Marcas vencedoras

Marcas Mais, do Estadão e Troiano Branding, aponta os vencedores

Pesquisa, em sua segunda edição, agora de abrangência nacional, conta com 30 categorias

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Pelo segundo ano consecutivo, Estadão e Troiano Branding procuraram entender quais são as marcas mais envolventes e que mais engajam o consumidor. O ranking Marcas Mais, que chega a sua segunda edição com novidades, definiu, em 30 categorias analisadas (cinco a mais que em 2015), as marcas de produtos e serviços com as quais os consumidores demonstram maiores níveis de envolvimento. Clique aqui e conheça as Marcas Mais em suas 30 categorias em todas as regiões do País.

Para chegar ao resultado foi realizada pesquisa on-line com 11,5 mil pessoas em todo o Brasil. Os resultados foram apresentados hoje (quinta-feira, 30) em suplemento especial do jornal, além de revista com estudo completo vendida em banca e distribuída a mailing VIP. No portal Estadão.com, uma área traz detalhes e resultados do ranking.

Durante o mês de maio, foram ouvidas pessoas em todas as regiões, das classes A, B, C, de acordo com Critério Brasil da Associação Brasileira de Empresas Pesquisa (Abep). O estudo mediu e definiu, em quatro utilizou dez indicadores de avaliação entre eles: Níveis de conhecimento da marca; Padrão de preferência que demonstram em adquiri-la; Grau de rejeição que a marca evoca; Nível de associação da marca a três atributos-chave da categoria de negócios a que ela pertence. Com isso, identificaram-se as marcas de produtos e serviços com as quais os consumidores demonstram maiores níveis de envolvimento.

A definição das categorias e das marcas que foram auditadas no estudo foi uma escolha soberana dos editores do Estadão. As empresas vencedoras não têm qualquer relação com uma avaliação técnica dos produtos ou serviços que elas representam. A pesquisa é uma análise de natureza essencialmente da percepção entre marca e consumidores.

Metodologia – A análise foi gerada a partir de banco de dados, fruto de 11,5 mil entrevistas realizadas por método on-line em âmbito nacional. As entrevistas foram divididas da seguinte forma: 2,5 mil no Estado de São Paulo; 1,5 mil nos demais Estados do Sudeste; 3 mil no Nordeste; 2 mil no Norte e Centro-Oeste; e 2,5 mil no Sul.

Essa amostra de respondentes pertence às classes sociais A, B e C do Critério Brasil, com representantes dos dois sexos e diversas faixas etárias. No conjunto, a amostra se aproxima do próprio perfil da população com acesso à Internet. As entrevistas foram realizadas durante o mês de maio deste ano.

Os indicadores que essa metodologia proprietária da Troiano Branding utiliza há 20 anos envolvem: níveis de conhecimento da marca (top of mind; conhecimento espontâneo e conhecimento total, incluindo o que se obtém com o estímulo do próprio nome da marca); padrão de preferência que demonstram em adquiri-la. Seja como preferência principal ou preferência secundária; grau de rejeição que a marca evoca; nível de associação da marca a três atributos-chave da categoria de negócios a que ela pertence.

Com base nas respostas, o software distribuiu os consumidores consultados em cinco níveis distintos de envolvimento: Idealização, Preferência, Familiaridade, Rejeição e Desconhecimento. A combinação estatística desses níveis produz um índice para classificar a posição da marca no ranking publicado.

Fonte:Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

Coluna Branding: a alma da marca

Fee fixo é fim

arte arison colunaRecuperando o assunto Big Bang da propaganda, que trata da implosão do mercado da comunicação e sua reformatação, vimos que o modelo agenciador da publicidade contribuiu para a desvalorização da imagem do profissional de propaganda (https://valepublicitando.com/?p=5973). Hoje, trataremos do assunto finanças das agências.

Logo que saí da faculdade e iniciei minhas aventuras como empresário da comunicação me encantei pela ideia da remuneração por Fee fixo. Definir um valor que cobriria todos os múltiplos serviços que eram feitos dentro da agência, era claramente o sistema mais adequado para a remuneração do nosso negócio. Pensava ser um dinheiro seguro para a agência e sem dúvida controlável para o cliente.

