Omnichannel: o varejo do pós-pandemia

Especialista em marketing e negócio dá dicas para criar canais unificados on e off line

O consumidor está mais exigente do que nunca. O varejo omnichannel oferece ao cliente inúmeras possibilidades de consumo dentro da empresa: é uma estratégia que unifica os diferentes canais, físicos e digitais, buscando uma melhor experiência de compra. O e-commerce no Brasil bateu recorde de vendas no primeiro semestre de 2021, atingindo R$53,4 bilhões, crescimento de 31% em relação ao mesmo período do ano anterior. “E esse crescimento, que foi muito acentuado na pandemia, ainda está em constante evolução”, afirma o especialista em marketing e estratégia de negócios, Frederico Burlamaqui.

Frederico Burlamaqui

O atendimento simultâneo e integrado dos canais de venda consegue levar uma experiência mais completa e assertiva para o cliente: esse é o varejo omnichannel. De acordo com o meta-estudo Barilliance — atualizado em 2020 e que reúne centenas de pesquisas desde 2006 —, a taxa média global de abandono de carrinho nas lojas virtuais é de cerca de 77,73%. “Uma experiência omnichannel permite, por exemplo, que o cliente compre online e retire na loja. Além de eliminar o custo do frete, o consumidor pode ver o produto e até fazer a troca instantaneamente, sem custos. A empresa ganha, porque ao visitar a loja física, o consumidor tem maior chance de comprar outros itens”, lembra Burlamaqui.

A grande diferença das empresas omnichannel é a integração. Muitas lojas dispõem de diferentes canais, mas cada um funciona de forma independente. “Quando todos os setores e canais conversam entre si, mantendo um padrão de atendimento e continuidade da experiência do cliente, permite que mesmo que o cliente troque de canal, continue envolvido com a empresa, contribuindo assim para o aumento do volume das vendas e, consequentemente, do lucro”, afirma.

Para essa transformação, o especialista explica que é preciso entender as tendências de comportamento do cliente dentro da empresa. “Analisar como as compras são feitas, coletar dados do site, redes sociais, e traçar estratégias para que o consumidor finalize a venda antes de ir embora, com a utilização inteligente dos canais integrados é essencial para o sucesso da estratégia”, explica.

Além disso, Burlamaqui lembra que a estrutura da empresa precisa estar integrada. “Todos os setores da empresa, atendimento, comunicação com o cliente, colaboradores físicos e atendimento pós venda devem falar a mesma língua, oferecer os mesmos benefícios e proporcionar a mesma experiência de compra”, finaliza.

Fonte: Trio Comunicação

Waze anuncia integração com Google Assistant no Brasil

Motoristas brasileiros agora podem acionar o assistente de voz pela plataforma de navegação

O Waze anuncia a integração com o Google Assistant para novos mercados. Os usuários do Waze no Brasil, México, Espanha e França poderão agora aproveitar os recursos do aplicativo por comando de voz. Divulgada durante o evento Waze On, a integração segue os bem-sucedidos padrões adotados no lançamento do recurso em países de língua inglesa.

Os usuários do Waze dos sistemas Android e iOS nesses países podem usar o comando “Ok Google” para relatar tráfego, incidentes ou alertas de perigos na via, navegar, pesquisar e até mesmo fazer perguntas sem precisar sair do aplicativo. Além disso, os usuários Android estão habilitados a definir compromissos no Calendário, tocar música ou fazer ligações pela integração com o assistente de voz.

“A parceria com o Google Assistant reforça o compromisso do Waze em fornecer para os usuários a direção mais tranquila para o seu caminho”, informa Nathanaelle Klein, Gerente de Produto do Waze. “Após o lançamento em países de língua inglesa, ficamos entusiasmados em ajudar ainda mais pessoas a otimizar sua jornada, expandindo o recurso internacionalmente. Agora, todos os usuários do Waze no Brasil, México, Espanha e França poderão acessar o comando de voz do Google, minimizando distrações durante a navegação”, finaliza.

A atualização já está disponível hoje para usuários no Brasil, México, Espanha e França. Para mais informações visite este site.

Fonte: Comuniquese – Amanda Lima

Dados para engajamento de colaboradores

Cornerstone OnDemand lança solução que cria dados com base em plataforma de pesquisa de feedback

A Cornerstone OnDemand (NASDAQ:CSOD) – líder global em software de gestão de capital humano – acaba de lançar o módulo Engage – uma plataforma de pesquisas que coleta informações e cria relatórios, em tempo real, sobre processos e campanhas para o público interno, no intuito de orientar as estratégias de administração das empresas, por meio do feedback de colaboradores.

O Engage foi desenvolvido sobre a demanda das empresas que, para melhorarem seus processos internos, perceberam o valor do feedback e da cultura de colaboração entre os funcionários. A solução traz, ainda, a possibilidade de o colaborador compartilhar sua opinião de maneira confidencial e segura, o que facilita a participação dos profissionais.

“O Engage é uma plataforma de pesquisa simplificada e didática que fornece à empresa subsídios para que ela administre melhor suas campanhas, além de ser uma maneira de dar voz aos colaboradores, sem que se sintam pressionados, promovendo, assim, o engajamento”, explica Kevin Schultz, gerente geral da Cornerstone OnDemand para o Brasil e América do Sul. De acordo com dados da Gallup, empresas com alto nível de engajamento têm 59% de diminuição do turnover; 21% de aumento da rentabilidade e 41% menos ociosidade.

As soluções da Cornerstone OnDemand auxiliam organizações de todo o mundo a alcançarem o potencial de sua força de trabalho, desde o início do processo de recrutamento, integração, treinamento e colaboração, até a gestão de desempenho, remuneração, planejamento sucessório, administração de pessoas e análises estatísticas. “O Engage funciona de maneira integrada com os demais módulos de serviços e também complementa a rede de produtos da Cornerstone OnDemand, agregando o benefício das pesquisas como ferramenta indispensável para uma gestão eficiente”, conclui Schultz.

Fonte: MarkeThings Comunicação & Eventos

Coluna {De dentro pra fora}

Já que o Carnaval acabou, vamos falar dos ritos

Vitor 2016

Ritos? Segundo o Michaelis, uma das definições de rito é o “conjunto de cerimônias e fórmulas de uma religião e de tudo quanto se refere ao seu culto ou liturgia”. Se a gente pensar bem, as religiões têm seus ritos, as culturas têm seus ritos e as empresas também deveriam ter seus ritos. Não, não estamos falando de religião, ok? Que fique bem claro.

Mas, então, o que seriam os ritos dentro de uma empresa? De maneira bem simples, podemos pensar nos ritos como os diferentes eventos que marcam a cultura da empresa: integração de funcionários, tempo de casa, aniversariantes do mês, aniversário da empresa, feedback, aposentadorias. Os ritos têm diversos “segmentos”, como ritos de reconhecimentos e ritos de integração. Nos momentos mais desafiadores (como o cenário econômico atual), os ritos são importantes para manter a equipe focada, envolvida e comprometida com os resultados. Eles fazem parte do processo de comunicação de uma empresa, pois são muito importantes para fixar a cultura e ajudar os empregados a entenderem a identidade da empresa por meio de práticas. Os ritos também são oportunidades de transmitir os valores da empresa, inclusive os comportamentos esperados pela gestão.

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Geralmente, as verbas dos ritos são as primeiras a serem cortadas. Ou mesmo os ritos vão ficando de lado, sendo desvalorizados. Porém, eu já peguei vários briefings de manejo de cultura, de empresas que foram compradas por outras e até resultados de pesquisas e vi muitos funcionários reclamando de ritos que foram deixados pra trás, simplesmente abandonados pela nova gestão/nova empresa. Portanto, aproveite esta semana pós-Carnaval e reflita sobre dois pontos, em diferentes cenários que você pode se encontrar:

– Quais ritos sua empresa tem? Quais traços culturais eles reforçam? Existe algum rito que você deveria implementar no processo de comunicação?

– Você precisar cortar um rito por falta de verba? Qual terá menos impacto? Qual traço cultural precisa ser mais reforçado? (Então, não corte um rito que tenha relação com ele, ok?). Não tem como simplificar esse rito ao invés de cortá-lo de vez?

Lembrem-se de que os ritos ajudam a conquistar o engajamento dos empregados, por isso devem ser tratados com muito carinho, estratégia e cuidado. Eles podem ajudá-lo muito ou causar grandes problemas. Pense bem no que você vai fazer. Só não deixe de fazer, pois eles são muito importantes no processo de comunicação interna.