Ação acontece de 10 a 31 de julho; compras a partir de 300 reais concorrem ao sorteio de três carros elétricos BYD Dolphin Mini
De 10 a 31 de julho, o Shopping Jardim Oriente, administrado pelo Grupo AD,participa da campanha Julho Black Brasil 2025, realizada simultaneamente em 36 shoppings da rede em todo o país. Durante o período, os clientes concorrem ao sorteio de três carros elétricos BYD Dolphin Mini e aproveitam vantagens exclusivas ao comprar no empreendimento.
Compacto, 100% elétrico e voltado à mobilidade urbana, o BYD Dolphin Mini oferece conectividade, autonomia e tecnologia de ponta. O modelo acompanha as tendências de consumo mais sustentáveis e atende à busca por soluções inovadoras para o deslocamento no dia a dia, em sintonia com as diretrizes de sustentabilidade e incentivo à inovação que orientam as iniciativas do Grupo AD.
A cada 300,00 reais em compras, o cliente recebe um número da sorte para participar do sorteio. Compras feitas entre segunda e quinta-feira garantem números da sorte em dobro, assim como aquelas realizadas por meio do WhatsApp do shopping. Para participar, o CPF precisa constar na nota fiscal apresentada no momento da inscrição.
“A campanha Julho Black Brasil é uma oportunidade de valorizar ainda mais o nosso consumidor, oferecendo vantagens reais e experiências acessíveis. Os prêmios desta edição foram pensados para dialogar com os novos hábitos de mobilidade e o consumo mais consciente, conectando desejo e responsabilidade em uma ação única”, comenta Gláucia Acciarito, gerente de Marketing do Shopping Jardim Oriente.
“A campanha une a força da rede com a atuação regional. Ao adotar uma mecânica simples, formato digital e uma premiação conectada ao estilo de vida atual, o Grupo AD reforça seu compromisso com a inovação e a proximidade com o consumidor”, destaca Beth Andrade, head de marketing do Grupo AD.
As informações completas, o regulamento e o link para cadastro estão disponíveis nos canais oficiais do shopping: www.shoppingjardimoriente.com.br
Polipet busca profissional para atuar como Social Media
Descrição da Empresa
A Polipet foi fundada há mais de 40 anos, inicialmente com o Hospital Veterinário Ipiranga, e posteriormente expandiu com a loja Polipet, uma varejista de produtos para pets. Eleita pelos consumidores o “Melhor Pet Shop Online” em 2022 e 2023, a empresa oferece uma experiência única para pets e tutores, com produtos e serviços da mais alta qualidade.
A empresa acredita que os pets são membros da família, e trabalha com dedicação para garantir seu bem-estar. O compromisso é inovar, investir em tecnologia e parcerias, e proporcionar sempre a melhor experiência.
Descrição do Cargo
A Polipet esta à procura de um profissional de Mídias Sociais para integrar sua equipe em São José dos Campos, SP. Este cargo de tempo integral envolve a criação e gerenciamento de conteúdos para nossas plataformas sociais, visando uma comunicação eficaz com nosso público.
As responsabilidades diárias incluem:
Criação de posts
Gravação de conteúdos em vídeo
Disponibilidade para ir à eventos e fazer cobertura e transmissão nas redes oficiais da Polipet
Atendimento ao cliente nas redes sociais
Edição de fotos e vídeos
Monitoramento e análise de desempenho das postagens e interação com os seguidores para aumentar o engajamento e a visibilidade da marca.
Apoio para equipe de marketing em atividades diversas
Este cargo requer presença no local.
Qualificações
Marketing e Mídias Sociais: Experiência em marketing de mídias sociais, com habilidades em criação de conteúdo para plataformas sociais e estratégia de marketing digital.
Comunicação: Habilidade para comunicar-se de forma clara e eficaz, tanto verbalmente quanto por escrito, garantindo interação produtiva com a audiência.
Edição de foto e vídeo
Além dessas habilidades, será considerado um diferencial ter experiência com ferramentas de análise de dados, conhecimento em SEO e formação em áreas afins como Marketing ou Comunicação.
Se identificou com a vaga?
Envie seu currículo para o e-mail luiz.delboux@polipet.com.br
Nova pesquisa do Figma traça um retrato do design no país e aponta caminhos para fortalecer a colaboração entre times e o uso de IA no processo criativo
Interessado em entender os desafios e oportunidades do design no Brasil, o Figma — uma plataforma de design e desenvolvimento para pessoas que constroem aplicativos, sites e outros produtos digitais em conjunto — conduziu uma pesquisa com profissionais da área e uma das descobertas diz respeito ao papel cada vez mais estratégico que o design vem ocupando nas empresas. Quase metade dos respondentes (47%) afirmou participar diretamente da definição de produto, estratégia e visão de negócio, enquanto 26% disseram ser consultados em algumas decisões, ainda que o design costume entrar no processo após o escopo já estar definido.
A relevância da área é reforçada ainda pela percepção da liderança e das demais equipes. Segundo 91% dos participantes, as pessoas reconhecem de alguma forma o valor que o design agrega aos resultados da empresa — um dado que consolida a importância desses profissionais para além da execução visual. “O design se tornou um diferencial estratégico — seja nas startups brasileiras criando experiências digitais inovadoras ou em grandes empresas que estão escalando seus sistemas de design para atender a uma demanda crescente”, explica Yuhki Yamashita, Chief Product Officer do Figma.