A partir do Fee fixo era possível buscar a lucratividade com as outras duas fontes de remuneração previstas em lei e que estavam sendo auto-regulamentadas pelo nosso conselho de classe que na época se formava a galopes deixando a impressão de que seria a OAB do mercado publicitário.

Um pouco de experiência fez a Alice sair do mundo imaginário e voltar para a realidade, rapidamente percebi que nem o Fee fixo nem nossa auto-regulamentação eram assim tão vantajosas à essa grande maioria de agências.

No mercado das pequenas e médias agências, a sonhada lucratividade vinda do investimento em mídia e produção de terceiros, passa a ser concorrente do saboroso Fee fixo.

Vou explicar melhor:

Pegando como exemplo que o varejo no mercado interiorano, em quase sua totalidade, necessita do dinheiro pago em Fee para o investir em mídia e em produção de materiais de propaganda. Quando isso acontece o cliente passa a questionar o trabalho da agência, taxando-a de intermediadora com insinuações como: “Por que preciso pagar essa comissão, se já pago um fixo?”

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Na verdade, ele sabe o porque, e também conhece o combinado, só não está tendo coragem de dizer: “Eu não tenho dinheiro para pagar o Fee e a mídia!” Mas a agência escravizada pelo dinheiro do Fee não reage à esta desconfiança dando uma resposta vaga ao cliente, que normalmente não cola e exige dele um esforço para pagar a comunicação.

As agências de publicidade para dirimir à desconfiança, passam a multiplicar os serviços oferecidos internamente para justificar a remuneração fixa e então temos o problema escancarado.

O fato é que o novo mercado da comunicação exige muito mais de uma agência. Hoje, um atendimento, um diretor de arte, um redator e mídia, previstos nos livros de comunicação como serviços internos não são suficientes.

Vemos profissionais de UX, pesquisas, psicólogos, jornalistas, gestores de eventos, TI, mídias sociais, audiovisuais e muitas outras áreas presentes nas estruturas das agências, para o desenvolvimento de um serviço diferenciado e de qualidade, na atualidade.

Isso custa o Fee e, às vezes, mais do que ele!

Dessa forma, três caminhos naturais são encontrados pelos empresários da pequena propaganda: os estagiários, o aumento da carteira de clientes ou a terceirização.

A primeira resposta óbvia do empresário de agências é o de baixar custos internos, isso faz com que a agência contrate estagiários com intuito de formá-los alinhando custos. Esse caminho exige um grande esforço do empresariado no treinamento e, mesmo assim diminui a qualidade diferencial do serviço. Sem contar que este funcionário quando formado e barateado é o maior desejo de seus concorrentes, criando no mercado a prática do alto giro de colaboradores.

Se não dá para cortar tem que entrar mais, e o investimento na prospecção transformam as agências, em muitos casos, na famosa pastelaria! Padronizam-se os serviços e se trabalha em linha de produção e o resultado é a baixa fidelização de clientes e alto giro de profissionais de criação e atendimento, dificultando a construção da imagem de marca da agência.
É aí que entra a terceira via, da terceirização! Se no primeiro momento esta prática parece aumentar os custos do cliente, é, para mim hoje, o único caminho viável que ainda pode acontecer.

É preciso mudar o Fee fixo da agência para uma espécie de Retainer Fee ou Success Fee que só cobrem os atendimentos e planejamento. Mas, que remunera a agência por projetos, em valores específicos por serviço ou resultado, negociados para que a agência possa adaptar cada serviço de acordo com seus custos internos.

Neste caso até o honorário sobre serviço de terceiro ou o percentual de desconto padrão podem entrar em negociação junto ao cliente. O que vale é o serviço prestado e o serviço prestado tem valor.

Por fim deixo claro que o Fee Fixo, não é vantajoso nem para o cliente. Pois, pelos motivos acima apresentados a agência fica impossibilitada de questionar os serviços solicitados pelo cliente, pois lhe falta coragem para se posicionar como representante da comunicação. O que transforma a agência muito mais em pedreiro de ideias do que arquiteto de projetos de propaganda.

Agência passa por rebrand

Rebrand da WEB4

Atuando há mais de 8 anos no mercado de marketing e publicidade,a Agência Web4br passou por um processo de rebrand, uma reinvenção da marca.

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Liderada pelo gerente nacional da marca, Márcio Amaral, a equipede criação passou por várias reuniões de brainstorm até chegar a um novo conceito e uma nova identidade: Web4 Comunicação.

