Omnicom Media lança mapa sobre as transformações da publicidade no país

Estudo proprietário revela como a IA, o crescimento do retail media, a jornada híbrida, o consumo fluido de vídeo e o ecossistema de influência moldam a eficiência dos negócios das marcas em um cenário de publicidade guiada por dados

A Omnicom Media, por meio de sua unidade de inteligência OM Market Intelligence, anuncia o lançamento da edição 2026 do Brazil Media Landscape. O estudo proprietário oferece uma visão abrangente sobre o ecossistema de mídia e publicidade no Brasil, apresentando uma evolução histórica dos últimos anos, consolidando as movimentações de 2025 e incorporando as análises estratégicas do primeiro trimestre de 2026 para os principais canais de comunicação. O relatório baseia-se em dados e projeções da própria unidade, publicados entre 2025 e março de 2026, além do mapeamento de tendências globais e de artigos publicados no Brasil por empresas especializadas e veículos de mídia.

O report funciona como uma bússola para as marcas alinhada aos parâmetros globais da rede, detalhando como o mercado brasileiro se posiciona como um polo essencial de inovação e engajamento em um ano repleto de grandes marcos culturais, esportivos e políticos.

“O Brazil Media Landscape 2026 oferece a leitura estratégica necessária sobre como o Brasil se posiciona no centro das mudanças globais da mídia. Compreender um mercado que consome redes sociais, mídias urbanas e formatos de vídeo de maneira tão intensa e acima das médias internacionais é o ponto de partida obrigatório para transformar inovação de mídia em crescimento real de vendas direto para o negócio dos nossos clientes”, afirma Diogo Mattos, head de Analytics da Omnicom Media.

Para dar suporte a essa visão, o levantamento também aponta 6 grandes transformações mapeadas pelo estudo, que servem como diretrizes estratégicas fundamentais para orientar o crescimento das marcas nos próximos anos:

1. Algoritmos e IA redefinem a descoberta de marcas

O mercado vive a fase inicial de uma onda transformadora impulsionada por IA generativa e assistentes virtuais baseados em agentes. Em um cenário de estabilização nas métricas de crescimento tradicionais do e-commerce e da audiência, a disputa pela atenção do público tornou-se ainda mais acirrada. Como o comportamento de busca mudou, as marcas precisam construir estratégias de contexto dinâmico para se manterem relevantes frente a algoritmos que moldam o consumo em tempo real.

2. O ecossistema social como novo motor de negócios

O Brasil consolidou-se como um dos maiores mercados de influência do mundo, movimentando cerca de R$ 20 bilhões por ano com uma base crescente de criadores ficando atrás somente dos EUA. Redes sociais operam hoje como motores de busca e decisão: 48% dos brasileiros já compraram itens descobertos no Instagram, e metade dos usuários já se interessaram por anúncios de influenciadores no TikTok. Esse amadurecimento ganha força com o shoppertainment, impulsionando verticais de comércio integradas.

3. A fluidez do vídeo: do formato vertical à revolução da TV 3.0

Apesar da fragmentação da audiência linear, a TV aberta mantém um forte alcance de massa. O meio se renovará em junho de 2026 com a estreia da TV 3.0 na Copa do Mundo, unindo a transmissão aberta à internet para anúncios personalizados em tempo real. Simultaneamente, os formatos verticais mobile e as TVs conectadas (CTV) avançam com crescimento anual de faturamento publicitário projetado de 22,5% até 2029. O streaming já dita o ritmo: 44% dos espectadores afirmam que a CTV já transformou permanentemente seus hábitos de assistir TV.

4. Modelos híbridos, a expansão do DOOH e o papel dos grandes eventos

Com 2/3 dos consumidores adotando jornadas híbridas, a integração de experiências ganha força nos megaeventos urbanos, como o Carnaval de Salvador (12 milhões de foliões em 2026) e o réveillon de Copacabana (2,6 milhões). Esse fluxo também impulsionou o investimento em mídia exterior (OOH), que cresceu 13% em 2025, puxada pelo formato digital (DOOH), que já representa 80% do share do setor. Esse cenário híbrido conecta ativações de rua, consumo de conteúdo e retail media de ponta a ponta.

5. O Papel fundamental do retail media

O retail media desponta como o canal de expansão mais acelerada: seu investimento deve mais do que triplicar no Brasil até 2029, atingindo 20,1% do bolo digital. Líderes como o Mercado Livre impulsionam a tendência.

6. O Brasil diante do cenário global de mídia

O Brasil ocupa o primeiro escalão internacional ao se posicionar em nono lugar entre as maiores economias publicitárias mundiais, atingindo R$ 104,8 bilhões em 2025. Contudo, o mercado nacional destaca-se pela forte orientação social e visual em relação à média global: as redes sociais abocanham 47% (contra 36% global).

