Na atividade

Mash lança campanha “E agora, Mash?/ E agora Mash!”

Nova campanha da marca é sobre como a adversidade pode nos impulsionar

Empresa referência em moda íntima masculina, meias, homewear e praia, a Mash lança sua mais nova campanha “E agora, Mash?/ E agora Mash!”. Com o conceito de se reinventar, a campanha que irá ao ar em janeiro enaltece a importância de “abraçar o inesperado” e evoluir constantemente, especialmente durante os momentos mais adversos, utilizando o obstáculo como fonte de inspiração para novos caminhos.

Assinada pela Messs, agência de conteúdo criativo a proposta foi de maneira leve e divertida contrapor a dúvida sobre “o que está por vir”, usando o famoso trocadilho com o próprio nome da marca e transformando-o em ação. Dessa forma, a Mash convida os consumidores a saírem da inércia, mostrando que ideias consideradas “bobas” podem se tornar um sucesso se você se empenhar e acreditar.

Sérgio Marone foi o escolhido para estrelar a campanha, que foca nas plataformas digitais e nos canais da distribuição da Mash. Além de ter valores similares aos da marca – preocupação ambiental e social, valorização de produtos nacionais e consumo consciente –, o ator e apresentador literalmente se reinventou. Prestes a completar 40 anos agora em 2021, ele lançará seu primeiro longa-metragem como produtor, além de ator, e expandirá seu canal do Youtube.

“Com uma campanha fiel ao momento que vivemos, buscamos incentivar as pessoas a acreditarem a si mesmas e correrem atrás de suas metas. Convidamos os consumidores a fazer acontecer por conta própria e não depender dos outros ou do momento mais adequado. E, do conforto de sua cueca Mash, fica mais fácil encarar esse desafio.”, finaliza Jonas Waisberg, diretor da Mash.

Fonte: Helena Augusta Assessoria de Comunicação – Isabella Peraceli

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Programas de aceleração e incubação de startups apostam em iniciativas voltadas para a diversidade e inclusão

5/11/2020 –

Inclusão é um passo além da diversidade. É o que dizem os especialistas. O tema está sendo explorado com muita dedicação por diferentes iniciativas e cresce até mesmo no ecossistema de startups.

Mudanças culturais numa sociedade costumam ser precedidas por movimentos de luta, emancipação ou como expressão de coragem daquelas pessoas que não se conformam com o status quo. E aos movimentos da sociedade se seguem os movimentos das empresas. Com cada vez maior frequência, tem sido observadas ações afirmativas de empresas, promovendo processos de seleção orientados para captar profissionais de determinados grupos minorizados. Este passo é sem dúvida importante para que as organizações consigam ter uma distribuição de profissionais mais equilibrada, no ponto de vista demográfico, em seu quadro funcional, o que demonstra uma preocupação com a representatividade, na busca de se ter uma população que seja uma espécie de espelho do que é a composição demográfica de nossa sociedade.

Comprovadamente, por meio de diversos estudos de consultorias renomadas mundo a fora, como a Mckinsey , a Boston Consulting Group, dentre outras , uma equipe plural, composta de membros de diversas origens, cores de pele, religiões, gêneros, gerações e graus de deficiência, tende a ampliar a profundidade das análises, a enriquecer as soluções, e a proporcionar melhores resultados para as organizações.

Mas, para que isto seja possível, é igualmente necessário dar-se outro passo, tão ou mais relevante quanto o primeiro: dar espaço e voz ativa a cada um dos novos participantes do grupo organizacional, como apontou Sofia Esteves numa matéria publicada em 28/09/20 na revista Exame publicou mostrando o valor da Inclusão para as organizações – “Entenda a diferença entre diversidade e inclusão nas empresas”.

Com este cenário ambíguo, onde é sabido que o melhor resultado vem de um time plural mas ainda não se sabe como dar voz aos diferentes participantes de um grupo, é natural que empresas consolidadas, consultorias que trabalham cultura e comportamento e startups que geram inovação para todo este ecossistema queiram unir forças para trabalhar o tema.

A dificuldade de avançar neste sentido reside no fato de que todas as pessoas possuem vieses inconscientes, que obstruem involuntariamente um olhar isento sobre as outras. Para que estes vieses sejam quebrados, é preciso estar alerta, perceber que eles estão presentes em todos nós, e atuar proativamente para que eles sejam freados no dia a dia de uma organização, criando-se pouco a pouco, uma cultura inclusiva. Neste sentido, faz-se necessário um exercício do convívio, uma dinâmica de interação contínua, para que a percepção distorcida do outro seja desfeita, fazendo emergir todas as suas dimensões e seu potencial.