A empresa hoje é completa e atende todas as áreas da comunicação, segmentando o atendimento em quatro matrizes de trabalho para que esse seja otimizado de acordo com o perfil do projeto: soluções para web, branding, social media e otimização.

Saiba mais sobre a marca e as matrizes de atuação no site: www.web4comunicacao.com

Popai Brasil na Brazil Promotion

Brazil Promotion fecha parceria com Popai Brasil

14ª edição da feira acontece entre 2 e 4 de agosto em São Paulo

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Faltam menos de dois meses para a 14ª edição da Brazil Promotion – Live Marketing e Retail, que ocupará o Transamérica Expo Center, entre os dias 2 e 4 de agosto, preparada para levar ao público as soluções mais criativas e avançadas tecnologicamente para campanhas promocionais e de varejo, além do trade de eventos.

Conhecida como a maior feira de marketing promocional da América Latina e grande inspiradora de tendências, o evento está cheio de novidades e lançamentos com foco no mercado corporativo. Além disso, a organização da feira estabeleceu parceria com a Popai Brasil – The Global Association for Marketing and Retail.

Dois grandes eventos da instituição acontecerão dentro da Brazil Promotion: a 16ª edição do Prêmio Popai Brasil 2016, única premiação a reconhecer os mais criativos projetos de visual merchandising, ações promocionais no ponto-de-venda e arquitetura comercial; e o Seminário Internacional de Marketing no Varejo (SIM Varejo 2016), com foco no tema “PDV de Performance”, abordando ações de desempenho eficaz no Varejo (a grade completa será apresentada em breve). Além das palestras do Popai, será realizado simultaneamente o Seminário Promo Tendências – promovido em parceria com a Associação de Marketing Promocional e Live Marketing (AMPRO). Clique AQUI para ver a programação completa.

A Brazil Promotion tem se consolidado cada vez mais como uma feira voltada para soluções de marketing promocional e live marketing para o mercado corporativo. Em razão disto, empresas como Netshoes, Vivara, Faber-Castell, Pepsico, Swarovski, BIC, Oxford, Nadir Figueiredo, Copa, Fom, Samsonite, se juntaram aos 240 expositores que já enxergam a personalização de produtos como um recurso efetivo nas ações promocionais.

“A cada ano a Brazil Promotion vem se fortalecendo como importante canal de negócios e trazendo relevantes marcas, produtos e serviços para nossos visitantes. Nosso compromisso e empenho são para que as ações envolvam os consumidores em um ambiente lúdico, repleto de interações e experiências ao vivo que contribuam para as estratégias de branding das empresas, conta Auli De Vitto, CEO da Forma Promocional, idealizadora do evento.

Visitação – A visitação à feira é gratuita. Os interessados devem realizar o pré-credenciamento no site www.brazilpromotion.com.br. No dia do evento, basta retirar o crachá de acesso na recepção. Não é permitido o acesso para menores de 18 anos, mesmo que acompanhados pelos responsáveis.

Auli De Vitto, CEO da Forma Promocional

Auli De Vitto, CEO da Forma Promocional

Edição da feira em 2015

Edição da feira em 2015

SERVIÇO

Brazil Promotion – Live Marketing and Retail 2016

Data: 2 a 4 de agosto

Horário: 13h às 20h

Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – São Paulo – SP

Mais informações sobre a feira: www.brazilpromotion.com.br

Mais informações sobre a Forma Promocional – Empresa especializada em guias, sites e feiras de negócios corporativos voltados para o setor promocional e Live Marketing. Seu mailing abrange mais de 190 mil profissionais previamente cadastrados, incluindo os principais segmentos de mercado em todo o país. Publica o Guia Free Shop Marketing Promocional há 32 anos e também do Guia Free Shop Preview. Além dos guias impressos e digitais, a Forma Promocional se dedica com sucesso à promoção e organização de feiras e seminários especiais. É promotora e organizadora da feira Brazil Promotion, maior evento de marketing promocional da América Latina, que ocorre anualmente no segundo semestre, em São Paulo. Também é responsável pelo Brazil Promotion Day, versão itinerante da Brazil Promotion, que abrange todos os anos, diferentes praças com alto potencial de contratação de produtos e serviços promocionais.

Fonte:Lucia Faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira