Fundador do Orkut fala sobre tendências nas redes sociais

10 tendências no ambiente de redes sociais

Muitas novas redes sociais vêm surgindo e nos deixando curiosos sobre seu potencial e o quanto podem engajar os usuários. Orkut Buyukkokten que há treze anos fundou a maior rede social do mundo, o orkut.com, e agora está à frente do app hello, uma rede social que aproxima as pessoas por seus interesses, lista os 10 pontos que considera cruciais para o sucesso no ambiente de redes sociais.

1. Conheça seu poder e suas fraquezas
A maioria dos serviços de mídia social mede o sucesso pela quantidade de usuários que possuem, ou pela quantidade de tempo gasto pelos usuários em seus serviços. Eu acredito que essa é uma fraqueza. As redes sociais devem nos unir, não nos fazem gastar mais tempo usando nossos dispositivos. E apesar das redes sociais terem mudado a forma como acessamos a Internet de maneira positiva (por exemplo, nos oferecendo informações que nunca pensamos antes explorar), o serviço ainda não foi otimizado para nos ajudar a nos aproximar realmente de forma significativa, mesmo com o tempo todo que estamos passamos online.

2. Esteja preparado – evolução e mudanças são inevitáveis
Eu acredito que o orkut.com ajudou o mundo a se tornar um lugar melhor conectando-nos uns aos outros e aproximando-nos todos juntos. O ambiente virtual social evoluiu tremendamente desde que o orkut.com foi lançado em 2004. O orkut.com foi construído para desktops e navegadores, pensado para uma geração diferente. A nova geração cresceu com redes sociais principalmente consumidas em smartphones. Eu vejo a hello como um sucessor espiritual do orkut.com e uma continuação da evolução das redes sociais.

3. Paixões e interesses são o que nos conectam
As tecnologias devem nos aproximar – criando conexões que fortalecem nossas amizades e nos ajudam a conhecer pessoas incríveis que compartilham algo em comum conosco. O ambiente social deve nos fazer descer e deixar inspirados para explorar o mundo a partir do que nos apaixona. Eu sabia que as redes sociais precisavam de uma mudança, por isso quis lançar a hello.

4. Sempre focar no comportamento do consumidor
Eu acredito que é muito importante manter-se atualizado sobre o comportamento do consumidor, tendências geracionais e tecnologia. A inovação é um aspecto fundamental para manter um produto relevante e competitivo. O Orkut foi construído em uma era diferente, em que as pessoas adoravam redes sociais em seus desktops e navegadores. Nós construímos a hello em uma plataforma móvel que reflete a mudança que vivemos sobre onde e como as pessoas acessam seus dados.

5. Nova mudança deve acontecer em breve no mercado
As redes sociais mudaram a maneira como compartilhamos, interagimos e nos comunicamos com nossos amigos, colegas de família e desconhecidos. Hoje a maior parte do tempo que temos for a do trabalho passamos em aplicativos de redes sociais. A maioria de nós tem smartphones, está online o tempo todo e interagindo com amigos em várias redes sociais. Agora, com o vídeo e a transmissão ao vivo tornando-se ainda mais populares, estamos começando a ver outra mudança na forma como as redes sociais mudaram a maneira como usamos a Internet.

6. Gigantes e start ups podem coexistir
Google, Facebook e Amazon têm uma enorme base de usuários e oferecem ótimos benefícios para seus consumidores. Para os recém-chegados que possuem produtos similares, é mais difícil competir com essas empresas. No entanto, existem muitos mercados, necessidades e serviços que não são abordados, o que traz uma grande oportunidade para startups. O tempo todo vemos pequenas e emergentes empresas crescendo. 7. A inteligência artificial é uma ferramenta para uma vida melhor
A aprendizagem de máquinas e a AI permitiram muitos avanços na segurança de dados, detecção de fraude, processamento de linguagem natural, cuidados de saúde e até mesmo, para termos carros inteligentes. Com o avanço da tecnologia, a realidade virtual se tornou acessível às massas. Eu vejo isso como um novo meio, a maneira como fomos apresentados ao rádio, walkmans, TVs e smartphones. A IA pode proporcionar uma experiência imersiva em que podemos visualizar e interagir com pessoas e ambientes de uma maneira completamente nova e realista. É um meio revolucionário que alcança muitas indústrias, incluindo jogos, saúde, educação e entretenimento.