Esta preocupação não é nova e as estudiosas do tema Lee Gardenswartz e Anita Rowe, em 2003, trouxeram para discussão em seu livro Diverse Teams at Work: Capitalising on the power of diversity, formas de agir e processos que ajudariam nesta jornada para potencializar os times diversos dentro de organizações.

Uma nova solução digital desponta nesta direção, com o intuito de trabalhar estes vieses de maneira inteligente. O iPlurAll é um produto desenvolvido pela consultoria FourAll que se preocupou em atender esta necessidade cada vez mais presente no mercado corporativo.

– Em nossas pesquisas percebemos que uma dor latente é a garantia de que todas as pessoas dentro de uma equipe possam expressar-se e serem realmente ouvidas, sem bloqueios, comenta Leonardo Carvalho, sócio fundador da FourAll. Ele lembra ainda do potencial desta solução, que pelo grau de inovação nela contida, vem sendo desenvolvida com o apoio de duas aceleradoras de renome do Rio (Startup RIO e Pólen), que se dispuseram a apostar no iPlurAll.

Desenvolvido de acordo com esta perspectiva, o iPlurAll é uma aplicação tipo “game” de troca de conhecimentos e experiências realizada a partir de um processo de micromentoria mútua. O mais interessante é que o objetivo é aumentar o engajamento e a colaboração entre todos, impactando a criatividade, inovação, a produtividade das pessoas de uma organização, entre redes de organizações, ou em comunidades específicas. O match entre usuários é feito de forma automática usando como métrica o grau de diversidades ou pluralidade, baseado no chamado “Índice de Pluralidade”, igualmente desenvolvido pela FourAll, que leva em consideração 6 critérios: geração, gênero, background, raça/ cor da pele, deficiência e religião. A solução foi concebida com a premissa de que qualquer pessoa pode ser mentora e mentorada, considerando que todas têm algo a compartilhar e algo a aprender. Para inibir o aparecimento dos vieses inconscientes, as pessoas navegam de forma anônima e as micromentorias se realizam sem que as pessoas sejam identificadas, evitando que a união entre mentor(a) e mentorado(a) seja premeditada entre usuários, por afinidade, por exemplo. Ao término da micromentoria, usuários podem escolher se revelarem entre si, potencializando a oportunidade de conhecerem perspectivas diferentes e mesmo se surpreenderem com pessoas de seu próprio grupo.

A mudança em qualquer organização se inicia por uma transformação dos mindsets. Estar aberto ao novo, ao outro e às suas perspectivas, que involuntariamente ofuscamos, pode trazer maiores e melhores possibilidades para todos. Esse é o caminho da transformação!

Website: https://fourall.com.br/

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Coluna “Discutindo a relação…”

Pense em gente. Pense em coletivo

A primeira coluna de 2020. Que coisa! Embora tenha sido demonstrado – teve até um telejornal que entrevistou um matemático – que não entramos em uma nova década, não dá para escapar da sensação de um período ou ciclo mais longo terminado. Os anos 10 dos anos 2000 não foram nada fáceis: crise política, polarização, crise econômica, propaganda em cheque…

Agora que vencemos definitivamente o período de festas e que boa parte do pessoal que trabalha com publicidade e propaganda já está em seus negócios enfrentando jobs variados é hora de refletir um pouco sobre os principais desafios dos próximos 10 anos na comunicação publicitária.

Surgiram em diferentes publicações da nossa área dezenas de relatórios apontando tendências para 2020 e para os próximos cinco ou dez anos. Alguns são muito bons (veja esse aqui) mesmo e vale a pena (na verdade é quase obrigação) dar uma boa olhada.

Eu, humildemente, quero destacar alguns pontos que julgo mesmo importantes. Vamos lá:

Influenciadores – muitas pesquisas, relatórios e estudos apontam para a eficácia de um uso planejado e bem pensado dos chamados influencers. Não dá para ignorá-los. O importante é saber como trabalhar com eles para o bem das marcas que atendemos. Co-criação é o caminho!

Criatividade – os números, o analytics, o big data… tudo ajuda, é claro, óbvio ululante. Mas impactar seus interlocutores com algo original, pertinente e relevante não tem preço. Criatividade segue sendo o principal ativo da nossa atividade. Persiga boas ideias com afinco e determinação.

Diversidade – ideias surgem de pensamentos, culturas e modos de ver as coisas diferentes. A diversidade é fundamental para a propaganda. É fator que não pode ser adiado. Temos que ser mais inclusivos. Pra valer!

