Educação: Congresso reúne educadores, estudantes e startups para debater tecnologia e empregabilidade

IV Congresso de Educação Invoz inova ao trazer jovens empreendedores de empresas digitais para debaterem com professores e alunos os desafios para formar as novas gerações de profissionais que vão trabalhar num mercado intensivo em tecnologia

O universo das startups também será contemplado no IV Congresso de Educação INVOZ, com o tema “Educação em Debate: Inspirações e Provocações”, a ser realizado no dia 30 de agosto, das 8h30 às 18h, no Parque Tecnológico, em São José dos Campos (SP). As startups estão em evidência e o Congresso quer estimular a reflexão sobre como esse modelo de negócio promove transformações no mercado de trabalho e exige cada vez mais o desenvolvimento do pensamento lógico, da criatividade e do senso crítico pelos estudantes. E também como desenvolver nos alunos uma cultura empreendedora.

Participam desse debate os jovens empreendedores digitais Rui Arle (Napp Solutions), Thiago Scaff (Xperience), Rodrigo Dib (Galena) e Micaele Cavalcante Gomes (Driven Education).

Inicialmente, vale lembrar que startups são empresas que fazem uso intensivo do conhecimento para criar soluções e produtos tecnológicos ​que causem impacto na vida de mais pessoas, ganhando escala e gerando valor rapidamente.

Rui Arle, por exemplo, irá abordar como a Napp Solutions, startup do interior de São Paulo, se aproximou de escolas, universidades e do poder público para formar programadores e suprir a falta de pessoas qualificadas para a função. A empresa precisou tomar tal iniciativa para continuar crescendo. Com 300 funcionários, o negócio da Napp Solutions é digitalizar lojas físicas, dando visibilidade online a seus produtos e conectando pequenos comerciantes às grandes corporações.

“O investimento em educação em programação e metodologias de criação de startups poderá impactar diversas áreas, como: suprir a falta de mão de obra, gerar mais empresas do segmento, desenvolver regiões pelo interior do país, aumentar a arrecadação e a renda per capita de municípios”, esclareceu Rui Arle.

Já Thiago Scaff irá falar sobre os impactos das startups para o mundo da educação. Com mais de 10 anos de experiência no mercado de educação, ele atua em empresas como: Pearson Education, Abril Educação e Elsevier. Nos últimos 3 anos, se dedica a edtech especializada em Realidade Aumentada para a educação.

“No congresso queremos ampliar a mentalidade do jovem, abordar o empreendedorismo. Mostrar como funciona este mundo das startups que está definindo profissões e mercado de trabalho”, pontuou Scaff.

Rodrigo Dib é cofundador da Galena, tem mais de 20 anos de experiência na construção de projetos voltados a criar oportunidades para que talentos ingressem no mercado de trabalho. Foi CEO/Diretor Executivo do Instituto PROA, onde foi o responsável pela revolução cultural, digital e o crescimento exponencial da organização e executivo por mais de 12 anos do Grupo Ayrton Senna. No congresso, a conversa será sobre empregabilidade e inovação.

Startup também é interesse do universo feminino, Micaele Cavalcante Gomes, da Driven Education, e fundadora do Instituto Sciety Lab, voltado para olimpíadas e competições científicas nacionais e internacionais. Ela estudou em escolas públicas, ganhou uma bolsa integral em escolar particular após descobrir um asteroide não catalogado. No congresso, trará para o debate como a ciência e a tecnologia podem ser revolucionárias na educação e trazer oportunidades para os jovens.

Últimos dias para as Inscrições gratuitas para o Congresso

Neste ano, o IV Congresso de Educação, cujo tema será “Educação em Debate: Inspirações e Provocações”, terá formato híbrido, com inscrições abertas para participação presencial (oitocentas vagas) e online (quatro mil), que devem ser feitas acessando: https://invoz.org/congresso/

Serviço:
Dia: 30 de agosto
Horário: 08h30 às 18h
Local: Auditório do Parque Tecnológico
Inscrição – acesse: https://invoz.org/congresso/
Ingresso solidário (doação de um quilo de arroz, feijão ou açúcar)
Informações: (12) 98148 -1440 Whatsapp ou pelo email: congresso@invoz.org

Fonte: Solução Textual Assessoria – Renata Vanzeli

É preciso praticar a diversidade da porta para dentro

Por Rui Piranda*

Há alguns anos, se você me pedisse para fazer uma projeção das maiores campanhas publicitárias que estariam em circulação no século XXI, certamente, eu apostaria nas que destacam produtos extremamente inovadores, como veículos voando ou com autonomia para andar sozinhos. No entanto, a inovação tem dividido a atenção com outro tema que há muito tempo já deveria estar inserido em nossas vidas: a diversidade. Você vai dizer que a comunicação reflete o comportamento da sociedade. Então, seja você um acelerador dessa mudança.

