Márcio Garcia, ator renomado da TV brasileira, motiva estudantes a participarem do “Prêmio NaMoral – Jovens Talentos”

Prêmio voltado para jovens universitários e recém-formados tem inscrições abertas até outubro e promove a prevenção primária à corrupção

O ator Márcio Garcia fala sobre a procura de virtudes e valores essenciais buscados na proposta do “Prêmio NaMoral – Jovens Talentos” – Crédito: Divulgação

O ator Márcio Garcia, famoso por suas atuações em novelas e filmes brasileiros, é um dos apoiadores do Prêmio NaMoral – Jovens Talentos. Idealizado pelo Projeto NaMoral do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) em parceria com a APP Brasil, o prêmio busca fomentar a produção de conteúdos publicitários e pedagógicos para redes sociais, com o objetivo de promover a integridade, ética e cidadania na luta contra a corrupção. Os vencedores concorrem a prêmios de R$ 25 mil a R$ 15 mil e terão suas campanhas e produtos veiculados no início de 2025. Confira o vídeo através do link.

Para Márcio Garcia, estudantes criativos e inovadores desempenham um papel crucial na transformação da sociedade. O ator destaca que o “Prêmio NaMoral – Jovens Talentos” busca justamente incentivar propostas que promovam virtudes e valores fundamentais, como generosidade, honestidade e justiça, e é por essa transformação social que ele se engaja. “Estou sempre disposto a apoiar ideias que possam ajudar a transformar nossa nação, e uma dessas iniciativas é o Prêmio de Comunicação NaMoral Jovens Talentos”, afirma o ator.

A escolha do tema “Esperto mesmo é ser honesto” para o “Prêmio NaMoral – Jovens Talentos” visa, por meio da comunicação, convidar as pessoas a adotarem atitudes e comportamentos íntegros, para que juntos, como família de brasileiros, possamos combater a corrupção. Além disso, a APP Brasil e o Projeto NaMoral pretendem incentivar a construção de um ecossistema de integridade, promovendo a participação da sociedade em ações que contribuam para a transformação social.

Os alunos que desejam participar do prêmio podem inscrever suas peças nas categorias podcast, aplicativo ou jogo, história em quadrinho (HQ), campanha de mídia social, trends virais para redes sociais no formato de vídeo e jogos de tabuleiro educacionais. Podem se inscrever jovens universitários regularmente matriculados em uma instituição de Ensino Superior e jovens formados entre 2022 e 2024.

Serviço – Inscrições gratuitas e abertas

Data: 10 de junho a 31 de outubro

Tema: Esperto mesmo é ser honesto

Acesse o Site 

Sobre o NaMoral

O NaMoral é um projeto nacional de educação para a integridade, criado pelo MPDFT para difundir o conceito de cidadania plena, o valor da integridade e colaborar na formação de cidadãos responsáveis. Por meio de metodologias ativas, participa da formação de crianças e jovens para a integridade, compreender destacando a importância de suas escolhas individuais e seu papel no bem estar social na construção de uma sociedade mais justa, equânime e solidária.

Fonte: Agência ERA® – Mariana Cruz

A revolução das personas sintéticas e o futuro do branding

Por Alex Espinosa*

No cenário atual de rápidas transformações tecnológicas, uma inovação promete revolucionar o mundo do branding e do design: as personas sintéticas. O conceito está redefinindo a maneira como entendemos e interagimos com o público-alvo, abrindo um novo horizonte de possibilidades para estratégias de marca.

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

É comum que surja o questionamento: o que são exatamente essas personas sintéticas? Elas representam ferramentas inteligentes capazes de simular comportamentos humanos com uma precisão surpreendente. Essas entidades virtuais projetam indivíduos ou grupos específicos, replicando suas características, preferências e ações. Alimentadas por vastos conjuntos de dados e algoritmos avançados, as personas sintéticas nos permitem prever comportamentos, testar hipóteses e refinar estratégias de marca de forma inovadora e eficiente.

A transformação que essa tecnologia traz para o setor de branding é multifacetada, já que possibilita a criação de gêmeos digitais dos consumidores, oferecendo insights sobre suas necessidades e desejos. Isso permite que as marcas testem múltiplas hipóteses simultaneamente, minimizando riscos e acelerando a inovação das empresas.

Além disso, as personas sintéticas colocam o consumidor no centro do processo de design, conferindo conceitos e avaliando cenários de forma dinâmica e orientada por dados. O reflexo do real é capaz de criar um mundo virtual, onde é possível prever comportamentos futuros e testar diferentes estratégias de marca. Assim, os resultados vão desde a personalização em massa das experiências do consumidor até a otimização de recursos de marketing com base em simulações complexas.