8. Humanos e algoritmos devem trabalhar juntos para evitar propagandas falsas
As notícias falsas se espalham rapidamente por conta de pessoas que desejam ser as primeiras a compartilhar informações, em busca de obter mais cliques, likes e seguidores. Se as conexões sociais fossem mais autênticas e não conduzidas por métricas de vaidade, isso também amenizaria essa questão. Os algoritmos gerados por computador são menos capazes de distinguir o que é real e o que é falso comparado aos humanos. Entretanto, apenas com interação humana não é possível ter uma solução escalável para lidar com problemas como a propagação de notícias falsas. Eu acredito que a melhor abordagem é uma combinação de humanos e algoritmos de computador.

9. Ambientes virtuais devem estar livres de haters
Eu acho muito importante promover uma comunidade que tenha bons valores. Isso inclui auto-expressão, autenticidade, compaixão e amor. Além dos valores da comunidade, também é necessário que as redes ofereçam ferramentas para que seus consumidores lidem com conteúdos ou indivíduos indesejados. É um equilíbrio delicado esse de permitir liberdade de expressão, mas também permitir aos membros da comunidade a capacidade de adaptar seu ambiente de rede social.

10. Uma missão clara e forte deve ser definida
A hello é uma plataforma única com um propósito fundamentalmente diferente. Sua missão é não apenas conectar pessoas que já se conhecem, mas também facilitar a construção de novas conexões, por meio de interesses comuns. A maneira mais natural para nos conectamos em nossas vidas é compartilhando o que temos em comum. Na hello usamos usa essa lógica para ajudar a apresentar os membros uns aos outros.

Orkut B.

Fonte:  HUG Comunicação Corporativa – Thamiris Rezende

Oficina auxilia a ganhar mercado

ACIT realiza oficina de capacitação no Taubaté Shopping

No próximo dia 30 de agosto, quarta-feira, a Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) irá realizar, em parceria com o Sebrae, a oficina “Ganhe Mercado” no Taubaté Shopping.

No conteúdo, serão abordadas questões importantes para que os empresários tragam sua atenção para questionamentos sobre seu conhecimento de mercado, de seus fornecedores e seus clientes. Além disso, a oficina ainda ensina a planejar ações de marketing para aumentar as vendas e a lucratividade.

O treinamento acontece na sala de cinema do Cinemark das 9h às 12h de forma gratuita. As vagas estão abertas e é preciso realizar inscrição prévia. Maiores informações podem ser obtidas pelo e-mail cursos.acit@taubate.com.br ou pelos telefones (12) 2125-8201 e 99189-7964.

Posto ACIT – Implementando em junho, a equipe ACIT está à disposição dos empresários para dúvidas e esclarecimentos, com a oferta de todos os serviços que a instituição fornece, tais como filiação, convênios, informações sobre cursos e palestras. Além disso, os serviços de consulta ao SCPC e a compra de Cursos da ACIT e do Projeto Empreende também serão oferecidos, o que amplia o atendimento para a população em geral, que deseja pode realizar a consulta de seu nome, negociar para retirada de CPF/CNPJ do banco de dados de inadimplentes ou mesmo participar de uma capacitação. O posto funciona de segunda à sexta-feira, das 10h às 20h.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

ACI de São José faz 82 anos

Associação Comercial e Industrial amplia parcerias para aumentar oferta de serviços para empresariado da cidade

A Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos comemora nesta quarta-feira, 23 de agosto, 82 anos de fundação.

A data será marcada por uma reunião da diretoria, para um balanço dos trabalhos realizados desde a posse do atual presidente, Humberto Dutra, em abril.

Neste período, a ACI passou por uma reestruturação interna, voltando suas atividades mais para o mercado e para parcerias com instituições. Como exemplo de ações para o mercado, a ACI lançou novos produtos para seus associados, entre eles o AC Celular, um sistema de controle de telefonia que pode proporcionar uma economia de até 30% na conta final. Após intenso treinamento, equipes de vendas da ACI irão às ruas esta semana para oferecer este e outros serviços – como SCPC e Certificação Digital– e ao mercado.