“Ao mapear essas transformações, o Brazil Media Landscape 2026 mostra que o sucesso das marcas dependerá do equilíbrio entre inteligência de dados e conexão cultural. Em um mercado de jornadas tão fluidas quanto do brasileiro, o futuro exige ir além de fórmulas prontas, traduzindo inovação tecnológica em valor real e resultados de negócios inteiramente mensuráveis”, conclui Mattos.

Fonte: Giusti Comunicação

Patrocínio deixa de ser vitrine de marca e se consolida como plataforma de negócios

Discussões no Sponsors Day, promovido pela APBR, apontam as tendências de mudanças no papel das marcas, crescimento da profissionalização do setor, maior cobrança por resultados, reputação e conexão com públicos

O mercado de patrocínios passa por uma reestruturação, onde as marcas buscam mais do que ampliar visibilidade, mas também projetos capazes de gerar relacionamento, reputação, engajamento e resultados de negócio. A avaliação foi um dos destaques da mais recente edição do Sponsors Day, promovido pela Associação Patrocínio Brasil (APBR), que reuniu profissionais e especialistas para discutir a evolução do setor, os novos critérios que orientam os investimentos e os desafios para consolidar o patrocínio como uma plataforma estratégica de geração de valor.

Com o tema “O Mundo do Patrocínio”, o encontro apresentou um panorama sobre a transformação do mercado no Brasil e no exterior, marcado pelo crescimento dos investimentos, pelo fortalecimento das leis de incentivo e pela profissionalização das estratégias de patrocínio. Ao longo da programação, os participantes acompanharam uma análise sobre a trajetória do setor nas últimas décadas e sobre a mudança no papel das marcas, que deixaram de atuar apenas em busca de exposição para utilizar o patrocínio como ferramenta de posicionamento, relacionamento, reputação e negócios.

A apresentação foi conduzida pelo presidente da APBR, Adauto Gudin, e pelo vice-presidente de Marketing da entidade, Roque A. Horta de F. Mendes, que destacaram como o patrocínio vem ganhando relevância dentro das estratégias corporativas à medida que cresce a cobrança por resultados mais concretos e alinhados aos objetivos das empresas. Nesse cenário, o encontro reforçou que a escolha de projetos patrocinados passa, cada vez mais, pela capacidade de gerar valor para a marca e estabelecer conexões consistentes com diferentes públicos.

Entre os principais pontos debatidos esteve a definição dos territórios estratégicos de atuação das marcas. Os especialistas abordaram como áreas como esporte, cultura, impacto social e negócios se consolidam como ambientes capazes de criar conexões relevantes, desde que estejam alinhados à estratégia da empresa e ao posicionamento que ela deseja construir.

Outro eixo central da discussão foi a ativação de patrocínios. Mais do que associar a marca a um evento, projeto ou propriedade, os palestrantes destacaram a necessidade de transformar esse investimento em experiências, conteúdo e relacionamento, ampliando o engajamento dos públicos antes, durante e após cada ação patrocinada.

A mensuração de resultados também esteve entre os destaques do Sponsors Day. A programação abordou indicadores que extrapolam o retorno financeiro e incluem métricas ligadas à reputação, influência, reconhecimento de marca, relacionamento e geração de valor no longo prazo, reforçando que a avaliação de um patrocínio exige a combinação entre dados quantitativos e qualitativos.

Como exemplo da transformação do setor, a Fórmula 1 foi apresentada como um case de reposicionamento estratégico. A categoria ampliou sua relevância global ao investir em produção de conteúdo, experiências para o público, presença digital e inteligência de dados, tornando-se referência para propriedades esportivas e patrocinadores que buscam ampliar valor e conexão com suas audiências.

O Sponsors Day também abriu espaço para reflexões sobre temas que devem orientar o futuro do setor, como governança, compliance, ESG, uso de dados, inovação e a integração entre estratégia de marca e estratégia de negócios. A discussão reforçou que o patrocínio vem deixando de ser apenas uma ferramenta de comunicação para se consolidar como um ativo estratégico capaz de impulsionar posicionamento, relacionamento e desenvolvimento econômico.

“O patrocínio está passando por um processo de amadurecimento. As marcas estão cada vez mais atentas à capacidade de gerar conexão, reputação, resultado e valor de longo prazo, e isso exige uma atuação mais estratégica, profissional e integrada aos objetivos de negócio”, afirma Adauto Gudin, presidente da APBR.

