ITA e Johnson realizam evento

ITA e Johnson realizam evento Mulheres em STEM²D

Dando sequência ao projeto STEM²D, que tem como objetivo principal incentivar o ingresso de mulheres em cursos nas áreas de ciências, tecnologia, engenharia, matemática, manufatura e design, o ITA e a Johnson&Johnson realizam, neste próximo sábado (11), o evento Mulheres em STEM²D 2017.

O encontro proporciona uma agenda de muito conteúdo para conhecer, aprender e debater sobre a participação feminina nessas áreas. O evento é aberto mediante inscrição prévia e deverá ser feita pela Internet (link aqui). As vagas são limitadas e o evento é gratuito.

Confira a programação:
Data: 11/3
Local: Auditório Lacaz Netto – ITA

8h45 – Boas-vindas
9h – Apresentação dos resultados do projeto em 2016
10h – Coffee break
10h30 – Palestra com Duilia de Mello, a Mulher das Estrelas
12h – Almoço
13h45 – Apresentação das ações para o projeto em 2017
14h30 – Mesa-redonda: como incentivar mulheres em STEM²D?
16h30 – Coffee break final

Sobre Duilia de Mello – A Mulher das Estrelas
Duilia de Mello é um dos nomes mais conhecidos da ciência brasileira no exterior. É graduada em Astronomia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1985; mestre pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE) em 1988; e doutora pela USP em 1995; além de professora de física e astronomia na Universidade Católica de Washington e pesquisadora associada ao Goddard Space Flight Center, da NASA.

É autora do livro Vivendo com as Estrelas e mais de 100 artigos científicos. Entre suas principais descobertas estão a Supernova 1997D e as Bolhas Azuis. Duilia foi escolhida como uma das dez mulheres que mudam o Brasil pelo Barnard College/Columbia University em 2013 e recebeu o Prêmio Profissional do Ano (2013) da Diáspora Brasil-Ministério de Relações Exteriores e Ministério da Indústria e Comércio/ABDI. Em 2014, foi escolhida pela Revista Época como uma das 100 pessoas mais influentes do Brasil.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social – ITA

Mulheres & tecnologia

Mulheres techies: um terreno masculino cada vez mais ocupado por elas

São jovens e têm cargos importantes relacionados à tecnologia. Aprimoram seu talento e se preocupam com sua imagem, sem que nenhum preconceito ponha em dúvida seu desempenho.

Poderia ser um grupo de amigas jogando conversa fora numa mesa de bar: jovens, lindas, simpáticas e arrumadas, cada uma em seu estilo. Mas não: é um grupo de especialistas em tecnologia que somam títulos como “UX Designer”, “Performance Marketing”, “Data Scientist”… ocupações e áreas que, para quem tem mais de 30 anos, podem ser tão distantes das clássicas “medicina”, “direito”, “economia”, como Plutão do Sol.

Inúmeros estudos mostram que equipes com grande diversidade de conhecimentos e opiniões obtém melhores resultados e maior inovação. Isto é o que acontece com a Nuvem Shop, a plataforma que permite criar lojas online profissionais, da qual as entrevistadas fazem parte. Apesar de serem especialistas graduadas, que trabalham com análise de dados e estratégias digitais e de marketing, reconhecem que às vezes não sabem como explicar a seus pais, companheiros e/ou amigos o que realmente fazem, inseridas em um mundo onde a maioria são homens.

“Eu trabalho com muitas empresas, nas quais os postos importantes são ocupados por homens, mas nem minha idade e nem meu gênero são um condicionante do que posso fazer”, diz Victoria Blazevic (23), que se dedica a Branding e Comunicação na empresa.
“A demanda nos cargos técnicos é tão grande que as oportunidades vão se equiparando. Existe o preconceito de que o homem é analista e quem planeja, e que a mulher não pode fazer essas coisas, mas não é assim”, completa Virginia Milano, (26) Designer da Nuvem Shop.