Felizmente, tenho visto o esforço genuíno de muitas marcas para praticar a inclusão da porta para dentro. Sei de empresas e empresários que investem fortemente na inclusão de forma anônima, por acreditar que se trata de um dever e não ferramenta de promoção. Todos são sinais claros de evolução, mas ainda há espaço para melhorarmos mais.

Tenho pensado muito nesse tema. Até mesmo porque ele permeia muitas reuniões de briefing das quais participo. E queria aproveitar esse espaço para convidar você a refletir alguns pontos que tenho observado:

Quem pratica e divulga acaba incentivando!

Respeito quem promove, financia ou incentiva a inclusão de maneira anônima. Mas a empresa que divulga as boas ações que pratica, de certa forma, inspira os funcionários, os consumidores e a sociedade a perceber o assunto como relevante e, quem sabe, se engajar no tema. Digo isso como cidadão e não como um profissional da área de comunicação.

Valorizar a diversidade é um caminho para a inovação!

Ter diversidade dentro da empresa é uma oportunidade singular de ter uma visão ampla do mundo, das necessidades das pessoas e de soluções para diversos problemas e desafios. É um caminho tanto para ser mais assertivo com o público-alvo quanto para conquistar novos clientes. No final do dia, isso tudo tende a se reverter em melhor performance da equipe e do negócio diante da concorrência e, consequentemente, resulta em mais lucratividade – que, apesar de não ser o foco principal da ação, é algo importante.

Isolada, a estética da inclusão é uma ilusão!

Para propagar uma crença ou um princípio para o público externo, é muito importante que o discurso seja praticado da porta para dentro. É mais genuíno direcionar o discurso para comunidades diversas quando você tem representantes desse grupo no seu time interno. E não para por aí. Se, por exemplo, você deseja promover a inclusão de um cadeirante no seu grupo, é importante que ele consiga transitar por todos os espaços da sua empresa e não apenas por áreas específicas adaptadas para ele. Reconheço que a estética externa já é um primeiro passo para iniciar a discussão da diversidade na companhia. Mas, passada essa primeira fase, é muito importante acelerar o passo para que o discurso vire prática no dia a dia da organização, algo que, no longo prazo, contribui, inclusive, para a atração e retenção de talentos.

O checklist da inclusão está com os dias contados!

É comum a construção de campanhas com base em fotos extraídas de banco de imagens. Felizmente, hoje, nesses arquivos já não é difícil encontrar retratos que traduzem a diversidade em diferentes situações cotidianas. A composição das imagens, porém, precisam ser feitas com bom senso. Do contrário, corre-se o risco de passar a impressão de que havia a necessidade de gabaritar um checklist. Ideal mesmo, é poder entrar em uma organização fotografando ou filmando a diversidade enquanto ela acontece, em tempo real.

Os estereótipos podem minar uma ação!

Um risco de não ter diversidade dentro da companhia e cair na armadilha de criar produtos, serviços, discursos ou campanhas com base em estereótipos. Então, no lugar de abrir o canal de comunicação com um grupo, sem querer, você acaba por ofender essas pessoas.

O ideal é ter representatividade para construir a base conceitual do que deseja comunicar. Na sequência, contar com a diversidade para criar ou co-criar e dar forma a tudo isso é fundamental. Assim, teremos algo verdadeiro: diversidade genuína somada aos valores e ao tom de voz da marca. Para dar os primeiros passos seguros e pertinentes, há boas empresas de consultoria para o assunto.

Este é um tema urgente e precisa de discussões produtivas e – principalmente – de ações genuinamente interessadas na igualdade. Lembre-se: a diversidade inclui você.