O conceito chega a um patamar ainda mais fascinante, podendo gerar agentes autônomos de IA avançados, com memória para planejar e recursos para agir, promovendo um ciclo contínuo de refinamento estratégico e satisfação. Essas entidades podem aprender e evoluir com cada interação. Um ecossistema de marca onde as personas sintéticas dialogam entre si, criando um ambiente dinâmico de aprendizado contínuo, permite o encontro rápido de padrões e insights que seriam impossíveis de se obter por meio de métodos tradicionais. A capacidade desses agentes em processar e analisar dados em tempo real abre portas para um branding adaptativo, onde as estratégias podem ser ajustadas instantaneamente em resposta às mudanças no mercado ou no comportamento do consumidor.

Entretanto, é crucial abordar essa tecnologia com cautela e responsabilidade. Embora ofereça insights valiosos, a pesquisa com usuários sintéticos não deve substituir a interação com pessoas reais. A interpretação dos dados gerados por IA tem limitações, especialmente quando se trata de capturar nuances emocionais e reações humanas complexas. Assim, é fundamental implementar auditorias algorítmicas e diretrizes éticas rigorosas para garantir o uso responsável e imparcial da ferramenta.

As personas sintéticas representam uma solução poderosa para o arsenal do profissional de branding moderno. Elas nos permitem navegar pelo futuro do design com maior precisão e eficiência. Ao abraçar essa inovação de forma criteriosa, experiências de marca mais significativas, relevantes e impactantes são alcançaveis, elevando o potencial criativo das equipes e, transformando a conexão com o público-alvo.

*Alex Espinosa é sócio e Head de Inovação da CBA B+G, com experiência em marketing e inovação em empresas como Pepsico e Danone. O especialista se dedica a incentivar coporações a desenvolverem estratégias inovadoras para crescer e gerar valor.

Vaga de estágio em criação/mídias sociais

Estagiário de Criação – Mídias Sociais

A vaga: A empresa busca um estagiário disposto a se desenvolver na área de criação, com perfil analítico, pró-ativo e responsável, para fazer parte do departamento de marketing do Grupo Rago. É imprescindível que o profissional goste de desafios e trabalhar em equipe.

Local de Trabalho: Híbrido – Pindamonhangaba

Atribuições:

  • Criação de artes visuais para redes sociais (Facebook, Instagram, LinkedIn, TikTok, etc.) de acordo com o planejamento estratégico e a identidade visual da marca;
  • Desenvolver conceitos criativos e colaborar no planejamento de campanhas publicitárias, criando peças que sejam visualmente atraentes e eficientes;
  • Apoiar na edição de vídeos e criação de materiais gráficos para diferentes plataformas digitais (posts, banners, infográficos, etc.);
  • Auxiliar na adaptação de conteúdos para diversos formatos e mídias, como stories, carrosséis, vídeos curtos e publicações estáticas;
  • Trabalhar em equipe com o time de social media e redatores para garantir a harmonia visual e textual nas campanhas;
  • Manter-se atualizado sobre tendências de design, tipografia, cores e ferramentas de criação;
  • Participar da criação e gestão de materiais gráficos institucionais e promocionais (impressos e digitais);
  • Sugerir melhorias para o design de campanhas e ajudar na evolução contínua da identidade visual da marca.

Requisitos:

  • Estar cursando Publicidade e Propaganda, Marketing, Comunicação Social ou áreas correlatas;
  • Excelente escrita e comunicação;
  • Interesse por tendências de marketing digital e redes sociais;
  • Ser proativo(a), organizado(a) e disposto(a) a aprender com um time dinâmico;
  • Conhecimento básico em Facebook Ads e Instagram Ads será um diferencial;
  • Habilidades com Canva, Pacote Adobe ou ferramentas de design gráfico são bem-vindas.

Oferecemos:

  • Informar pretensão Salarial;
  • Oportunidade de crescimento e efetivação;
  • Flexibilidade de horário (modelo híbrido ou remoto);
  • Participação em projetos inovadores de marketing digital.