Gente – deixei por último de propósito… Em um ambiente de extrema inovação e enorme presença (bem vinda) da tecnologia é fundamental que pensemos em gente o tempo todo. A ponta do processo é uma pessoa. Como melhorar a vida daquela pessoa. Como deixar o dia, a semana, o mês dela melhor? Comunicação liga pessoas. Por mais traquitanas digitais/tecnológicas que lancemos mão, no final são pessoas nas duas pontas do processo. Pense em pessoas, preocupe-se com pessoas. Faça comunicação com cara de gente!

Imagem de Sasin Tipchai por Pixabay

Uma última coisa que não é dica de tendência e sim uma necessidade: o mercado publicitário do Vale do Paraíba precisa voltar a se reunir e trocar ideias. Precisamos falar como um mercado. Precisamos aumentar a percepção de valor da nossa atividade. Chega de praticar um esporte individual e vamos para um mais coletivo. Precisamos urgentemente disso!!!

Um 2020 cheio de cases bacanas pra rechear o portifa de todo mundo!

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Natal de inclusão e diversidade

Papai Noel que se comunica por Libras e assistente de Noel com síndrome de Down levam inclusão e representatividade ao Colinas Shopping

José Mario Graciano e Isis Pontes têm emocionado e inspirado público que passa pelo centro de compras, em São José dos Campos (SP)

Isis Pontes e José Mário Graciano

Na fila para conhecer a Mamãe Noel e o Papai Noel, crianças observam a movimentação próxima ao trono quando uma delas aponta uma das assistentes da família Noel: “Olha, uma princesa!”. Momentos assim têm feito os dias de trabalho de Isis Pontes, assistente com síndrome de Down, ainda mais felizes.

“É uma experiência maravilhosa. Quando fiquei sabendo que eu ia ser noelete, fiquei super contente. Estou gostando muito de fazer um bom trabalho com as crianças. A parte que eu mais gosto é tirar fotos. Elas pedem muito para tirar fotos comigo”, conta Isis.

A jovem de 19 anos, que atende no Colinas Shopping, em São José dos Campos (a 90 quilômetros de São Paulo), chegou ao trabalho por meio de uma oficina de empregabilidade da Asin (Associação Síndrome de Down) – instituição que atualmente atende cerca de 120 pessoas, de 5 a 56 anos, na mesma cidade.

“O objetivo é fortalecer a autonomia de jovens e adultos com síndrome de Down e promover a inclusão deles no mercado de trabalho. Temos diversas oficinas, entre elas a de trabalho, na qual os jovens têm aulas de boas práticas, que vão de comportamento e postura no trabalho a possíveis situações e suas soluções. É um exercício semanal. Quando entram no mercado de trabalho, continuamos acompanhando”, explica Tiago Araujo, coordenador do projeto de empregabilidade da Asin, que existe há 10 anos e já inseriu diversos jovens no mercado.

Segundo Araujo, o nome de Isis foi escolhido pela boa verbalização e comunicação com o público, e sua atuação já tem inspirado outros jovens da Asin. “Ao ver o trabalho da Isis, um dos atendidos pela Asin decidiu que quer trabalhar no shopping. Isso é importante, porque eles enxergam que também são capazes”, conclui.

Isis também compartilha a mesma opinião. “Meus amigos da Asin também vieram me ver. Falam: ‘Como ela está linda, estou amando ver ela trabalhando’. Quando eles me falam sobre trabalhar, eu converso e apoio.”

Libras

Ao lado de Isis, estreante como noelete, está o experiente Papai Noel José Mario Graciano, 70, que já contabiliza 14 anos de carreira natalina. Entretanto, foi há quatro anos que o Natal ganhou um significado ainda mais profundo para ele, quando decidiu aprender Libras – a linguagem brasileira de sinais – após um encontro marcante.

“Duas irmãs gêmeas se aproximaram, mas estavam muito tímidas. O pai delas fez um sinal, mostrando que elas eram surdas, e aquilo me comoveu. Por instinto, tentei fazer gestos de um abraço e elas retribuíram. Foi muito especial e pensei que poderia fazer algo para receber melhor esse público”, disse.

Logo em seguida, ele fez um curso básico de Libras na AADA (Associação de Apoio ao Deficiente Auditivo), em São José dos Campos, passou a manter contato com grupos de jovens da Pastoral do Surdo, inscreveu-se no curso de nível intermediário e pesquisa constantemente sobre o tema na internet.

No Colinas Shopping, ele já é figura conhecida e diariamente atende ao público de surdos e mudos da cidade.

Para quem quiser visitar Isis, ela está no Colinas Shopping às quartas e quintas, das 10h às 16h, e aos sábados, das 14h às 20h. Já o Papai Noel que se comunica em Libras atende todos os dias: de segunda a sábado, das 10h às 14h; domingos e feriados, no período vespertino e noturno.

Fonte: CABANA – Suzane Rodrigues Ferreira

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