Mas as parcerias são a aposta maior da ACI, uma política que rende frutos. Três grandes parcerias foram firmadas até agora: uma com o Sebrae, com a criação do projeto “ACI Educa”, com cursos e treinamentos para o comércio; outra com a Unitau, para a criação de um calendário de pesquisas sobre tendências e mercados (dados das pesquisas ACI-Unitau são usados pela Prefeitura de São José dos Campos para definição de políticas públicas); e uma terceira com a Caixa Econômica Federal, com o adoção do “Quita Fácil”, que ofereceu desconto de até 90% no valor das dívidas para associados da ACI.

“Essa é uma política que se mostrou acertada”, disse Humberto Dutra, presidente da Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos.

Agora, a ACI trabalha em outra parceria ao lado da prefeitura, grandes empresas e comércio da área central da cidade: o “Natal Iluminado”, com a volta da decoração de Natal para São José dos Campos. A meta é lançar um projeto-piloto em 2017 no quadrilátero do comércio no centro da cidade, ampliando sua área de ação para os bairros em 2018.

A ACI representa hoje um universo de 30 mil empresas ligadas aos setores da indústria, comércio e serviços, responsáveis pela geração de mais de 180 mil empregos.

Fonte: Materia Consultoria&Mídia – Nathália Barcelos

Coluna Branding: a alma da marca

O que você é?

Nessa última semana fui surpreendido com uma pergunta de um aluno que questionava o que eu era além de professor?

Esse questionamento, que soou inicialmente como aquela velha história de desprestígio com a função de professor, me deu a oportunidade de refletir um pouco mais sobre um assunto importante e contemporâneo, então, relutei um pouco mas respondi: “SOU HUMANO!”

Passadas as risadas do grupo que estava ao meu redor, tive a oportunidade de desenvolver mais o assunto com os alunos e gerar um aprendizado muito interessante. O que nos define não poderia ser tão stricto sensu.

Temos como mania, nos definir por nossa profissão. Sou publicitário, design, arquiteto, ou ainda mais stricto, sou diretor de arte, design gráfico ou design de interiores … mas aí a pergunta que fica é …E quando nos falta o emprego o que somos? Perdemos a nossa finalidade e assim a nossa identidade?

No mundo de hoje, quantos de nós se sentem frustrados com o que não conseguem representar profissionalmente? Será que ao colocar tanta importância em uma empregabilidade não estamos fragilizando a nossa natureza?

É interessante também perceber que, se tivesse que me definir mais assertivamente, provavelmente diria que sou algo como ” um cientista social aplicado”, e neste caso é até lógico que como tal, deveria me preocupar com os principais assuntos sociais do mundo e a clara falta de “Humanidade” em que nos deparamos por todos os lados.

É como se de repente nos víssemos todos desempregados dos cargos de “Humanos” e nos definíssemos a partir do nosso bico, que é ter uma profissão.

Não estou me desfazendo da importância da formação profissional, seria até um contra-senso trabalhando como um professor fazê-lo mas, questiono sim, se estamos posicionando acertadamente o valor da empregabilidade nessa relação.

Os jovens, os quais ensino diariamente, deixam claro que não querem estar limitados a um projeto de vida que os fixe a um cargo, setor, empresa, profissão ou país. São claramente sonhadores de espírito livre que precisam de nós apenas para dar-lhes um ancoradouro moral, uma trilha mais justa e sustentável.

No mundo novo, me parece claro que eles irão mais longe tecnicamente que a nossa geração, e com muito menos esforço, pois, estão vivendo uma revolução tecnológica que avança em velocidade maior que a dos séculos anteriores. Este processo garante também um conforto menor ao emprego, o que talvez preocupe demasiadamente a atual geração de adultos de 35 a 50.

Ser hoje, portanto, um ser humano, um cientista social no cargo de professor, me obriga a pensar melhor no que posso contribuir para o futuro desses jovens .

Sendo assim, acho que preciso aprimorar as minhas aulas para que consiga transferir claramente qual é a hierarquia das coisas, pois, se no futuro faltar-lhes o emprego, ainda assim devem estar preparados para serem um analista da vida cotidiana, e se tiverem calada a sua voz social, mesmo assim, NUNCA PODERÃO PERDER A SUA HUMANIDADE!

Para nós professores, #FicaDica!