*Rui Piranda é sócio-diretor da agência ForAll

Nova temporada de podcasts da Eu e o Mundo

Já está no ar a segunda temporada

No último dia 7 de julho a produtora Eu e o Mundo lançou a segunda temporada do Eu e o Mundo Show, o podcast de variedades da primeira produtora especializada em podcasts do Vale do Paraíba.

O programa que é lançado todas as quartas feiras no site e divulgado pelo insta @eueomundolabs é uma miscelânea de assuntos sempre pautado pela criatividade e inovação.

Criada no final de 2018 pelo radialista Felipe Raphael, a Eu e o Mundo já produziu mais de 360 horas de conteúdos em áudio para mais de 6 produções.

Verzani & Sandrini reformula marca com compromisso de trazer mais inovação e humanização aos serviços

Grupo atua no mercado de facilities há cinco décadas, e aposta em futuro promissor com crescimento acelerado

O mundo passa por constantes transformações, e o mercado exige que as organizações sejam protagonistas nessas mudanças. O Grupo Verzani & Sandrini, empresa com 53 anos de experiência, é pioneira em produtos e serviços modernos para o setor de facilities, e isso se reflete em sua marca. O período de pandemia que hoje o mundo enfrenta deixou evidente que as relações humanas são importantes e devem ser valorizadas. Isso motivou o reposicionamento da marca Verzani & Sandrini, com foco em humanização e inovação selando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e serviços de qualidade envolvendo clientes e colaboradores.

O desenvolvimento do projeto que deu origem ao novo posicionamento da Verzani & Sandrini envolveu os principais stakeholders da marca. Clientes, colaboradores e acionistas participaram com ideias e indicações que valorizassem as iniciativas individuais e coletivas tomadas em prol da qualidade na prestação do serviço. “Para a Verzani, recursos, estrutura e materiais de trabalho são tão importantes quanto o desenvolvimento individual de cada colaborador, e foi isso que levamos em consideração para a mudança na marca que agora apresentamos”, afirma Fabio Sandrini, CEO da Verzani & Sandrini.

Adotar procedimentos sustentáveis, que beneficiem tanto o meio ambiente quanto a saúde organizacional também foi norte para o desenvolvimento do projeto. “Identificamos que os clientes valorizam uma boa comunicação e a troca contínua. Hoje, muito mais do que antes, oferecemos soluções integradas e eficazes com base nas necessidades de nossos parceiros”, destaca Gauthama Nassif, Diretor de Mercado, Inteligência, Inovação e Marketing da Verzani & Sandrini.

Humanização é a chave do processo:

No Brasil, o mercado de facilities tem como característica ser bastante pulverizado. A prestação de serviços de limpeza, segurança e manutenção existe no país há muitos anos, e a Verzani desponta entre as líderes do setor. Por isso, é importante o investimento em recursos humanos e tecnológicos para conquistar a confiança dos clientes e a dedicação dos colaboradores. Com o intenso processo de profissionalização da gestão, e crescendo dois dígitos anualmente, a Verzani & Sandrini projeta ser a maior do Brasil no mercado em que atua nos próximos anos.

“Depois de um processo de seis meses de trabalho, chegamos aos primeiros resultados. O início se deu com o Território da Marca. Ou seja, o que pretendemos é que nossos públicos estratégicos associem essa ideia à Verzani & Sandrini. Humanização e inovação são características fortes, que valorizamos e defendemos junto ao mercado”, afirma o Diretor Executivo.

De cara nova:

O reposicionamento do Grupo Verzani & Sandrini vai além do desenvolvimento do território, também atinge a identidade visual. Com logotipo moderno e chamativo, a empresa busca destaque e reconhecimento do público. “Composto por elementos que representam a marca, nosso logotipo traduz segurança, excelência e cuidado, termos que nortearam o trabalho da equipe de criação responsável pelo projeto”, destaca Gauthama Nassif.

Dentro do novo posicionamento da marca, a Verzani & Sandrini promete mais modernidade, proximidade e competência técnica, ética e relacional com colaboradores e clientes. Investir em valorização profissional e técnica é uma cultura que diferencia as empresas no mercado e garante o sucesso construído em base sólida e diversa.

Fonte: Race Comunicação