As meninas, como especialistas, acreditam que o olhar feminino acrescenta muito à tecnologia: “Somos mais observadoras de alguns comportamentos humanos que talvez para os homens passem despercebidos e temos a capacidade de pensar no outro muito desenvolvida”, acrescenta Laura Esper (32), graduada em Economia .

Como chegaram a trabalhar com tecnologia?

Natalia Lopes, (31) Scalable Channel da Nuvem Shop assinala que “é uma área que sempre me identifiquei e gostei muito, mas nunca pensei em seguir carreira por achar mesmo que era algo muito masculino. Mas hoje, trabalhando em uma empresa de tecnologia, vejo que poderia ter seguido esse caminho antes, pois na Nuvem Shop é bem equilibrado o número de homens e mulheres trabalhando”.

Victoria está prestes a se formar em comunicação publicitária e institucional, mas sempre quis se dedicar ao ramo tecnológico: “Buscava um meio desafiador e de rápido crescimento. Para minhas amigas, que se dedicam às humanas, e para minha família, é difícil entender que trabalho em uma plataforma de comércio eletrônico, sem ter uma formação necessariamente em tecnologia. Acreditam que se você não tem conhecimento de tecnologia, não consegue entender a essência do negócio. E, pelo menos no meu trabalho.”

Luane Silvestre, (21), Content Strategist, aponta que desembarcou na tecnologia quase por acaso. “Por conta de um curso técnico de informática, para o qual desenvolvi um sistema em parceria com a prefeitura municipal. Foi uma experiência maravilhosa e, particularmente, não senti um tratamento diferente pelo meu gênero – talvez pelo ambiente em que eu estava. Mas sei que, infelizmente, isso permanece comum”.

Os desafios das mulheres no mundo das TI

Existe um fato particular e preocupante: de acordo com os dados de grandes empresas tecnológicas, as mulheres representam apenas 30% da força de trabalho em áreas relacionadas à engenharia e à tecnologia. Esta desigualdade é conhecida como “disparidade de gênero”.
Por isso quisemos saber quais são os desafios de gênero vistos da perspectiva de nossas convidadas.

Natalia: “Acho que o principal é ter muito conhecimento. Penso nisso porque é uma forma de mostrarmos que temos voz, que sabemos do que estamos falando e passando essa segurança”.
Laura: “Há poucas mulheres em posições de gerenciamento, e isso vai mudar com o tempo. Nos Estados Unidos, por exemplo, já existem programas de formação em colégios secundários orientados a mulheres, para que comecem desde criança”.
Virginia: “Nós, mulheres, temos que nos fazer escutar e nos tornarmos referência no mundo da tecnologia, onde hoje 90% delas são homens”.
Luane: “Acredito que vá além da área de TI e se estenda para todas as Exatas: não deixar que o estranhamento alheio seja um fator desencorajador, e sim um incentivo para permanecermos firmes em nossos propósitos e mostrarmos a que viemos. Porque matemática não é coisa só de homem e nem literatura, coisa de mulher. Conhecimento é algo tão rico e amplo que, ao meu ver, nem merecia tantas divisões.Não dá para dizer que não existe uma diferença em relação a outras áreas. Sim, ainda somos poucas na tecnologia e as pessoas soltam um olhar de surpresa quando veem mulheres se dedicando a TI. Quando é admiração, ok. O problema é se ele significa desconfiança” conclui Luane.

Atualmente no setor da tecnologia, a educação de qualidade pode vir de diferentes e valiosos lugares sem distinção de gênero. Existe toda uma quebra de paradigma que vem junto com a geração dos Millennials, as TI e as novas formas de trabalho, onde a mulher vai ocupando seu espaço e buscando ser cada vez mais referente.

