venda. Por outro lado, um fato que chamou muito a atenção da equipe de pesquisa foi a reação dos vendedores em relação à música. Em situações extremas, como o dia em que as lojas ficaram em absoluto silêncio, o que se observou com base no feedback dos próprios vendedores foi uma alta taxa de desmotivação e, por consequência, menor produtividade – o que seria um indicativo do fator de alteração de vendas observadas nestes dias – e o medo de não atingir a meta do dia em virtude da ausência de música, o que segundo eles, dá o ritmo para as vendas.
Ao longo de 2018, o foco do Bananas está em consolidar o MusicX como a ferramenta de music branding mais efetiva do mercado brasileiro. Para isso, além do crescimento da equipe de desenvolvimento, a empresa estará levando o experimento para mais lojas e também para outros segmentos que não apenas o varejo. Em fevereiro, inicia-se um estudo focado para o setor de bares e restaurantes com o objetivo de medir o impacto da música no consumo de determinados tipos de bebidas.
Com os resultados deste projeto, o próximo passo é desenvolver uma inteligência artificial que, a partir de inputs humanos, consiga entregar playlists mais assertivas baseadas também em dados reais e não apenas no gosto musical dos curadores, transformando a música de fato uma importante ferramenta de vendas.
Mais sobre o Bananas Music Branding
Fundada em 2013 por Juli Baldi e Rafael Achutti, em Porto Alegre, o Bananas Music Branding é uma agência especializada em curadoria e estratégia musical para marcas. Para elas, oferece a curadoria musical 360 º. Através deste serviço, cria e cuida da trilha sonora em todos os pontos de contato da marca, da loja física às redes sociais.
Hoje, a empresa, que conta com uma carteira de 20 clientes fixos, como Youcom, Gang, Ford, Ministério da Saúde, SOS Mata Atlântica e Shopping Iguatemi de Porto Alegre, entre outros, atende também em São Paulo.
O faturamento total, que deve saltar de R$ 60 mil, em 2014, para R$ 700 mil neste ano, sendo 60% deste valor vindos de trabalhos em mídia streaming, mostra que a agência, com investimento focado em conhecimento e tecnologia, está no caminho certo quando o assunto é music branding.