Segundo Gudin, o Sponsors Day busca justamente contribuir para esse avanço do mercado. “Nosso objetivo é ampliar o debate sobre o papel do patrocínio no ambiente de negócios, compartilhar conhecimento e estimular uma visão cada vez mais qualificada sobre como marcas, propriedades e organizações podem construir valor a partir dessa plataforma”, completa.

Sobre o Sponsors Day APBR | Patrocínio em Movimento

Voltado à executivos de marcas patrocinadoras, detentores de direitos, clubes, federações, eventos, projetos culturais, esportivos, sociais e ambientais, agências, consultorias, plataformas e profissionais que atuam na estratégia, comercialização, ativação, gestão e mensuração de projetos de patrocínio.

Sobre a APBR

A Associação Patrocínio Brasil (APBR) reúne profissionais e empresas patrocinadoras, instituições, agências, veículos de mídia, proponentes e detentores de direitos ligados a patrocínios culturais, esportivos, sociais e de negócios em todo o país. Com a missão de inspirar, conectar e desenvolver o setor, a entidade atua na profissionalização do mercado por meio de iniciativas de educação, informação e geração de negócios, promovendo o reconhecimento da excelência e a disseminação das melhores práticas em patrocínio. Ao estimular o pensamento inovador e valorizar ativações estratégicas, a APBR também contribui para formar a próxima geração de profissionais de marketing, fortalecendo o papel do patrocínio como ferramenta relevante de conexão entre marcas e públicos.

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São José recebe encontro de negócios e apresenta ‘Circuito Serra, Fé e Mar’ ao trade turístico

Evento no Aeroporto Internacional de São José dos Campos reúne agentes de viagens e profissionais do setor para divulgar roteiro integrado de 16 cidades do Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira, Vale da Fé e Litoral Norte

São José dos Campos recebe, no próximo 2 de julho, o 1º Encontro de Negócios do Circuito Serra, Fé e Mar, evento que marca a apresentação oficial do novo roteiro turístico regional a agentes de viagens, operadoras e profissionais do setor convidados. Promovida pelo Destination SJC e pelo SJK AIRPORT, a atividade será realizada a partir das 9h, no Aeroporto Internacional de São José dos Campos, com rodada de negócios, apresentações institucionais e networking.

Mais do que divulgar atrativos isolados, o encontro nasce com a proposta de apresentar ao mercado um novo produto turístico integrado, capaz de conectar algumas das principais vocações da região: turismo religioso, montanha, natureza, litoral, gastronomia, cultura e negócios.

Lançado em 2025, o Circuito Serra, Fé e Mar reúne 16 municípios da Serra da Mantiqueira, do Vale do Paraíba, do Litoral Norte e Vale da Fé em uma estratégia conjunta para ampliar o tempo de permanência dos visitantes, aumentar o gasto médio dos turistas e fortalecer a promoção regional de forma coordenada.

A proposta parte de um diagnóstico comum ao setor: hoje, grande parte dos visitantes chega à região motivada por um único destino ou experiência — como a Basílica de Aparecida, as praias do Litoral Norte, o clima de montanha de Campos do Jordão ou compromissos corporativos em São José dos Campos. O circuito busca mudar essa lógica, estimulando a criação e a venda de roteiros combinados, que mostrem ao visitante a possibilidade de viver diferentes experiências em um mesmo território.

Na prática, a ideia é que quem viaja até Aparecida possa incluir Campos do Jordão ou Cunha no mesmo percurso; que o visitante que chega a São José dos Campos a trabalho tenha motivos para estender a viagem até São Francisco Xavier, o Litoral Norte ou cidades históricas da região; e que turistas de praia também sejam apresentados à oferta de turismo religioso, cultural e de natureza do interior do Vale do Paraíba.

Por dentro do Circuito Serra, Fé e Mar

O Circuito Serra, Fé e Mar reúne municípios da Serra da Mantiqueira (Campos do Jordão, Santo Antônio do Pinhal e São Bento do Sapucaí), do Vale do Paraíba (São José dos Campos, Jacareí, Taubaté, Pindamonhangaba e Paraibuna), do Litoral Norte (Caraguatatuba, São Sebastião, Ubatuba e Ilhabela), e do Vale da Fé (Aparecida, Guaratinguetá, Cunha e Lagoinha).

Juntas, essas cidades recebem cerca de 26 milhões de visitantes por ano. A articulação entre poder público, aeroporto, entidades e empresários do setor quer aproveitar esse fluxo já consolidado para transformar a região em um destino de experiências múltiplas, com mais permanência, menos sazonalidade e maior circulação de turistas entre os municípios ao longo do ano.