Televisão, redes sociais e sites de jornais são os meios mais populares para acessar notícias, diz YouGov

TV segue no topo, com 63,7% dos brasileiros afirmando usá-la para se informar

Em plena era digital, a televisão continua sendo a mídia mais popular para consumo de notícias no Brasil, de acordo com a multinacional de pesquisa de mercado on-line, YouGov. Dados da YouGov Profiles mostram que 63,7% disseram ter usado a TV para se informar sobre histórias locais, nacionais e internacionais relevantes. A porcentagem ainda é estatística e substancialmente maior do que a registrada no segundo canal mais popular, as redes sociais, com 53,8%. Essas são as únicas mídias que são usadas regularmente por mais da metade dos adultos entrevistados.

É importante observar que a preferência por determinadas mídias varia de acordo com certas características demográficas. Por exemplo, no contraste por gênero, as mulheres são estatisticamente mais propensas a usar tanto a TV (67,3%) quanto as redes sociais (58%) para obter informações, em comparação com os homens (59,9% e 49,3%, respectivamente). Os homens, entretanto, tendem a preferir sites de notícias on-line com mais frequência (57,6% vs. 52,9% para as mulheres brasileiras).

O estudo também destaca que os brasileiros com idade entre 45 e 54 anos e aqueles com mais de 55 anos tendem a assistir a notícias na TV com mais frequência do que os jovens entre 18 e 24 anos (69,5% e 74,1%, vs. 49,3%). Na verdade, os jovens em geral tendem a dizer que são informados com menos frequência por praticamente todas as mídias observadas. Eles são semelhantes a outras faixas etárias apenas em sua preferência por blogs e newsletters (usados por cerca de 16% dos entrevistados em todas as faixas etárias).

Rede Globo no topo, tanto na TV quanto nas redes sociais, para consumo de notícias no Brasil

Ainda de acordo com os dados da Profiles, o canal mais assistido pelos brasileiros que se informam sobre notícias pela TV é a Rede Globo. De acordo com a plataforma, quase sete em cada 10 pessoas desse nicho (69,8%) acessaram a emissora pelo menos uma vez nos últimos 30 dias. RecordTV e Band também registram percentuais que se aproximam da preferência de metade da população adulta pesquisada (49,2% e 44,1%, respectivamente). O Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) aparece em quarto lugar.

Algo semelhante acontece com as redes sociais. As plataformas mais usadas pelos brasileiros que recebem notícias por meio desses aplicativos são o Instagram (do qual 83,1% desse nicho da população são membros), o Facebook (76,6%) e o YouTube (69,7%). Muito atrás na preferência, já que são usados por menos da metade dos brasileiros que assistem a notícias nas redes sociais, estão o TikTok (do qual 46,3% desse público são membros) e o LinkedIn (34%).

É importante observar que os brasileiros que consomem suas notícias na TV ou nas mídias sociais, em comparação com a população em geral, tendem a preferir essas plataformas com mais frequência. Por exemplo, enquanto 69,8% das pessoas que recebem notícias na TV assistiram à Rede Globo nos últimos 30 dias, o número é menor em nível nacional, 56,1%. Entre os que recebem notícias das redes sociais, 83,1% são membros do Instagram. Entre o público em geral, o número é de 73,9%.

Digital versus tradicional: diferenças nos hábitos de consumo de notícias

Os dados da Profiles sugerem ainda que os brasileiros têm atitudes e comportamentos diferentes ao consumir notícias, dependendo se as recebem de canais digitais ou da mídia tradicional. Por exemplo, 43,7% das pessoas que consomem notícias pela TV, rádio ou publicações impressas dizem que confiam que os jornais publiquem a verdade. O número é estatisticamente mais baixo, 40,8%, entre aqueles que se informam em sites de notícias, aplicativos, podcasts, redes sociais e similares.

Os brasileiros que preferem a mídia tradicional também são mais propensos a dizer que confiam mais nos jornais estabelecidos do que nos tabloides, em comparação com aqueles que preferem canais digitais (39,2% vs. 36,9%, respectivamente). Da mesma forma, os brasileiros que obtêm suas informações da TV e similares tendem a dar mais importância ao histórico da mídia: 45,8% dizem que confiam na mídia com um histórico de objetividade, em comparação com apenas 43,5% entre os que preferem a mídia digital.

Por outro lado, os brasileiros que preferem a mídia tradicional são estatisticamente menos propensos a considerar as notícias de jornal com certo nível de ceticismo. Em comparação com aqueles que obtêm suas informações por meio de canais digitais, eles também têm menos probabilidade de acreditar que a mídia publica apenas um lado da história. Os dois grupos são mais ou menos iguais na opinião de que as notícias devem incentivar o debate, na lealdade aos canais de notícias preferidos e na expectativa de que, com frequência, há algum nível de viés político na mídia.

Fonte: Impulsione Comunicação