Fonte: Partner Press&RP

Conheça o “Tapa no Portifa”

Criativos lançam projeto “Tapa no Portifa” para ajudar gratuitamente colegas de profissão

Plataforma faz a ponte entre nomes experientes do mercado e pessoas que precisam de orientação para melhorar o portfólio

Quem é estudante ou profissional de criação sabe o quão difícil é ingressar em uma agência de propaganda. Além da graduação, hoje em dia os cursos de extensão específicos para a área, funcionam quase como um pré-requisito para entrar no mercado.

O problema é que nem todos têm acesso a esse conhecimento devido as condições financeiras, por não residirem nos grandes centros ou outros motivos. Diante desta percepção, três jovens publicitários decidiram recrutar um time de amigos de profissão para dar uma força aos criativos que querem melhorar o portfólio, e desenvolveram uma plataforma gratuita de colaboração. Assim nasceu o projeto “Tapa no Portifa” www.tapanoportifa.com.br, encabeçado por Erick Mendonça, redator da CP+B Brasil, Julia Hodgkiss, planner da CP+B Brasil; e Andriws Vilela, designer da CP+B Brasil e que teve passagem pela Cabrillano, aqui no Vale do Paraíba.

A ideia é que nomes experientes da propaganda doem tempo e conhecimento para orientar quem precisa ‘dar um gás’ na pasta para entrar na agência dos sonhos. Em contrapartida, os orientandos também devem oferecer parte do seu tempo realizando uma boa ação. Vale ajudar alguma ONG, a comunidade local ou causas que precisem de voluntários. Outra opção é ofertar valor em dinheiro para uma das causas do “Vakinha”, seção em que estão cadastrados projetos parceiros no site.

Para se candidatar é preciso enviar um e-mail cumprindo os requisitos de inscrição, entre eles, um texto de apresentação, link do portfólio online e a promessa da boa ação. Após a seleção, cada pessoa terá monitoria garantida pelo período de 90 dias. “Sabemos que a rotina dos profissionais nas agências é bastante atarefada, então fica a critério do orientador qual a melhor forma de conversar com seu afilhado e com qual frequência”, explica Erick Mendonça. Só não pode se inscrever quem está estudando ou já fez curso em alguma instituição de ensino específica para criação publicitária.

A escolha dos mentores e orientandos leva em consideração a trajetória profissional dos orientadores e as semelhanças entre as histórias. Assim, além de estimular a troca de conhecimento criativo, as relações pessoais também são colocadas em pauta. “A ideia é ajudar a dar uma guinada no portfólio e, de repente, ganhar um amigo do mercado”, destaca Mendonça.

No total, o “Tapa no Portifa” entra no ar com 193 orientadores. Achou muito? Os fundadores também. A estimativa inicial era formar uma rede com 40 pessoas que abraçassem a causa. A cada resposta positiva de redatores e diretores de arte, mais tiveram a certeza de que estavam construindo algo com o potencial de mudar a vida de alguém. Apesar de o “Tapa no Portifa” estar voltado para beneficiar pessoas residindo no País, profissionais que estão atuando no Brasil e em agências de países como Estados Unidos, Portugal, Londres, Holanda, entre outros, também fazem parte da rede.

“Estamos passando por tempos difíceis no Brasil e no mundo. Tempos em que você não pensa muito no próximo, mas acho que chegamos em uma equação em que todos saem ganhando. Este é um projeto com quase 200 donos”, ressalta Mendonça.

A dança das cadeiras dos redatores (as)

De volta à MaCost. E de saída para Molotov

Depois de uma temporada atuando na Triadaz, a publicitária e redatora Taíse Gasparin está de volta à MaCost.

Ela atuará também como redatora na agência sediada em Taubaté. Taíse também já atuou como Redatora na Jeter Design e na Supera Comunicação.

O retorno de Taíse Gasparin também se dá pela saída de Ricardo Guerra da MaCost. O redator passará atuar na Molotov. Guerra também já atuou no Marketing da empresa Amsted Maxion e é um dos articulista deste blog (Coluna Propaganda&Arte).