Os dados foram apresentados nesta quarta-feira (02/07) durante um evento em São Paulo, que reuniu membros da comunidade local, lideranças do ecossistema digital, e clientes, como Nubank, Ifood, Mercado Livre e Itaú. O encontro marcou um passo estratégico na consolidação do Figma na América Latina, com o anúncio da chegada da versão em espanhol focado nos países da região, após o lançamento recente da versão em português do Brasil.
A pesquisa, realizada em parceria com a MindMiners, ouviu 300 profissionais brasileiros em cargos de liderança nas áreas de design, engenharia e produto. O objetivo foi entender como a inteligência artificial vem sendo integrada às empresas locais e mapear os desalinhamentos e contradições que ainda marcam sua aplicação na prática.
As ferramentas por trás do resultado
Em maio, a plataforma anunciou a localização completa de seu produto para o português do Brasil. “A América Latina é um polo vibrante de criatividade e talento em design”, afirma Débora Mioranzza, Head para a América Latina no Figma. “Estamos nos aproximando ainda mais da nossa comunidade e oferecendo um produto totalmente localizado, para que empresas de toda a região possam criar as melhores experiências digitais para seus públicos.”
A nova versão inclui a tradução integral da interface, adaptações culturais e suporte dedicado em português, o que deve facilitar a adoção por novos usuários e reduzir barreiras no uso cotidiano. Isso porque a pesquisa também mostrou que 31% concordam que o uso do inglês limita a adoção de uma ferramenta de design ou exige esforço adicional da equipe.
A relação do design com IA
Apesar dessa inovação já estar presente em quase 90% das empresas, quando a pesquisa investigou o nível de maturidade no design, os resultados se mostraram bem variados. Hoje, só 16% indicam já ter integração ampla e consistente da inteligência artificial nos seus fluxos e 13% sinalizam um uso estruturado em partes do processo de design.
Do outro lado, 32% dos respondentes dizem que a IA ainda está em fase exploratória no seu trabalho, com testes pontuais; enquanto 27% têm algumas aplicações em uso, mas sem processos estruturados. Ou seja, embora essa tecnologia já faça parte do cenário, ainda há um longo caminho até sua adoção plena e madura no design brasileiro.
Parte disso pode ser explicado pelo fato de que o equilíbrio entre suporte organizacional e capacitação da equipe ainda não é pleno em muitas empresas. De acordo com o levantamento, 55% dos respondentes indicam que suas empresas oferecem suporte e recursos adequados, e contam com equipes capacitadas para aplicar IA no dia a dia do design. Esse grupo reúne as duas condições necessárias para uma aplicação consistente da tecnologia.
No entanto, 45% dos respondentes ainda relatam algum grau de desalinhamento entre estrutura organizacional e preparo das equipes:
25% afirmam que a empresa já disponibiliza suporte e recursos, mas a equipe ainda não está plenamente capacitada.
11% indicam o cenário inverso: a equipe já possui conhecimento e competências, mas a organização ainda carece de suporte e infraestrutura suficientes.
4% apresentam carências simultâneas — tanto em capacitação quanto em suporte organizacional.
5% dizem que o tema ainda não foi discutido internamente ou que não sabem responder a questão.
Quando essas duas condições forem alcançadas, entretanto, é esperado que isso resolva outro desafio identificado pela pesquisa: o melhor uso do tempo.
Aliás, durante o Config 2025, o Figma anunciou uma nova geração de produtos com foco em inteligência artificial justamente para enfrentar esse desafio. O Figma Make, por exemplo, permite criar protótipos a partir de descrições em linguagem natural, enquanto o Figma Sites elimina etapas técnicas ao permitir que uma só pessoa crie e publique um site completo sem sair da plataforma.
Recurso desperdiçado
Segundo 64% dos respondentes, grande ou significativa parte da rotina de trabalho ainda é consumida por tarefas repetitivas e só 9% indicam que a maior parte do tempo está dedicada a atividades criativas ou analíticas.
Esse descompasso é ainda mais curioso quando confrontado com a percepção positiva declarada em relação à IA: 83% dos designers dizem que a IA aumenta significativamente a eficiência do seu trabalho. Além disso, 82% concordam que essa inovação permite dedicar mais tempo ao aperfeiçoamento de sua especialidade profissional.
Isso significa que, mesmo com um alto reconhecimento do potencial da tecnologia para aumentar a eficiência e liberar tempo para atividades de maior valor, o cotidiano de design parece amplamente capturado por demandas operacionais repetitivas. A saída? Avançar na consolidação da IA como parte estruturante do processo de design — com ferramentas integradas, treinamento contínuo e apoio organizacional claro.
As novidades apresentadas pela plataforma também respondem a esse gargalo de produtividade. O Figma Buzz, por exemplo, foi desenvolvido para equipes de marketing que precisam produzir peças em escala, com consistência visual e menor carga operacional. Já o Grid automatiza a geração de código CSS e facilita o handoff entre design e desenvolvimento.