Entre as metas estão o aumento do tempo médio de permanência do turista de dois para cinco dias, a ampliação do tíquete médio, a qualificação dos serviços e a inclusão do Circuito Serra, Fé e Mar nos catálogos de agências e operadoras do Brasil e do exterior.

Segundo o presidente do Destination SJC, Maurício Guisard, o circuito responde a uma visão mais contemporânea de turismo, baseada na integração entre cidades e no fortalecimento da economia regional.

“O olhar regional é parte do nosso trabalho. São José é um hub estratégico, e quando alguém visita cidades do Circuito Serra, Fé e Mar, São José também ganha, porque essa circulação movimenta a nossa rede hoteleira, a gastronomia, os serviços e toda a cadeia do turismo”, afirma.

Novos destinos e roteiros

A programação do 1º Encontro de Negócios Serra, Fé e Mar foi desenhada para aproximar agentes de viagens, operadoras, gestores públicos, hotéis, atrativos, receptivos e empresários do setor em um ambiente voltado à geração de oportunidades comerciais. A proposta é apresentar o circuito de forma prática e vendável, conectando destinos, fornecedores e profissionais que podem transformar o roteiro em novos pacotes e experiências para o mercado.

Entre os expositores, estão Accor Hotéis, AEX Tour, Atrio Hotéis, Figueira Pousada Boutique, Louvre Hotels Group, Hampton Inn by Hilton, Ibis Styles, Nacional Inn, Parque Três Pescadores, Rainha Hotéis e Vila Inglesa.

O secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico de Campos do Jordão, Fábio Izar, destaca o evento como um marco importante na estratégia de comercialização do circuito.

“Esse encontro representa a primeira grande apresentação do Serra, Fé e Mar ao trade de São José dos Campos e reforça um movimento que tem crescido muito: a promoção da região de forma integrada, conectando destinos que já são fortes individualmente, mas que ganham ainda mais força quando apresentados em conjunto”, afirma.

“Estamos falando de uma região que concentra quase 60% do fluxo turístico paulista e que agora passa a se organizar como produto integrado”, completa ele.

Izar também ressalta o papel do Aeroporto Internacional de São José dos Campos como porta de entrada estratégica do circuito. Além da localização estratégica, o terminal proporciona uma experiência mais fluida ao passageiro, com processos rápidos de embarque e desembarque, menor tempo de espera e acesso facilitado aos destinos da região, o que significa menos tempo em deslocamentos e mais tempo dedicado à experiência turística, um atributo cada vez mais valorizado por operadoras, agentes de viagens e visitantes.

São José, a porta de entrada do circuito

A escolha de São José dos Campos para sediar o primeiro encontro de negócios do Serra, Fé e Mar reforça o papel estratégico da cidade na integração regional. Além da sua infraestrutura hoteleira, gastronômica e corporativa, o município abriga o Aeroporto Internacional de São José dos Campos – SJK AIRPORT, ativo importante para sua consolidação comercial.

Desenvolvido pelo SJK AIRPORT em parceria com prefeituras da região e com o apoio de instituições ligadas ao turismo, o Circuito Serra, Fé e Mar promove o 1º Encontro de Negócios para se consolidar como uma marca regional forte, capaz de transformar o modo como o território é vendido para visitantes do Brasil e do exterior.

O 1º Encontro de Negócios do Circuito Serra, Fé e Mar é exclusivo para convidados do setor.

Sobre o Destination SJC

O Destination São José dos Campos é uma entidade sem fins lucrativos que trabalha para ampliar o volume de negócios e o mercado turístico na cidade por meio da realização de eventos e do apoio aos associados do setor, promovendo a melhoria dos serviços e atendimento aos visitantes. Como Convention & Visitors Bureau de São José dos Campos, congrega associados que representam segmentos dos setores hoteleiro e gastronômico, de comunicação e marketing, tecnologia da informação, comércio e imobiliário. O Destination São José dos Campos tem como objetivo aumentar o fluxo de visitantes e seu tempo de estadia na cidade, organizando, promovendo e apoiando ações, produtos e serviços turísticos em São José dos Campos e região, como o Mais Gastronomia – um dos mais celebrados festivais gastronômicos da cidade.
Site: https://destinationsjc.com.br/

Sobre o SJK AIRPORT

O SJK AIRPORT é a concessionária responsável pela administração do Aeroporto Internacional de São José dos Campos, o quarto aeroporto de grande porte da macrometrópole paulista, inserido em um dos maiores e mais dinâmicos mercados de transporte aéreo do mundo. Com vocação para logística, cargas, manutenção aeronáutica e aviação de negócios, o aeroporto desempenha papel estratégico no desenvolvimento econômico e na integração do Brasil aos mercados internacionais.

Fonte: Cabana