Vaga de estágio em Atendimento
A mLabs busca alguém alto-astral, esperto, que entenda do universo digital e seja heavy user de redes sociais para estágio em atendimento.
Requisitos:
– Mandar bem nas redes sociais.
Clique aqui e se candidate a vaga
Vaga de estágio em Atendimento
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O que as pessoas pensam ou o que as pessoas sentem?
Coincidiu de a minha coluna cair exatamente no Dia do Consumidor. Sim, hoje, 15 de março, é o Dia do Consumidor. E a primeira coisa que me veio a cabeça é o discurso predominante atualmente no mundo da comunicação e do marketing que afirma que devemos, sempre, nos lembrar de que o consumidor é uma pessoa. É gente. Como a gente.
Longe de ser só uma expressão ou conceito “modinha”, entender que o lado humano das relações comerciais (e de comunicação comercial por consequência) é muito importante tornou-se algo obrigatório e fundamental. E para entender gente temos que lembrar que pessoas são movidas por razão e emoção. O tempo todo! Toda hora!
Então eu pergunto: é mais importante saber o que as pessoas pensam ou o que as pessoas sentem?
Difícil responder…
Em seu capítulo sobre planejamento para o livro “Tudo que você queria saber sobre propaganda e ninguém teve paciência para explicar”, o grande e inesquecível mestre Julio Ribeiro afirma: “Depois de muitos anos e uma centena de pesquisas, tenho constatado que, em geral, as pessoas não sabem por que fazem as coisas, mas sabem como se sentem fazendo. Acho mesmo que a maneira como as pessoas se sentem fazendo determinada coisa é mais importante do que a coisa em si.”
Tendo a concordar com o mestre Julio Ribeiro. Compreender o que as pessoas sentem é mais importante do que tentar descobrir o que elas pensam. O lado mais humano, pessoal e próximo de um ser humano está ligado aos seus sentimentos. Conectar-se a seus sentimentos pode gerar muita empatia e engajamento.
Não por acaso ouvi recentemente que uma das métricas mais importantes e decisivas no mundo da comunicação e do marketing será, pasmem, o batimento cardíaco. Sim, o bater de nosso coração. Ele poderá ser medido através da Internet das Coisas (IoT), ou seja, através da troca de informações entre gadgets e, provavelmente um wearable (tecnologia vestível). Ao medir o batimento cardíaco das pessoas em determinadas situações e momentos podemos saber como elas estão se sentindo. E então entregar uma experiência mais bacana para esse consumidor…ops, para essa pessoa.
Dois outros conceitos têm muita relação com a questão de entender pessoas e atendê-las bem. Vejamos:
Dor(es) do consumidor – Todos temos conflitos e necessidades. Nossas dores. Trata-se aqui de descobrir e analisar o que aflige as pessoas em seu dia a dia, em seu cotidiano. De saber quais pequenos (ou grandes) conflitos uma marca/empresa/serviço/produto pode atenuar, evitar/prevenir ou mesmo resolver.
Pontos de paixão – trata-se exatamente de tentar descobrir e entender o que move as pessoas do ponto de vista emocional, subjetivo. O que elas amam? A que elas se entregam sem entender muito bem porque se entregam? Conectar-se aos pontos de paixão é tão ou mais decisivo de que atenuar ou resolver suas dores.
Em artigo para a Meio&Mensagem dessa semana, Gabriela Fernandez (estrategista da Today) escreve que “…um produto por si só pode não solucionar a necessidade do consumidor. Porque hoje a busca é por novas experiências.”
E mais a frente, no mesmo texto, também afirma: “Somos obrigados a deixar de lado a perspectiva racional, onde os resultados eram medidos com números de vendas e relatórios cheios de gráficos, para algo mais profundo. Estamos falando sobre mensurar sentimentos, percepções imediatas e frustrações.”
Bacana, né?! Eu curti muito. No fim fica mesmo a lição: temos que entender pra valer de gente. Temos que gostar de gente. Temos que pensar (e sentir) e propor um mundo para as pessoas. E isso passa pelo consumo, é óbvio.
Vaga de estágio na NTZ
A NTZ está abrindo processo seletivo para estágio
Confira os Pré-Requisitos:
Se você se encaixa neste perfil, mande seu currículo para contato@agenciantz.com.br
Verge – Parceria Estratégica comemora 10 anos de sucesso
Agência situada em Taubaté, com clientes em todo o Brasil e também no exterior, completa 10 anos em fevereiro de 2019 e comemora sucesso em coquetel com a presença de funcionários, clientes e parceiros!
Quantas histórias cabem em 10 anos? Em um levantamento feito pelos diretores da Verge – Parceria Estratégica, os números surpreendem e refletem o sucesso da empresa. Mais de 50 colaboradores entre os que já passaram e os mais de 20 que atualmente oferecem seus talentos todos os dias. No total são mais de 500 parceiros. Mais de 400 clientes e os trabalhos já bateram a marca dos 7.000.
Com 10 anos e uma inquietude que é marca registrada da agência as novidades mais recentes são o endereço atual, para o qual a agência se mudou há 1 ano, e as contas públicas, frutos da vitória em concorrências com importantes players do mercado publicitário – Prefeitura de Pindamonhangaba e CROSP (Conselho Regional de Odontologia de SP).
As duas contas agregam um novo segmento ao negócio que atende a clientes de varejo e que, desde o seu início, é especialista em comunicação corporativa, cuidando de clientes reconhecidos localmente como: Johnson&Johnson, Janssen, Basf e que trouxe para a região marcas como: AkzoNobel, Tintas Coral, Comgás, Drogaria São Paulo e Drogaria Pacheco, Zurich, dentre outros.
“A história da Verge mostra como o trabalho focado nos sorrisos, brilhos nos olhos e resultados de todos, atuando como um parceiro realmente estratégico, garante sucesso e solidez mesmo em um mercado tão desafiador como o do nosso país.” diz Thiago Alves, sócio diretor.
O coquetel para convidados ocorreu no Vivá Gastronomia e Eventos no dia 26.02.19