Coluna Branding: a alma da marca

A arte sempre encontra uma maneira

Muito se fala sobre uma revolução digital que mudará o jeito como nos relacionamos com o mundo. O futuro com a internet das coisas parece reservar a todos uma conexão virtual que identifica nossos passos e controla cada vez mais aceleração do comprar e vender. A big data conhecerá tão bem as individualidades que o tropeçar em anúncio será substituído pelo tropeçar no consumo e promoverá a formação dos desejos latentes através dos seus clicks em redes sociais e inteligência artificial transformará toda essa prática de venda em autônoma, quase que deixando para escanteio a necessidade da relação humanizada, podendo ser substituída pela relação racionalizada.

No entanto, o que não parece estar presente nesta equação e que pode mudar muito o que as previsões desse futuro almejam é o fator da angústia juvenil e sua natural rebeldia criativa.

Está energia psíquica que naturalmente movimenta as gerações e muda o modo de pensar, pode exigir um modo diferente de lidar com os valores que atribuímos às coisas e desvalorizar em muito está automação do meio de viver.

Sinto que as expressões artísticas da juventude já deixam claro essa resignação, ou melhor a ressignificação, e esta não se parece em nada com a grande expectativa que o mercado ostenta para este futuro tecnológico.

Tenho reparado no caminho que os criativos das agências de propaganda têm tomado para fugir deste mundo que os incomoda e os aprisiona. Muitos deles deixaram o mundo de glória das agências para viver seus pequenos sonhos artísticos, que graças a internet ganharam fãs e patrocinadores. São canais de ensino, produtos manuais e arte pela arte.

Imagem: Pixabay

A solução que parte deles encontrou é a volta para as “artes e ofícios” agora conectada pela grande rede e patrocinada por nichos de prestigiadores do mundo analógico.

Algo tão revolucionário quanto o pensamento de William Morris que peitou a revolução industrial mantendo sua arte por manufatura, com um design que sobreviveu aos séculos.

Criativos encontram formas de viver através da sua arte e encontram ressonância na internet, porque há um grande público que já despertou desta Matrix em que ela nem ao menos tenha chegado.

É fato que a grande massa será levada por essa enxurrada digital, mas se o meu empirismo estiver certo ainda haverá romantismo em meio a tanta racionalidade, é que como diz o filme Jurassic Park: “a vida sempre encontra uma maneira.”

Vaga para UX designer

Vaga para UX Designer Pleno

Local: São José dos Campos – SP

Atech está a procura de designer de experiência do usuário com boa experiência em arquitetura de informação e design de interface. Ele será responsável por conceber wireframes e protótipos com validação com cliente.

Foto: Pixabay

O designer irá trabalhar alocado no cliente com foco no entendimento de requisitos com desenvolvedores e em parceria com o PO do produto. Participará de dailys, plannings, e será responsável pela defesa das ideias propostas.

Responsabilidades e atribuições:
– Ideação colaborativa, utilizando técnicas de Design Thinking;
– Entendimento da Jornada do Usuário;
– Criação de wireframes e protótipos;
– Construção de Arquitetura de Informação;
– Análise e avaliação de fluxos de navegação;

Desejável:
– Acompanhamento/condução de testes de usabilidade;
– Experiência em Design de Interface;

Enviar currículo e portfolio para uxui@atech.com.br com assunto “UX Pleno SJC”